<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591</id><updated>2011-11-27T20:42:47.089-03:00</updated><category term='show'/><category term='terror'/><category term='livro'/><category term='jazz'/><category term='música'/><category term='rock'/><category term='filmes'/><category term='vídeo'/><category term='pop'/><category term='HQ'/><title type='text'>ØmniBlog</title><subtitle type='html'>“Music before all else, 
and for that choose the irregular, 
which is vaguer and melts better into the air...”
Paul Verlaine</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>168</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-9210541355439681701</id><published>2010-01-15T08:15:00.003-03:00</published><updated>2010-01-15T08:22:45.423-03:00</updated><title type='text'>We've Moved On...</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Todo o conteúdo do OmniBlog foi movido para o Wordpress no endereço: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://dcolsson.wordpress.com/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;dcolsson.wordpress.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;. Portanto, a partir de agora ele não será mais atualizado, mas você poderá acompanhar os mesmos assuntos que comento por aqui no novo blog. Os posts antigos continuarão neste endereço por tempo indeterminado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualize o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://dcolsson.wordpress.com/feed/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;RSS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt; também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguardo você lá!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-9210541355439681701?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/9210541355439681701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=9210541355439681701' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/9210541355439681701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/9210541355439681701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2010/01/weve-moved-on.html' title='We&apos;ve Moved On...'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-372343023993581505</id><published>2010-01-05T17:59:00.004-03:00</published><updated>2010-01-05T18:09:21.363-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HQ'/><title type='text'>Ano novo, lembranças antigas</title><content type='html'>Neste último feriadão pude matar a saudade dos tempos de adolescente. Logo que casei, eu havia juntado vários livros (policiais e FC) e HQs que comprei ou ganhei ao longo dos anos 80 e início dos 90, juntamente com outras tralhas, e guardei dentro de algumas caixas de papelão na casa do meu sogro, já que não haveria lugar no apartamento. Isso foi há uns 13 anos atrás. Sem eu saber na época, meu sogro subiu as caixas para o sótão e, fora da minha vista, acabei esquecendo-as completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0Oope1C4mI/AAAAAAAABEE/s0HlfdtV6bg/s1600-h/naves.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 192px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0Oope1C4mI/AAAAAAAABEE/s0HlfdtV6bg/s400/naves.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423363806887862882" /&gt;&lt;/a&gt;No entanto aproveitei a folga do dia 1º para finalmente ir atrás delas. Desci as 4 caixas que estavam no sótão. Abri-las foi uma verdadeira viagem no tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começando pelos vários romances da Agatha Christie (incluindo meus favoritos: "O Assassinato de Roger Ackroyd" e "O Cinco Porquinhos"); e do Edgar Wallace, que foi minha iniciação nas histórias policiais – "A Porta das Sete Chaves" está eternamente no meu Top 5 de livros de suspense. Havia também Sherlock Holmes, Perry Rhodan (eu era um cliente fiel da Ediouro) e a coleção completa da Isaac Asimov Magazine (os 25 volumes, todos em ótimo estado). Além de um raro álbum ilustrado de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;sci-fi art&lt;/span&gt; dos anos 70, com o sugestivo título de "Manual da Sociedade de Comércio da Terra: Naves Espaciais de 2000 a 2100". Se Wallace serviu de inspiração para as histórias de mistério que eu gostava de imginar e escrever, este livro do Stewart Cowley foi fonte de idéias para as naves que eu desenhava naquele tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A viagem continuou pelas coleções de fascículos que estavam nas caixas: "Ciência Abril" (completa e iniciada pelo eu pai ainda na minha infância), "Astronomia" (também completa e publicada na época do hype em torno da passagem do Cometa Halley) e até dois volumes da "Input", uma enciclopédia de computação para micros de 8-bits. Alguém com bem mais de 30 anos, levante o braço se lembra de alguma dessas coleções!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0OpVxlHEYI/AAAAAAAABEM/pnLApA5WMZo/s1600-h/darkknight.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 175px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0OpVxlHEYI/AAAAAAAABEM/pnLApA5WMZo/s400/darkknight.jpeg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423364567835545986" /&gt;&lt;/a&gt;Entre os quadrinhos, reencontrei coisas que julgava ter perdido, como a primeira edição nacional (lançada em quatro volumes) do "Batman, o Cavaleiro das Trevas". Também toda saga da "Morte do Super-Homem" ("Morte", "Funeral para um Amigo", "Além da Morte" e o "Retorno") e da "Crise nas Infinitas Terras". Os primeiros números da "Espada Selvagem de Conan" em cores (eu também tinha as revistas em P&amp;B desde o nº 1, mas pelo visto não sobreviveram); quadrinizações de filmes, exemplares raros de Star Trek, Flash Gordon, Fantasma; e algumas graphic novels ("Aliens", "Hellraiser", "Clássicos Ilustrados")... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que tive muito mais coisa de quadrinhos (entre Marvel, DC e Disney), mas parece que na transição para vida adulta devo ter encucado que já não haveria espaço mais para os hobbies da adolescência, e me livrei de grande parte deles. Ou então para dar mais espaço a paixão pela música que comecei a alimentar nessa mesma época. De qualquer forma foi uma pena...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As HQs que separei nessas caixas por algum motivo eu penso em manter para meu filho ler em breve. Ou então voltar a matar a saudade como fiz agora. Mesmo em tempos de downloads desenfreados, sou defensor desse velho e prático hábito de folhear as páginas de uma revista ou livro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-372343023993581505?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/372343023993581505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=372343023993581505' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/372343023993581505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/372343023993581505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2010/01/ano-novo-lembrancas-antigas.html' title='Ano novo, lembranças antigas'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0Oope1C4mI/AAAAAAAABEE/s0HlfdtV6bg/s72-c/naves.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-7364933174842163901</id><published>2009-12-30T08:20:00.001-03:00</published><updated>2010-01-02T19:59:30.935-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>O melhor de 2009</title><content type='html'>Sem muita enrolação, aqui estão os meus eleitos deste ano:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No Line On The Horizon&lt;/span&gt; (U2)&lt;br /&gt;2. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Years Of Refusal&lt;/span&gt; (Morrissey)&lt;br /&gt;3. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Wilco&lt;/span&gt; (Wilco)&lt;br /&gt;4. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Them Crooked Vultures&lt;/span&gt; (Them Crooked Vultures)&lt;br /&gt;5. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Backspacer&lt;/span&gt; (Pearl Jam)&lt;br /&gt;6. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;To Lose My Life&lt;/span&gt; (White Lies)&lt;br /&gt;7. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tonight: Franz Ferdinand&lt;/span&gt; (Franz Ferdinand)&lt;br /&gt;8. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Journal For Plague Lovers&lt;/span&gt; (Manic Street Preachers)&lt;br /&gt;9. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ignore The Ignorant&lt;/span&gt; (The Cribs)&lt;br /&gt;10. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;The Resistance&lt;/span&gt; (Muse)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu achei um ano atípico. Fraco em todos os sentidos. Nenhum álbum realmente marcante – algo que daqui a dez anos você se lembre do quanto influenciou novos artistas e trabalhos ou trouxe algo de realmente inovador. Além disso, confesso que sou um tanto tendencioso ao selecionar os melhores do ano pois naturalmente faço  uma pré-seleção do que quero ouvir (bandas conhecidas, discos bastante comentados pela crítica ou indicações de amigos acabam tendo preferência) e portanto, muita coisa acaba ficando de fora da avaliação. Também não vivo do ofício de resenhista musical, não tenho essa obrigação, é apenas um exercício narcisista :). Então, destaco aqueles que realmente ouvi, gostei de primeira e voltei a ouvir outras vezes. Os que não passaram por essa triagem, sinto muito, não tiveram muito a me dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, o U2, apesar de não ter feito sua obra-prima da década como alguns esperavam, lançou um trabalho ousado mesmo assim, no sentido de experimentar caminhos sonoros mais etéreos, sofisticados e igualmente inspirados em seu &lt;span style="font-style:italic;"&gt;No Line On The Horizon&lt;/span&gt;. Num ano de poucos destaques entre as novidades, o "velho" acaba se renovando outra vez e conquistando o 1º lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mossissey também se despede de sua carreira (quem sabe?) com um disco coeso e de bastante energia. O Wilco quase repete o feito do anterior &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sky Blue Sky&lt;/span&gt;... não foi tão perfeito assim, mas ainda lançou um grande disco. Já o super-trio do Them Crooked Vultures ficou responsável por trazer os ares de novidade na minha lista com um ótimo trabalho de estréia. O Pearl Jam se destaca por ter lançado um álbum "curto e grosso" e o White Lies, encerrando a década que reviveu os anos 80, debutou com uma coleção de canções cheias de referências àquela época, o que sempre me agrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Franz Ferdinand e Manic Street Preachers lançaram discos bons que, novamente, por conta de um ano de trabalhos bastante medianos, acabaram aparecendo no meu Top 10 . E não seria justo citar o Morrissey e deixar de fora seu ex-colega de banda, Johnny Marr, que voltou a fazer diferença nas guitarras junto ao The Cribs. Por fim, o Muse finalmente conseguiu se desligar das semelhanças com o Radiohead e lançar um disco que me cativou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabem aqui menções honrosas para: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;The Eternal&lt;/span&gt; (Sonic Youth) e &lt;span style="font-style:italic;"&gt;21st Century Breakdown&lt;/span&gt; (Green Day). Eu incluiria até o a-ha que retornou aos arranjos eletrônicos dos primeiros discos, mas casados com um pop mais maduro, em seu &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Foot Of The Mountain&lt;/span&gt;. Neste momento é assim que sinto em relação ao melhor de 2009, mas a música é o tipo de arte que precisa de tempo para ser apreciada com mais profundidade. Portanto, pode até ser que daqui a meses, alguns destes álbuns ainda venham a trocar de posição e outros acabem aparecendo na lista também... :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenham um feliz 2010!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-7364933174842163901?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/7364933174842163901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=7364933174842163901' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/7364933174842163901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/7364933174842163901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2009/12/o-melhor-de-2009.html' title='O melhor de 2009'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-4735549264461509745</id><published>2009-12-14T12:11:00.006-03:00</published><updated>2009-12-14T12:33:59.823-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>A Todo Volume</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SyZaW9s83ZI/AAAAAAAABB4/iLho36xQB7E/s1600-h/it-might-get-loud-2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 210px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SyZaW9s83ZI/AAAAAAAABB4/iLho36xQB7E/s320/it-might-get-loud-2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415114952526323090" /&gt;&lt;/a&gt;Uma pequena nota sobre o documentário &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Todo Volume&lt;/span&gt; (It Might Get Loud, 2009), de Davis Guggenheim, que assisti no fim-de-semana. Em duas palavras: muito bom! Altamente recomendado para os amantes da guitarra e, em especial, fãs do U2, Led Zeppelin e White Stripes/Raconteurs, pois os protagonistas são justamente os guitarristas: The Edge, Jimmy Page e Jack White.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo que fiquei sabendo desse filme, eu pensei (como muitos devem ter feito também) que talvez o Edge não fosse o guitarrista mais indicado para o documentário; que talvez se esperasse alguém com um perfil mais tradicional de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;guitar hero&lt;/span&gt;, ainda mais ali no meio de uma lenda viva como o Jimmy Page ou de uma revelação incontestável como o Jack White. Sim, confesso que fiquei com o receio alheio de que talvez ele ficasse deslocado, que o diretor não soubesse valorizar a relevância dele na história da guitarra - que é a proposta do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ledo engano! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guggenheim teve a excelente sacada em pegar uma figura de cada geração do rock e o Edge é um ótimo representante dos guitarristas que surgiram nos anos 80, na explosão do pós-punk, da new wave, e da máxima do "do-it-yourself". Numa época em que todos estavam cansados da super-valorzação do solo na construção das músicas, do virtuosismo dos músicos e daquela megalomania progressiva dos anos 70. E dentro deste conceito, o Edge, com seus acordes econômicos e a profusão de efeitos que utiliza, teve e tem tanto a contribuir quanto os outros dois. Possui tanta genialidade quanto eles. Tocar guitarra não é apenas habilidade ou velocidade. É, acima de tudo, sentimento, personalidade, amor pelo instrumento. E o documentário deixa isso bem claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cenas prá ficarem na memória prá sempre: The Edge, Jimmy Page e Jack White tocando os riffs de "I Will Follow" e de "In My Time of Dying"! Simplesmente cabuloso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-4735549264461509745?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/4735549264461509745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=4735549264461509745' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/4735549264461509745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/4735549264461509745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2009/12/todo-volume.html' title='A Todo Volume'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SyZaW9s83ZI/AAAAAAAABB4/iLho36xQB7E/s72-c/it-might-get-loud-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-144097532856053938</id><published>2009-11-13T12:10:00.006-03:00</published><updated>2009-11-13T12:19:55.565-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Comprovando a teoria</title><content type='html'>Eis-me novamente discorrendo sobre b-sides. Desta vez são os do Radiohead, que está re-editando toda a sua discografia em edições de luxo e recheadas de sobras de estúdio, faixas ao vivo e versões alternativas. Sei que os lançamentos já chegaram no &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Hail To The Thief&lt;/span&gt;, de 2003, mas vou me concentrar apenas nos três primeiros: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Pablo Honey&lt;/span&gt; (1993), &lt;span style="font-style:italic;"&gt;The Bends&lt;/span&gt; (1995) e &lt;span style="font-style:italic;"&gt;OK Computer&lt;/span&gt; (1997). Justamente os que considero terem a melhor seleção de b-sides da banda de Oxford liderada por Thom Yorke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Sv13swpCS1I/AAAAAAAAA-U/XxIa2Uk5Xxs/s1600-h/pablo-honey-LE.jpg"&gt;&lt;img style="float:center; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 235px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Sv13swpCS1I/AAAAAAAAA-U/XxIa2Uk5Xxs/s320/pablo-honey-LE.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403606738769431378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começando com o melhor dos três: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;The Bends&lt;/span&gt; é um momento de transição do Radiohead. Está exatamente entre o britpop ortodoxo de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Pablo Honey&lt;/span&gt; (com algumas guitarras vindas diretamente do grunge de Seattle) e o experimentalismo progressivo-eletrônico da obra-prima &lt;span style="font-style:italic;"&gt;OK Computer&lt;/span&gt; (experimentalismo este que a partir de então ficaria cada vez mais eletrônico). Assim como o disco, os b-sides dos singles extraídos dele, reunidos no disco extra desta edição limitada, dão conta de demonstrar essa transição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Sv133eDWvmI/AAAAAAAAA-c/NdrnB_9wcS8/s1600-h/the-bends-LE.jpg"&gt;&lt;img style="float:center; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Sv133eDWvmI/AAAAAAAAA-c/NdrnB_9wcS8/s320/the-bends-LE.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403606922758110818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das melhores faixas da coletânea é "Maquiladora" - o tipo de música que merecia entrar no próprio álbum, pela genial construção de seu arranjo. Ou então a delicada  "How Can You Be Sure?" que lembra "Fake Plastic Trees" e por consequência talvez essa semelhança tenha sido o motivo dela ter "sobrado". Já "Punchdrunk Lovesick Singalong" e "Talk Show Host" apontam para o trabalho seguinte, enquanto "Killer Cars" ainda mostra uma banda coesa com a sonoridade do seu primeiro disco. Mas a lista de preciosidades continua: "The Trickster", "Lewis (Mistreated)", "Permanent Daylight", "India Rubber", "Banana Co." - todas canções com bastante força para terem entrado no álbum "oficial". Imagino que a escolha do repertório deve ter sido difícil para a banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Sv14GcXc_PI/AAAAAAAAA-k/L22RKl7amCg/s1600-h/ok-computer-LE.jpg"&gt;&lt;img style="float:center; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Sv14GcXc_PI/AAAAAAAAA-k/L22RKl7amCg/s320/ok-computer-LE.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403607180003572978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora menos prolíficos, os b-sides de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Pablo Honey&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style:italic;"&gt;OK Computer&lt;/span&gt; também reúnem músicas que chamam a atenção como "Inside My Head", "Pop Is Dead", "Polyethylene", "Lull" e "Palo Alto". Mas a partir do polêmico &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Kid A&lt;/span&gt; (2000), já não consegui listar faixas que mereçam um destaque especial entre a seleção dos discos bônus. Mesmo assim, os fãs vão encontrar farto material inédito, versões ao vivo e remixes que devem valer o investimento - principalmente prá quem não tem ainda os discos do Radiohead. Prá quem já acompanhava a carreira deles e está na dúvida se vale a pena importar, minha recomendação é por estas três primeiras edições. Em especial, a do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;The Bends&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prá terminar: a qualidade destes b-sides do Radiohead só vem a comprovar minha teoria de que pode-se medir a relevância de uma banda pelo nível de suas sobras de estúdio. Eles passam no teste com folga.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-144097532856053938?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/144097532856053938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=144097532856053938' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/144097532856053938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/144097532856053938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2009/11/comprovando-teoria.html' title='Comprovando a teoria'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Sv13swpCS1I/AAAAAAAAA-U/XxIa2Uk5Xxs/s72-c/pablo-honey-LE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-3780284567787401914</id><published>2009-11-04T20:29:00.000-03:00</published><updated>2009-11-04T20:30:18.740-03:00</updated><title type='text'>Paul McCartney's Good Evening New York City</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;  &lt;object type="application/x-shockwave-flash" height="264" width="300" id="TSWidget9175" data="http://cdn.topspin.net/widgets/email2/swf/TSEmailMediaWidget.swf?timestamp=1257376878" bgColor="#000000"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;param value="always" name="allowScriptAccess"/&gt;&lt;br /&gt;    &lt;param name="allowfullscreen" value="true"/&gt;&lt;br /&gt;    &lt;param name="quality" value="high"/&gt;&lt;br /&gt;    &lt;param name="movie" value="http://cdn.topspin.net/widgets/email2/swf/TSEmailMediaWidget.swf?timestamp=1257376878"/&gt;&lt;br /&gt;    &lt;param name="flashvars" value="imageVAlign=top&amp;amp;pid=HAV96453&amp;amp;widget_id=http://cdn.topspin.net/api/v1/artist/925/email_for_media/9175?timestamp=1257376878&amp;amp;theme=black"/&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-3780284567787401914?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/3780284567787401914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=3780284567787401914' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/3780284567787401914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/3780284567787401914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2009/11/paul-mccartneys-good-evening-new-york.html' title='Paul McCartney&apos;s Good Evening New York City'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-5664407899009819520</id><published>2009-05-27T16:42:00.005-03:00</published><updated>2009-05-27T17:22:21.657-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Juntando os pontos do passado</title><content type='html'>Hoje, ouvindo os B-Sides do The Cure, do box &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Join the Dots&lt;/span&gt; lançado em 2004, lembrei de uma das minhas primeiras experiências em uma banda de rock - uma brincadeira de adolescência que atendia pelo nome escabroso de "Rattle Blast".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trio Rattle Blast (André no baixo e voz, Anderson nas programações de bateria e eu na guitarra) teve muita influência de Mr. Robert Smith &amp;amp; Cia. Na época eu tinha uma fita K7 com a coletânea dos singles do Cure de 1978 à 1986 num lado e alguns dos B-sides do mesmo período no outro, chamada &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Standing_on_a_Beach"&gt;Standing on a Beach&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Sh2aMkf1KpI/AAAAAAAAAtM/WmpWDw2bjZ4/s1600-h/Standing_cov.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 283px; height: 294px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Sh2aMkf1KpI/AAAAAAAAAtM/WmpWDw2bjZ4/s320/Standing_cov.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340594273877568146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa coletânea em K7 era diferente da mesma lançada em LP, e mais tarde em CD com quatro faixas a mais e outro nome, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Staring At The Sea&lt;/span&gt;, justamente por causa desses B-sides que vinham de bônus. Anos depois, quando passei adiante aquela fita, ainda não tinha idéia da sua raridade pois ela só foi lançada nesse formato na Europa e, num verdadeiro milagre da indústria fonográfica nacional, aqui no Brasil também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como me arrependi de ter passado o K7 adiante...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecia uma história com final triste, mas eis que alguns anos atrás o Cure reuniu num box de 4 CDs todos os B-Sides de sua carreira até então, – este &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Join_The_Dots"&gt;Join the Dots&lt;/a&gt; – e lá estavam elas... todas aquelas músicas obscuras que surgiam do lado B da minha coletânea ao pressionar o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;play&lt;/span&gt; do toca-fita e que embalaram as tardes de estudante e desempregado no apartamento em que morava no bairro Navegantes, me inspirando a criar algumas das músicas que surgiram naquela época como "Passado" (que depois virou "Cidade Deserto") e a instrumental homônima, "Rattle Blast".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num destes "milagres" da informática moderna, que eu nem sequer imaginava há vinte anos atrás, pude "refazer" em MP3 a minha saudosa fita K7 e agora ela está ali, entre tantas playlists do iPod, com o mesmo nome, "Standing on a Beach", só para me trazer de volta esses momentos de felicidade involuntária e.... ah, que seja... de saudosismo também!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-5664407899009819520?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/5664407899009819520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=5664407899009819520' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/5664407899009819520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/5664407899009819520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2009/05/juntando-os-pontos-do-passado.html' title='Juntando os pontos do passado'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Sh2aMkf1KpI/AAAAAAAAAtM/WmpWDw2bjZ4/s72-c/Standing_cov.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-6873404212968684429</id><published>2009-04-04T09:24:00.001-03:00</published><updated>2009-04-04T09:24:55.415-03:00</updated><title type='text'>Pearl Jam Ten - Special Edition</title><content type='html'>&lt;img style="visibility:hidden;width:0px;height:0px;" border=0 width=0 height=0 src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bHQ9MTIzODg*NzgzMDE2NCZwdD*xMjM4ODQ3ODcxMTE5JnA9MTIwNzQxJmQ9b1FDRkgyQ2RFekktM2hZMSZuPWJsb2dnZXImZz*yJnQ9Jm89NGFiNmMyNzNjZjVmNGQ3ZmJlMGUxNjJkNjE5ZGRhMzE=.gif" /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="playerLoader" width="379" height="322" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/get/flashplayer/current/swflash.cab"&gt;&lt;param name="movie" value="http://farm.sproutbuilder.com/load/oQCFH2CdEzI-3hY1.swf" /&gt;&lt;param name="quality" value="best" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent" /&gt;&lt;embed src="http://farm.sproutbuilder.com/load/oQCFH2CdEzI-3hY1.swf" width="379" height="322" name="playerLoader" align="middle" wmode="transparent" play="true" loop="false" quality="best" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-6873404212968684429?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/6873404212968684429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=6873404212968684429' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6873404212968684429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6873404212968684429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2009/04/pearl-jam-ten-special-edition.html' title='Pearl Jam Ten - Special Edition'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-7328209251192895320</id><published>2009-03-27T11:39:00.003-03:00</published><updated>2009-03-27T14:35:45.354-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Years of Refusal - Morrissey</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SczlvlbanfI/AAAAAAAAAVM/6RKwv_dZYeI/s1600-h/00000711.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 319px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SczlvlbanfI/AAAAAAAAAVM/6RKwv_dZYeI/s320/00000711.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317877865681427954" /&gt;&lt;/a&gt;No início deste ano, Steven Patrick Morrissey (que completará 50 anos no próximo dia 22 de maio) afirmou à revista americana "Filter" que estava pensando em se aposentar em breve, pois ficar muito tempo na estrada poderia comprometer sua criatividade. Se isso realmente vir a acontecer, o ex-integrante dos Smiths o terá feito na oportunidade certa, ou seja, em um fértil período criativo retomado a partir do disco &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;You Are the Quarry&lt;/span&gt;, de 2004, confirmado em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ringleader of the Tormentors&lt;/span&gt;, de 2006, e agora atingindo seu auge com o lançamento deste &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Years of Refusal&lt;/span&gt; (Polydor, 2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na medida certa, Morrissey mais uma vez combina suas letras sobre desafetos e amores intangíveis, ora tristes, ora carregadas de sarcasmo, juntamente com melodias de apelo pop inegável. E os hits em sua carreira se acumulam: "Something Is Squeezing My Skull", "I'm Throwing My Arms Around Paris", "That's How People Grow Up"... Nesta última ele traduz de forma tão mordaz a sua desilusão com a idiossincrasia do ser humano. Já em "You Were Good In Your Time" encontramos a habilidade única de Morrissey em extrair a essência do sentimento de melancolia de uma composição e que eu não ouvia desde "I Know It's Over". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo os fãs mais radicais de sua seminal banda de Machester terão que dar o braço a torcer para a perfeita parceria que ele tem mantido com o guitarrista Boz Boorer, e que nos faz até esquecer de Johnny Marr quando acompanhamos seu trabalho solo. Embora os estilos sejam diferentes, o entrosamento entre os músicos (e isso se estende ao resto da banda que o acompanha atualmente) é seguramente o mesmo, tornando-se fundamental para que o estilo de Morrissey sobreviva por tanto tempo sem apelar para mudanças dramáticas em sua sonoridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, eu espero que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Years of Refusal&lt;/span&gt; não seja o último álbum de Morrissey, antes de seu anunciado ostracismo. Mas se for, ao menos ele terá deixado o showbizz de forma digna, com um trabalho à altura do que sua carreira representa e da sua influência na música pop. E quando isso ocorrer, então teremos motivos de sobra para nos sentirmos realmente tristes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-7328209251192895320?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/7328209251192895320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=7328209251192895320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/7328209251192895320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/7328209251192895320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2009/03/years-of-refusal-morrissey.html' title='Years of Refusal - Morrissey'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SczlvlbanfI/AAAAAAAAAVM/6RKwv_dZYeI/s72-c/00000711.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-6944888187056931165</id><published>2009-03-13T18:58:00.003-02:00</published><updated>2009-03-13T20:03:29.270-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>U2: No Line On The Horizon</title><content type='html'>Após cinco anos desde seu último trabalho inédito (How To Dismantle An Atomic Bomb, 2004) eis que os irlandeses do U2 lançam o seu 12º álbum de estúdio: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No Line On The Horizon&lt;/span&gt; (Universal, 2009) e a observação mais evidente é que a banda saiu em busca de uma nova sonoridade, desta vez destacando-se pelos arranjos etéreos, camadas e camadas de teclados e guitarras que permeiam a produção e que lembram, num primeiro momento, a trilha sonora do filme The Million Dollar Hotel (2000) ou à "falsa trilha" de Passengers (1995). Não por acaso, em ambas foi evidente a influência de Brian Eno e Daniel Lanois, produtores usuais da banda desde The Unforgettable Fire (1985). Nesta nova busca, contudo, percebe-se aqui e ali traços de distintas fases da banda, o que pode ser explicado também pela mão de Steve Lillywhite, outro colaborador de longa data.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SbrQbrVwOnI/AAAAAAAAAUU/7eYMP_3dcL0/s1600-h/U2_No_line_on_the_horizon.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 360px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SbrQbrVwOnI/AAAAAAAAAUU/7eYMP_3dcL0/s400/U2_No_line_on_the_horizon.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312787884345932402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A faixa-título abre o CD exatamente com essas camadas de teclados e guitarras com efeito phaser, e nos apresenta um refrão poderoso que poderia desbancar facilmente a escolha de "Get On Your Boots" como primeiro single. Sua pungência e intensidade crescente são as mesmas que se sente em "Where The Streets Have No Name", que abria o The Joshua Tree (1987), ou em "Zooropa", a primeira faixa do álbum homônimo de 1993. Uma música perfeita para iniciar o novo disco e, quem sabe, os shows da próxima turnê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A introdução quase techno de "Magnificent" (com direito a um teclado à la Depeche Mode) continua a dar o tom do trabalho. Mas não se enganem pelas aparências iniciais. O que se ouve a seguir é o velho e bom estilo de composição do U2. E no caso de "Magnificent" ele remete muito aos primeiros trabalhos da banda nos anos 80. Tanto na construção métrica da música quanto na letra - que é uma verdadeira doxologia (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;I was born to sing for you/I didn't have a choice but to lift you up&lt;/span&gt;). Não vejo outro sentido para as palavras do Bono nela; ele não escrevia algo assim tão explícito sobre o assunto espiritualidade desde "Gloria", de October (1981). E ele mesmo confirmou isso na entrevista para a revista Rolling Stone: "Há esse tema recorrente de rendição e devoção e todas essas coisas que acho realmente difíceis.Toda música para mim é algum tipo de louvor".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Moment Of Surrender" surge como o momento épico do disco: uma balada de sete minutos em forma de hino com vocais flertando com o gospel num refrão apoteótico e com um final cujos "oh-oh-oh-ohs" não ficarão devendo nada aos de "Pride (In The Name Of Love)" quando apresentada ao vivo. Percebam que ela soa como uma continuação de "So Cruel", do Achtung Baby (1991). Reparem na mesma cadência e tensão que ambas transmitem - aquele clima envolvente e pesado por causa do tema da letra. Brian Eno explica que nessa música o personagem na voz de Bono, está com o coração quebrantado, sofrendo de uma terrível agonia e extremamente vulnerável. Ainda reforçando a comparação, ambas são construídas sobre um instrumental repetitivo, possuem um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;crescendo&lt;/span&gt; no decorrer da música e compartilham de refrões carregados de melancolia. (Ouçam as duas e comprovem!) A letra lembra também outra música igualmente "angustiante" da banda: "If God Will Send His Angels", do Pop (1997). A principal diferença fica por conta da harmonia de coral do refrão de "Moment..." que parece transmitir certa redenção (como o próprio título diz) e esperança para o tal personagem da canção. E, de quebra, The Edge nos presenteia com um maravilhoso solo feito com um punhado de notas apenas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar no guitarrista, seus tradicionais acordes econômicos aparecem de volta em "Unknown Caller". Com um início minimalista dos instrumentos, o vocal dá a dica que se trata de um lento amanhecer (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sunshine, sunshine&lt;/span&gt;) que finalmente ocorre com a entrada do dedilhado mais alto da guitarra. Na letra, um assunto recorrente para o Bono: o esforço em escutar a voz de Deus. Com essa música, o que poderíamos chamar de "primeiro ato" do disco - aquele em que eles mais exploram novos horizontes sonoros - se encerra de forma contundente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight" é certamente a canção mais pop do disco. Brilhantemente pop! Alguns podem até dizer que é uma canção tola, mas ela está ali prá mostrar que rock também é diversão e que o U2 ainda está em plena forma quando se trata de compor deliciosas melodias de amor. Seu arranjo também é, de todas as músicas novas, o que mais se parece com a retomada ao som básico da banda ocorrida no disco de 2000, All That You Can't Leave Behind.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas duas faixas seguintes, os riffs pesados de "Get On Your Boots" e "Stand Up Comedy" apontam para um rock mais cru e moderno, mas com influências bem diferentes. Diante do álbum como um todo é que se entende porque "Get On Your Boots" foi escolhida como primeiro single. Ela está meio deslocada ali... quase fazendo uma ligação com "Vertigo", o primeiro single do disco anterior - em especial o riff "Zeppeliano" marcante, as estrofes quase "faladas" de Bono, as poucas intervenções da guitarra durante elas, e por fim um refrão radiofônico - sem esquecer a "quebrada" genial da parte &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Let me in the sound&lt;/span&gt;, que fará a ligação com "FEZ-Being Born" mais adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já "Stand Up Comedy" revisita o groove sessentista da guitarra de Jimmi Hendrix com bastante autoridade. A letra revela que Bono não perdeu a inspiração para fazer canções engajadas socialmente, desta vez convocando todos a defenderem seus ideais, mesmo quando se sentirem desmotivados, num sutil trocadilho com o estilo de comédia comum nos EUA onde o artista está sozinho em pé, frente a platéia, quase que acuado pela sua própria tarefa a realizar: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Out from under your beds/C’mon ye people/Stand up for your love!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito se comentou pela mídia que haveriam influências de sonoridades orientais neste álbum. De fato, o U2 encontra o Marrocos em "FEZ-Being Born", mas de forma muito sutil. A música toda é contornada pelo inconfundível estilo do Edge, notas esparsas carregadas de efeitos chorus e delay, enquanto Adam Clayton e Larry Mullen Jr. conduzem, de forma quase marcial, baixo e bateria. Os poucos versos cantandos (às vezes em côro) versam sobre um tema "estradeiro". E funcionam perfeitamente com o clima de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;road song&lt;/span&gt; que ela transmite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"White As Snow" e "Cedars Of Lebanon" são os exemplos mais evidentes da semelhança com The Million Dollar Hotel e Passengers, e poderiam ter saído das sessões de gravação destes discos tranquilamente. A melodia do hino cristão "Ó Vem, Emanuel!" (baseado em um antigo canto gregoriano do século XV) serve de base para "White As Snow" e o seu arranjo delicado, mas correto, impõe uma incrível carga emocional para a letra que Bono fez sobre a guerra no Afeganistão. "Cedars..." também compartilha do mesmo tema, mas é uma canção em cujas estrofes não há melodia. Bono apenas conversa com o ouvinte, na pele de um correspondente de guerra. Apesar da letra triste e profunda (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Choose your enemies carefully, 'cause they will define you/Make them interesting, 'cause in some ways they will mind you/They're not there in the beginning, but when your story ends/Gonna last with you longer than your friends&lt;/span&gt;), musicalmente ela acaba sendo a menos interessante deste trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Breath" não é a última música do álbum, mas deixei prá falar dela no final porque essa canção me intriga muito. Há alguma coisa nela que me incomoda - talvez os vocais "cuspidos" por Bono nas estrofes - mas ao mesmo tempo há também uma grandiosidade velada no seu arranjo - do ritmo tribal da bateria no início, passando pelo riff simples mas eficaz da guitarra e especialmente no refrão que desafa &lt;span style="font-style:italic;"&gt;I can breathe!&lt;/span&gt; Ou então no maravilhoso trecho da letra que diz: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;We are people borne of sound&lt;/span&gt;. Yes, Bono, we are!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No Line On The Horizon&lt;/span&gt; traz alguma novidade para a discografia do U2? Sim. E embora não represente exatamente uma "revolução" ou "ousadia" na sonoridade da banda, como fizeram em outras épocas suas obras-primas The Joshua Tree e Achtung Baby, ele se mostra mais como uma evolução dos últimos álbuns, pontuada pela experiência adquirida em seus mais de trinta anos de carreira. Um amadurecimento das propostas musicais deles para os anos 2000s. Neste contexto, sim, ele pode ser considerado o melhor disco do U2 na década. E superar a si mesmo já é meio caminho andado para assegurar mais uma vez o posto de melhor banda do planeta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-6944888187056931165?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/6944888187056931165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=6944888187056931165' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6944888187056931165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6944888187056931165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2009/03/u2-no-line-on-horizon.html' title='U2: No Line On The Horizon'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SbrQbrVwOnI/AAAAAAAAAUU/7eYMP_3dcL0/s72-c/U2_No_line_on_the_horizon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-8316968207119601381</id><published>2008-12-31T10:06:00.002-02:00</published><updated>2008-12-31T10:16:26.051-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>O melhor de 2008</title><content type='html'>Chega o final do ano e, como de praxe, saem diversas listas dos "melhores" discos lançados. Um resumo bem legal do que as revistas e sites especializados elegeram como o melhor do pop/rock/alternativo/indie em 2008 foi feito pelo blog &lt;a href="http://murdermille.blogspot.com/"&gt;Rock On&lt;/a&gt; e eu reproduzo abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Q&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.qthemusic.com/cgi-bin/50bestalbums/month.pl?id=2"&gt;50 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    10. Nick Cave &amp; The Bad Seeds - Dig!!! Lazarus Dig!!!&lt;br /&gt;    9. The Raconteurs - Consolers Of The Lonely&lt;br /&gt;    8. Elbow - The Seldom Seen Kid&lt;br /&gt;    7. TV On The Radio - Dear Science&lt;br /&gt;    6. Duffy - Rockferry&lt;br /&gt;    5. Glasvegas - Glasvegas&lt;br /&gt;    4. Vampire Weekend - Vampire Weekend&lt;br /&gt;    3. Coldplay - Viva La Vida Or Death And All His Friends&lt;br /&gt;    2. Fleet Foxes - Fleet Foxes&lt;br /&gt;    1. Kings Of Leon - Only by the Night&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Uncut&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://stereogum.com/archives/yearend-list/uncuts-top-20-mojos-top-50-of-2008_038561.html"&gt;50 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    10. Paul Weller - 22 Dreams&lt;br /&gt;    9. Kings Of Leon - Only by the Night&lt;br /&gt;    8. Nick Cave &amp; The Bad Seeds - Dig!!! Lazarus Dig!!!&lt;br /&gt;    7. Neon Neon - Stainless Style&lt;br /&gt;    6. Elbow - The Seldom Seen Kid&lt;br /&gt;    5. Vampire Weekend - Vampire Weekend&lt;br /&gt;    4. Bon Iver - For Emma, Forever Ago&lt;br /&gt;    3. TV On The Radio - Dear Science&lt;br /&gt;    2. Fleet Foxes - Fleet Foxes&lt;br /&gt;    1. Portishead - Third &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Paste&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pastemagazine.com/articles/2008/11/signs-of-life-2008-best-music.html"&gt;50 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    10. Deerhunter - Microcastle&lt;br /&gt;    9. Lucinda Williams - Little Honey&lt;br /&gt;    8. Sun Kil Moon - April (part1 part2)&lt;br /&gt;    7. Girl Talk - Feed the Animals&lt;br /&gt;    6. Fleet Foxes - Fleet Foxes&lt;br /&gt;    5. Okkervil River - The Stand Ins&lt;br /&gt;    4. Bon Iver - For Emma, Forever Ago&lt;br /&gt;    3. Vampire Weekend - Vampire Weekend&lt;br /&gt;    2. Sigur Rós - Med sud i eyrum vid spilum endalaust&lt;br /&gt;    1. She &amp; Him - Volume One &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rolling Stone&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rollingstone.com/news/story/24958695/albums_of_the_yea"&gt;50 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    10. Vampire Weekend - Vampire Weekend&lt;br /&gt;    9. Metallica - Death Magnetic&lt;br /&gt;    8. Beck - Modern Guilt&lt;br /&gt;    7. Coldplay - Viva La Vida Or Death And All His Friends&lt;br /&gt;    6. Santogold - Santogold&lt;br /&gt;    5. John Mellencamp - Life, Death, Love &amp; Freedom&lt;br /&gt;    4. My Morning Jacket - Evil Urges&lt;br /&gt;    3. Lil Wayne - Tha Carter III&lt;br /&gt;    2. Bob Dylan - Tell Tale Signs:The Bootleg Series Vol. 8 (part1 part2 part3)&lt;br /&gt;    1. TV on the Radio - Dear Science&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NME&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nme.com/blog/index.php?blog=10&amp;title=albums_of_the_year_the_ultimate_list_of_&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1"&gt;50 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    10. Friendly Fires - Friendly Fires&lt;br /&gt;    9. Kings Of Leon - Only By The Night&lt;br /&gt;    8. Mystery Jets - Twenty One&lt;br /&gt;    7. Santogold - Santogold&lt;br /&gt;    6. Metronomy - Nights Out&lt;br /&gt;    5. Foals - Antidotes&lt;br /&gt;    4. Vampire Weekend - Vampire Weekend&lt;br /&gt;    3. Glasvegas - Glasvegas&lt;br /&gt;    2. TV On The Radio - Dear Science&lt;br /&gt;    1. MGMT - Oracular Spectacular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mojo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mojo4music.com/"&gt;50 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    10. Neil Diamond - Home Before Dark&lt;br /&gt;    9. The Bug - London Zoo&lt;br /&gt;    8. The Week That Was - The Week That Was&lt;br /&gt;    7. Glasvegas - Glasvegas&lt;br /&gt;    6. The Hold Steady - Stay Positive&lt;br /&gt;    5. Nick Cave &amp; The Bad Seeds - Dig!!! Lazarus Dig!!!&lt;br /&gt;    4. Bon Iver - For Emma, Forever Ago&lt;br /&gt;    3. Paul Weller - 22 Dreams&lt;br /&gt;    2. The Last Shadow Puppets - The Age of the Understatement&lt;br /&gt;    1. Fleet Foxes - Fleet Foxes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Spin&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.spin.com/articles/40-best-albums-2008"&gt;40 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    10. MGMT - Oracular Spectacular&lt;br /&gt;    9. Coldplay - Viva La Vida Or Death And All His Friends&lt;br /&gt;    8. Hot Chip - Made In The Dark&lt;br /&gt;    7. Deerhunter - Microcastle&lt;br /&gt;    6. Santogold - Santogold&lt;br /&gt;    5. Fleet Foxes - Fleet Foxes&lt;br /&gt;    4. Fucked Up - The Chemistry Of Common Life&lt;br /&gt;    3. Portishead - Third&lt;br /&gt;    2. Lil Wayne - Tha Carter III&lt;br /&gt;    1. TV On The Radio - Dear Science &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Blender&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blender.com/Channel/33BestAlbumsof2008/slideshow/4430.aspx"&gt;33 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    10. Fall Out Boy - Folie A Deux&lt;br /&gt;    9. Vampire Weekend - Vampire Weekend&lt;br /&gt;    8. Randy Newman - Harps And Angels&lt;br /&gt;    7. Of Montreal - Skeletal Lamping&lt;br /&gt;    6. Robyn - Robyn&lt;br /&gt;    5. Hot Chip - Made In The Dark&lt;br /&gt;    4. Metallica - Death Magnetic&lt;br /&gt;    3. TV On The Radio - Dear Science&lt;br /&gt;    2. Girl Talk - Feed the Animals&lt;br /&gt;    1. Lil' Wayne - Tha Carter III &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Filter&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blog.filter-mag.com/filter/2008/11/filters-top-10-albums-of-2008.html"&gt;10 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    10. The Dears - Missiles&lt;br /&gt;    9. Cut Copy - In Ghost Colors (part1 part2)&lt;br /&gt;    8. M83 - Saturdays = Youth&lt;br /&gt;    7. She and Him - Volume One&lt;br /&gt;    6. Bon Iver - For Emma, Forever Ago&lt;br /&gt;    5. Foals - Antidotes&lt;br /&gt;    4. TV On The Radio - Dear Science&lt;br /&gt;    3. Dr. Dog - Fate&lt;br /&gt;    2. Fleet Foxes - Fleet Foxes&lt;br /&gt;    1. MGMT- Oracular Spectacular &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Last.fm&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.last.fm/bestof/2008?setlang=en"&gt;10 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    10. Med sud i eyrum vid spilum endalaust - Sigur Rós&lt;br /&gt;    9. Sleep Through The Static - Jack Johnson&lt;br /&gt;    8. Made In The Dark – Hot Chip&lt;br /&gt;    7. Narrow Stairs - Death Cab For Cutie&lt;br /&gt;    6. Konk – The Kooks&lt;br /&gt;    5. We Started Nothing – The Ting Tings&lt;br /&gt;    4. Ghosts I-IV (I-II-III-IV) – Nine Inch Nails&lt;br /&gt;    3. Third - Portishead&lt;br /&gt;    2. Oracular Spectacular - MGMT&lt;br /&gt;    1. Viva La Vida Or Death And All His Friends - Coldplay &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;iTunes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.apple.com/itunes/overview/"&gt;5 albums de 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    5. Sara Bareilles - Little Voice&lt;br /&gt;    4. Lil Wayne - Tha Carter III&lt;br /&gt;    3. Juno - Soundtrack&lt;br /&gt;    2. Jack Johnson - Sleep Through The Static&lt;br /&gt;    1. Coldplay - Viva La Vida Or Death And All His Friends &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, senti falta de vários discos nestes Top 10, por isso resolvi eleger também os meus 10 melhores lançamentos do ano para corrigir algumas falhas. E também porque muitas das novidades que aparecem acima - Fleet Foxes, TV on the Radio, Bon Iver, Deerhunter... - simplesmente não me despertaram tanto interesse assim e cederam lugar facilmente a outras bandas com mais "tempo de estrada", como o R.E.M. e o seu quase impecável &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Accelerate.&lt;/span&gt; As exceções ficam por conta do interessante Vampire Weekend e do excelente disco do Little Joy, parceria entre o ex-Hermanos Rodrigo Amarante, e do baterista do Strokes, Fabrizio Moretti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, eis o meu Top 10 (listados em ordem alfabética):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Accelerate&lt;/span&gt; (R.E.M.)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Baboon Strength&lt;/span&gt; (Charlie Hunter)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Consolers Of The Lonely &lt;/span&gt;(The Raconteurs)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Forth&lt;/span&gt; (The Verve)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Little Joy&lt;/span&gt; (Little Joy)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Lucky&lt;/span&gt; (Nada Surf)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Only By The Night&lt;/span&gt; (Kings Of Leon)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vampire Weekend&lt;/span&gt; (Vampire Weekend)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Viva La Vida or Death and All His Friends&lt;/span&gt; (Coldplay)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Warpaint &lt;/span&gt;(The Black Crowes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que, como de praxe também, pode ser que esteja diferente daqui a alguns meses... ;-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FELIZ 2009!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-8316968207119601381?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/8316968207119601381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=8316968207119601381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/8316968207119601381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/8316968207119601381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/12/o-melhor-de-2008.html' title='O melhor de 2008'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-9129154410616129901</id><published>2008-12-11T18:08:00.006-02:00</published><updated>2008-12-11T18:35:27.415-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jazz'/><title type='text'>A Love Supreme (I): Bono &amp; John Coltrane</title><content type='html'>&lt;a href="http://static.rateyourmusic.com/album_images/10702.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 280px; height: 283px;" src="http://static.rateyourmusic.com/album_images/10702.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;"So I'm back in my hotel room &lt;br /&gt;With John Coltrane and the Love Supreme."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(U2, Bullet The Blue Sky)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma espera de 6 anos (!) - que pode ser comprovada por &lt;a href="http://omniblog.blogspot.com/2002/10/aqui-est-um-livro-que-eu-gostaria-que.html"&gt;este&lt;/a&gt; antigo post do blog - a editora Barracuda finalmente editou no Brasil o &lt;a href="http://www.ebarracuda.com.br/site/acervo_detalhe.php?id_livro=57"&gt;A Love Supreme: A Criação do Álbum Clássico de John Coltrane&lt;/a&gt;, que eu comecei a ler este mês. O livro foi escrito pelo ótimo jornalista musical Ashley Kahn, que também é autor do &lt;a href="http://www.ebarracuda.com.br/site/acervo_detalhe.php?id_livro=54"&gt;Kind of Blue – A História da Obra-prima de Miles Davis&lt;/a&gt; - o qual recomendo a leitura igualmente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bom, a minha relação com este que é considerado um dos melhores álbuns de jazz de todos os tempos, surgiu ao ouvir o Bono, do U2, citá-lo na versão da música "Bullet The Blue Sky" que está no disco &lt;em&gt;Rattle And Hum&lt;/em&gt;, de 1988. Desde então, sempre tive curiosidade de escutá-lo, mas numa época em que ainda não haviam mp3s, muito menos com a facilidade de encontrá-los na internet, tive que esperar um bom tempo até conseguir comprar um CD importado de &lt;em&gt;A Love Supreme&lt;/em&gt;, isto há cerca de uns doze anos atrás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu era completamente leigo quanto ao jazz, e da importância de Coltrane para a música norte-americana. Porém, após duas ou três audições do CD, fiquei incrivelmente convencido da genialidade, da profundidade, da relevância daquela obra-prima. E principalmente, do motivo porque Bono citava ela em uma música de um disco que tem por &lt;em&gt;background&lt;/em&gt; a América: era a espiritualidade que permeava todo o trabalho do saxofonista, com a mesma intensidade que Bono imprime às canções do U2, em especial no &lt;em&gt;The Joshua Tree&lt;/em&gt;, a obra-prima do U2 lançada em 1987.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a prova dessa relação entre Bono e Coltrane, é citada logo na introdução do livro de Kahn, num depoimento enviado ao autor, através de email em 3 de novembro de 2001, exemplificando a influência do disco clássico sobre a música em geral, inclusive o rock:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Bono, vocalista do U2, conta uma história através da qual consegui uma explicação atual para o apelo universal de Coltrane – e do álbum:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Eu estava na cobertura do Grand Hotel em Chicago [na turnê de 1987] ouvindo A Love Supreme e aprendendo uma lição para toda a vida. Pouco antes, estava vendo televangelistas recriarem Deus à sua própria imagem: pequenos, mesquinhos e gananciosos. A religião se tornou uma inimiga de Deus, pensei... a religião foi o que veio quando Deus, assim como Elvis, deixou o recinto. Sei bem, desde que me conheço por gente, que o mundo se encaminhava em uma direção longe do amor, e eu também me deixava levar por isso. Existe muita maldade nesse mundo, mas a beleza é o nosso prêmio de consolação... a beleza da voz rouca de John Coltrane, seus sussurros, sua sabedoria, sua sexualidade dissimulada, seu louvor à criação. E assim Coltrane passou a fazer sentido para mim. Deixei o disco no modo de repetição e fiquei acordado ouvindo um homem encarar Deus com o dom de sua música.'" (p. 23)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para algumas pessoas esse trecho do livro pode ser apenas uma mera curiosidade. Para mim foi muito revelador, pois considero que &lt;em&gt;A Love Supreme&lt;/em&gt; está para John Coltrane assim como &lt;em&gt;The Joshua Tree&lt;/em&gt; está para o U2. São discos que representam fielmente seus criadores, são a essência deles, se confundem com eles. E ambos estão na minha lista de TOP 5 discos essenciais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não canso de repetir: quem tiver acesso a esse disco, ouça! Pode soar "estranho" pela primeira vez a quem não está acostumado ao jazz, especialmente ao estilo de Coltrane, mas com o tempo se consegue perceber a beleza dessa suíte composta em louvor e gratidão a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais detalhes sobre o livro num próximo post!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-9129154410616129901?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/9129154410616129901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=9129154410616129901' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/9129154410616129901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/9129154410616129901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/12/love-supreme-i-bono-john-coltrane.html' title='A Love Supreme (I): Bono &amp; John Coltrane'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-4620010025903187927</id><published>2008-11-11T12:20:00.005-02:00</published><updated>2008-11-11T19:58:22.026-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>R.E.M. - Estádio do São José - 06/11/2008</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SRn_6e7-UGI/AAAAAAAAAPo/y3SYHRCZopQ/s1600-h/rem.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 210px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SRn_6e7-UGI/AAAAAAAAAPo/y3SYHRCZopQ/s400/rem.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267522619388612706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por fim eu pude conferir ao vivo uma das minhas bandas preferidas de todos os tempos, e que apesar dos seus mais de 25 anos de carreira, figura entre os poucos "sobreviventes" do &lt;em&gt;guitar rock&lt;/em&gt; dos anos 80 que ainda está em plena atividade - e não apenas da exploração seus antigos sucessos. O R.E.M. subiu no palco montado sobre o gramado do estádio do São José (o Zequinha Stadium, como ficará conhecido a partir de agora), pontualmente às 22h da quinta-feira passada, após a abertura da banda gaúcha Nenhum de Nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem bajulação, Michael Stipe, Peter Buck, Mike Mills e os músicos de apoio apresentaram um dos melhores shows do ano em Porto Alegre. Combinando com o mais recente CD deles, &lt;em&gt;Accelarate&lt;/em&gt;, o set list deu preferência para as músicas mais "pegadas" da banda - do disco &lt;em&gt;Monster&lt;/em&gt;, por exemplo, entraram três, sendo que "Let Me In" recebeu uma linda versão, num momento "roda de violão" dos músicos no palco. Da fase mais antiga, "Cuyahoga" rendeu outro momento muito bonito. Até mesmo uma improvável "Ignoreland", do &lt;em&gt;Automatic For The People&lt;/em&gt;, foi tocada. Mas é claro que os hits mais conhecidos da banda estiveram presentes também: "The One I Love", "It's The End Of The World...", "Losing My Religion", "Everybody Hurts", "Man On The Moon", "Imitation Of Life" e o mais recente, "Supernatural Superserious".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Stipe demonstrou muito carisma no palco, com total controle do espetáculo. Sem falar do entusiasmo demonstado por ele devido a vitória de Barack Obama - foi o primeiro show da banda após a eleição presidencial norte-americana e eles não deixaram a galera esquecer a importância desse fato. O som no "Zequinha Stadium" estava ótimo também, dando prá entender perfeitamente tudo o que ele falou. Peter Buck, apesar da presença mais discreta no palco, executou com precisão os riffs que tão bem caracterizam as músicas do R.E.M. E no final, o baixista e tecladista Mike Mills, último a sair do palco, vestido com a camiseta da seleção brasileira, agitou uma grande bandeira do Brasil em uma melancólica despedida ao show de 2h de duração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso me dar por satisfeito por já ter assistido ao vivo as duas melhores bandas do planeta em atividade (U2, em 2006, e agora, R.E.M.). Mas é certo que uma vez apenas ainda é pouco. Já estou com saudades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-4620010025903187927?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/4620010025903187927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=4620010025903187927' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/4620010025903187927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/4620010025903187927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/11/rem-estdio-do-so-jos-06112008.html' title='R.E.M. - Estádio do São José - 06/11/2008'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SRn_6e7-UGI/AAAAAAAAAPo/y3SYHRCZopQ/s72-c/rem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-7177679872157269023</id><published>2008-08-18T19:44:00.003-03:00</published><updated>2008-08-19T13:46:29.995-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>David Byrne &amp; Brian Eno</title><content type='html'>Ouça o novo trabalho dos caras aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" height="400" width="400" id="TSBundleWidget" data="http://bits-0.topspin.net/u/byrne/TSBundleWidget.swf?rootPath=https://app.topspin.net&amp;showTrace=false&amp;campaign_id=6001"&gt;&lt;param value="always" name="allowScriptAccess"/&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://bits-0.topspin.net/u/byrne/TSBundleWidget.swf?rootPath=https://app.topspin.net&amp;showTrace=false&amp;campaign_id=6001" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;param name="flashvars" value="campaign_id=6001&amp;amp;baseurl=http://app.topspin.net&amp;amp;width=400&amp;amp;height=400&amp;amp;configurl=http://bits-0.topspin.net/u/byrne/album_config_6001.xml&amp;amp;autoplay=false" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-7177679872157269023?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/7177679872157269023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=7177679872157269023' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/7177679872157269023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/7177679872157269023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/08/david-byrne-brian-eno.html' title='David Byrne &amp; Brian Eno'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-60337699039136181</id><published>2008-07-28T10:29:00.002-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:41.822-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HQ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>O filme do ano?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SI3KdNkE-zI/AAAAAAAAAK8/BaQfVGqkd5k/s1600-h/dark_knight_ver5.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SI3KdNkE-zI/AAAAAAAAAK8/BaQfVGqkd5k/s320/dark_knight_ver5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228057345653013298" /&gt;&lt;/a&gt;Nos últimos tempos, poucos filmes fizeram por merecer o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;hype&lt;/span&gt; criado em torno deles antes do seu lançamento. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Batman, O Cavaleiro das Trevas&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0468569/"&gt;The Dark Knight&lt;/a&gt;, 2008) consegue se incluir nesse grupo tranqüilamente. A obra de Christopher Nolan, não apenas mantém o nível do primeiro filme, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Batman Begins&lt;/span&gt;, como o supera em diversos aspectos (desenvolvimento do roteiro, desempenho do elenco, caracterização dos personagens e seus conflitos).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O grande mérito, muitos dirão com razão, foi devido a introdução do rival mais insano e perigoso do homem-morcego: o Coringa. Não apenas por causa do personagem, mas pela correta escolha do ator. Interpretado com precisão por Heath Ledger (falecido em janeiro deste ano por uma overdose de medicamentos), o Coringa é bem mais psicótico e emblemático que aquele palhaço evasivo criado por Jack Nicholson na versão de Tim Burton. Capaz de causar um desconforto no público cada vez que entra em cena; a cada momento em que ele surge, paira no ar a expectativa de que algo terrivelmente ruim vai acontecer. E mesmo quando se encontra aparentemente subjugado, essa sensação não se desfaz. Despertando, como o próprio Coringa deseja, o nosso pavor ante ao caos que ele está sempre prestes a desencadear.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Já o Bruce Wayne/Batman de Christian Bale, mesmo explorando seu lado mais sombrio e questionador - ao colocar em dúvida seu papel de "justiceiro acima-da-lei" -, não chega a transmitir a mesma impressão, sendo muitas vezes ofuscado pela performance de Ledger e do outro personagem apresentado na trama, o promotor Harvey Dent/Duas-Caras, de Aaron Eckart. Como consolo para o herói, restam as ótimas cenas de ação, em especial aquelas em que ele realiza vôos de tirar o fôlego ou na perseguição muito bem filmada pelas ruas de Gotham City.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A longa duração do filme não chega a compromter o resultado, nem mesmo a pequena queda de ritmo que ocorre na última meia hora, quando surge o Duas-Caras. Este é definitivamente um filme do Coringa, desde a cena em que se apresenta numa reunião de mafiosos até seu embate final contra o Batman. Resenhas e bilheterias até o momento, dão conta de que críticos e público já elegeram &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Cavaleiro das Trevas&lt;/span&gt; o melhor filme do ano. Eu vou mais além e considero como uma das melhores adaptações de HQs de heróis já realizada. Imperdível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-60337699039136181?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/60337699039136181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=60337699039136181' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/60337699039136181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/60337699039136181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/07/o-filme-do-ano.html' title='O filme do ano?'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SI3KdNkE-zI/AAAAAAAAAK8/BaQfVGqkd5k/s72-c/dark_knight_ver5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-1242228214272352114</id><published>2008-07-18T11:00:00.006-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:42.205-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Três primeiros remasterizados</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Boy&lt;/span&gt; (1980), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;October&lt;/span&gt; (1981) e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;War&lt;/span&gt; (1983), os três primeiros álbuns do U2, foram remasterizados e serão lançados em 21 de julho, dando sequência ao lançamento do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;The Joshua Tree&lt;/span&gt; remasterizado, no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os três foram remasterizados a partir das fitas de áudio originais. Os álbuns virão em três formatos - um único CD remasterizado, uma edição de luxo incluindo CDs bônus com lados-B, faixas ao vivo e raridades, e uma versão em LP prensada em vinil virgem de 180gm. Um livreto de 16 páginas trará fotos inéditas, letras e notas de Paul Morley. The Edge, guitarrista da banda, também contribuiu com algumas notas sobre o material bônus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SICjKGRKrvI/AAAAAAAAAKM/MHEmCDE_0Zw/s1600-h/455_main1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SICjKGRKrvI/AAAAAAAAAKM/MHEmCDE_0Zw/s320/455_main1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224354961626410738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Speed of Life", "Saturday Night" e "Cartoon World" estão entre as faixas raras e nunca lançadas que estarão disponíveis agora na nova edição do primeiro álbum da banda, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Boy&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SICjUY0t2XI/AAAAAAAAAKU/euswTzr0xyA/s1600-h/455_main2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SICjUY0t2XI/AAAAAAAAAKU/euswTzr0xyA/s320/455_main2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224355138406046066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Gravações ao vivo raras no Hammersmith Palais, em Londres, no Paradise Theatre, em Boston e sessões na rádio BBC com Richard Skinner serão mostradas agora no disco bônus de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;October&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SICjeT8KUlI/AAAAAAAAAKc/3R-ysHGF6oo/s1600-h/455_main3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SICjeT8KUlI/AAAAAAAAAKc/3R-ysHGF6oo/s320/455_main3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224355308893786706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A inédita "Angels Too Tied To The Ground" e os lados-B raros "Treasure (Whatever Happened to Pete the Chop)" e "Endless Deep" foram incluídos na edição de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;War&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.u2.com"&gt;U2.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-1242228214272352114?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/1242228214272352114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=1242228214272352114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/1242228214272352114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/1242228214272352114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/07/trs-primeiros-remasterizados.html' title='Três primeiros remasterizados'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SICjKGRKrvI/AAAAAAAAAKM/MHEmCDE_0Zw/s72-c/455_main1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-626791889809496464</id><published>2008-07-09T16:31:00.006-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:42.438-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Sentido Inverso</title><content type='html'>&lt;em&gt;"A Sentido Inverso abre seu caminho com um primeiro disco, no mínimo, verdadeiro (...) nos pega pelo que há de mais simples na música: vai direto ao coração."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até hoje, eu sempre preservei este blog de comentários a respeito de meu projeto paralelo, a banda &lt;a href="http://www.sentidoinverso.com.br"&gt;Sentido Inverso&lt;/a&gt;. Como neste mês finalmente o nosso CD de estréia foi lançado e já está à venda, resolvi abrir uma exceção e comentar sobre ele aqui. Então, reproduzo abaixo a resenha gentilmente feita pelo Daniel Soares, colunista do caderno Arte&amp;Agenda, do Correio do Povo, para a banda e o CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SHUVWsVF3MI/AAAAAAAAAJs/1TiA9Ujf_5c/s1600-h/CD.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SHUVWsVF3MI/AAAAAAAAAJs/1TiA9Ujf_5c/s320/CD.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221102822606888130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AINDA DÁ PRA FALAR DE AMOR NO ROCK?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha atividade como jornalista, certa vez recebi um release de uma banda que dizia algo como “não somos nem queremos ser a salvação do rock”. Na época achei apenas engraçadinho, já que toda a crítica mundial se deleitava com a chegada do The Strokes, então tida como essa “salvação”, mas depois passei a pensar sobre a questão. Será mesmo que o rock um dia precisou ser salvo? Particularmente acho que o rock se perdeu quando passou a falar de amor. Enquanto ele era apenas diversão, estaria não salvo, mas a salvo dos questionamentos interiores de quem o cantava. E o rock virou um verdadeiro inferno de possibilidades, ainda bem, porque ele nasceu pra isso. Vindo do blues como ele veio, tinha que guardar essa pontinha de sofrimento, de angustia, do tom questionador. Isso foi só uma introdução para dizer que falar de amor em rock é muito difícil. É um sofrimento duplo: um pela exposição poética, geralmente autobiográfica; outro, pela visceralidade que a música vai exigindo, até mesmo numa simples balada de três notas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda que lhes apresento, Sentido Inverso, com certeza não veio pra salvar o rock; nem pra ser a queridinha do momento estampando capas de revistas teen, dando receitas de como “ficar” com as meninas de sua galera; não se enfiou em terninhos justos e assumiu uma atitude blasé; não se fez de engraçadinha para ganhar a simpatia dos programas de TV; não lançou moda em cabelos desgrenhados; e não fez qualquer mistura mirabolante em busca de uma impossível formula inédita de se fazer rock. A Sentido Inverso abre seu caminho com um primeiro disco, no mínimo, verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Um pouco de história não faz mal a ninguém&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há boa banda (e até as ruins), que não tenha nascido numa garagem, no quarto de alguém, no recreio da escola ou faculdade e, claro, que não tenha nascido para tocar, primeiro, músicas dos outros. É o ritual de fogo de todas. A Sentido Inverso nasceu em 1999 como Quadro Vivo, comandada pelos irmãos Giovani e Fernando Quadros, bateria e guitarra e voz, respectivamente. Em 2005 resolveram mudar a proposta e o nome da banda. Chamam Daniel Olsson para a outra guitarra e, um ano depois, Rodrigo Silveira assume o contrabaixo. Nasce então a Sentido Inverso. Sem esconder as influencias de nomes como R.E.M, U2 e Legião Urbana, apostam também no chamado pop rock pós-punk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O disco&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os preparativos para o primeiro registro da banda tiveram início ainda em 2006 e as gravações aconteceram no estúdio Music Box, com a assinatura de Alexandre Birck (Graforréia Xilarmônica e DeFalla) na gravação e masterização do trabalho, além de Fabiano Penna na mixagem. O álbum abre com &lt;strong&gt;Explica&lt;/strong&gt;, balada rocker onde a poesia de Fernando Quadros, principal compositor, indo direto ao ponto com versos como &lt;em&gt;me explica a sensação / de não mandar no coração&lt;/em&gt;, não deixa dúvidas do tom confessional do trabalho. Em &lt;strong&gt;“...”&lt;/strong&gt; (assim mesmo, reticiências), um desabafo de uma relação em que não se consegue medir a intensidade, como aquela música que causa arrepio, que traz lembranças que se quer e não quer ter, como a eterna inquietude do ser humano, ampliada em &lt;strong&gt;(Re)Começo&lt;/strong&gt;, em &lt;strong&gt;Em Paz &lt;/strong&gt;e que encontra eco em &lt;strong&gt;Amor por um Triz&lt;/strong&gt;, com refrão pesado da dobradinha teclado/guitarra. Mudando completamente o sentido (sem trocadilhos), &lt;strong&gt;Saída&lt;/strong&gt; chega mais pop do que qualquer outra, com direito a vocal tirado de um megafone; &lt;strong&gt;Em Cada Parte do Céu&lt;/strong&gt; pode até lembrar Legião (Fernando tem um registro vocal semelhante ao de Renato Russo), mas tem nome e sobrenome e endereço certo: foi feita para os corações inquietos. Fernando assina todas as outras composições do álbum (&lt;strong&gt;Me Deixe &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Até Mais&lt;/strong&gt;), com exceção de &lt;strong&gt;Naufrágos&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Saída&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Outra Noite&lt;/strong&gt;, que levam a marca do guitarrista Daniel Olsson, instrumentista econômico, que sabe usar a parafernália de efeitos e que não faz uso de solos intermináveis, tudo na medida certa, dialogando com a precisão da bateria e do baixo e com as incursões de Fernando no teclado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tom confessional da Sentido Inverso nos pega pelo que há de mais simples na música: vai direto ao coração, sem atravessadores, sem clichês do romantismo raso, da rima “amor com flor”; vai direto pelas vias certas, sem querer salvar o rock, sem dar novo sentido ao que não tem outro, provando que falar de amor também é dom de roqueiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Daniel Soares&lt;br /&gt;Jornalista&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-626791889809496464?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/626791889809496464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=626791889809496464' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/626791889809496464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/626791889809496464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/07/sentido-inverso.html' title='Sentido Inverso'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SHUVWsVF3MI/AAAAAAAAAJs/1TiA9Ujf_5c/s72-c/CD.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-636034991068374808</id><published>2008-06-24T10:47:00.004-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:42.651-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Accelerate - R.E.M.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SGD7F7CilLI/AAAAAAAAAJM/WGAngCDc4QY/s1600-h/00000679+(Custom).jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SGD7F7CilLI/AAAAAAAAAJM/WGAngCDc4QY/s320/00000679+(Custom).jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215444447661298866" /&gt;&lt;/a&gt;Um dos chavões mais utilizados (e irritantes) que conheço ao se falar sobre uma banda que está na estrada há muito tempo é, em determinado momento, dizer que ela "retornou às origens". É irritante porque em geral esse comentário advém de uma percepção errada ou muito superficial sobre o trabalho do artista. As poucas bandas com mais de vinte anos de carreira que conheço só estão esse tempo todo mostrando algo relevante para o seu público ainda justamente porque se reinventam continuamente e jamais voltam a trilhar os mesmos caminhos passados. E nesse caso, incorporar sonoridades do passado também é uma maneira de honrá-lo e sugerir novos caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda essa introdução é só para falar sobre o último CD do R.E.M., &lt;em&gt;Accelerate&lt;/em&gt; (Warner, 2008). O modo mais fácil de apresentar esse disco seria dizer apenas: "eles retornaram às origens". Mas eu vejo uma banda com quase trinta anos de carreira reinventar-se, incorporando dois momentos distintos de sua trajetória sem repetir-se na verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Accelerate&lt;/em&gt; combina a energia dos &lt;em&gt;early years&lt;/em&gt; do quarteto de Athens com a fúria de guitarras de &lt;em&gt;Monster&lt;/em&gt;, de 1994. Antes sobrava certa ingenuidade, mas faltava agressividade. Quando a maturidade chegou (após o multi-platinado &lt;em&gt;Out Of Time&lt;/em&gt; e a obra-prima &lt;em&gt;Automatic For The People&lt;/em&gt;) talvez tenham exagerado na dose de distorção das guitarras. A saída do baterista Bill Berry, em 1997, apenas postergou esse equilíbrio, produzindo três discos no sentido oposto, carregados de melancolia (&lt;em&gt;Up&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Reveal&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Around The Sun&lt;/em&gt;). Pode ser que Berry estivesse fazendo falta mesmo até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O velho e o novo R.E.M. se encontram logo nas faixas que abrem o CD: o riff de guitarra e a urgência do vocal de "Living Well Is The Best Revenge" lembram os tempos de "These Days", ou "It's The End Of The World As We Know It (And I Feel Fine)", mas com o furor de uma "What's The Frequency, Kenneth?". E na seqüência, as ótimas "Man-Sized Wreath", "Supernatural Superserious" e "Hollow Man", seguindo a mesma fórmula, compõem um dos melhores inícios de discos da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto parecia que Michael Stipe (vocal), Peter Buck (guitarras) e Mike Mills (baixo e teclados) tinham criado um outro R.E.M. nos trabalhos anteriores, cujo estilo ainda comparece na bela "Until The Day Is Done", essa impressão se desfaz ao se ouvir a faixa-título, ou "Mr. Richards", ou "Horse To Water". Infelizmente, quando já se está embalado por esse R.E.M. revitalizado, o CD termina inexplicavelmente aos 34 minutos! Mas nada que um "repeat" no CD player não resolva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exemplo do Guardian, que colocou o álbum entre os 10 essenciais do ano, eu reitero: &lt;em&gt;Accelerate&lt;/em&gt; tem lugar reservado entre os melhores de 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-636034991068374808?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/636034991068374808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=636034991068374808' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/636034991068374808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/636034991068374808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/06/accelerate-rem.html' title='Accelerate - R.E.M.'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SGD7F7CilLI/AAAAAAAAAJM/WGAngCDc4QY/s72-c/00000679+(Custom).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-460650970511108422</id><published>2008-06-07T21:01:00.003-03:00</published><updated>2008-06-07T21:08:35.413-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeo'/><title type='text'>Radiohead: The Best Of</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;table width="320" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" bgcolor="#0d0d0d"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="320" height="95" valign="top"&gt;&lt;img src="http://ecards.emilatintools.com/e-card/radiohead2008/header-por.jpg" width="320" height="95" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="340" valign="top"&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,19,0" width="320" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://ecards.emilatintools.com/e-card/radiohead2008/video-por.swf" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;embed src="http://ecards.emilatintools.com/e-card/radiohead2008/video-por.swf" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="16" valign="top"&gt;&lt;a href="http://www.emilatin.com/compra" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://ecards.emilatintools.com/e-card/radiohead2008/compras.jpg" width="320" height="16" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="15" valign="top"&gt;&lt;a href="http://dmtools.emilatintools.com/dmtoolsprd/hsendtofriend.aspx?322,POR" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://ecards.emilatintools.com/e-card/radiohead2008/enviar-por.jpg" width="320" height="15" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="18" valign="top"&gt;&lt;a href="http://dmtools.emilatintools.com/dmtoolsprd/hregistration.aspx?293,POR,GRL" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://ecards.emilatintools.com/e-card/radiohead2008/unete-por.jpg" width="320" height="18" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="13" valign="top"&gt;&lt;img src="http://ecards.emilatintools.com/e-card/radiohead2008/lanzamiento2008.jpg" width="320" height="13" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-460650970511108422?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/460650970511108422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=460650970511108422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/460650970511108422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/460650970511108422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/06/radiohead-best-of.html' title='Radiohead: The Best Of'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-3088969093465807574</id><published>2008-06-05T23:36:00.004-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:42.850-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Playlist: The Kinks</title><content type='html'>Você provavelmente já ouviu diversas versões de canções do Kinks sem saber que eram deles; ou escutou eles próprios em alguma trilha sonora de filme, sem associar a música à banda; mas talvez nunca tenha ouvido um disco inteiro deles. Ao menos comigo foi assim. Dando continuidade a essa minha fase "revisitando os 60s", fui conferir a coletânea &lt;em&gt;You Really Got Me: The Very Best of the Kinks&lt;/em&gt; (Edel, 1994).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SEikCQOGXKI/AAAAAAAAAHk/N9lf9oAn2q4/s1600-h/o340070.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SEikCQOGXKI/AAAAAAAAAHk/N9lf9oAn2q4/s320/o340070.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208593327674776738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Kinks é uma banda da chamada "invasão britânica" que sempre existiu à sombra dos Beatles. Nada mais injusto, pois basta listar alguns dos seus clássicos para concluir que sua influência no rock é legítima. Mas como a sonoridade lembrava muito os seus conterrâneos de Liverpool - assim como 90% das bandas dá época -, acabaram ficando em segundo plano. Quer tirar a prova? Aqui vão alguns exemplos: começando com o seu hit mais famoso, "You Really Got Me" (recentememente eleita pela Rolling Stone, como um das 100 melhores músicas com guitarra e que possui uma versão avassaladora do Van Halen), "Louie, Louie", "Dedicated Follower of Fashion" (que está na trilha sonora do filme &lt;em&gt;In The Name Of The Father&lt;/em&gt;); "Everybody's Gonna Be Happy" (no filme &lt;em&gt;High Fidelity&lt;/em&gt;), "Lola" e "Days" (que Elvis Costello fez uma bonita versão para o filme &lt;em&gt;Until The End Of The World&lt;/em&gt;, do Win Wenders). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misturando R&amp;B, folk e blues, o típico rock dançante sessentista do Kinks me agradou bastante. Infelizmente essa coletânea dupla com 38 músicas foi lançada apenas na Alemanha, então o jeito é se contentar com a única que encontrei por aqui, que leva o mesmo nome, mas com apenas um CD.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-3088969093465807574?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/3088969093465807574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=3088969093465807574' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/3088969093465807574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/3088969093465807574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/06/playlist-kinks.html' title='Playlist: The Kinks'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SEikCQOGXKI/AAAAAAAAAHk/N9lf9oAn2q4/s72-c/o340070.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-5284619849726484252</id><published>2008-05-31T16:46:00.002-03:00</published><updated>2008-05-31T16:50:19.320-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Revista elege as '100 melhores músicas com guitarra'</title><content type='html'>A revista americana "Rolling Stone" fez uma lista das "100 melhores músicas com guitarra" de todos os tempos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As músicas escolhidas têm todos os ingredientes para o bom e velho rock 'n' roll, que segundo a publicação são: "um riff irresistível, um solo que te leva às alturas toda vez que você o ouve e uma melodia que faz você ouvir a música várias e várias vezes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "Rolling Stone" afirma ainda que todas as canções escolhidas têm "apetite, fúria, desespero, felicidade, tudo ao mesmo tempo em seus acordes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No topo da lista está "Johnny B. Goode", de Chuck Berry (1958), seguida por "Purple Haze" de Jimi Hendrix (1967).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira abaixo a lista dos 20 primeiros e a lista completa &lt;a href="http://www.rollingstone.com/news/coverstory/20947527/page/1"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- "Johnny B. Goode" - Chuck Berry (1958)&lt;br /&gt;2- "Purple haze" - The Jimi Hendrix Experience (1967) &lt;br /&gt;3- "Crossroads" - Cream (1968) &lt;br /&gt;4- "You really got me" - The Kinks (1964) &lt;br /&gt;5- "Brown sugar" - The Rolling Stones (1971) &lt;br /&gt;6- "Eruption" - Van Halen (1978) &lt;br /&gt;7- "While my guitar gently weeps" - The Beatles (1968) &lt;br /&gt;8- "Stairway to heaven" - Led Zeppelin (1971) &lt;br /&gt;9- "Statesboro blues" - The Allman Brothers Band (1971) &lt;br /&gt;10- "Smells like teen spirit" - Nirvana (1991) &lt;br /&gt;11- "Whole lotta love" - Led Zeppelin (1969) &lt;br /&gt;12- "Voodoo child (Slight return)" - The Jimi Hendrix Experience (1968) &lt;br /&gt;13- "Layla" - Derek and the Dominos (1970) &lt;br /&gt;14- "Born to run" - Bruce Springsteen (1975) &lt;br /&gt;15- "My generation" - The Who (1965) &lt;br /&gt;16- "Cowgirl in the Sand" - Neil Young with Crazy Horse (1969)&lt;br /&gt;17- "Black Sabbath" - Black Sabbath (1970)&lt;br /&gt;18- "Blitzkrieg Bop" - Ramones (1976)&lt;br /&gt;19- "Purple Rain" - Prince and the Revolution (1984)&lt;br /&gt;20- "People Get Ready" - The Impressions (1965)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/080530/48/gjo2bv.html"&gt;Redação Yahoo! Notícias&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-5284619849726484252?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/5284619849726484252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=5284619849726484252' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/5284619849726484252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/5284619849726484252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/05/revista-elege-as-100-melhores-msicas.html' title='Revista elege as &apos;100 melhores músicas com guitarra&apos;'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-6797091650387890993</id><published>2008-05-29T12:17:00.002-03:00</published><updated>2008-05-29T12:19:52.159-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>In the Name of Love: Africa Celebrates U2</title><content type='html'>&lt;a href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/61ZcP2beGJL._SS500_.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px;" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/61ZcP2beGJL._SS500_.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu ouvi e aprovei. Bem mais interessante que o outro tributo de mesmo nome e de objetivo semelhante (veja &lt;a href="http://omniblog.blogspot.com/2004/06/em-nome-de-uma-causa-nobre-como-j.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;), este &lt;em&gt;In the Name of Love: Africa Celebrates U2&lt;/em&gt; (Shout Factory, 2008), faz uma releitura da música do U2 com cores bem locais: ritmos, instrumentos e letras cantadas em idiomas africanos (não por acaso as versões mais fracas são justamente as cantadas em inglês, como "Sometimes...", "Where The Streets..." e "One").&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nesse sentido, eu destaco as versões de "Bullet The Blue Sky" (do Vieux Farka Tour - minha preferida, com um arranjo que parece evocar imagens das dunas do Sahara), "Sunday Bloody Sunday" (Ba Cissoko), "I Still Haven't Found..." (Cheikh L), "Pride" (numa ótima versão a capella do Soweto Gospel Choir que me lembrou "Graceland" do Paul Simon), "Seconds" (Sierra Leone's Refugee All Stars com participação do Joe Perry, guitarrista do Aerosmith) e, finalmente, a curiosa "Love Is Blindness" cantanda em bom português pelo angolano Waldemar Bastos. Se elas não estão a altura das originais, pelo menos homenageiam o U2 com bastante personalidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-6797091650387890993?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/6797091650387890993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=6797091650387890993' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6797091650387890993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6797091650387890993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/05/in-name-of-love-africa-celebrates-u2.html' title='In the Name of Love: Africa Celebrates U2'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-8149890548061777038</id><published>2008-05-26T10:24:00.004-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:43.028-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Se a aventura tem um nome...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SDq6qv8IhEI/AAAAAAAAAHY/LFftbDxOttA/s1600-h/indiana_jones_and_the_kingdom_of_the_crystal_skull_ver2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SDq6qv8IhEI/AAAAAAAAAHY/LFftbDxOttA/s320/indiana_jones_and_the_kingdom_of_the_crystal_skull_ver2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204677562965984322" /&gt;&lt;/a&gt;Uma das poucas lembranças bem nítidas que tenho das idas ao cinema em minha pré-adolescência pertence a "Caçadores da Arca Perdida" (&lt;em&gt;Raiders Of The Lost Ark&lt;/em&gt;, 1981), que fui assistir no extinto Cine Scala em 82. E a lembrança é nítida justamente por ter sido um filme tão marcante para mim na época. Um filme que se confudia com a própria palavra cinema enquanto entreternimento, assim como seu herói se confundia com o gênero que ele reverenciava.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinte e seis anos depois eu sento na poltrona do Unibanco Arteplex para viajar numa máquina do tempo e reencontrar exatamente os mesmos ingredientes que fizeram de Indiana Jones uma franquia de sucesso: mistérios sobrenaturais, perseguições mirabolantes, vilões deliberadamente caricatos e algumas ótimas situações de alívio cômico. Tudo muito bem dosado pela mão correta de Steven Spielberg. Os Michael "Transformers" Bay e Roland "10.000 A.C." Emmerich da vida deveriam se sentir envergonhados por estarem há tanto tempo no mesmo ofício sem terem aprendido nada com o mestre do cinema-pipoca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência de ver "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal" (&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0367882/"&gt;Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull&lt;/a&gt;, 2008) é tão próxima das outras aventuras do arqueólogo que a única coisa que realmente nos indica que essa produção veio com dezenove anos de atraso é o rosto de Harrison Ford - cansado e tão "surrado" quanto suas próprias roupas e chapéu. Sua performance, no entanto, não parece ter envelhecido em nada. E Spielberg atesta o mesmo, conduzindo algumas das melhores cenas de perseguições em filmes dos últimos anos, sem abusar de efeitos especiais desnecessários.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O filme só não é melhor que os anteriores por insistir em se auto-referenciar (mania do George Lucas? resultado de um roteiro que passou por diversas mãos?). Mas são pequenos detalhes que não chegam a incomodar realmente e garantem até um pequeno saudosismo aos antigos fãs. Algo como uma despedida, talvez definitiva, do herói e a constatação que em todos esses anos nenhum outro conseguiu roubar sua empatia. Ou, para fazer jus ao chavão, mudar o nome da aventura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-8149890548061777038?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/8149890548061777038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=8149890548061777038' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/8149890548061777038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/8149890548061777038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/05/se-aventura-tem-um-nome.html' title='Se a aventura tem um nome...'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SDq6qv8IhEI/AAAAAAAAAHY/LFftbDxOttA/s72-c/indiana_jones_and_the_kingdom_of_the_crystal_skull_ver2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-3210747228429768093</id><published>2008-05-18T19:24:00.003-03:00</published><updated>2008-05-18T20:07:07.743-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Três bandas, três novos singles</title><content type='html'>&lt;strong&gt;The Cure&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Weezer&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Coldplay&lt;/strong&gt; estão vindo com novos trabalhos este ano. A julgar pelos singles lançados recentemente, não há muita novidade em relação aos discos anteriores de cada um, mas as três músicas são bem legais. Confira abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The Only One", The Cure&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="366" height="75"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.goear.com/files/localplayer.swf" /&gt;&lt;param name="FlashVars" value="file=4483c74" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/localplayer.swf" flashvars="file=4483c74" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="366" height="75"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pork And Beans", Weezer&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="366" height="75"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.goear.com/files/localplayer.swf" /&gt;&lt;param name="FlashVars" value="file=2dd863d" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/localplayer.swf" flashvars="file=2dd863d" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="366" height="75"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Violet Hill", Coldplay&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="366" height="75"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.goear.com/files/localplayer.swf" /&gt;&lt;param name="FlashVars" value="file=4ae390e" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/localplayer.swf" flashvars="file=4ae390e" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="366" height="75"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-3210747228429768093?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/3210747228429768093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=3210747228429768093' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/3210747228429768093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/3210747228429768093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/05/trs-bandas-trs-novos-singles.html' title='Três bandas, três novos singles'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-397998313010259941</id><published>2008-05-14T13:38:00.005-03:00</published><updated>2008-05-14T19:16:02.609-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jazz'/><title type='text'>O “X” da canção</title><content type='html'>&lt;a href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51YCWPFKXXL._SS400_.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px;" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51YCWPFKXXL._SS400_.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Às vezes, no meio dos “balaios” de promoção das grandes redes de lojas de CDs encontramos coisas prazeirosamente inesperadas. Foi o caso dessa edição ampliada e remixada de &lt;em&gt;Song X: Twentieth Anniversary&lt;/em&gt; (Nonesuch Records, 2005), disco que marcou o encontro de dois notáveis &lt;em&gt;jazzmen&lt;/em&gt; de gerações distintas: o guitarrista Pat Metheny e o saxofonista Ornette Coleman. A gravação, feita em 1985 durante dois dias, contou ainda com os talentos do baixista Charlie Haden e do baterista Jack DeJohnette (ambos já colaboradores de Metheny), além de um segundo baterista, o filho de Coleman, Denardo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Apesar da diferença de idade entre Coleman e Metheny, o mesmo não se pode dizer de seus estilos. Postos lado-a-lado, o &lt;em&gt;free jazz&lt;/em&gt; e o &lt;em&gt;fusion&lt;/em&gt; compartilham semelhanças na ousadia e ferocidade de algumas faixas (como em “Endangered Species”, de todas talvez a mais dificil de "digerir"), e lapidam igualmente as nuances da improvisação e do experimentalismo, com um resultado cuja beleza começamos a perceber a partir da segunda ou terceira audição, como demonstram as faixas “Song X” e “Trigonometry”. Mas há espaço também para momentos mais sutis e tranqüilos em “Mob Job” e “Kathelin Gray”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O disco é quase todo fruto da genialidade de Coleman - para muitos, comparável a de John Coltrane. Contudo, Metheny e o demais se sentem bem a vontade ao explorar as formas livres que o saxofonista propõe em suas composições. Mesmo com sua guitarra soando um pouco mais baixa nessa remixagem, é possível notar que Metheny trabalha com a mesma liberdade do saxofonista, às vezes de forma quase nervosa, ambos impelidos constantemente pela firme seção rítmica. Na época, foi o primeiro disco lançado pela Geffen (após uma década com a ECM), e Metheny mostrou-se certeiro, ainda que audacioso, ao gravá-lo em parceria com Coleman.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Essa edição de 20º aniversário inclui ainda seis faixas novas, sobras da gravação original e que foram inseridas antes de “Song X” (que iniciava o álbum), das quais “Police People” e “The Good Life” são destaque.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-397998313010259941?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/397998313010259941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=397998313010259941' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/397998313010259941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/397998313010259941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/05/o-x-da-cano.html' title='O “X” da canção'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-9035288051564886228</id><published>2008-05-12T22:30:00.007-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:43.319-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Zumbis psicodélicos</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SCjy5MykY3I/AAAAAAAAAHQ/LNEIKBywLhk/s1600-h/Odessey+and+Oracle.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SCjy5MykY3I/AAAAAAAAAHQ/LNEIKBywLhk/s320/Odessey+and+Oracle.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5199672834299028338" /&gt;&lt;/a&gt;Aqui vai uma dica para quem gosta de rock psicodélico, um estilo musical surgido nos anos 60 e genuinamente estadunidense (The Byrds, Beach Boys, Greateful Dead...), mas adotado e difundido pela então invasão britânica ainda nos últimos anos daquela década, através de albuns clássicos como &lt;em&gt;Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band&lt;/em&gt;, dos Beatles e &lt;em&gt;The Piper at the Gates of Dawn&lt;/em&gt;, do Pink Floyd.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois graças a uma rápida visita a &lt;a href="http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;q=boca+do+disco&amp;near=Porto+Alegre+-+RS&amp;fb=1&amp;view=text&amp;latlng=10276899233956786875"&gt;Boca do Disco&lt;/a&gt; (e à dica do Getúlio, o dono da loja), que tive contato com o fabuloso "disco de despedida" da banda &lt;strong&gt;The Zombies&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;Odessey and Oracle&lt;/em&gt;, de 1968. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo formado em 1963, em St. Albans, Inglaterra, teve vários singles lançados na época, alguns até bem recebidos nos &lt;em&gt;charts&lt;/em&gt; (como "She's Not There"), mas no geral acabou se desfazendo por causa de certa frustração em relação ao mercado fonográfico. Antes de encerrarem completamente as atividades, o baixista Chris White conseguiu convencer seus companheiros a gravarem um disco final, desprovidos de qualquer compromisso comercial. O estúdio escolhido foi o Abbey Road, onde o clássico psicodélico dos Beatles acabara de ser germinado, e o album resultante justamente esse &lt;em&gt;Odessey and Oracle&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os teclados Mellotron de Rod Argent, que permeiam quase todas as canções, ainda eram novidade naqueles anos e dão um toque quase jazzístico às melodias pop de harmonias complexas e travestidas com arranjos psicodélicos. Mesmo não tendo alcançado o reconhecimento merecido na época - exceto pelo single "Time of the Season", que chegou ao #3 na Billboard, mas apenas em 1969 -, o álbum atravessou as decadas vindouras conquistando mais e mais fãs, e seguramente pode figurar na galeria de obras fundamentais do rock lisérgico desse período, ao lado do &lt;em&gt;Pet Sounds&lt;/em&gt; (Beach Boys), &lt;em&gt;Forever Changes&lt;/em&gt; (Love) ou &lt;em&gt;Freak Out&lt;/em&gt; (Mothers Of Invention).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosidade: A capa feita pelo companheiro de quarto de Chris White, Terry Quirk, possui a palavra "odyssey" escrita de forma incorreta, mas a banda achou por bem deixar assim mesmo, assumindo o erro no próprio nome do disco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-9035288051564886228?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/9035288051564886228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=9035288051564886228' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/9035288051564886228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/9035288051564886228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/05/zumbis-psicodlicos.html' title='Zumbis psicodélicos'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/SCjy5MykY3I/AAAAAAAAAHQ/LNEIKBywLhk/s72-c/Odessey+and+Oracle.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-6010705507924838968</id><published>2008-03-15T10:29:00.002-02:00</published><updated>2008-05-14T19:18:34.629-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeo'/><title type='text'>Supernatural Superserious, R.E.M.</title><content type='html'>&lt;object width="340" height="289" id="player" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" align="middle"&gt; 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&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-6010705507924838968?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/6010705507924838968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=6010705507924838968' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6010705507924838968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6010705507924838968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/03/supernatural-superserious-rem.html' title='Supernatural Superserious, R.E.M.'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-5985375278086571830</id><published>2008-03-14T11:06:00.003-02:00</published><updated>2008-05-14T19:18:54.650-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>REM lança álbum primeiro na internet</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:78%;"&gt;da Efe, em Los Angeles&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda norte-americana REM apresentará em 24 de março o álbum "Accelerate", o 14º de estúdio, em redes sociais como o Facebook e o MySpace, por meio do aplicativo iLike, antes do lançamento oficial nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A novidade permitirá que os internautas escutem e compartilhem o novo trabalho da banda uma semana antes da data prevista para o lançamento do álbum nas lojas norte-americanas, no dia 1º de abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O portal &lt;a href="http://ilike.com/" target="_blank"&gt;iLike.com&lt;/a&gt; permitirá que seus usuários registrados --assim como os inscritos no Facebook, iTunes e MySpace, que usam esta ferramenta--, tenham acesso às 11 faixas do álbum de forma gratuita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Foi uma dessas idéias que nos sugeriram e nos pareceu boa, e, portanto decidimos apostar nela", explicou o líder do grupo, Michael Stipe, à &lt;a href="http://www.billboard.com/bbcom/index.jsp" target="_blank"&gt;versão digital&lt;/a&gt; da revista "Billboard".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os internautas também terão acesso a um vídeo exclusivo da banda falando sobre o novo disco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentação virtual do novo álbum do REM é mais uma demonstração do interesse do grupo em chegar a seu público de forma mais direta. Recentemente, o grupo incluiu material inédito em seu site e convidou os visitantes a editar seu próprio videoclipe para o primeiro single de "Accelerate", "Supernatural Superserious".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u381748.shtml"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Folha OnLine&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-5985375278086571830?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/5985375278086571830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=5985375278086571830' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/5985375278086571830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/5985375278086571830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/03/rem-lana-lbum-primeiro-na-internet.html' title='REM lança álbum primeiro na internet'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-9034308721111983504</id><published>2008-03-12T11:42:00.006-02:00</published><updated>2008-11-15T09:07:43.496-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terror'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Mist (O Nevoeiro)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/R9feoNxC7KI/AAAAAAAAAE8/6dGUgDtRqMg/s1600-h/mist.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176851079157181602" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/R9feoNxC7KI/AAAAAAAAAE8/6dGUgDtRqMg/s320/mist.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Finalmente assisti ao terceiro filme de Frank Darabont baseado na obra de Stephen King, "&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0884328/"&gt;The Mist&lt;/a&gt;" (2007). Apesar de estar longe de ser um "&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0111161/"&gt;The Shawshank Redemption&lt;/a&gt;" (1994) ou mesmo de "&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0120689/"&gt;The Green Mile&lt;/a&gt;" (1999), as duas colaborações anteriores entre diretor e escritor, o filme tem seus méritos e consegue criar um bom clima de suspense. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A história é interessante e os personagens e seus conflitos principalmente, são bem explorados. Esse é o ponto forte do filme, já que 90% dele se passa no interior de um supermercado onde um grupo de pessoas fica confinado enquanto uma misteriosa neblina toma conta de sua pacata cidadezinha do.... adivinhem?? Maine, é claro. ;-) E junto com a neblina, surgem as mais bizarras criaturas que se pode imaginar para mantê-los em clima de constante terror. A certa altura do filme contudo, quando problemas entre eles começam a ficar mais sérios que simples pontos-de-vista divergentes, nos indagamos se a verdadeira ameaça é a neblina ou as próprias pessoas que estão no supermercado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nesse grupo há um variado tipo de personagens, como se fosse uma pequena amostragem da população - embora alguns tenham ficado estereotipados demais, como a fanática religiosa que acredita estar testemunhando o acerto de contas de Deus com a humanidade. A medida que acompanhamos o modo como cada um reage à inesperada situação em que estão, o limite entre o racional e o impulsivo fica muito tênue e é facilmente extrapolado. O problema do filme está justamente na extrapolação desse limite - um tanto improvável demais, em especial na cena final. Como não li o conto em que foi baseado, não sei dizer se realmente foi o que o King reservou para o desfecho da sua trama.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como primeira adaptação de Darabont para um conto legitimamente de terror do King, confesso que fiquei um pouco decepcionado com este final. Mas isso não desmerece a película. Darabont ainda é um dos cineastas mais capazes na tarefa de transferir a obra do mestre do horror para a telona.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-9034308721111983504?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/9034308721111983504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=9034308721111983504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/9034308721111983504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/9034308721111983504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2008/03/mist-o-nevoeiro.html' title='The Mist (O Nevoeiro)'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/R9feoNxC7KI/AAAAAAAAAE8/6dGUgDtRqMg/s72-c/mist.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-6774828580867119922</id><published>2007-06-26T17:40:00.000-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:43.712-02:00</updated><title type='text'>The Verve anuncia volta com direito a álbum de estúdio e turnê</title><content type='html'>da France Presse, em Londres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo de rock britânico The Verve anunciou nesta terça-feira a volta da banda, com direito a um CD de músicas inéditas e uma turnê na Inglaterra no fim do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/RoF583-T8zI/AAAAAAAAAAk/DsKeRNX6Zzk/s1600-h/0717752.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080475941375046450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/RoF583-T8zI/AAAAAAAAAAk/DsKeRNX6Zzk/s200/0717752.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Simon Tong, guitarrista da formação original, não participará do retorno, já que atualmente integra o grupo "The Good, the Bad and the Queen", formado pelo cantor Damon Albarn, líder do Blur e do Gorillaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuam no grupo o cantor Richard Ashcroft, o guitarrista Nick McCabe, o baixista Simon Jones e o baterista Peter Salisbury. O anúncio está no site oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda já entrou em estúdio para gravar o novo álbum, cujo lançamento será acompanhado de uma turnê inglesa em novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Verve lançou três álbuns nos anos 90, com destaque para "Urban Hymns" (1997), que tem, entre outras músicas, os hit "Bitter Sweet Symphony" e "The Drugs Don't Work".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo se separou em 1999 por diferenças artísticas, causadas principalmente pela personalidade complicada de Richard Ashcroft, que se arriscou em uma carreira solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u307324.shtml"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Folha Online&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-6774828580867119922?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/6774828580867119922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=6774828580867119922' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6774828580867119922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6774828580867119922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2007/06/verve-anuncia-volta-com-direito-lbum-de.html' title='The Verve anuncia volta com direito a álbum de estúdio e turnê'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/RoF583-T8zI/AAAAAAAAAAk/DsKeRNX6Zzk/s72-c/0717752.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-2653574467959233835</id><published>2007-06-06T08:30:00.000-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:43.847-02:00</updated><title type='text'>Novo disco do Blur - com formação original!? - deve sair em 2008</title><content type='html'>Mais uma notícia boa do site Omelete:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novo disco do Blur - com formação original!? - deve sair em 2008&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Graham Coxon pode voltar para gravações no fim do ano&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/RmabaH-T8yI/AAAAAAAAAAc/L0Vvqio9EEA/s1600-h/blur.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/RmabaH-T8yI/AAAAAAAAAAc/L0Vvqio9EEA/s200/blur.jpeg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072912903398748962" /&gt;&lt;/a&gt;Duas fontes deram como certa a volta do guitarrista Graham Coxon ao Blur e confirmaram o lançamento de um novo álbum da banda em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma fonte ligada ao grupo contou ao tablóide britânico The Sun que apesar de todos os membros da banda estarem envolvidos em projetos paralelos - "bandas cartunescas, campanhas políticas e outros assuntos" - no final do ano a agenda de todos estará concentrada apenas na reunião da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra fonte, agora bem mais confiável, o baixista Alex James disse em um programa de televisão que a notícia é verdadeira: "Estaremos de volta no final do ano. Passamos um tempo separados amadurecendo um pouco".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Graham Coxon de volta, o Blur estará novamente com sua formação original, que ainda tem Damon Albarn (vocal), Alex James e Dave Rowntree (bateria). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coxon deixou a banda no meio da gravação do último álbum, Think Tank, de 2003, e aproveitou para lançar alguns bons trabalhos solo. Albarn decretou o fim do Gorillaz, lançou a superbanda The Good The Bad and The Queen e vai ver sua ópera circense Monkey: Journey to the West estrear no Manchester International Festival no fim de junho. Rowntree, por sua vez, também não ficou parado e gravou com a bandaThe Ailerons.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Luciana Maria Sanches&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.omelete.com.br/Conteudo.aspx?id=100006032&amp;secao=musi"&gt;Omelete&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-2653574467959233835?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/2653574467959233835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=2653574467959233835' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/2653574467959233835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/2653574467959233835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2007/06/novo-disco-do-blur-com-formao-original.html' title='Novo disco do Blur - com formação original!? - deve sair em 2008'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/RmabaH-T8yI/AAAAAAAAAAc/L0Vvqio9EEA/s72-c/blur.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-5101777575042101328</id><published>2007-06-04T13:01:00.000-03:00</published><updated>2007-06-04T13:11:49.831-03:00</updated><title type='text'>The Beatles - Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="10"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td  style="color:#e0e0e0;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Comic Sans MS;font-size:130%;"&gt;Discoteca Básica&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;hr align="left" size="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;img height="170" hspace="10" src="http://spa.fotologs.net/photo/58/29/10/cevallos/1180916495_f.jpg" width="170" align="right" border="1" /&gt;&lt;span style="font-size:70%;color:#000080;"&gt;&lt;b&gt;The Beatles / Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;(1967 EMI/Parlophone)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia 1º de Junho de 2007 pode ter passado em brancas nuvens para a grande maioria dos mortais. Tempo frio em Porto Alegre (14 ºC), parcialmente nublado, chuviscos, dando uma vontade de ficar em casa... dormir até mais tarde. No entanto, há exatamente 40 anos atrás, estava sendo lançado um dos maiores álbuns de rock da história. Quem, como eu, é meio ligado em música, já sabe do que estou falando, para os demais esclareço: em 1° de junho de 1967, os Beatles lançavam o álbum "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evoluindo musicalmente a passos largos, numa trajetória fantástica, iniciada com "Rubber Soul" (1965), passando por "Revolver" (1966), os Beatles surpreendem uma vez mais o mundo e a crítica especializada, com "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" (1967), um dos maiores e mais influentes álbuns da história da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para comemorar a data, nada melhor do que ouvir novamente estas grandes músicas e, rememorar o meu comentário escrito originalmente em 24/08/2003:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Este álbum será para sempre conhecido como o álbum que mudou o "rock &amp;amp; roll". Na época de seu lançamento, ele mudou imediatamente a percepção do que uma banda de rock poderia alcançar, não só na comunidade "roqueira", mas no "stablishment" musical como um todo, que já havia previamente rejeitado o rock como uma "brincadeira de criança". Com "Revolver" os Beatles deram um salto gigantesco em sofisticação e experimentalismo. Sgt. Pepper's é um refinamento, um "salto quântico", no qual sintetizam todas as suas influências criando um som sem igual e inconfundível. "Lucy In The Sky With Diamonds" permanece como um marco na fase psicodélica Britânica, graças aos seus arranjos inventivos e sua prolongada melodia. "A Day in the Life" é certamente uma das melhores músicas que eles gravaram em toda a sua carreira. A minha preferida é "She's Leaving Home", que conta a história de uma jovem que está saindo de casa. A surpresa e desespero dos pais, estampado nos versos de Paul o John:&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;(We gave her most of our lives /&lt;br /&gt;Sacrificed most of hour lives /&lt;br /&gt;We gave her everything money could buy ...),&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;... as razões da jovem&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;(She's leaving home after living alone /&lt;br /&gt;For so many years...),&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;valem como um manual de ajuda para pais modernos de hoje em dia!&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Além da sua notável musicalidade, "Sgt. Pepper's" também inovou em outras características, como conta Pete Blake nas extensas liner notes. Segundo conta o engenheiro de som, Geoff Emerick, "os Beatles insistiram para que tudo em Sgt. Pepper fosse diferente. Assim, praticamente todo som foi distorcido, limitado, largamente comprimido ou tratado com excessiva equalização. Muito eco nos vocais... osciladores primitivos e gigantescos usados para alterar a velocidade dos instrumentos e dos vocais...". Além destes "truques" inovadores de estúdio (que hoje podem parecer triviais, mas não se esqueçam que estamos falando de 40 anos atrás...), numa brincadeira de John Lennon, ao final de "A Day In The Life", seguem-se alguns segundos de um tom a 15 kilociclos, inaudíveis para nós, mas colocados ali "só para incomodar o seu cachorro" (eu não fiz o teste com o meu cachorro Bobby...). E tem mais. Para concluir o álbum com um toque de sua peculiar irreverência, seguem-se uns 15 segundos de tagarelice ininteligível dos Beatles, obtida a partir de cortes na fita e junção dos pedaços de forma aleatória. Na época, os toca-discos que não tivessem um "auto return" (estamos falando da época do vinil), ficariam tocando aquela bobagem ad infinitum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sgt. Pepper's" foi também o primeiro álbum a publicar junto as letras das músicas e um dos primeiros álbuns duplos a ter a capa dobrável (abria como um livro). Além disso, o vinil original trazia algumas figuras para "recortar": um bigode, uma pintura do Sargento Pimenta, as divisas de sargento, dois distintivos e uma figura dos Beatles em uniforme, para recortar/dobrar e colocar "de pé" (tipo alguns calendários de mesa promocionais que costumamos receber).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lançamento em CD, embora não remasterizado, vem acompanhado de um belo livreto de 28 páginas, com todas as informações, letras, fotos e figuras do lançamento original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um efeito colateral destas efemérides, é que você percebe que está ficando velho quando os seus discos preferidos começam a ser homenageados pelas várias "décadas" de lançamento. Mas isto está longe de me deixar triste. É com satisfação que percebo que lá no passado, ainda jovens e inconscientes, fomos testemunhas vivas deste "breique-trú" (breakthrough) musical. A famosa "Invasão Britânica", com nossos ídolos de ontem e vovôs dinossauros de hoje, preencheu o mundo com a sua música. Para o bem ou para o mal, tudo o que se faz hoje tem início naquelas eras. E o bom disso tudo, é que ainda podemos sentir a mesma satisfação ao ouvir os Beatles, como o fizemos há quarenta anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sgt. Pepper's" está canonizado como um dos grandes álbuns da história do rock, junto com, para citar apenas alguns, "Highway 61 Revisited" (Bob Dylan, 1965), "Led Zeppelin IV" (Led Zeppelin, 1971), "The Dark Side of the Moon" (Pink Floyd, 1973), "Joshua Tree" (U2, 1987), "Ten" (Pearl Jam, 1991) e "Nevermind" (Nirvana, 1991). Como tal, "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" é absolutamente obrigatório na estante de qualquer um que se diga amante do rock!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As músicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;2. With a Little Help from My Friends (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;3. * Lucy in the Sky With Diamonds (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;4. Getting Better (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;5. Fixing a Hole (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;6. * She's Leaving Home (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;7. Being for the Benefit of Mr. Kite! (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;8. Within You Without You (Harrison)&lt;br /&gt;9. When I'm Sixty-Four (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;10. Lovely Rita (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;11. Good Morning Good Morning (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;12. Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise) (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;13. * A Day in the Life (Lennon, McCartney)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) destaques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota 5 de 5.&lt;br /&gt;Por: J.T. Cevallos, POA/RS, domingo, 3 de junho de 2007.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-5101777575042101328?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/5101777575042101328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=5101777575042101328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/5101777575042101328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/5101777575042101328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2007/06/beatles-sgt-peppers-lonely-hearts-club.html' title='The Beatles - Sgt. Pepper&apos;s Lonely Hearts Club Band'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-8514615786470986177</id><published>2007-05-17T08:38:00.000-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:44.235-02:00</updated><title type='text'>A volta do Buffalo Tom</title><content type='html'>&lt;div&gt;Volta e meia aparece uma notícia boa sobre música no site &lt;a href="http://www.omelete.com.br"&gt;Omelete&lt;/a&gt;. Boa o suficiente para reproduzí-la no blog. É o caso dessa aqui:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Buffalo Tom está de volta, com disco inédito&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Banda alternativa de Boston não lança álbum novo há nove anos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Rkw_xJwsoDI/AAAAAAAAAAU/eygHF3x7Gis/s1600-h/buffalotom.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5065493794551275570" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Rkw_xJwsoDI/AAAAAAAAAAU/eygHF3x7Gis/s200/buffalotom.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O Buffalo Tom, banda alternativa de Boston, formada no final da década de 80, anunciou que voltará com um disco novo depois de nove anos sem lançar um álbum.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O sétimo trabalho da banda, Three Easy Pieces, será lançado no dia 9 de julho, e o primeiro single, "Bad Phone Call", sai no dia 25 de junho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O álbum de estréia do Buffalo Tom saiu em 1989 e tinha clara influência do Dinosaur Jr., contando inclusive com o vocalista J. Mascis na produção. Formado por Bill Janovitz (guitarra, vocal), Chris Colbourn (baixo, vocal) e Tom Maginnis (bateria), o Buffalo Tom começou a mostrar vida própria com o segundo álbum, Birdbrain, de 1990, mas apesar de se tornar uma das bandas queridinhas das college radios - e inspiração para bandas maiores - nunca alcançou sucesso comercial. O trio gravou o último álbum, Smitten, em 1998.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Agora, com a espécie de revival que vê bandas da época como &lt;a href="http://www.omelete.com.br/Conteudo.aspx?id=100003684&amp;secao=musi"&gt;Dinosaur Jr.&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.omelete.com.br/Conteudo.aspx?id=20409&amp;amp;secao=musi"&gt;Pixies&lt;/a&gt; lançando novos trabalhos, nada mais natural que o Buffalo também volte à tona. Logo depois do lançamento de Three Easy Pieces, a banda fará show em Londres no dia 11 de julho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.omelete.com.br/Conteudo.aspx?id=100005616&amp;amp;secao=musi"&gt;Omelete&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-8514615786470986177?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/8514615786470986177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=8514615786470986177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/8514615786470986177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/8514615786470986177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2007/05/volta-do-buffalo-tom.html' title='A volta do Buffalo Tom'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/Rkw_xJwsoDI/AAAAAAAAAAU/eygHF3x7Gis/s72-c/buffalotom.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-6417278313388747207</id><published>2007-03-09T10:01:00.000-03:00</published><updated>2008-11-15T09:07:44.469-02:00</updated><title type='text'>Vinte anos de um clássico absoluto</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/RfFbQq0zMeI/AAAAAAAAAAM/5IeA12fnM5U/s1600-h/JoshuaTree.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5039909799936078306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/RfFbQq0zMeI/AAAAAAAAAAM/5IeA12fnM5U/s400/JoshuaTree.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje, 9 de março de 2007, completam-se 20 anos do lançamento melhor disco de rock já gravado (na minha humilde opinião): &lt;strong&gt;The Joshua Tree&lt;/strong&gt;, da banda irlandesa U2. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;Com certeza, todo mundo já deve ter escutado alguma música deste disco (&lt;em&gt;With Or Without You&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;I Still Haven't Found For What I'm Looking For&lt;/em&gt;, por exemplo). Mas ele não se resume apenas ao seus hits. Se vocês ainda não tiveram a oportunidade, comprem, aluguem, peçam emprestado ou baixem da internet, mas experimentem colocar &lt;strong&gt;The Joshua Tree&lt;/strong&gt; no som da sala ou no computador e dediquem 50 minutos do seu tempo para ouvirem essa obra-prima, prestando atenção em cada detalhe de suas 11 músicas - um mergulho na cultura americana do blues e do gospel - e nas letras inspiradas que discorrem sobre alegorias ao Céu (&lt;em&gt;Where The Streets Have No Name&lt;/em&gt;), a dualiade do amor (&lt;em&gt;With Or Without You&lt;/em&gt;), os desaparecidos na Argentina durante o regime militar (&lt;em&gt;Mothers Of The Disappeared&lt;/em&gt;), o suicídio (&lt;em&gt;Exit&lt;/em&gt;) ou a presença opressora dos EUA na América Central (&lt;em&gt;Bullet The Blue Sky&lt;/em&gt;). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;Garanto que será um momento muito agradável que só poderia ser proporcionado pela maior banda de rock da atualidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-6417278313388747207?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/6417278313388747207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=6417278313388747207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6417278313388747207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/6417278313388747207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2007/03/vinte-anos-de-um-clssico-absoluto.html' title='Vinte anos de um clássico absoluto'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/RfFbQq0zMeI/AAAAAAAAAAM/5IeA12fnM5U/s72-c/JoshuaTree.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-116731253429076670</id><published>2006-12-28T10:26:00.000-03:00</published><updated>2006-12-28T10:32:31.233-03:00</updated><title type='text'>Seleção definitiva (?)</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;img src="http://ec2.images-amazon.com/images/P/B000GTJSLM.01._SS400_SCLZZZZZZZ_V41575639_.jpg" width="300" height="300" align="left" border="0" hspace="10" vspace="10"&gt;&lt;BR&gt;Pelas minhas contas essa &amp;eacute; a quinta (!) colet&amp;acirc;nea que a mais famosa banda de Athens lan&amp;ccedil;a no mercado para cobrir o f&amp;eacute;rtil per&amp;iacute;odo em eles eram distribu&amp;iacute;dos pelo selo independente I.R.S. e se tornaram os "queridinhos" das &lt;EM&gt;college radios&lt;/EM&gt;. As anteriores foram &lt;STRONG&gt;Dead Letter Office&lt;/STRONG&gt; (de B-Sides, em 1987), &lt;STRONG&gt;Eponymous&lt;/STRONG&gt; (por ocasi&amp;atilde;o da transfer&amp;ecirc;ncia para o &lt;EM&gt;cast&lt;/EM&gt; da Warner, em 1988), &lt;STRONG&gt;The Very Best of R.E.M.&lt;/STRONG&gt; (1991) e &lt;STRONG&gt;Singles Collected&lt;/STRONG&gt; (1994).&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Apesar de na ess&amp;ecirc;ncia nenhuma delas diferir muito, contendo sempre os hits mais conhecidos como "Radio Free Europe", "(Don't Go Back To) Rockville", "So. Central Rain (I'm Sorry)" e "The One I Love", a verdade &amp;eacute; que a riqueza de can&amp;ccedil;&amp;otilde;es dispon&amp;iacute;veis nos cinco &amp;aacute;lbuns e um EP lan&amp;ccedil;ados entre 1982 e 1987 (&lt;STRONG&gt;Chronic Town&lt;/STRONG&gt;, &lt;STRONG&gt;Murmur&lt;/STRONG&gt;, &lt;STRONG&gt;Reckoning&lt;/STRONG&gt;, &lt;STRONG&gt;Fables of the Reconstruction&lt;/STRONG&gt;, &lt;STRONG&gt;Lifes Rich Pageant&lt;/STRONG&gt; e &lt;STRONG&gt;Document&lt;/STRONG&gt;) &amp;eacute; t&amp;atilde;o grande que fica realmente muito dif&amp;iacute;cil resumi-las mesmo num disco duplo com 42 faixas, como &amp;eacute; esse &lt;STRONG&gt;And I Feel Fine...: The Best of the I.R.S. Years&lt;/STRONG&gt; (EMI/I.R.S., 2006). A vers&amp;atilde;o nacional &amp;eacute; ainda mais enxuta, pois n&amp;atilde;o tr&amp;aacute;s o disco b&amp;ocirc;nus contendo demos, &lt;EM&gt;outtakes&lt;/EM&gt;, vers&amp;otilde;es ao vivo e as quatro m&amp;uacute;sicas "preferidas" de cada integrante do grupo.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Pr&amp;aacute; quem n&amp;atilde;o pode (ou n&amp;atilde;o quer) correr atr&amp;aacute;s dos discos dessa fase, que no conjunto s&amp;atilde;o muito superiores aos da segunda fase da banda, essa nova colet&amp;acirc;nea vem bem a calhar. Os hits e as can&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais representativas, sejam elas rocks poderosos como "Begin the Begin", ou baladas folks como "Perfect Circle" est&amp;atilde;o l&amp;aacute;. H&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o tamb&amp;eacute;m para o not&amp;oacute;rio lado ecol&amp;oacute;gico e politicamente engajado, representado por "Cuyahoga" e "Welcome to the Occupation". No disco extra n&amp;atilde;o h&amp;aacute; muitas novidades, exceto pelos demos de "Mystery to Me" e "Theme from Two Steps Onward", que far&amp;atilde;o a felicidade dos f&amp;atilde;s &amp;aacute;vidos por raridades.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;A embalagem digipak dessa edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial &amp;eacute; bonita e traz um encarte com &lt;EM&gt;liner notes&lt;/EM&gt; e coment&amp;aacute;rios de Stipe, Buck, Mills e Berry (que deixou a banda em 1997) sobre as faixas b&amp;ocirc;nus. Para acompanhar esse lan&amp;ccedil;amento, uma compila&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;iacute;deos do mesmo per&amp;iacute;odo foi lan&amp;ccedil;ado em DVD tamb&amp;eacute;m: &lt;STRONG&gt;When the Light Is Mine: The Best of the I.R.S. Years&lt;/STRONG&gt;.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Por&amp;eacute;m, a bela "Romance" ficou de fora mais uma vez. Pr&amp;aacute; quem gosta muito dessa m&amp;uacute;sica, assim como eu, s&amp;oacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel encontr&amp;aacute;-la no importado &lt;STRONG&gt;Eponymous&lt;/STRONG&gt;, que ironicamente continua sendo a mais concisa de todas as colet&amp;acirc;neas do R.E.M. &amp;Eacute; uma pena, pois foi s&amp;oacute; o que faltou para que realmente essa fosse &lt;STRONG&gt;A&lt;/STRONG&gt; colet&amp;acirc;nea definitiva deles.&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-116731253429076670?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/116731253429076670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=116731253429076670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/116731253429076670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/116731253429076670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/12/sele-definitiva.html' title='Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o definitiva (?)'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-116229747983549756</id><published>2006-10-31T09:21:00.000-03:00</published><updated>2006-10-31T09:24:39.850-03:00</updated><title type='text'>Depois de 15 anos, um novo álbum do Pixies</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2576/105/1600/pixies.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2576/105/320/pixies.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;/span&gt;&lt;a class="azul" href="mailto:luciana@omelete.com.br"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Luciana Maria Sanches&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Parece que agora é pra valer. Depois de uma série de casa-separa, o Pixies resolveu trabalhar no sucessor de Trompe Le Monde, álbum de 1991. Em 1993, a banda se separou e só voltou a se reunir em 2004 para fazer uma série de shows.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao semanário britânico New Musical Express, Frank Black, líder e vocalista do Pixies, declarou que a banda começa a ensaiar em janeiro do ano que vem, mas avisou que há muito ainda a ser feito: "Nós vamos começar a ensaiar em janeiro, se conseguirmos fazer com que Kim [Deal, baixista] saia de casa. Nós até nos oferecemos para irmos até ela, mas imaginamos que se marcarmos os ensaios, ela vai aparecer."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Black também comentou o lançamento de um best of e aproveitou para criticar &lt;a href="http://www.omelete.com.br/musica/news/base_para_news.asp?artigo=19410"&gt;mais uma vez&lt;/a&gt; o documentário loudQUIETloud, baseado na turnê de 2004. "David [Lovering, baterista] sempre foi sólido como uma rocha, mas o pai dele morreu... Ele estava bem, mas quando a turnê foi chegando ao final, ele começou a beber bastante. Ele errou algumas notas, se enrolou em algumas músicas, e isso aparece documentado no filme. Mas eles editaram de tal forma que parece que tudo havia acontecido no meio da turnê e que toda a turnê girou em torno disso. Não foi assim, ele estava sólido por pelo menos 90% do tempo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.omelete.com.br/news_rss.asp?artigo=20409"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Omelete&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-116229747983549756?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/116229747983549756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=116229747983549756' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/116229747983549756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/116229747983549756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/10/depois-de-15-anos-um-novo-lbum-do.html' title='Depois de 15 anos, um novo álbum do Pixies'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-115938680039285956</id><published>2006-09-27T16:36:00.000-03:00</published><updated>2006-09-27T16:53:20.410-03:00</updated><title type='text'>Banda nova de Damon Albarn anuncia single</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.omelete.com.br/imagens/diversos/thegoodherculean.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;The Good, The Bad and The Queen, banda encabeçada pelo prolífico Damon Albarn (Blur, Gorillaz) e que ainda inclui o baixista Paul Simonon (Clash), o guitarrista Simon Tong (Verve) e o baterista Tony Allen (Fela Kuti) – nada mal, nada mal – lança o primeiro single, "Herculean", no dia 30 de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.omelete.com.br/imagens/diversos/thegoodherculean.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.omelete.com.br/imagens/diversos/thegoodherculean.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A capa do single foi criada por Simonon e representa o cenário industrial do oeste de Londres. O primeiro álbum da banda será lançado em janeiro de 2007 e tem produção de Danger Mouse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A influência de Albarn na música, e em especial no Reino Unido, é digna de nota. Em apenas meia hora foram vendidos todos os ingressos para o show do Good, The Bad and the Queen no festival Electric Proms, da BBC, que vai rolar no dia 26 de outubro, na Roundhouse, batendo todos os recordes da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso sem álbum, sem single, sem nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;small&gt;&lt;i&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.omelete.com.br/news_rss.asp?artigo=19909"&gt;Omelete&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/small&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-115938680039285956?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/115938680039285956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=115938680039285956' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115938680039285956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115938680039285956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/09/banda-nova-de-damon-albarn-anuncia.html' title='Banda nova de Damon Albarn anuncia single'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-115886359546097411</id><published>2006-09-21T15:26:00.000-03:00</published><updated>2006-09-21T17:46:44.170-03:00</updated><title type='text'>Charlie Hunter Trio / Copperopolis</title><content type='html'>A resenha a seguir, do último disco do Charlie Hunter, foi gentilmente elaborada e cedida pelo colega Cevallos, que aceitou meu convite de fazê-la há algumas semanas atrás, quando emprestei o CD a ele. Minha intenção era apresentar aos visitantes do OmniBlog uma outra opinião que não a minha a respeito do trabalho desse estupendo guitarrista. Mas o motivo foi também porque estava sentindo falta das sucintas contribuições do Cevallos ao blog. ;-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Charlie Hunter Trio / Copperopolis&lt;/b&gt;&lt;BR&gt;(2006 - Ropeadope)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://spa.fotologs.net/photo/58/29/10/cevallos/1157327408_f.jpg" height="200" width="200" align="left" hspace="10" border="0"&gt;&lt;i&gt;Charlie Hunter&lt;/i&gt; (1968- ) se inscreve, com louvor, na lista dos instrumentistas inovadores. Compositor prolífico, seu estilo é inconfundível e tem lhe trazido muitos fãs. A sua principal peculiaridade é a forma de tocar a sua guitarra especial. Charlie toca as notas do baixo (com o polegar direito) ao mesmo tempo que toca a melodia normal da música (com os restantes 4 dedos da mão direita), de forma que parece que são dois músicos tocando simultaneamente. Joe Pass, Tuck Andress e Stanley Jordan também tocam assim. Ele chegou a construir uma guitarra especial de 8 cordas, projetada especialmente para ele por Ralph Novak (da Novax Guitars), para poder demonstrar plenamente toda a sua capacidade de soar como dois músicos (apareceu com ela na primeira vez no álbum &lt;STRONG&gt;Bing! Bing! Bing!&lt;/STRONG&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho acompanhado todos os lançamentos deste grande guitarrista, pois além de talentoso, Charlie Hunter é bastante prolífico, e não passa um ano sem lançar um (ou mais) novo álbum. O álbum de hoje, &lt;i&gt;Copperopolis&lt;/i&gt; surpreende logo de início, ao mostrar novos rumos de Charlie Hunter e seus companheiros (John Ellis/Sax Tenor/Clarinete e Derreck Phillips/Bateria). Acostumado ao seu estilo "fusion" ou "jazz-rock", mais para o lado do "jazz" do que do rock, parece que em &lt;b&gt;Copperopolis&lt;/b&gt; Charlie Hunter quis manifestar mais o seu lado "roqueiro", evitando assim o caminho mais fácil da repetição de uma fórmula garantida ano a ano. E só assim para entender (e gostar) de músicas como "&lt;i&gt;Cueball Bobbin'&lt;/i&gt;", que mais parecem produto de um roqueiro virtuoso da guitarra como Joe Satriani, do que o velho e bom Charlie Hunter de &lt;b&gt;Bing, Bing, Bing!&lt;/b&gt; (1995, Blue Note) ou &lt;b&gt;Return of The Candy Man&lt;/b&gt; (1998, Blue Note), para mim, um de seus melhores trabalhos até realizados hoje. Isto não significa que &lt;b&gt;Copperopolis&lt;/b&gt; não seja um bom álbum, muito pelo contrário. Charlie Hunter exibe a sua tradicional maestria na sua guitarra especial de 8 cordas, tocando o ritmo principal e o baixo ao mesmo tempo, acompanhado de um naipe de músicos também excepcionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da já citada "&lt;i&gt;Cueball Bobbin'&lt;/i&gt;", destaques para "&lt;i&gt;Blue Sock&lt;/i&gt;", "&lt;i&gt;A Street Fight Could Break Out  Hunter&lt;/i&gt;" e a homenagem a uma de suas grandes influências, &lt;i&gt;Thelonious Monk&lt;/i&gt;, com o arranjo especial para "&lt;i&gt;Think of One&lt;/i&gt;". O álbum vem numa bonita embalagem "&lt;i&gt;digipack&lt;/i&gt;" (abre como um livro) e só deixa a lamentar a falta das "&lt;i&gt;liner notes&lt;/i&gt;". Talvez o álbum possa desagradar àqueles jazzistas mais puros, ou os fãs ardorosos de &lt;b&gt;Return of The Candy Man&lt;/b&gt;, mas a renovação é algo muito salutar para qualquer artista e, como bom fã, também gosto de ser surpreendido por novos vôos de um dos meus artistas prediletos, ainda mais quando executados com o esmero e a perfeição do "&lt;i&gt;Charlie Hunter Trio&lt;/i&gt;". Recomendo. Nota 3,5 de 5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;J.T. Cevallos, POA/RS, 03-Setembro-2006&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-115886359546097411?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/115886359546097411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=115886359546097411' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115886359546097411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115886359546097411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/09/charlie-hunter-trio-copperopolis.html' title='Charlie Hunter Trio / Copperopolis'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-115771819031904726</id><published>2006-09-08T09:11:00.000-03:00</published><updated>2006-09-08T09:23:10.443-03:00</updated><title type='text'>REM volta com formação original</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.omelete.com.br/imagens/musica/news/diversos/rem_original.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.omelete.com.br/imagens/musica/news/diversos/rem_original.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Saiu no &lt;a href="http://www.omelete.com.br/news_rss.asp?artigo=19623"&gt;Omelete&lt;/a&gt;. Ótima notícia... quem sabe o Bill Berry resolve voltar de vez para a banda e juntos criem novos clássicos como &lt;strong&gt;Document&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Automatic For The People&lt;/strong&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;REM volta com formação original &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Luciana Maria Sanches&lt;br /&gt;8/9/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai ser coisa rápida, mas a formação original do REM se reunirá no dia 16 de setembro para tocar três músicas na cerimônia que comemora o ingresso da banda no Georgia Music Hall of Fame. O baterista Bill Berry, que deixou a banda em 1997, estará especialmente de volta para a ocasião, que acontecerá em Atlanta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a saída de Berry, os quatro só se reuniram uma outra vez, em abril deste ano, para tocar “Country Feedback”, do álbum &lt;strong&gt;Out of Time&lt;/strong&gt;, em um show do Minus 5, projeto paralelo do guitarrista Peter Buck.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda, agora um trio, deve voltar ao estúdio até o fim do ano para começar a trabalhar no sucessor de Around the Sun, de 2004. Além disso, em 18 de setembro será lançada uma compilação com CD e DVD que traz os melhores momentos do início de carreira do REM, &lt;strong&gt;And I Feel Fine – The Best of The IRS Years&lt;/strong&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-115771819031904726?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/115771819031904726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=115771819031904726' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115771819031904726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115771819031904726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/09/rem-volta-com-formao-original.html' title='REM volta com formação original'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-115740093354636401</id><published>2006-09-04T17:10:00.000-03:00</published><updated>2006-09-04T19:28:48.720-03:00</updated><title type='text'>Playlist – Death Cab For Cutie &amp; Mission Of Burma</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#eeeeff"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;font face="Wingdings 3" SIZE="4"&gt;u&lt;/font&gt;&lt;font face="Verdana" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;Playlist&lt;/B&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;font size="2" color="#000000"&gt;&lt;BR&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma nova seção do OmniBlog que vou começar a postar por aqui de vez em quando. Nela pretendo falar um pouco sobre o que estiver ouvindo ultimamente no meu iPod e que, por algum motivo, achei interessante compartilhar com vocês.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;&lt;IMG hspace=10 src="http://image.allmusic.com/00/amg/cov200/drg000/g081/g08151wr7xh.jpg" align=right vspace=10&gt;Vou começar falando do &lt;A HREF="http://www.deathcabforcutie.com/"&gt;Death Cab For Cutie&lt;/A&gt;. Esse conjunto de Bellingham, WA, com o estranho nome oriundo de uma canção de 1967 da Bonzo Dog Doo-Dah Band – e que aparece numa cena do filme &lt;i&gt;Magical Mystery Tour&lt;/i&gt; dos Beatles –, tem uma sonoridade difícil de ser rotulada. Ainda bem, pois é nessa característica que reside a sua principal qualidade. Baixei na net para "experimentar" o álbum de 2003, &lt;b&gt;Transatlanticism&lt;/b&gt;, considerado pela crítica como o melhor deles. E com razão, o mesmo reune algumas canções com arranjos &lt;i&gt;indie&lt;/i&gt;, melodias pop e poesia instrospectiva (do letrista/vocalista/guitarrista Ben Gibbard) cujo resultado é bastante interessante. Amante como sou do indie rock, foi "paixão à primeira audição", tanto que fui atrás de outros trabalhos do grupo que em termos de qualidade não ficam atrás, como o &lt;b&gt;We Have the Facts and We're Voting Yes&lt;/b&gt;, de 2000, e mais recente, &lt;b&gt;Plans&lt;/b&gt;, de 2005.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;•&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;&lt;IMG alt="" hspace=10       src="http://image.allmusic.com/00/amg/cov200/drd900/d915/d915163rhvi.jpg"       align=left vspace=10&gt;Semana passada, durante a minha visita mensal à sessão de CDs da Livraria Cultura, fui "fisgado" pela música ambiente que tocava naquele momento. Dediquei-me então a testar meus conhecimentos musicais e tentar descobrir que banda era. Ouvindo aquele som pungente, que lembrava os primeiros expoentes do movimento pós-punk – arranjos crus, guitarras sujas, baterias simples e diretas e vocais cantados com bastante energia, no melhor estilo &lt;i&gt;"do-it-yourself"&lt;/i&gt; da época –, pensei comigo mesmo: "deve ser algum disco obscuro do PiL". Fiquei de tal modo atraído pela música que não arredei o pé do lugar sem antes ouvir mais uma ou duas canções. Finalmente me rendi e fui perguntar ao atendente o que estava tocando ali na loja. O rapaz me entregou um CD com oito músicas apenas intitulado &lt;i&gt;Signals, Calls, and Marches&lt;/i&gt; da banda &lt;A HREF="http://www.missionofburma.com/"&gt;Mission Of Burma&lt;/A&gt;, da qual eu realmente já tinha ouvido falar, mas nada além disso. De qualquer forma, eu não estava assim tão longe da verdade: o disco é de 1981 e foi o primeiro EP deste quarteto de Boston. A forte influência de bandas punk-rock, como The Stooges, é notável. Em pleno "revival" dos 80s que vivemos, inclusive com a volta da seminal Gang Of Four – com a qual eles guardam algumas semelhanças –, é até curioso que a mídia não tenha explorado o Mission Of Burma antes. Resolvi fazê-lo por conta própria e me deparei com o álbum de estréia dos caras (&lt;b&gt;Vs.&lt;/b&gt;, de 1982) e algum material mais recente (&lt;b&gt;OnOffOn&lt;/b&gt;, de 2004), após terem "sumido" da cena musical por cerca de vinte anos! Mas aparentemente esse tempo de ostracismo só lhes fez bem, pois voltaram com muito gás ainda, como se tivessem sido congelados em alguma máquina criogênica durante esse período. Para validar essa impressão, vou atrás agora do último rebento deles, &lt;b&gt;The Obliterati&lt;/b&gt;, lançado esse ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima! &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-115740093354636401?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/115740093354636401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=115740093354636401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115740093354636401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115740093354636401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/09/playlist-death-cab-for-cutie-mission-of.html' title='Playlist – Death Cab For Cutie &amp; Mission Of Burma'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-115644830837369924</id><published>2006-08-24T16:34:00.000-03:00</published><updated>2006-08-24T22:17:11.473-03:00</updated><title type='text'>Demon Days Live</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;O Gorillaz é uma banda formada pelos ingleses 2D (vocais e teclados) e Murdoc Niccals (baixo), o nova-iorquino Russel Hobbs (bateria) e a japonezinha Noodles (guitarra) e já lançou dois CDs: &lt;STRONG&gt;Gorillaz&lt;/STRONG&gt; (2001) e &lt;STRONG&gt;Demon Days&lt;/STRONG&gt; (2005). Correto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/7/7c/Demon_Days_Live.jpg/200px-Demon_Days_Live.jpg" align="right" border="0" hspace="10" vspace="10"&gt;"Virtualmente" falando, é isso aí mesmo! Mas na verdade, o Gorillaz é um projeto muito bem sucedido de Damon Albarn (líder da banda Blur) e Jamie Hewlett (criador da HQ &lt;EM&gt;Tank Girl&lt;/EM&gt;) que une o hip-hop, rap e rock de variadas influências com o design bem sacado de animações no lugar de integrantes reais. Evidentemente que por trás disso tudo o Gorillaz contava com a participação ilustre de convidados do calibre de Tina Weymouth e Chris Frantz (Tom Tom Club, Talking Heads) e Ibrahim Ferrer (Buena Vista Social Club). Após o estouro do primeiro album, que incluía os hits &lt;EM&gt;Clint Eastwood&lt;/EM&gt;, &lt;EM&gt;19-2000&lt;/EM&gt; e &lt;EM&gt;Rock the House&lt;/EM&gt;, a expectativa sobre o trabalho seguinte era grande. Mas Albarn cercou-se de mais artistas renomados e &lt;STRONG&gt;Demon Days&lt;/STRONG&gt; acabou fazendo tanto (ou mais) sucesso que seu predecessor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa iniciativa inusitada para uma "banda virtual", Albarn decidiu recriar o álbum no formato de "ópera-rock" e o apresentou ao público durante os dias 1º a 5 de novembro de 2005, no Manchester Opera House. O melhor dessas apresentações foi lançado em DVD recentemente com o nome de &lt;STRONG&gt;Demon Days Live&lt;/STRONG&gt; (Parlaphone/EMI, 2006). Executado na íntegra com a participação de diversos músicos, incluindo um conjunto de cordas e corais de crianças e gospel, o show é a prova cabal do porquê o Gorillaz agradou tanto público quanto crítica na sua curta existência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já ocorria em aparições esporádicas dos Gorillaz, em palco os verdadeiros músicos da banda não possuem qualquer tipo de iluminação, exceto pelos painéis luminosos coloridos instalados ao fundo. Tudo o que vemos são apenas as suas silhuetas, dando todo o destaque para os convidados - que não são poucos: Neneh Cherry em &lt;EM&gt;Kids With Guns&lt;/EM&gt;, De La Soul em &lt;EM&gt;Feel Good Inc.&lt;/EM&gt;, Ike Turner em &lt;EM&gt;Every Planet We Reach Is Dead&lt;/EM&gt;, Shaun Ryder (ex-Happy Mondays) em &lt;EM&gt;DARE&lt;/EM&gt;, além dos já citados corais infantil (em &lt;EM&gt;Dirty Harry&lt;/EM&gt;) e de Manchester (em &lt;EM&gt;Don't Get Lost in Heaven&lt;/EM&gt;). Até um improvável Dennis Hopper comparece como narrador em &lt;EM&gt;Fire Coming Out of the Monkey's Head&lt;/EM&gt;. Prá terminar, uma singela e bonita homenagem ao cubano Ibrahim Ferrer, falecido no ano passado, que aparece no telão para acompanhar a banda na única música do primeiro CD incluida no show: &lt;EM&gt;Latin Simone (Que Pasa Contigo)&lt;/EM&gt;.&lt;br /&gt;                                                    &lt;br /&gt;O DVD possui transferência anamórfica 16:9 e inclui faixas DD 2.0, DD 5.1 e DTS. Como extras, apenas os vídeos e animações exibidos no telão das músicas em faixas isoladas. Seria interessante que houvesse algum documentário sobre os bastidores dessa que, segundo afirmou Albarn recentemente, pode ter sido a última aparição de 2D, Murdoc, Russel e Noodles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-115644830837369924?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/115644830837369924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=115644830837369924' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115644830837369924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115644830837369924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/08/demon-days-live.html' title='Demon Days Live'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-115402219680092608</id><published>2006-07-27T14:39:00.000-03:00</published><updated>2006-07-27T15:05:32.720-03:00</updated><title type='text'>As melhores canções de todos os tempos</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=FFFFFF&gt;&lt;font size=2&gt;A exemplo do personagem Rob Gordon, do romance &lt;b&gt;High Fidelity&lt;/b&gt;, do Nick Hornby, eu também gosto de elaborar listas dos melhores, em especial na música, assim como elencar rankings organizados por revistas especializadas. Afinal, este é sempre um assunto polêmico, principalmente por ser muito subjetivo. Mas não há como negar que sempre há um consenso para com determinados artitas e obras.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Semanas atrás reproduzi uma lista da UnCut. Agora aqui estão as 100 primeiras das 500 melhores canções de todos tempos, segundo a &lt;a href="http://www.rollingstone.com/"&gt;Rolling Stone&lt;/a&gt;. A lista completa você encontra &lt;a href="http://www.rollingstone.com/news/story/11028260/the_rs_500_greatest_songs_of_all_time?source=music_news_rssfeed"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;&lt;img src="http://i.realone.com/assets/rn/img/1/9/2/8/11028291-11028294-slarge.jpg" width="300" height="300" align="right" border="0" hspace="10" vspace="10"&gt;&lt;br&gt;1. &lt;i&gt;Like a Rolling Stone&lt;/i&gt;, Bob Dylan&lt;br&gt;2. &lt;i&gt;Satisfaction&lt;/i&gt;, The Rolling Stones&lt;br&gt;3. &lt;i&gt;Imagine&lt;/i&gt;, John Lennon&lt;br&gt;4. &lt;i&gt;What's Going On&lt;/i&gt;, Marvin Gaye&lt;br&gt;5. &lt;i&gt;Respect&lt;/i&gt;, Aretha Franklin&lt;br&gt;6. &lt;i&gt;Good Vibrations&lt;/i&gt;, The Beach Boys&lt;br&gt;7. &lt;i&gt;Johnny B. Goode&lt;/i&gt;, Chuck Berry&lt;br&gt;8. &lt;i&gt;Hey Jude&lt;/i&gt;, The Beatles&lt;br&gt;9. &lt;i&gt;Smells Like Teen Spirit&lt;/i&gt;, Nirvana&lt;br&gt;10. &lt;i&gt;What'd I Say&lt;/i&gt;, Ray Charles&lt;br&gt;11. &lt;i&gt;My Generation&lt;/i&gt;, The Who&lt;br&gt;12. &lt;i&gt;A Change Is Gonna Come&lt;/i&gt;, Sam Cooke&lt;br&gt;13. &lt;i&gt;Yesterday&lt;/i&gt;, The Beatles&lt;br&gt;14. &lt;i&gt;Blowin' in the Wind&lt;/i&gt;, Bob Dylan&lt;br&gt;15. &lt;i&gt;London Calling&lt;/i&gt;, The Clash&lt;br&gt;16. &lt;i&gt;I Want to Hold Your Hand&lt;/i&gt;, The Beatles&lt;br&gt;17. &lt;i&gt;Purple Haze&lt;/i&gt;, Jimi Hendrix&lt;br&gt;18. &lt;i&gt;Maybellene&lt;/i&gt;, Chuck Berry&lt;br&gt;19. &lt;i&gt;Hound Dog&lt;/i&gt;, Elvis Presley&lt;br&gt;20. &lt;i&gt;Let It Be&lt;/i&gt;, The Beatles&lt;br&gt;21. &lt;i&gt;Born to Run&lt;/i&gt;, Bruce Springsteen&lt;br&gt;22. &lt;i&gt;Be My Baby&lt;/i&gt;, The Ronettes&lt;br&gt;23. &lt;i&gt;In My Life&lt;/i&gt;, The Beatles&lt;br&gt;24. &lt;i&gt;People Get Ready&lt;/i&gt;, The Impressions&lt;br&gt;25. &lt;i&gt;God Only Knows&lt;/i&gt;, The Beach Boys&lt;br&gt;26. &lt;i&gt;A Day in the Life&lt;/i&gt;, The Beatles&lt;br&gt;27. &lt;i&gt;Layla&lt;/i&gt;, Derek and the Dominos&lt;br&gt;28. &lt;i&gt;(Sittin on) the Dock of the Bay&lt;/i&gt;, Otis Redding&lt;br&gt;29. &lt;i&gt;Help!&lt;/i&gt;, The Beatles&lt;br&gt;30. &lt;i&gt;I Walk the Line&lt;/i&gt;, Johnny Cash&lt;br&gt;31. &lt;i&gt;Stairway To Heaven&lt;/i&gt;, Led Zeppelin&lt;br&gt;32. &lt;i&gt;Sympathy for the Devil&lt;/i&gt;, The Rolling Stones&lt;br&gt;33. &lt;i&gt;River Deep - Mountain High&lt;/i&gt;, Ike and Tina Turner&lt;br&gt;34. &lt;i&gt;You've Lost That Lovin' Feelin'&lt;/i&gt;, The Righteous Brothers&lt;br&gt;35. &lt;i&gt;Light My Fire&lt;/i&gt;, The Doors&lt;br&gt;36. &lt;i&gt;One&lt;/i&gt;, U2&lt;br&gt;37. &lt;i&gt;No Woman, No Cry&lt;/i&gt;, Bob Marley and the Wailers&lt;br&gt;38. &lt;i&gt;Gimme Shelter&lt;/i&gt;, The Rolling Stones&lt;br&gt;39. &lt;i&gt;That'll Be the Day&lt;/i&gt;, Buddy Holly and the Crickets&lt;br&gt;40. &lt;i&gt;Dancing in the Street&lt;/i&gt;, Martha and the Vandellas&lt;br&gt;41. &lt;i&gt;The Weight&lt;/i&gt;, The Band&lt;br&gt;42. &lt;i&gt;Waterloo Sunset&lt;/i&gt;, The Kinks&lt;br&gt;43. &lt;i&gt;Tutti-Frutti&lt;/i&gt;, Little Richard&lt;br&gt;44. &lt;i&gt;Georgia on My Mind&lt;/i&gt;, Ray Charles&lt;br&gt;45. &lt;i&gt;Heartbreak Hotel&lt;/i&gt;, Elvis Presley&lt;br&gt;46. &lt;i&gt;Heroes&lt;/i&gt;, David Bowie&lt;br&gt;47. &lt;i&gt;Bridge Over Troubled Water&lt;/i&gt;, Simon and Garfunkel&lt;br&gt;48. &lt;i&gt;All Along the Watchtower&lt;/i&gt;, Jimi Hendrix&lt;br&gt;49. &lt;i&gt;Hotel California&lt;/i&gt;, The Eagles&lt;br&gt;50. &lt;i&gt;The Tracks of My Tears&lt;/i&gt;, Smokey Robinson and the Miracles&lt;br&gt;51. &lt;i&gt;The Message&lt;/i&gt;, Grandmaster Flash and the Furious Five&lt;br&gt;52. &lt;i&gt;When Doves Cry&lt;/i&gt;, Prince&lt;br&gt;53. &lt;i&gt;Anarchy in the U.K.&lt;/i&gt;, The Sex Pistols&lt;br&gt;54. &lt;i&gt;When a Man Loves a Woman&lt;/i&gt;, Percy Sledge&lt;br&gt;55. &lt;i&gt;Louie Louie&lt;/i&gt;, The Kingsmen&lt;br&gt;56. &lt;i&gt;Long Tall Sally&lt;/i&gt;, Little Richard&lt;br&gt;57. &lt;i&gt;Whiter Shade of Pale&lt;/i&gt;, Procol Harum&lt;br&gt;58. &lt;i&gt;Billie Jean&lt;/i&gt;, Michael Jackson&lt;br&gt;59. &lt;i&gt;The Times They Are A-Changin'&lt;/i&gt;, Bob Dylan&lt;br&gt;60. &lt;i&gt;Let's Stay Together&lt;/i&gt;, Al Green&lt;br&gt;61. &lt;i&gt;Whole Lotta Shakin' Goin On&lt;/i&gt;, Jerry Lee Lewis&lt;br&gt;62. &lt;i&gt;Bo Diddley&lt;/i&gt;, Bo Diddley&lt;br&gt;63. &lt;i&gt;For What It's Worth&lt;/i&gt;, Buffalo Springfield&lt;br&gt;64. &lt;i&gt;She Loves You&lt;/i&gt;, The Beatles&lt;br&gt;65. &lt;i&gt;Sunshine of Your Love&lt;/i&gt;, Cream&lt;br&gt;66. &lt;i&gt;Redemption Song&lt;/i&gt;, Bob Marley and the Wailers&lt;br&gt;67. &lt;i&gt;Jailhouse Rock&lt;/i&gt;, Elvis Presley&lt;br&gt;68. &lt;i&gt;Tangled Up in Blue&lt;/i&gt;, Bob Dylan&lt;br&gt;69. &lt;i&gt;Crying&lt;/i&gt;, Roy Orbison&lt;br&gt;70. &lt;i&gt;Walk On By&lt;/i&gt;, Dionne Warwick&lt;br&gt;71. &lt;i&gt;California Girls&lt;/i&gt;, The Beach Boys&lt;br&gt;72. &lt;i&gt;Papa's Got a Brand New Bag&lt;/i&gt;, James Brown&lt;br&gt;73. &lt;i&gt;Summertime Blues&lt;/i&gt;, Eddie Cochran&lt;br&gt;74. &lt;i&gt;Superstition&lt;/i&gt;, Stevie Wonder&lt;br&gt;75. &lt;i&gt;Whole Lotta Love&lt;/i&gt;, Led Zeppelin&lt;br&gt;76. &lt;i&gt;Strawberry Fields Forever&lt;/i&gt;, The Beatles&lt;br&gt;77. &lt;i&gt;Mystery Train&lt;/i&gt;, Elvis Presley&lt;br&gt;78. &lt;i&gt;I Got You (I Feel Good)&lt;/i&gt;, James Brown&lt;br&gt;79. &lt;i&gt;Mr. Tambourine Man&lt;/i&gt;, The Byrds&lt;br&gt;80. &lt;i&gt;I Heard It Through the Grapevine&lt;/i&gt;, Marvin Gaye&lt;br&gt;81. &lt;i&gt;Blueberry Hill&lt;/i&gt;, Fats Domino&lt;br&gt;82. &lt;i&gt;You Really Got Me&lt;/i&gt;, The Kinks&lt;br&gt;83. &lt;i&gt;Norwegian Wood (This Bird Has Flown)&lt;/i&gt;, The Beatles&lt;br&gt;84. &lt;i&gt;Every Breath You Take&lt;/i&gt;, The Police&lt;br&gt;85. &lt;i&gt;Crazy&lt;/i&gt;, Patsy Cline&lt;br&gt;86. &lt;i&gt;Thunder Road&lt;/i&gt;, Bruce Springsteen&lt;br&gt;87. &lt;i&gt;Ring of Fire&lt;/i&gt;, Johnny Cash&lt;br&gt;88. &lt;i&gt;My Girl&lt;/i&gt;, The Temptations&lt;br&gt;89. &lt;i&gt;California Dreamin'&lt;/i&gt;, The Mamas and The Papas&lt;br&gt;90. &lt;i&gt;In the Still of the Nite&lt;/i&gt;, The Five Satins&lt;br&gt;91. &lt;i&gt;Suspicious Minds&lt;/i&gt;, Elvis Presley&lt;br&gt;92. &lt;i&gt;Blitzkrieg Bop&lt;/i&gt;, Ramones&lt;br&gt;93. &lt;i&gt;I Still Haven't Found What I'm Looking For&lt;/i&gt;, U2&lt;br&gt;94. &lt;i&gt;Good Golly, Miss Molly&lt;/i&gt;, Little Richard&lt;br&gt;95. &lt;i&gt;Blue Suede Shoes&lt;/i&gt;, Carl Perkins&lt;br&gt;96. &lt;i&gt;Great Balls of Fire&lt;/i&gt;, Jerry Lee Lewis&lt;br&gt;97. &lt;i&gt;Roll Over Beethoven&lt;/i&gt;, Chuck Berry&lt;br&gt;98. &lt;i&gt;Love and Happiness&lt;/i&gt;, Al Green&lt;br&gt;99. &lt;i&gt;Fortunate Son&lt;/i&gt;, Creedence Clearwater Revival&lt;br&gt;100. &lt;i&gt;You Can't Always Get What You Want&lt;/i&gt;, The Rolling Stones&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-115402219680092608?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/115402219680092608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=115402219680092608' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115402219680092608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115402219680092608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/07/as-melhores-canes-de-todos-os-tempos.html' title='As melhores canções de todos os tempos'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-115229572791583072</id><published>2006-07-07T15:05:00.000-03:00</published><updated>2006-07-27T14:33:39.720-03:00</updated><title type='text'>Os melhores discos de estréia do rock</title><content type='html'>Inspirado pela matéria na última edição da revista britânica &lt;a href="http://www.uncut.co.uk/"&gt;Uncut&lt;/a&gt;, que elegeu os 100 maiores discos de estréia e colocou no topo do ranking &lt;strong&gt;The Velvet Underground &amp; Nico&lt;/strong&gt; - o famoso "disco da banana" -, da seminal banda do Lou Reed e John Cale, resolvi fazer também uma lista de grandes &lt;em&gt;debuts&lt;/em&gt; na história do rock, mas só que bem mais modesta, é claro. Então, além da escolha certíssima da revista Uncut, selecionei mais alguns melhores momentos na estréia indispensáveis na coleção de CDs, ordenados pela ano de lançamento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Velvet Underground &amp; Nico &lt;/strong&gt;(The Velvet Underground &amp; Nico, 1967)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Piper at the Gates of Dawn &lt;/strong&gt;(Pink Floyd, 1967)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Led Zeppelin I&lt;/strong&gt; (Led Zeppelin, 1969)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ramones&lt;/strong&gt; (Ramones, 1976)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;My Aim Is True &lt;/strong&gt;(Elvis Costello, 1977)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Three Imaginary Boys &lt;/strong&gt;(The Cure, 1979)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boy &lt;/strong&gt;(U2, 1980)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Violent Femmes &lt;/strong&gt;(Violent Femmes, 1983)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Murmur&lt;/strong&gt; (R.E.M., 1983)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Texas Flood &lt;/strong&gt;(Stevie Ray Vaughan and Double Trouble, 1983) &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Smiths &lt;/strong&gt;(The Smiths, 1984)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Psychocandy&lt;/strong&gt; (The Jesus &amp; Mary Chain, 1985)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Stone Roses &lt;/strong&gt;(The Stone Roses, 1989)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ten&lt;/strong&gt; (Pearl Jam, 1991)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Funeral&lt;/strong&gt; (The Arcade Fire, 2004)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-115229572791583072?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/115229572791583072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=115229572791583072' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115229572791583072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/115229572791583072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/07/os-melhores-discos-de-estria-do-rock.html' title='Os melhores discos de estréia do rock'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-114381265319216975</id><published>2006-03-31T10:38:00.000-03:00</published><updated>2006-03-31T10:47:00.863-03:00</updated><title type='text'>Thelonious Monk Quartet with John Coltrane at Carnegie Hall</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Thelonious Monk Quartet with John Coltrane / At Carnegie Hall&lt;/b&gt;&lt;BR&gt;(2005 – Blue Note) &lt;BR&gt;&lt;img src="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000AV2GCE.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" height="200" width="200" align="left" hspace="10" border="0"&gt;Em fevereiro do ano passado, enquanto manuseava alguns rolos de fita da cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;i&gt;Voice Of America&lt;/i&gt; aguardando para serem digitalizados, Larry Appelbaum, supervisor do laborat&amp;oacute;rio de grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Biblioteca do Congresso, acabou descobrindo o registro da &amp;uacute;nica apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do quarteto do pianista Thelonious Monk no Carnegie Hall, em 29 de novembro de 1957, contando ent&amp;atilde;o com a presen&amp;ccedil;a de um saxofonista em ascen&amp;ccedil;&amp;atilde;o na &amp;eacute;poca chamado John Coltrane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorreu semanas depois das memor&amp;aacute;veis apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Five Spot, em Nova York, e algum tempo antes de Coltrane deixar o quarteto para seguir em carreira solo e lan&amp;ccedil;ar a sua obra-prima &lt;B&gt;Blue Train&lt;/b&gt; (antes e durante esse per&amp;iacute;odo ele ainda participaria do famoso quinteto de Miles Davis, do qual j&amp;aacute; falei anteriormente). Infelizmente esse encontro durou pouco menos de um ano, mas o suficiente para torn&amp;aacute;-lo o mais brilhante de todos os tempos na hist&amp;oacute;ria do jazz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois gigantes, acompanhados por Ahmed Abdul-Malik (baixo) e Shadow Wilson (bateria), fazem jus a sua genialidade nesta apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o memor&amp;aacute;vel, cuja intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o parece desafiar ora um, ora outro, em se superarem na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos solos. Em &lt;i&gt;Monk's Mood&lt;/i&gt; Monk introduz o seu piano com tal sutileza que o tema da m&amp;uacute;sica parece nunca ganhar forma. At&amp;eacute; que ent&amp;atilde;o Coltrane com seus padr&amp;otilde;es modais assume o controle aos poucos e estabelece o di&amp;aacute;logo entre ambos. Seguem-se outras performances magn&amp;iacute;ficas em &lt;i&gt;Nutty&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Epistrophy&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Bye-Ya&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Blue Monk&lt;/i&gt;, em que os temas b&amp;aacute;sicos s&amp;atilde;o extrapolados numa aula de improvisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas &amp;eacute; na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das faixas mais lentas, como &lt;i&gt;Crepuscle with Nellie&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Sweet &amp; Lovely&lt;/i&gt;, que piano e sax elevam o ouvinte e proporcionam momentos de sublima&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;oacute; encontrados no jazz, em especial quando duas divindades resolvem presentear meros mortais com uma pequena amostra do seu talento indiscut&amp;iacute;vel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da fonte da grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser an&amp;aacute;loga e monoaural, a qualidade n&amp;atilde;o fica devendo nada a diversos registros ao vivo mais atuais, sendo inclusive muito superior ao CD j&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Five Spot. Como apreciador do jazz e f&amp;atilde; de Coltrane, n&amp;atilde;o podia deixar de adicion&amp;aacute;-la &amp;agrave; minha cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cl&amp;aacute;ssicos do g&amp;ecirc;nero e recomend&amp;aacute;-lo como um dos melhores lan&amp;ccedil;amentos dos &amp;uacute;ltimos anos. Uma obra-prima encapsualda h&amp;aacute; quase cinqüenta anos atr&amp;aacute;s, mas definitivamente atemporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-114381265319216975?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/114381265319216975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=114381265319216975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/114381265319216975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/114381265319216975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/03/thelonious-monk-quartet-with-john.html' title='Thelonious Monk Quartet with John Coltrane at Carnegie Hall'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-113760009967135877</id><published>2006-01-18T13:00:00.000-03:00</published><updated>2006-07-27T14:35:44.283-03:00</updated><title type='text'>Bem-vindo aos 80s! (3a. parte)</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0001ZMWQO.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" width="200" height="200" align="right" border="0" hspace="10" vspace="10"&gt;&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Das bandas que tem se destacado por resgatarem a sonoridade dos anos 80, talvez os mais badalados sejam os escoceses do Franz Ferdinand. E aqui no Brasil o "frisson" deve aumentar por conta das apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que est&amp;atilde;o agendadas para fevereiro, na abertura dos shows do U2, dias 20 e 21 no Morumbi, em SP. No Pr&amp;ecirc;mio Bizz publicado na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste m&amp;ecirc;s da revista, o grupo ganhou a prefer&amp;ecirc;ncia dos leitores e da cr&amp;iacute;tica como melhor grupo e disco de 2005. Nada mais justo.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Com n&amp;iacute;tida influ&amp;ecirc;ncia do Devo e Talking Heads, esse quarteto realmente faz um trabalho not&amp;aacute;vel com a estrutura pouco usual de suas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Riffs de guitarra s&amp;atilde;o explorados ao m&amp;aacute;ximo, grudando na cabe&amp;ccedil;a j&amp;aacute; na sua primeira audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o; e os arranjos para as can&amp;ccedil;&amp;otilde;es usam bem os instrumentos, cada um tocando linhas aparentemente desconexas, mas que garantem uma conjunto bastante peculiar. Al&amp;eacute;m, &amp;eacute; claro, da batida de indiscut&amp;iacute;vel apelo dan&amp;ccedil;ante.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;O disco hom&amp;ocirc;nimo de estr&amp;eacute;ia (Domino/Trama, 2004) nos apresenta o p&amp;oacute;s-punk "afiado" do grupo de Alex Kapranos de modo arrebatador. O CD traz os hits &lt;i&gt;Take Me Out&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Tell Her Tonight&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;This Fire&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Darts Of Pleasure&lt;/i&gt;, can&amp;ccedil;&amp;otilde;es inspirad&amp;iacute;ssimas que caracterizam bem as suas influ&amp;ecirc;ncias. E ainda a bela &lt;i&gt;Auf Achse&lt;/i&gt; (algo como "nos eixos", em alem&amp;atilde;o), com um singelo piano no lugar da guitarra e cuja letra ir&amp;ocirc;nica &amp;eacute; uma daquelas que dizem tudo em certo momento da vida e que a &lt;i&gt;gente&lt;/i&gt; gostaria de ter escrito.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B000B0WODA.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" width="200" height="200" align="left" border="0" hspace="10" vspace="10"&gt;J&amp;aacute; &lt;b&gt;You Could Have It So Much Better&lt;/b&gt; (Domino/Trama, 2005), passou longe da chamada "s&amp;iacute;ndrome do segundo disco", ampliou o leque de op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pop e confirmou o Franz Ferdinand como a grande banda do momento. &lt;i&gt;Walk Away&lt;/i&gt; &amp;eacute; uma das baladas mais lindas compostas nos &amp;uacute;ltimos anos - e a letra, uma das mais melanc&amp;oacute;licas (&lt;i&gt;I cannot turn to see those eyes/As apologies may rise/I must be strong and stay an unbeliever/And love the sound of you walking away&lt;/i&gt;). S&amp;oacute; por ela, esse disco j&amp;aacute; valeria estar na discoteca de qualquer um. Mas para completar seu trunfo, h&amp;aacute; mais um punhado de preciosidades: &lt;i&gt;Do You Want To&lt;/i&gt; (e seu "Tchu-ru-ru-ru" sedutor), &lt;i&gt;You're The Reason I'm Leaving&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Well That Was Easy&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;I'm Your Villain&lt;/i&gt; (com os melhores riffs do CD)... at&amp;eacute; encerrar com o instrumental "swingado" de &lt;i&gt;Outsiders&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;A feliz combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elementos retr&amp;ocirc; dos anos 80 com a atitude descolada dos 2000s, faz do FF uma banda singular no panorama do rock internacional. Singular e modern&amp;iacute;ssima. E como j&amp;aacute; disseram por a&amp;iacute;,  nada melhor que a banda mais "quente" do planeta servir de aperitivo para a melhor banda do planeta ;). T&amp;ocirc; nessa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-113760009967135877?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/113760009967135877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=113760009967135877' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/113760009967135877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/113760009967135877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2006/01/bem-vindo-aos-80s-3a-parte.html' title='Bem-vindo aos 80s! (3a. parte)'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-113148228865892676</id><published>2005-11-08T19:00:00.000-03:00</published><updated>2005-11-10T12:38:05.656-03:00</updated><title type='text'>Miles Davis - 'Round About Midnight</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Miles Davis / 'Round About Midnight&lt;/b&gt;&lt;BR&gt;(2005 – Columbia) &lt;BR&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00005B58W.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" height="200" width="200" align="left" hspace="10" border="0"&gt;De todas as colabora&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre Miles Davis e John Coltrane – excetuando-se &lt;STRONG&gt;Kind Of Blue&lt;/STRONG&gt;, de 1959, que devido a seu valor indel&amp;eacute;vel eu considero &lt;EM&gt;hors concours&lt;/EM&gt; –, &lt;STRONG&gt;'Round About Midnight&lt;/STRONG&gt; &amp;eacute; para mim a obra-prima m&amp;aacute;xima dessa forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que então assumiria o nome de Miles Davis Quintet, e justamente o seu &lt;EM&gt;debut&lt;/EM&gt; na gravadora Columbia. Eu possuia uma c&amp;oacute;pia em CD-R deste álbum (j&amp;aacute; que ele n&amp;atilde;o havia sido lan&amp;ccedil;ado por aqui ainda), mas fiquei muito satisfeito com a nova edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dupla preparada pela Columbia (Legacy Edition), com o selo comemorativo de 50 Anos de Miles, contendo a obra original remasterizada, faixas b&amp;ocirc;nus das sess&amp;otilde;es de grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mais um CD extra com apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao vivo do mesmo per&amp;iacute;odo.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;O brilho de &lt;STRONG&gt;'Round About Midnight&lt;/STRONG&gt; reside em diversos fatores, mas certamente um deles &amp;eacute; a sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o do repert&amp;oacute;rio do disco, ou mais exatamente seus compositores: Thelonius Monk (&lt;EM&gt;'Round Midnight&lt;/EM&gt;), Charlie Parker (&lt;EM&gt;Ah-Leu-Cha&lt;/EM&gt;) e Cole Porter (&lt;EM&gt;All Of You&lt;/EM&gt;) – que são as melhores do CD. Evidentemente, os m&amp;uacute;sicos em si fazem toda a diferen&amp;ccedil;a na interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das mesmas: Miles Davis e seu trompete rascante  improvisando em diferentes estilos, do &lt;EM&gt;cool&lt;/EM&gt; ao &lt;EM&gt;bop&lt;/EM&gt;; John Coltrane, ent&amp;atilde;o um desconhecido, extrapolando os solos no sax tenor, revelendo um pouco do que sua produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical o levaria nos anos seguintes; o acompanhamento discreto mas eficaz de Red Garland ao piano; mais Paul Chambers, no baixo e Philly Joe Jones, na bateria, completando uma dos conjuntos mais coesos que o jazz j&amp;aacute; conheceu.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;O segundo disco &amp;eacute; um agrad&amp;aacute;vel presente a essa obra seminal da carreira de Miles. A primeira faixa traz uma vers&amp;atilde;o arrebatadora de &lt;EM&gt;'Round Midnight&lt;/EM&gt;, contando com a presen&amp;ccedil;a ilustre do pr&amp;oacute;prio Thelonius Monk ao piano, al&amp;eacute;m de uma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o diferente de acompanhantes. Registrada no Newport Jazz Festival em Julho de 1955 – portanto anterior a grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o do disco – essa apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o influenciou diretamente a inclus&amp;atilde;o da m&amp;uacute;sica no repert&amp;oacute;rio do mesmo. As demais faixas s&amp;atilde;o de outra apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de 1956, j&amp;aacute; com a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cl&amp;aacute;ssica, em que s&amp;atilde;o executadas versões de algumas m&amp;uacute;sicas que mais tarde seriam incluidas nos &amp;aacute;lbuns seguintes do quinteto, como &lt;EM&gt;Walkin'&lt;/EM&gt;, &lt;EM&gt;It Never Entered My Mind&lt;/EM&gt; e &lt;EM&gt;Woody 'N You&lt;/EM&gt;.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Pr&amp;aacute; completar, a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o possui um encarte caprichado com muita informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a respeito da obra. &amp;Eacute; discoteca b&amp;aacute;sica!&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-113148228865892676?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/113148228865892676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=113148228865892676' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/113148228865892676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/113148228865892676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/11/miles-davis-round-about-midnight.html' title='Miles Davis - &apos;Round About Midnight'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-113033246497806008</id><published>2005-10-26T09:00:00.000-03:00</published><updated>2006-07-27T14:34:28.913-03:00</updated><title type='text'>Bem-vindo aos 80s! (2ª parte)</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;img src="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B0002IVN9W.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" width="220" height="200" align="right" border="0" hspace="10" vspace="10"&gt;&lt;BR&gt;N&amp;atilde;o fazem nem doze horas que presenciei o show do Arcade Fire e The Strokes no imenso "galp&amp;atilde;o" da f&amp;aacute;brica de m&amp;aacute;quinas Condor, em Porto Alegre, pelo TIM Festival, mas eu gostaria de registrar a experi&amp;ecirc;ncia aproveitando para dar continuidade a s&amp;eacute;rie de coment&amp;aacute;rios sobre novas bandas que "ressuscitaram" a sonoridade dos anos 80.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Apesar da n&amp;iacute;tida influ&amp;ecirc;ncia de bandas como Echo &amp; the Bunnymen e Joy Division (eles de novo), o octeto canadense &lt;A href="http://www.arcadefire.com"&gt;Arcade Fire&lt;/A&gt; &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil de ser rotulado – um dos ind&amp;iacute;cios de que a qualidade de seu trabalho est&amp;aacute; acima da m&amp;eacute;dia. Vou mais al&amp;eacute;m, e arrisco em dizer que seu &amp;aacute;lbum de estr&amp;eacute;ia, &lt;STRONG&gt;Funeral&lt;/STRONG&gt; (2005, Slag), &amp;eacute; um dos melhores discos do ano, se n&amp;atilde;o o melhor. S&amp;atilde;o dez faixas com arranjos inusitados (incluindo a&amp;iacute; violino e arcode&amp;oacute;n), letras melanc&amp;oacute;licas e ritmos alternados, que me lembraram o Dexy's Midnight Runners. N&amp;atilde;o bastasse seu conte&amp;uacute;do, a embalagem do CD &amp;eacute; de uma qualidade rara, t&amp;atilde;o bonita que at&amp;eacute; impressiona o fato de ter sido lan&amp;ccedil;ado por aqui com o mesmo apuro visual.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;No entanto, &amp;eacute; no palco que o Arcade Fire mais impressiona. A energia com que a banda se entrega na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu repert&amp;oacute;rio eu ainda n&amp;atilde;o havia visto! Em momento algum os oito integrantes da banda passam despercebidos ou s&amp;atilde;o relegados a um segundo plano pelo vocalista principal, Win Butler, realizando performances quase alucinadas com ou sem o seu instrumento, correndo pelo palco, ou fazendo o &lt;EM&gt;backing vocal&lt;/EM&gt; com leg&amp;iacute;tima empolga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Pr&amp;aacute; completar, a cada can&amp;ccedil;&amp;atilde;o h&amp;aacute; uma troca de instrumentos entre eles, e quem estava tocando teclado em uma m&amp;uacute;sica aparece na percuss&amp;atilde;o na seguinte, ou no acorde&amp;oacute;n, guitarra, baixo... Com tamanho vigor, n&amp;atilde;o &amp;eacute; de se estranhar que o U2 tenha os convidado para abrir seus shows em sua passagem por Montreal e usado &lt;EM&gt;Wake up&lt;/EM&gt; como tema de abertura da turn&amp;ecirc; Vertigo.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o iniciou com a pr&amp;oacute;pria &lt;EM&gt;Wake Up&lt;/EM&gt;, uma can&amp;ccedil;&amp;atilde;o com batida forte, riff marcante e um c&amp;ocirc;ro imposs&amp;iacute;vel de n&amp;atilde;o acompanhar. A seguir, uma a uma, as can&amp;ccedil;ões do &amp;uacute;nico &amp;aacute;lbum s&amp;atilde;o executadas com vis&amp;iacute;vel intensidade que contagia a plat&amp;eacute;ia de forma quase religiosa. &lt;EM&gt;Neighborhood #1 (Tunnels)&lt;/EM&gt;, &lt;EM&gt;Une Ann&amp;eacute;e Sans Lumi&amp;egrave;re&lt;/EM&gt;, &lt;EM&gt;Neighborhood #3 (Power Out)&lt;/EM&gt; e &lt;EM&gt;Crown Of Love&lt;/EM&gt; parecem j&amp;aacute; hits de longa data. E quem ainda tinha d&amp;uacute;vidas quanto a empatia que uma banda inciante e pouco conhecida pudesse causar, deu o bra&amp;ccedil;o a torcer com a maravilhosa cover da "nossa" &lt;EM&gt;Aquarela do Brasil&lt;/EM&gt;, de Ary Barroso (na vers&amp;atilde;o de Frank Sinatra), executada de uma forma solene e impec&amp;aacute;vel. A r&amp;aacute;pida apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o terminou com outra bela can&amp;ccedil;&amp;atilde;o do disco, &lt;EM&gt;Rebellion (Lies)&lt;/EM&gt;, tamb&amp;eacute;m com um refr&amp;atilde;o memor&amp;aacute;vel, fazendo a plat&amp;eacute;ia repetir exaustivamente o "Oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh", hipnotizada mesmo ap&amp;oacute;s a sa&amp;iacute;da da banda.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Strokes? Que Strokes? Pr&amp;aacute; mim, o Arcade Fire j&amp;aacute; tinha valido o ingresso. ;-)&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-113033246497806008?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/113033246497806008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=113033246497806008' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/113033246497806008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/113033246497806008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/10/bem-vindo-aos-80s-2-parte.html' title='Bem-vindo aos 80s! (2ª parte)'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-112931309530799346</id><published>2005-10-14T12:00:00.000-03:00</published><updated>2006-07-27T14:36:45.510-03:00</updated><title type='text'>Bem-vindo aos 80s! (1ª parte)</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00006BTCA.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" width="200" height="200" align="right" border="0" hspace="10" vspace="10"&gt;&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Já deu prá notar que a Sentido Inverso tem ocupado o escasso tempo que eu tinha prá atualizar o OmniBlog. No entanto, eu precisava comentar algo a respeito do "boom" de bandas que estão revisitando os anos 80 e ironicamente revitalizando o indie rock do século XXI. Como não vai dar prá falar de todas de uma só vez, vou começar pela minha preferida... :P&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Experimente juntar o vocal do Ian Curtis, com a sonoridade do Cure e letras à la Morrissey... Isso é possível? Hummm... digamos que um quarteto de New York City chamado &lt;A href="http://www.interpolnyc.com"&gt;Interpol&lt;/A&gt; chegou muito próximo. Formado em 1998, com Paul Banks nos vocais e guitarra, Daniel Kessler na segunda guitarra, Carlos Dengler, baixo e teclados, e Sam Fogarino na bateria, o Interpol possui dois ótimos CDs lançados: &lt;STRONG&gt;Turn On The Bright Lights&lt;/STRONG&gt;, de 2002 e &lt;STRONG&gt;Antics&lt;/STRONG&gt; de 2004, ambos pelo selo Matador/Trama.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://g-images.amazon.com/images/G/01/ciu/db/78/cbd3024128a078d844c14010.L.jpg" width="200" height="200" align="left" border="0" hspace="10" vspace="10"&gt;&lt;BR&gt;Quer fazer a prova? Pois bem, pegue qualquer um destes CDs, coloque prá ouvir no seu player e me diga se você não se sentiu imediatamente transportado no tempo há duas décadas atrás. Logo aos primeiros acordes hipnóticos de &lt;EM&gt;Untitled&lt;/EM&gt; (sim, é esse mesmo o nome da música!), do &lt;STRONG&gt;Turn On...&lt;/STRONG&gt;, por exemplo, a associação é inevitável, embora nunca depreciativa. Seja pela batida pulsante dos riffs das guitarras, pela marcação pontual da "cozinha", pelos climas esparsos dos arranjos ou pelo vocal angustiado de Banks... enfim, o pós-punk melódico, gótico e "frio" consagrado por bandas como Joy Division e Television está em cada compasso das canções da banda.&lt;br /&gt;&lt;BR&gt;Aclamado como seu grande &lt;EM&gt;debút&lt;/EM&gt;, &lt;STRONG&gt;Turn On The Bright Lights&lt;/STRONG&gt; possui alguns destaques como &lt;EM&gt;Obstacle 1&lt;/EM&gt;, &lt;EM&gt;NYC&lt;/EM&gt;, &lt;EM&gt;Hands Away&lt;/EM&gt; e a "viajante" &lt;EM&gt;The New&lt;/EM&gt;. &lt;STRONG&gt;Antics&lt;/STRONG&gt; surje como seqüência natural ao primeiro trabalho, sem muitas novidades, soando mais emplogante até, e igualmente recheado de canções particularmente envolventes como &lt;EM&gt;Next Exit&lt;/EM&gt;, &lt;EM&gt;Slow Hands&lt;/EM&gt;, &lt;EM&gt;Public Pervert&lt;/EM&gt; e a linda &lt;EM&gt;A Time to Be So Small&lt;/EM&gt;. Empolgante, sim, mas ainda com muita melancolia como atestam os versos de &lt;EM&gt;Slow Hands&lt;/EM&gt;: &lt;EM&gt;"Can't you see what you've done to my heart and soul? This is a wasteland now..."&lt;/EM&gt;. Sublime!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;P&gt;Vem aí na 2ª parte: Arcade Fire e provavelmente o "melhor álbum de rock do ano" ;) ! E por falar nisso, no próximo dia 25 tem TIM Festival aqui em POA com Arcade Fire e Strokes. Simplesmente IMPERDÍVEL!&lt;/P&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-112931309530799346?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/112931309530799346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=112931309530799346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/112931309530799346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/112931309530799346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/10/bem-vindo-aos-80s-1-parte.html' title='Bem-vindo aos 80s! (1ª parte)'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-112379993758506740</id><published>2005-08-11T13:30:00.000-03:00</published><updated>2006-07-27T14:37:39.406-03:00</updated><title type='text'>Pato Fu e a Cura</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/cds/cover/img9/727279_4.jpg" width="200" height="200" align="left" border="0" hspace="10" vspace="10"&gt;Sei que tenho sido repetitivo, mas no atual cen&amp;aacute;rio continuamente morno (para n&amp;atilde;o dizer med&amp;iacute;ocre) do rock nacional - salvo raras exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es (leia-se Los Hermanos) -, a banda mineira Pato Fu consegue se sobressair com naturalidade, mesmo num trabalho que n&amp;atilde;o seja totalmente inovador ou espetacular. &amp;Eacute; o caso do sétimo disco de est&amp;uacute;dio deles, &lt;b&gt;Toda Cura Para Todo o Mal&lt;/b&gt; (Sony/BMG, 2005). Essa cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 13 m&amp;uacute;sicas, que v&amp;atilde;o do pop/rock singelo ao alternativo &lt;i&gt;non-sense&lt;/i&gt;, pode figurar traq&amp;uuml;ilamente entre as melhores coisas lan&amp;ccedil;adas este ano no pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tudo gra&amp;ccedil;as, como sempre, &amp;agrave; genialidade do guitarrista John, que assina sozinho todas as composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do CD (exceto a m&amp;uacute;sica de trabalho &lt;i&gt;Uh Uh Uh, L&amp;aacute; L&amp;aacute; L&amp;aacute;, I&amp;eacute; I&amp;eacute;!&lt;/i&gt;, que tem a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do baixista Ricardo Koctus). Seus arranjos s&amp;atilde;o criativos e as letras conseguem brincar com esse nosso &lt;i&gt;way-of-life&lt;/i&gt; de in&amp;iacute;cio de s&amp;eacute;culo com tiradas ora c&amp;iacute;nicas, ora melanc&amp;oacute;licas, mas sempre certeiras. Exemplos &amp;eacute; que n&amp;atilde;o faltam:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quem tem a paz como meta&lt;br /&gt;Quem quer um pouco de paz&lt;br /&gt;Que tire o reboque que espeta&lt;br /&gt;O carro de quem vem atr&amp;aacute;s&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;(Uh Uh Uh, L&amp;aacute; L&amp;aacute; L&amp;aacute;, I&amp;eacute; I&amp;eacute;!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Todo dia nasce um beb&amp;ecirc;&lt;br /&gt;Pra dividir a vida com voc&amp;ecirc;&lt;br /&gt;Todos os dias v&amp;atilde;o nascer&lt;br /&gt;Beb&amp;ecirc;s com meia vida pra viver &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;(Amendoim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quem mexe com internet&lt;br /&gt;Fica bom em quase tudo&lt;br /&gt;Quem tem computador&lt;br /&gt;Nem precisa de estudo&lt;br /&gt;Estudar pra qu&amp;ecirc;?&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;(Estudar Pra Qu&amp;ecirc;?) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Me habituei ao p&amp;atilde;o light&lt;br /&gt;&amp;agrave; vida sem g&amp;aacute;s&lt;br /&gt;O meu caf&amp;eacute; tomo sem a&amp;ccedil;&amp;uacute;car&lt;br /&gt;E at&amp;eacute; ficar sem comer&lt;br /&gt;Sem te ver&lt;br /&gt;A gente custa mas se habitua&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;(Vida Diet)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por a&amp;iacute; vai...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Igualmente a habilidade do guitarrista em compor melodias que grudam na cabe&amp;ccedil;a logo na sua primeira audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua em alta. Nesse grupo est&amp;atilde;o as baladas &lt;i&gt;Anormal&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Sorte e Azar&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Agridoce&lt;/i&gt; (que tem uma letra bela e triste) e &lt;i&gt;Vida Diet&lt;/i&gt;. Como de costume, Fernanda Takai assume os vocais daquelas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es que n&amp;atilde;o exigem muito, enquanto John se encarrega das mais "esquisitas", em geral acompanhadas por efeitos que tornam sua voz quase irreconhec&amp;iacute;vel. Mas quem j&amp;aacute; est&amp;aacute; acostumado ao "padr&amp;atilde;o Pato Fu" de m&amp;uacute;sica "alternativa" n&amp;atilde;o vai estranhar. E ainda tem a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial de Manuela Azevedo vocalista da banda portuense Cl&amp;atilde;, em &lt;i&gt;Boa Noite Brasil&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Enquanto aquilo que hoje se chama "rock nacional" continuar na mesmice - o que tem provocado com raz&amp;atilde;o uma avalanche de retornos de bandas que se consagraram nos anos 80 -, vamos agradecer que ainda existem conjuntos como o Pato Fu decididos a curar esse mal. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-112379993758506740?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/112379993758506740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=112379993758506740' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/112379993758506740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/112379993758506740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/08/pato-fu-e-cura.html' title='Pato Fu e a Cura'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-112053548863894357</id><published>2005-07-07T22:30:00.000-03:00</published><updated>2005-11-10T12:39:06.163-03:00</updated><title type='text'>Miles Davis - Relaxin</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B000000YAL.01._PE8_SCMZZZZZZZ_.jpg" height="200" width="200" align="right" hspace="10" border="1"&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Miles Davis / Relaxin&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (1956, 1991 Prestige (P-7129) OJCCD-190-2) &lt;!-- bloco #1 (Identificação do álbum)--&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artista : &lt;b&gt;Miles Davis&lt;/b&gt; [1926-91]&lt;br /&gt;Álbum : &lt;b&gt;Relaxin&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Classificação : 5,0 (máx. 5 stars) &lt;A href="http://www.allmusic.com" target="_blank"&gt;All Music Guide&lt;/A&gt;&lt;br /&gt;Lançamento : 1956, 1991 Prestige (P-7129) OJCCD-190-2&lt;br /&gt;Gênero : Jazz&lt;br /&gt;Estilos : Hard Bop&lt;br /&gt;Adquirido em : 05/05/2000&lt;/font&gt;&lt;!-- Bloco #2 (As músicas) --&gt;&lt;table bgcolor="#EEFFFF" width="100%" border="0"&gt;&lt;!-- Tabela #1 --&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#EEFFFF"&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;hr size="2" width="100%" align="left" color="#E3F2FF"&gt;&lt;!-- azul --&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Miles Davis / Relaxin&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;1956, 1991 Prestige (P-7129) OJCCD-190-2&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;As Músicas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="1" bordercolor="#000080" width="80%" align="center"&gt; &lt;!-- Tabela #2 --&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Faixa&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Música&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Autor(es)&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;1&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;If I Were a Bell&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Loesser [da peça &lt;i&gt;"Guys and Dolls"&lt;/i&gt;]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;8:20&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;2&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;You're My Everything&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Dixon, Warren, Young&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;5:21&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;3&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;I Could Write a Book&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Hart, Rodgers&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;5:13&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;4&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Oleo&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Rollins&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;6:28&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;5&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;It Could Happen to You&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Burke, VanHeusen&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;6:40&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;6&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Woody 'N You&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Gillespie&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;5:02&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt; &lt;!-- fim da tabela com as músicas --&gt;&lt;br /&gt;(*) destaques&lt;!-- Bloco #4 (Comentários sobre o álbum) --&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr size="2" width="100%" align="left" color="#E3F2FF"&gt;&lt;!-- azul --&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;O álbum de hoje: Miles Davis / Relaxin&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;1956, 1991 Prestige (P-7129) OJCCD-190-2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todas as listas que citam os maiores músicos de jazz de todos os tempos, os dois primeiros lugares estão sempre garantidos: o primeiro é de &lt;i&gt;Miles Davis&lt;/i&gt; [1926-91] e o segundo é o de &lt;i&gt;John Coltrane&lt;/i&gt; [1926-67]. Talvez haja alguma variação -- dependendo do gosto de quem fez a lista o segundo lugar pode ser dado a outro que não Coltrane (Charlie Parker, Charles Mingus, Duke Ellington, Sonny Rollins ... são  exemplos de outros gigantes do jazz). No entanto, todos concordam: não houve ninguém como Miles Davis. A sua vida se confunde com a história do jazz dos anos 40 aos 90, haja visto que Miles esteve associado ou foi praticamente responsável por toda inovação e evolução no estilo durante este período. Quase sempre liderando estas mudanças, tanto pelas suas performances e gravações, como pela busca incansável de parcerias com colaboradores que marcaram a história do jazz pelas inovações e direções que o estilo teve ao longo do tempo. Há quem afirme que o jazz parou de evoluir desde que Miles nos deixou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um faro apurado para reconhecer talentos, seus grupos (quinteto, sexteto e noneto) foram o maior celeiro de talentos de toda a história do jazz. Uma lista dos grandes músicos de jazz terá entre eles nomes associados à Miles: Airto Moreira, Bill Evans, Brandford Marsalis, Cannonball Adderley, Chick Corea, Gerry Mulligan, Herbie Hancock, Hermeto Paschoal, Jack DeJohnette, John McLaughlin, Keith Jarrett, Marcus Miller, Ron Carter, Wayne Shorter, Wynton Kelly, além dos parceiros neste álbum: John Coltrane, Red Garland, Paul Chambers e Philly Joe Jones. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum de hoje compreende algumas de suas melhores gravações (para mim, é o seu melhor período), a época dos "Quintetos". Em 1955 Miles foi contratado pela gravadora "Columbia", mas ainda tinha um compromisso com a gravadora "Prestige". O seu debut na Columbia foi com o álbum "&lt;i&gt;Round About Midnight&lt;/i&gt;" (1955), já com o famoso "Quinteto" formado por nada mais, nada menos que &lt;i&gt;John Coltrane&lt;/i&gt; (sax), &lt;i&gt;Red Garland&lt;/i&gt; (piano), &lt;i&gt;Paul Chambers&lt;/i&gt; (baixo) e &lt;i&gt;Philly Joe Jones&lt;/i&gt; (bateria). Durante 1956, para cumprir o compromisso com a Prestige, Miles e  o mesmo quinteto gravam uma série de álbuns: "&lt;i&gt;The New Miles Davis Quintet&lt;/i&gt;" (1955), "&lt;i&gt;Relaxin'&lt;/i&gt;" (1956), "&lt;i&gt;Steamin'&lt;/i&gt;" (1956), "&lt;i&gt;Workin'&lt;/i&gt;" (1956) e "&lt;i&gt;Cookin'&lt;/i&gt;" (1956). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem diga que o jazz é uma música "meio sonolenta", para "curtir uma fossa" com um copo de whisky na mão. Pode até ser, mas existem diversos estilos de jazz. "&lt;i&gt;Relaxin&lt;/i&gt;" e os demais álbuns desta fase são um tipo de jazz mais "movimentado", com mais ritmo e melodia (como quando eu  digo que "&lt;i&gt;gosto de jazz que eu possa assobiar a melodia&lt;/i&gt;"... i.é., sem firulas ou grandes silêncios). Naturalmente, existem algumas músicas mais lentas que as outras (como "&lt;i&gt;You're My Everything&lt;/i&gt;"), mas você pode pular esta e ir para "&lt;i&gt;I Could Write a Book&lt;/i&gt;", a minha preferida do álbum. A faixa inicia com o piano de &lt;i&gt;Garland&lt;/i&gt; introduzindo um belo solo de &lt;i&gt;Miles&lt;/i&gt;, apoiado pelo ritmo do baixo, piano e da bateria; mais uns instantes e Miles cede a vez ao magnífico sax de &lt;i&gt;John Coltrane&lt;/i&gt;, a seguir &lt;i&gt;Garland&lt;/i&gt; (piano) e &lt;i&gt;Chambers&lt;/i&gt; (baixo) dão o seu show ("sinta" o competente acompanhamento de toda a seção rítmica, ao longo desta faixa em especial, e das demais do álbum); ao final da faixa, Miles encerra com outro belo solo. Tudo isto na mesma música! Outros destaques são "&lt;i&gt;If I Were a Bell&lt;/i&gt;" (admiráveis solos de Coltrane e Garland) e  "&lt;i&gt;Oleo&lt;/i&gt;", onde todos os músicos, excepcionais, demonstram sua competência em solos primorosos ou simplesmente acompanhando o ritmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanha o álbum um encarte de 4 folhas, com um "fac símile" (meio apagado, mas ainda legível) das "liner notes" originais de Ira Gitler. É pouco. Não há nenhum crédito sobre as músicas, mas somente alguns comentários, nos quais se descobre que a voz que se houve no início de "If I Where a Bell" são instruções de Miles para Bob Weinstock (supervisor das gravações).   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto "&lt;i&gt;Relaxin&lt;/i&gt;", como os demais álbuns desta fase -- "&lt;i&gt;Workin&lt;/i&gt;", "&lt;i&gt;Cookin&lt;/i&gt;" ou "&lt;i&gt;Steamin&lt;/i&gt;" -- ou ainda, o fabuloso "&lt;i&gt;Bags Groove&lt;/i&gt;" [1954], estão, certamente, entre as melhores coisas que Miles Davis produziu na sua vida. Qualquer um destes é item obrigatório na discoteca de qualquer fã do jazz e servem como uma magnífica introdução ao curioso ocasional. Essencial! &lt;i&gt;J. T. Cevallos, Porto Alegre - 19/06/2005&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;!-- Fim do bloco #4 (Comentários sobre o álbum) --&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;  &lt;!-- Fim da Tabela #1 --&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-112053548863894357?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/112053548863894357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=112053548863894357' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/112053548863894357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/112053548863894357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/07/miles-davis-relaxin.html' title='Miles Davis - Relaxin'/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-111766946242247650</id><published>2005-06-01T20:30:00.000-03:00</published><updated>2006-07-27T14:38:46.196-03:00</updated><title type='text'>Equação equilibrada</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0006L16N8.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" width="200" height="200" align="right" border="0" hspace="10" vspace="10"&gt;&lt;br /&gt;Com o estrondoso sucesso do &lt;b&gt;A Rush Of Blood To The Head&lt;/b&gt;, de 2002, era natural que o novo CD do Coldplay viesse carregado de expectativas. A impress&amp;atilde;o inicial, aquela que se tem logo ap&amp;oacute;s a primeira audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;b&gt;X &amp; Y&lt;/b&gt; (Capitol, 2005) &amp;eacute; de que o quarteto londrino liderado por Chris Martin n&amp;atilde;o desapontou completamente... mas tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o conseguiu superar ou mesmo alcan&amp;ccedil;ar a qualidade do seu predecessor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem v&amp;aacute;rias diferen&amp;ccedil;as e semelhan&amp;ccedil;as entre os dois &amp;aacute;lbuns. As diferen&amp;ccedil;as, nota-se logo, est&amp;atilde;o nos arranjos: mais elaborados, renunciando ao "apenas piano/guitarra/baixo/bateria/voz" e incorporando teclados, mais camadas de guitarras, backing vocals e batidas eletr&amp;ocirc;nicas. A estrutura das m&amp;uacute;sicas tamb&amp;eacute;m sofreu um "upgrade" e foge ao padr&amp;atilde;o bem mais pop encontrado no disco anterior. Musicalmente, o Coldplay evoluiu e isso &amp;eacute; um ponto a favor: o fato de n&amp;atilde;o se repetir uma f&amp;oacute;rmula de sucesso consagrada &amp;eacute; sempre uma decis&amp;atilde;o ousada e dif&amp;iacute;cil, mas que na minha opini&amp;atilde;o separa as grandes bandas das pequenas. H&amp;aacute; cerca de uns quatro meses atr&amp;aacute;s comentou-se muito sobre a press&amp;atilde;o da EMI para o lan&amp;ccedil;amento do CD e o pouco caso do vocalista em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos acionistas da gigante da ind&amp;uacute;stria fonogr&amp;aacute;fica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a banda n&amp;atilde;o conseguiu se disassociar completamente do multiplatinado &lt;b&gt;A Rush Of Blood To The Head&lt;/b&gt;. As semelhan&amp;ccedil;as ficam justamente por conta da sonoridade de uma ou outra can&amp;ccedil;&amp;atilde;o em &lt;b&gt;X &amp; Y&lt;/b&gt; que nos remetem ao disco de 2002. A primeira m&amp;uacute;sica de trabalho do CD (e a melhor de todo ele), &lt;i&gt;Speed Of Sound&lt;/i&gt;, &amp;eacute; uma prova disso. Ela est&amp;aacute; ali para mostrar que o Coldplay ainda &amp;eacute; a mesma banda que vendeu mais de vinte milh&amp;otilde;es de c&amp;oacute;pias de seus &amp;aacute;lbuns em todo o mundo. E a bela &lt;i&gt;What If&lt;/i&gt; segue o exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final das contas, como eu disse no in&amp;iacute;cio, o saldo dessa equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o – cujo t&amp;iacute;tulo vem bem a calhar - &amp;eacute; equilibrada e favor&amp;aacute;vel ao Coldplay, gra&amp;ccedil;as a momentos brilhantes como &lt;i&gt;White Shadows&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Swallowed In The Sea&lt;/i&gt; e a faixa b&amp;ocirc;nus &lt;i&gt;Til Kingdom Come&lt;/i&gt;, s&amp;oacute; para ficar nas que se destacam na primeira audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Em outras palavras, &lt;b&gt;X &amp; Y&lt;/b&gt; &amp;eacute; um disco que vai tocar bastante por a&amp;iacute;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-111766946242247650?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/111766946242247650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=111766946242247650' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/111766946242247650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/111766946242247650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/06/equao-equilibrada.html' title='Equação equilibrada'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-111706420453587358</id><published>2005-05-25T20:28:00.000-03:00</published><updated>2005-05-26T12:11:40.133-03:00</updated><title type='text'>Novidades...</title><content type='html'>Pouco tempo prá atualizar o OmniBlog e muitas novidades... resultado: vou fazer um resumo de quatro lançamentos interessantes que estão pintando por aí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0007WFYD4.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" height=200 width=200 align=left hspace=10 border=1&gt;O primeiro deles é o disco que marca o retorno do New Order, &lt;b&gt;Waiting For The Sirens' Call&lt;/b&gt; (Warner, 2005). É bem sabido que o motivo da volta do quarteto de Manchester não é outro senão grana. Então, colocadas de lado as rixas entre os integrantes - que não são pouca coisa - eles se juntaram para fazer um disco apenas OK. Nada tão inovador quanto &lt;b&gt;Power, Corruption &amp; Lies&lt;/b&gt;, de 1983, nem brilhante como &lt;b&gt;Technique&lt;/b&gt;, de 1989. Mantendo a mistura básica de techno e rock, com um pouco mais de guitarras que o usual, o trabalho é feito na medida certa para agradar os velhos fãs da banda, mas o esforço não é suficiente para um convencer os novos ou os apenas simpatizantes (como eu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0007SL1LW.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;Na seqüência, o novo do Beck. Apesar de não ser tão bom quanto o anterior (o melancólico &lt;b&gt;Sea Change&lt;/b&gt;, de 2005), a inventividade de Beck Hansen continua trabalhando a favor de seu "estado de espírito" e produzindo músicas bem construídas e arranjadas. Em &lt;b&gt;Guero&lt;/b&gt; (Interscope, 2005) elas ficam próximas ao seu trabalho de 1998, &lt;b&gt;Mutations&lt;/b&gt;, reunindo climas pop, eletrônicos, hip-hop, indie rock e até brasileiros (como no caso de &lt;i&gt;Missing&lt;/i&gt;). Mas a explicação pode estar também no retorno da parceria com o Dust Brothers, que foi responsável pelo ótimo &lt;b&gt;Odelay&lt;/b&gt;, de 1996. Enfim, seja qual for ela, o ouvinte é que sai ganhando novamente, basta conferir canções como &lt;i&gt;Girl&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Broken Drum&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0008D5HMK.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" height=200 width=200 align=left hspace=10 border=1&gt;A terceira recomendação vai para o Dave Matthews Band e o seu sexto trabalho de estúdio, &lt;b&gt;Stand Up&lt;/b&gt; (RCA, 2005). Com lançamento de quatro (!) discos ao vivo após o ótimo &lt;b&gt;Busted Stuff&lt;/b&gt; de 2002, o DMB tornou evidente o seu status de &lt;i&gt;jam band&lt;/i&gt;, caprichando nas improvisações e indo além da linha pop de suas conções. Mas curiosamente em &lt;b&gt;Stand Up&lt;/b&gt; eles retomam os arranjos mais simples, centrados em melodias leves, grooves acentuados e quase sem nenhum solo. Não que isso seja totalmente ruim, mas talvez signifique que mais albuns ao vivo venham na seqüência e que então as novas roupagens tornem essas canções mais interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B000850JP8.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;E &lt;i&gt;at last, but not least&lt;/i&gt;, guardei o melhor desta seleção: &lt;b&gt;Make Believe&lt;/b&gt; (Geffen, 2005), do Weezer. Conhecido por "pérolas" de hard rock alternativo, como &lt;i&gt;Buddy Holly&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;The Good Life&lt;/i&gt;, o Weezer também parece ter encontrado um caminho mais tranqüilo para compor as doze faixas desse novo disco. Com o peso deixado um pouco de lado, percebe-se melhor ainda a força pop das composições de Rivers Cuomo o que, particularmente, me agradou muito, mas pode deixar alguns fãs ressabiados. Estará o Weezer alçando vôos mais altos, assumindo uma postura &lt;i&gt;mainstream&lt;/i&gt; para se tornar uma big band? Bom, enquanto não se espera o devido tempo para se responder essa pergunta, o melhor é se deliciar com músicas como &lt;i&gt;Beverly Hills&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Peace&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;We Are All On Drugs&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;My Best Friend&lt;/i&gt;. E ainda escutar Cuomo quase sussurar mansamente &lt;i&gt;"Man, you really freak me out/I'm so afraid of you/and when I lose my cool/I don't know what to do"&lt;/i&gt; na canção &lt;i&gt;Freak Me Out&lt;/i&gt;. Um verdadeiro achado!!!&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-111706420453587358?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/111706420453587358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=111706420453587358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/111706420453587358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/111706420453587358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/05/novidades.html' title='Novidades...'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-111363041650101967</id><published>2005-04-16T15:10:00.000-03:00</published><updated>2005-04-16T19:19:28.006-03:00</updated><title type='text'>All That Jazz - Pat Metheney Group / Imaginary Day</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src="http://a1055.g.akamai.net/f/1055/1400/5h/images.barnesandnoble.com/images/4450000/4459450.jpg" height=192 width=156 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080" &gt;&lt;b&gt;Pat Metheney Group / Imaginary Day&lt;/b&gt; (DVD)&lt;br&gt; (2001 Pat Metheny Group)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artista: &lt;b&gt;Pat Metheny&lt;/b&gt; [1954- ]&lt;br /&gt;Álbum (DVD): &lt;b&gt;Imaginary Day&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Classificação: 4 stars (máx. 5 stars) &lt;A href="http://www.allmusic.com" target="_blank"&gt;All Music Guide&lt;/A&gt;&lt;br /&gt;Lançamento: 2001 Pat Metheny Group&lt;br /&gt;Gênero: Jazz&lt;br /&gt;Estilos: Contemporary Jazz, Jazz-Pop, Crossover Jazz, Post-Bop.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Pat Metheny Group: &lt;b&gt;Pat Metheny&lt;/b&gt; (acoustic, electric and synth guitar), &lt;b&gt;Lyle Mays&lt;/b&gt; (acoustic piano, keyboards, guitar), &lt;b&gt;Steve Rodby&lt;/b&gt; (acoustic and eletric bass) e &lt;b&gt;Paul Wertigo&lt;/b&gt; (drums). E mais: &lt;b&gt;Mark Ledford&lt;/b&gt; (vocals, trumpet, percussion, guitar), &lt;b&gt;Philip Hamilton&lt;/b&gt; (vocals, percussion, guitar) e &lt;b&gt;Jeff Haynes&lt;/b&gt; (percussion).&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Onde:  Filmado e gravado ao vivo em "The Mountain Winery". Saratoga, CA, de 21 a 23 Julho/1998.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;hr size="2" width="100%" align="left" color="#E3F2FF"&gt;  &lt;!-- azul --&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pat Metheny&lt;/b&gt; [1954- ] nasceu em 12/08/1954, em Lee's Summit, MO (EUA). É certamente um dos mais consagrados e originais guitarristas de jazz da atualidade, dono de um estilo imediatamente reconhecível. Suas gravações com o &lt;i&gt;Pat Metheny Group&lt;/i&gt; são meio difíceis de classificar (folk-jazz? mood music?), mas a sua música soa original e acessível. Metheny fica no limite entre Jazz e Pop, de tal forma que mantém uma grande base de fãs sem ganhar o repúdio da crítica especializada (ao contrário de &lt;i&gt;George Benson&lt;/i&gt; que é estigmatizado pela crítica por tocar - e, pior, cantar bem - música pop). Pat Metheny iniciou cedo na guitarra - aos 13 anos - desenvolvendo rapidamente os seus estudos nas Universidades de Miami e Berklee (Scofield também estudou em Berklee). A sua gravação de estréia  foi com &lt;i&gt;Paul Bley&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Jaco Pastorius&lt;/i&gt;, em 1974. Segue-se um período importante, no qual toca com o grupo de Gary Burton. Em 1978 forma o seu próprio grupo, junto com &lt;i&gt;Lyle Mays&lt;/i&gt; nos teclados, o baixista &lt;i&gt;Mark Egan&lt;/i&gt;, e &lt;i&gt;Dan Gottlieb&lt;/i&gt; na bateria. Em seus vários projetos, Metheny contracenou com ilustres nomes do jazz, tais como Dewey Redman e Mike Brecker ("80/81", 1980), Charlie Haden e Billy Higgins (1983), Ornette Coleman ("Song X", 1985), Sonny Rollins, Herbie Hancock (tour em 1990), Dave Holland e Roy Haynes, e Joshua Redman (álbum e tour). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;i&gt;Extraído do comentário sobre "John Scofield e Pat Metheny / I Can See Your House From Here", no "Música de Fundo" de 26/07/2004.&lt;/i&gt;]&lt;br&gt;&lt;hr size="2" width="100%" align="left" color="#E3F2FF"&gt;  &lt;!-- azul --&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Imaginary Day / Pat Metheny Group&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Músicas:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;table border="1" width="80%" align="center" bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Faixa&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Música&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Autor(es)&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;1&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Into the Dream&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Metheny&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;2:27&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;2&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Follow Me&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Mays, Metheny&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;5:56&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;3&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;A Story Within the Story&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Mays, Metheny&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;1&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Imaginary Day&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Mays, Metheny&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;10:11&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;5&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Heat of the Day&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Mays, Metheny&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;9:23&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;6&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Across the Sky&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Mays, Metheny&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;4:48&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;7&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;The Roots of Coincidence&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Mays, Metheny&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;7:48&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;8&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Message to a Friend&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Metheny&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;9&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;September Fifteenth&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Mays, Metheny&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;10&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Minuano (Six Eight)&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;Mays, Metheny&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt; &lt;!-- fim da tabela com as músicas --&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;(*) destaques&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;hr size="2" width="100%" align="left" color="#E3F2FF"&gt;  &lt;!-- azul --&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Imaginary Day / Pat Metheny Group&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Comentários:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;As vezes, como se diz, demora um pouco para "cair a ficha". Uma das contendas com o meu  ex-colega e amigo Daniel Olsson [o Omni, do Blog] sempre foi a discussão de quem seria o melhor guitarrista de jazz da atualidade. Eu sempre fui fiel ao &lt;i&gt;George Benson&lt;/i&gt; [1943 - ], mais pelo seu passado jazzístico do que pela fase "pop" e "latina" atual. Eu primeiro conheci e gostei do Benson "cantor" e só depois tive contato com os trabalhos dele como guitarrista de jazz. Discípulo de Wes Montgomery, sempre foi, confesso que meio que por "birra", o meu paradigma, para não dar o braço a torcer para o Olsson. É claro que também conhecia (e tenho discos de) outros bons guitarristas, tais como Charlie Hunter, John Scofield, Lee Ritenour, Earl Klugh, Ry Cooder, Al Di Meola e John McLaughlin. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem (28/03/05) coloquei para rodar o DVD "&lt;i&gt;Imaginary Day&lt;/i&gt;", do Pat Metheny Group, emprestado pelo Fábio Junges. Este show já me havia sido emprestado pelo próprio Olsson, em 30/04/02 (e devolvido em 06/05/02, cf. os meus registros... he! he! he!). Na época, passou batido. Um bom trabalho, mas nada de "anormal" ocorreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, o meu DVD Player fica na sala e eu fui trabalhar no micro, afastado da TV, pois a idéia era ficar só escutando o show, com a TV desligada. Em dado momento, fui até a sala, não me lembro para fazer o que, e liguei a TV. Neste exato momento, o PMG (Pat Metheny Group) começa a tocar "&lt;i&gt;&lt;b&gt;Minuano (Six Eight)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;" e, meus caros amigos, fiquei parado, de pé na frente da TV, sem poder desgrudar os olhos da tela e sem poder parar de ouvir aquela música maravilhosa. Não sei quanto tempo se passou. Foi como uma revelação. A música de ritmo contagiante, a destreza de Metheny na guitarra e um naipe de músicos de calibre fenomenal. E, ao final, voltei a faixa para ver/ouvir de novo e aparecem os créditos. Autores: &lt;i&gt;Pat Metheny&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Lyle Mays&lt;/i&gt; (o pianista). E aí eu percebi que PM está alguns pontos a frente de meu grande "guru" Benson. Não dá para competir com alguém que &lt;u&gt;compõe&lt;/u&gt; músicas e melodias como estas. O meu amigo Benson que me desculpe, mas ele só &lt;u&gt;interpreta&lt;/u&gt; muito bem. Eu tiro o chapéu para o Metheny pela sua virtuosidade no instrumento e pela sua grande capacidade artística em "criar" música, álbum após álbum. Certamente, em "&lt;i&gt;Imaginary Day&lt;/i&gt;" Metheny e seu grupo estavam no auge de suas capacidades técnicas e artísticas. O show todo é impressionante. Músicas do tipo "&lt;i&gt;Message To A Friend&lt;/i&gt;", "&lt;i&gt;Heat of the Day&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Follow Me&lt;/i&gt;" convertem qualquer um. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;George Benson&lt;/i&gt; terá sempre o seu lugar assegurado no meu coração e na galeria dos grandes guitarristas do jazz, mas agora, inegavelmente "...the winer is..." &lt;i&gt;Pat Metheny&lt;/i&gt;!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 29/03/2005.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;Publicado originalmente no "Diário do Projeto SGC/PROCERGS", em 03/04/2005&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Porto Alegre, 16/04/2005&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;!-- fim da célula única da tabela maior --&gt; &lt;br /&gt;&lt;/table&gt; &lt;!-- fim da tabela maior --&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-111363041650101967?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/111363041650101967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=111363041650101967' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/111363041650101967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/111363041650101967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/04/all-that-jazz-pat-metheney-group.html' title='All That Jazz - Pat Metheney Group / Imaginary Day'/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-111343584729759668</id><published>2005-04-13T20:40:00.000-03:00</published><updated>2005-04-13T20:45:12.270-03:00</updated><title type='text'>John Coltrane &amp; Johnny Hartman</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;img border="0" src="http://images.amazon.com/images/P/B000003N7K.01._SCLZZZZZZZ_.gif" width="200" height="200" align="right" hspace="10" border="1"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;John Coltrane &amp; Johnny Hartman&lt;/b&gt; (1963 – Impulse!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um grande apreciador da obra de John Coltrane – na minha opinião, o maior &lt;i&gt;jazzman&lt;/i&gt; que já pisou no nosso planeta. Por conta disso, tenho adquirido algumas obras de sua extensa discografia com freqüência – mas em relação a este álbum de 1963, onde o saxofonista se uniu ao &lt;i&gt;crooner&lt;/i&gt; Johnny Hartman, sempre demonstrei certa resistência em comprar. Era um preconceito bobo, baseado unicamente na minha preferência pelo jazz instrumental contra o cantado. No entanto,  a unanimidade com que a crítica elogiava esse encontro inusitado, aliado à oferta imperdível que me surgiu para comprá-lo, "forçaram-me" a mudar de idéia. Como vocês devem imaginar, fiquei profundamente arrependido... em NÃO ter essa obra-prima na minha CDteca até agora! ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo a linha de baladas sofisticadas que deixou registrada na gravadora Impulse!, incluindo o maravilhoso &lt;b&gt;Ballads&lt;/b&gt; e uma parceria com Duke Eliington, ambos de 1962, Coltrane acertou em cheio ao chamar para essa gravação o barítono Johnny Hartman, então num período de ostracismo de sete anos. Acompanhado do tradicional quarteto de Coltrane, a voz grave de Hartman, treinada no estilo bop em que ele se destacou, casa harmoniosamente com o lirismo dos solos no sax tenor e nos proporciona momentos de beleza e deleite poucas vezes alcançados em encontros semelhantes no jazz. A prova incontestável disso  encontra-se nas versões sublimes de &lt;i&gt;My One And Only Love&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;They Say It's Wonderful&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de se lamentar apenas que tal encontro tenha rendido tão somente meia hora de música - uma interessante característica que compartilham os melhores discos de Coltrane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-111343584729759668?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/111343584729759668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=111343584729759668' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/111343584729759668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/111343584729759668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/04/john-coltrane-johnny-hartman.html' title='John Coltrane &amp; Johnny Hartman'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-111037704285974514</id><published>2005-03-09T09:00:00.000-03:00</published><updated>2006-07-27T15:07:55.543-03:00</updated><title type='text'>Placeboterapia</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;A proximidade das apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do trio ingl&amp;ecirc;s Placebo no Brasil, foi a oportunidade que encontrei para conhec&amp;ecirc;-los mais a fundo. At&amp;eacute; ent&amp;atilde;o, eu havia escutado &lt;i&gt;Every You Every Me&lt;/i&gt; na trilha sonora do filme &lt;b&gt;Cruel Intentions&lt;/b&gt;, de 1999 – que aqui recebeu o t&amp;iacute;tulo de "Segundas Inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es" –, uma &amp;oacute;tima can&amp;ccedil;&amp;atilde;o me chamou aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediatamente para o trabalho deles, que vagueia entre o alternativo e britpop. Depois, tive um contato maior com o quarto &amp;aacute;lbum da banda, &lt;b&gt;Sleeping With Ghosts&lt;/b&gt;, de 2002, que s&amp;oacute; confirmou a qualidade do trio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00066D1X6.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" width="200" height="200" align="left" border="1" hspace="10" vspace="10"&gt;Formado em Londres, em 1994, o Placebo (n.b.: subst&amp;acirc;ncia sem qualquer efeito farmacol&amp;oacute;gico por vezes prescrita para levar o doente a experimentar al&amp;iacute;vio dos sintomas pelo simples fato de acreditar nas propriedades terap&amp;ecirc;uticas do produto) &amp;eacute; composto pelo vocalista/guitarista Brian Molko, o baixista Stefan Olsdal e o baterista Steve Hewitt (ou Robert Schultzberg, entre 1994 e 1997). Ap&amp;oacute;s quatros trabalhos de est&amp;uacute;dio, eles lan&amp;ccedil;aram no ano passado uma compila&amp;ccedil;&amp;atilde;o de singles, chamada &lt;b&gt;Once More With Feeling&lt;/b&gt;. O disco &amp;eacute; uma excelente introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao trabalho da banda – se voc&amp;ecirc; ainda n&amp;atilde;o ouviu nada deles, trate imediatamente de comprar, copiar ou baixar da internet!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apar&amp;ecirc;ncia franzina e andr&amp;oacute;gina de Molko, apoiada pela sonoridade da banda, nos remete ao glam rock de David Bowie – uma das suas principais influ&amp;ecirc;ncias e presente nos vocais de &lt;i&gt;Without You I'm Nothing&lt;/i&gt;. E as refer&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o param por a&amp;iacute;, e percorrem as bandas dos anos 80 com aben&amp;ccedil;oada freqü&amp;ecirc;ncia. Ou&amp;ccedil;a &lt;i&gt;You Don't Care About Us&lt;/i&gt;, por exemplo, e note a t&amp;iacute;pica introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das m&amp;uacute;sicas do The Cure. Ou a linha de baixo "&amp;agrave; la Pixies" de &lt;i&gt;This Picture&lt;/i&gt;. Ou ainda o flerte com climas eletr&amp;ocirc;nicos de &lt;i&gt;20 Years&lt;/i&gt;, que lembra o Depeche Mode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o m&amp;eacute;rito da banda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; s&amp;oacute; nas refer&amp;ecirc;ncias. Gritarras bem exploradas, baixo pulsante, grave e alto, e uma bateria eficiente comp&amp;otilde;em os &amp;oacute;timos arranjos para as letras repletas de humor &amp;aacute;cido. E o brilho de algumas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es se destaca naturalmente, como no caso de &lt;i&gt;Pure Morning&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Every You Every Me&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;The Bitter End&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;This Picture&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Special Needs&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Protège Moi&lt;/i&gt; (vers&amp;atilde;o cantada em franc&amp;ecirc;s para &lt;i&gt;Protect Me From What I Want&lt;/i&gt;), e por a&amp;iacute; vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imperd&amp;iacute;vel, assim como a turn&amp;ecirc; que chega ao Brasil no m&amp;ecirc;s que vem: 15/4, em Recife, no primeiro dia do festival Abril pro Rock; 16/4, em Salvador; 19/4, em Porto Alegre; 21/4, em Florian&amp;oacute;polis; 23/4, em Bras&amp;iacute;lia; 26/4, em Campinas; 27/4, em S&amp;atilde;o Paulo, no Credicard Hall; 29/4, no Claro Hall, no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-111037704285974514?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/111037704285974514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=111037704285974514' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/111037704285974514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/111037704285974514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/03/placeboterapia.html' title='Placeboterapia'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-110866975717053675</id><published>2005-02-17T18:00:00.000-03:00</published><updated>2006-07-27T15:08:45.690-03:00</updated><title type='text'>Jazz &amp; blues em sua melhor forma</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B000660UN0.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" width="210" height="200" align="left" border="1" hspace="10" vspace="10"&gt;R&amp;aacute;pido coment&amp;aacute;rio sobre dois lan&amp;ccedil;amentos recentes de guitarristas consagrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eric Clapton d&amp;aacute; continuidade ao trabalho de imprimir a sua marca pessoal na homenagem a Robert Johnson em &lt;b&gt;Sessions For Robert J&lt;/b&gt; (Warner, 2004), lan&amp;ccedil;amento  em DVD/CD que re&amp;uacute;ne novas interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os cl&amp;aacute;ssicos de Johnson, ou mesmo reinterpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para can&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; lan&amp;ccedil;adas no anterior &lt;b&gt;Me and Mr. Johnson&lt;/b&gt;. Desta vez, as grava&amp;ccedil;&amp;otilde;es foram realizadas durante os ensaios da turn&amp;ecirc;, em diferentes lugares – inclusive no est&amp;uacute;dio utilizado pelo pr&amp;oacute;prio Robert Johnson em Dallas, em 1937 – e arranjos, indo do el&amp;eacute;trico ao ac&amp;uacute;stico. Um destes momentos ac&amp;uacute;sticos, por exemplo, foi gravado em um quarto de hotel na California.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais importante que o local, entretanto, &amp;eacute; a qualidade incompar&amp;aacute;vel com que Clapton conduz as can&amp;ccedil;&amp;otilde;es, acompanhado ou n&amp;atilde;o de sua banda. Da "swingada" &lt;i&gt;Sweet Home Chicago&lt;/i&gt; &amp;agrave; tranqüila (mas emocionada) &lt;i&gt;Ramblin' On My Mind&lt;/i&gt;, o que temos &amp;eacute; um mestre do blues prestando suas honras a outro mestre, sem decepcionar. Atualizando &lt;i&gt;standards&lt;/i&gt; consagrados, sem nunca perder a ess&amp;ecirc;ncia dos mesmos. Atentando para o fato de que o blues &amp;eacute; uma m&amp;uacute;sica que n&amp;atilde;o existe – n&amp;atilde;o se pode cantar – se o sentimento n&amp;atilde;o for sincero. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onze das dezenove performances do DVD podem ser conferidas no CD que acompanha a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0006M4SO6.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" width="200" height="200" align="right" border="1" hspace="10" vspace="10"&gt;O outro lan&amp;ccedil;amento que eu gostaria de recomendar &amp;eacute; &lt;b&gt;The Way Up&lt;/b&gt; (Nonesuch Records, 2005), do Pat Metheny Group. Trata-se de uma su&amp;iacute;te de 68 minutos composta por Metheny e seu colega de longa data, o tecladista Lyle Mays, e dividida em 4 partes. Mas o ineditismo do formato do novo trabalho do PMG n&amp;atilde;o impede de se reconhecer sua sonoridade ao mesmo tempo em que eles exploram novos caminhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste verdadeiro "concerto", composto por diversos &lt;i&gt;moods&lt;/i&gt; jazz&amp;iacute;siticos, &amp;eacute; utilizado com total liberdade e criatividade pela banda na improvisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos solos e, em especial, na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tantas harmonias que se ouve ao longo do CD – cada uma delas bebendo nas fontes da pr&amp;oacute;pria trajet&amp;oacute;ria do PMG e do jazz tradicional. A obra é algo raro no atual cen&amp;aacute;rio do jazz e particularmente no estilo &lt;i&gt;fusion&lt;/i&gt;, cujo resultado &amp;eacute; uma deleitosa jornada que em nenhum momento se torna cansativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-110866975717053675?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/110866975717053675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=110866975717053675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110866975717053675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110866975717053675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/02/jazz-blues-em-sua-melhor-forma.html' title='Jazz &amp; blues em sua melhor forma'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-110599032088302863</id><published>2005-01-17T16:16:00.000-03:00</published><updated>2005-01-19T10:38:51.466-03:00</updated><title type='text'>50 First Dates</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=FFCCCC&gt;&lt;font face="Courier New" size="4"&gt;&lt;b&gt;Música de fundo&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://images.amazon.com/images/P/B00018D60C.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Various Artists / 50 First Dates&lt;/b&gt;&lt;br&gt;(2004 Warner Music)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algu&amp;eacute;m j&amp;aacute; disse sabiamente, embora eu desconhe&amp;ccedil;a a fonte, que as m&amp;uacute;sicas e filmes que se ouviu e assistiu na adolesc&amp;ecirc;ncia ser&amp;atilde;o aqueles que mais vamos gostar em nossas vidas. E isso explica de modo satisfat&amp;oacute;rio a atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a m&amp;uacute;sica dos anos 80 exerce sobre mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Abre par&amp;ecirc;nteses. N&amp;atilde;o &amp;eacute; &amp;agrave; toa que as tr&amp;ecirc;s melhores bandas de todos os tempos na minha opini&amp;atilde;o – U2, R.E.M. e The Smiths – surgiram e se consolidaram nesta d&amp;eacute;cada. Fecha par&amp;ecirc;nteses)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, a m&amp;uacute;sica produzida no anos 80, de um modo geral, nos legou v&amp;aacute;rios cl&amp;aacute;ssicos inesquec&amp;iacute;veis, sejam eles p&amp;oacute;s-punk, new wave, g&amp;oacute;tico ou surf, muitos dos quais se mant&amp;ecirc;m insuper&amp;aacute;veis diante dos vindouros anos 90 ou 2000. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(OK, OK.... podem me chamar de saudosista...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se voc&amp;ecirc; se identificou com os par&amp;aacute;grafos acima, e ainda n&amp;atilde;o terminou de escolher a lista de CDs para curtir neste ver&amp;atilde;o, aqui vai uma dica ent&amp;atilde;o: &lt;b&gt;50 First Dates&lt;/b&gt;, a trilha sonora do filme de Peter Segal, que no Brasil recebeu o t&amp;iacute;tulo de "Como Se Fosse a Primeira Vez" (2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme &amp;eacute; uma das raras bobagens "assist&amp;iacute;veis" do Adam Sandler, cuja participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Drew Barrymore pretendeu repetir o sucesso de "Afinado no Amor" (&lt;b&gt;The Wedding Singer&lt;/b&gt;, 1998) e que coincidentemente tamb&amp;eacute;m tinha uma trilha sonora baseada em cl&amp;aacute;ssicos dos anos 80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o filme n&amp;atilde;o acerte muito, a sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;uacute;sicas para a trilha foi bem mais feliz, optando por reunir vers&amp;otilde;es reggae para o "cancioneiro oitentista". S&amp;atilde;o releituras despretenciosas – ou seja, n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m o objetivo de serem melhores que os originais, mas de oferecerem ao ouvinte que as conhece uma roupagem mais atualizada, alegre e condizente com a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o (sol, praia e festa) e o clima do filme, claro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As melhores s&amp;atilde;o as interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para &lt;i&gt;Drive&lt;/i&gt;, sucesso do The Cars, pelo Ziggy Marley; &lt;i&gt;Every Breath You Take&lt;/i&gt;, do Police, pelo UB40, &lt;i&gt;Slave To Love&lt;/i&gt; (Roxy Music), por Elan Atias &amp; Gwen Stefani; &lt;i&gt;Love Song&lt;/i&gt; (The Cure), pelo 311; &lt;i&gt;Hold Me Now&lt;/i&gt; (Thompson Twins), por Wayne Wonder; e &lt;i&gt;Lips Like Sugar&lt;/i&gt; (Echo &amp; The Bunnymen), por Seal. As demais faixas se destacam bem menos, n&amp;atilde;o indo muito al&amp;eacute;m dos m&amp;eacute;ritos da pr&amp;oacute;pria m&amp;uacute;sica, mas ainda assim formam um conjunto equilibrado, ideal para se ouvir nestas f&amp;eacute;rias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-110599032088302863?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/110599032088302863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=110599032088302863' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110599032088302863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110599032088302863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/01/50-first-dates.html' title='50 First Dates'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-110492812316258932</id><published>2005-01-05T09:20:00.000-03:00</published><updated>2005-01-05T16:55:13.366-03:00</updated><title type='text'>rateyourmusic</title><content type='html'>&lt;b&gt;rate&lt;i&gt;your&lt;/i&gt;music&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://rateyourmusic.com/"&gt;&lt;img src="http://rateyourmusic.com/images/rym.gif" align="center" border="1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse in&amp;iacute;cio de ano, a dica n&amp;atilde;o &amp;eacute; de m&amp;uacute;sica exatamente, mas tem tudo a ver com ela. Trata-se do site &lt;a href="http://rateyourmusic.com/"&gt;rateyourmusic.com&lt;/a&gt; que descobri por acaso e recomendo a todos que tem esse costume irremedi&amp;aacute;vel de classificar a sua cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de CDs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para participar do site, que &amp;eacute; um especialista em registrar essa "arte" de avaliar e escrever coment&amp;aacute;rios dos seus membros, basta se registrar gratuitamente e depois localizar cada um dos seus CDs e selecionar quantas estrelas ele merece. A sua cota&amp;ccedil;&amp;atilde;o fica registrada numa p&amp;aacute;gina pessoal e passa a contar na nota final do CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extrapolando a grande base de dados que o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/"&gt;rateyourmusic.com&lt;/a&gt; possui, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel, a cada visita &amp;agrave; pagina inicial, descobrir aleatoriamente qual foram os 25 melhores discos lan&amp;ccedil;ados em 1963, por exemplo. Mas &amp;eacute; claro que nem sempre vamos encontrar unanimidade com o que a cr&amp;iacute;tica musical costuma publicar. Por se tratar de uma m&amp;eacute;dia baseada na opini&amp;atilde;o de leigos em sua maioria, n&amp;atilde;o se pode tomar por refer&amp;ecirc;ncia, mas ainda assim desperta certa curiosidade justamente pela sua caracter&amp;iacute;stica de "voto popular".&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-110492812316258932?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/110492812316258932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=110492812316258932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110492812316258932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110492812316258932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2005/01/rate-your-music.html' title='rate&lt;i&gt;your&lt;/i&gt;music'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-110302866162951032</id><published>2004-12-14T11:00:00.000-03:00</published><updated>2004-12-14T09:51:01.630-03:00</updated><title type='text'>De volta ao trio</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img border="0" src="http://images.amazon.com/images/P/B0002ABT4Y.01.LZZZZZZZ.jpg" width="200" height="200" align="right" hspace="10" border="1"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Charlie Hunter Trio &amp;ndash; Friends Seen And Unseen&lt;/b&gt;&lt;br&gt;(2004 – Ropeadope)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o por coincid&amp;ecirc;ncia, dois dos melhores guitarristas de jazz da atualidade guardam algumas semelhan&amp;ccedil;as que talvez expliquem o porqu&amp;ecirc; de seu merecido destaque: Pat Metheny e Charlie Hunter s&amp;atilde;o prol&amp;iacute;ficos, senhores absolutos no jazz &lt;i&gt;fusion&lt;/i&gt; (cada qual ao seu estilo) e extremamente vers&amp;aacute;teis. O novo lan&amp;ccedil;amento do mestre das 8 cordas, &lt;b&gt;Friends Seen And Unseen&lt;/b&gt;, vem refor&amp;ccedil;ar essas qualidades, al&amp;eacute;m de ocupar um lugar de destaque entre o melhores CDs de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas um ano ap&amp;oacute;s seu disco anterior, &lt;b&gt;Right Now Move&lt;/b&gt; (Ropeadope, 2003), Charlie Hunter retorna ao Trio e à f&amp;oacute;rmula do jazz mel&amp;oacute;dico, quase minimalista e de texturas variadas que conhecemos em seus primeiros trabalhos. S&amp;oacute; que desta vez o Trio &amp;eacute; composto por dois ex&amp;iacute;mios instrumentistas oriundos da forma&amp;ccedil;ao anterior (o quinteto): John Ellis, no sax tenor, clarinete e flauta e Derek Phillips, na bateria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais b&amp;aacute;sica d&amp;aacute; oportunidade para os m&amp;uacute;sicos explorarem melhor o seu talento na improvisa&amp;ccedil;ao dos solos, valendo a regra tamb&amp;eacute;m para a escolha de tons e efeitos, artif&amp;iacute;cio que Hunter recorre com freqü&amp;ecirc;ncia, como o &lt;i&gt;wah-wah&lt;/i&gt; utilizado em &lt;i&gt;Lulu's Crawl&lt;/i&gt; – onde o saxofone de Ellis surge at&amp;eacute; mais "sujo" para o acompanhar. J&amp;aacute; na faixa seguinte, &lt;i&gt;Darkly&lt;/i&gt;, no entanto, Ellis abusa da suavidade da flauta, enquanto o &lt;i&gt;wah-wah&lt;/i&gt; retorna num &lt;i&gt;riff&lt;/i&gt; "rocker" em &lt;i&gt;Running In Fear From Imaginary Assailants&lt;/i&gt;, faixa que se destaca pelo arranjo quebrado do ritmo, soberbamente conduzido por Phillips. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Soweto's Where It's At&lt;/i&gt;, composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pianista sul-africano Abdullah Ibrahim, uma fus&amp;atilde;o de gospel e reggae, nos remete ao disco &lt;b&gt;Natty Dread&lt;/b&gt;, trabalho de 1997, ao passo que &lt;i&gt;Bonus Round&lt;/i&gt; faz o mesmo em rela&amp;ccedil;ao ao excelente &lt;b&gt;Bing, Bing, Bing!&lt;/b&gt;, de 1995. A base &lt;i&gt;groove&lt;/i&gt; caracter&amp;iacute;stica de Hunter, permeia todo o disco, mas seus solos tem um destaque maior, como em &lt;i&gt;My Son the Hurricane&lt;/i&gt;, onde se ouve tamb&amp;eacute;m o clarinete de Ellis. Cabe a Phillips a responsabilidade de construir a batida sincopada na bateria para acompanhar a troca de improvisos entre o Trio. Fechando o CD, &lt;i&gt;Moore's Alphabet&lt;/i&gt; estabelece a unidade entre os tr&amp;ecirc;s e sua afinidade na improvisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, &amp;eacute; complicado descrever a sonoridade de um trabalho de Hunter para quem nunca o ouviu antes. Se esse for o seu caso, a oportunidade est&amp;aacute; em &lt;b&gt;Friends Seen And Unseen&lt;/b&gt; que, para aqueles que gostam de conferir o aval do site &lt;a href="http://www.allmusic.com/"&gt;AllMusic&lt;/a&gt;, foi considerado pelo mesmo o melhor disco da carreira do guitarrista at&amp;eacute; o momento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-110302866162951032?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/110302866162951032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=110302866162951032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110302866162951032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110302866162951032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/12/de-volta-ao-trio.html' title='De volta ao trio'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-110182173390076523</id><published>2004-11-30T10:00:00.000-03:00</published><updated>2004-11-30T10:35:33.900-03:00</updated><title type='text'>Desmontando a bomba atômica 2</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;b&gt;Desmontando a bomba at&amp;ocirc;mica 2.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images-eu.amazon.com/images/P/B00030EEOU.02.LZZZZZZZ.jpg" align="left" border="1" hspace="10" vspace="10"&gt;Agora que estou com a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o limitada (CD+DVD+Livro) do &lt;b&gt;How To Dismantle an Atomic Bomb&lt;/b&gt; em m&amp;atilde;os, resolvi fazer um adendo aos coment&amp;aacute;rios que postei sobre o novo &amp;aacute;lbum do U2. Como era de se esperar, &amp;eacute; muito bonita: uma luva de cartolina bem resistente acomodando o livro (tamb&amp;eacute;m de capa dura e com folhas de alta qualidade) e mais o encarte do CD (de cartolina mais fina). O DVD fica num envelope dentro do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali&amp;aacute;s, o livro &amp;eacute; uma viagem s&amp;oacute;.... Desenhos, rabiscos, fotos, v&amp;aacute;rios manuscritos e at&amp;eacute; as palmas das m&amp;atilde;os do quarteto – que as deixaram impressas em tinta tal qual crian&amp;ccedil;as do jardim de infância. O livro abre e fecha com frases de efeito de Oppenheimer (citando o Bhagavad Gita durante o primeiro teste da bomba at&amp;ocirc;mica norte-americana) – "Eu sou a morte, o poderoso destruidor do mundo" – e de Gandhi – "N&amp;oacute;s devemos nos tornar a mudan&amp;ccedil;a que queremos ver no mundo".  A Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o Universal dos Direitos Humanos est&amp;aacute; reproduzida na &amp;iacute;ntegra (ser&amp;aacute; por isso que a ed. n&amp;atilde;o saiu por aqui? ;-)) O trabalho lembra um pouco os encartes costumeiros dos CDs do Pearl Jam e do Radiohead.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas........... nem tudo s&amp;atilde;o flores, infelizmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º) Faltaram as letras! N&amp;atilde;o d&amp;aacute; pr&amp;aacute; entender o porqu&amp;ecirc;..... ter que comprar a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o simples, s&amp;oacute; por causa do encarte com as letras? O livro tr&amp;aacute;s todos os cr&amp;eacute;ditos do CD mas apenas um link para as letras: &lt;a href="http://www.u2.com/htdaab-lyrics"&gt;http://www.u2.com/htdaab-lyrics&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º) Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o gostei do modo como o CD vem acondicionado no encarte. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; presilhas, ele simplesmente fica dentro de um envelope vazado (para ficar à mostra na luva, que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; vazada) e com muita folga, praticamente solto. Uma embalagem luxuosa (e cara) como esta e n&amp;atilde;o pensaram que o CD pode se arranhar facilmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora esses "detalhes", &amp;eacute; um item imperd&amp;iacute;vel para os f&amp;atilde;s – vale cada d&amp;oacute;lar investido nele! O DVD vem com legendas em portugu&amp;ecirc;s e o CD tem a t&amp;atilde;o falada &lt;i&gt;Fast Cars&lt;/i&gt; (que &amp;eacute; legalzinha, mas totalmente fora do clima do &amp;aacute;lbum – motivo pelo qual devem ter decidido n&amp;atilde;o inclu&amp;iacute;-la nas edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es normais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-110182173390076523?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/110182173390076523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=110182173390076523' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110182173390076523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110182173390076523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/11/desmontando-bomba-at-2.html' title='Desmontando a bomba at&amp;ocirc;mica 2'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-110057756672445469</id><published>2004-11-16T01:51:00.000-03:00</published><updated>2004-11-21T03:05:30.806-03:00</updated><title type='text'>Blue Note Plays the Beatles</title><content type='html'>&lt;!-- =======================================================&lt;br /&gt;    Define folha de estilo (CSS) embutida na própria página&lt;br /&gt;	Utilizada no Omni Blog (J.T. Cevallos, 20/11/04)&lt;br /&gt;    ======================================================= &lt;br /&gt;--&gt;&lt;br /&gt;&lt;STYLE TYPE="text/css" MEDIA=screen&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--&lt;br /&gt;  .txt_tab_negrito {text-align:center; font-family:Arial; font-size:xx-small; font-weight: bold}&lt;br /&gt;  .txt_tab_center {text-align:center; font-family:Arial; font-size:xx-small}&lt;br /&gt;  .txt_tab_left {text-align:left; font-family:Arial; font-size:xx-small}&lt;br /&gt;--&gt;&lt;br /&gt;&lt;/STYLE&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF" fgcolor="000000"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00020HDN0.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Vários artistas / Blue Note Plays the Beatles&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;(2004 Blue Note 7243-5-78626-2-2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "&lt;i&gt;&lt;u&gt;blue note&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;" - segundo &lt;i&gt;Roberto Muggiati&lt;/i&gt; escreveu num belo livrinho de 34 páginas [&lt;i&gt;A Estória do Blues&lt;/i&gt;, São Paulo, Editora Três, 1983], uma verdadeira pérola, presente de meu colega de trabalho Augusto A. Moreira, a nota "&lt;i&gt;blue&lt;/i&gt;" é a célula básica do blues, "&lt;i&gt;um som único, do grito africano, que reflete uma característica cultural típica e que tem desafiado qualquer análise segundo os padrões da musicologia ocidental.&lt;/i&gt;". Ainda segundo Muggiati, a "&lt;i&gt;blue note&lt;/i&gt;" "&lt;i&gt;ocorre invariavelmente na terceira e na sétima (querem alguns também na quinta) notas das escala diatônica européia. Ou seja: na tonalidade de Dó maior, o Mi e o Si eram bemolizados, isto é, decresceriam de meio-tom. Isto corresponderia a uma resistência étnica, a uma incapacidade - ou recusa - do negro de aderir estritamente à tonalidade européia.&lt;/i&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendeu? Nem eu. Eu só &lt;u&gt;gosto&lt;/u&gt; de música, não sou músico! Mas achei que alguém poderia querer saber o que é esta tal de "blue note", ampliando os nossos conhecimentos musicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gênero "&lt;i&gt;blues&lt;/i&gt;" é o antepassado do Jazz, que pode ser considerado uma das primeiras manifestações musicais genuinamente norte-americanas, com sua fundamentação no blues, a confiança na interação do grupo e improvisações aleatórias. Pois "&lt;i&gt;Blue Note&lt;/i&gt;" é também o nome da companhia gravadora que tem se dedicado ao jazz desde os seus primórdios. Fundada em 1939, ironicamente, por dois imigrantes alemães Alfred Lion e Francis Wolff, hoje é sinônimo de jazz na América.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco de história das gravadoras: Em 1898, &lt;i&gt;Fred Gaisberg&lt;/i&gt; cria em Londres a "&lt;i&gt;Gramophone Company&lt;/i&gt;" e faz um arranjo com &lt;i&gt;Joseph Berliner&lt;/i&gt; para abrir uma fábrica em Hannover (AL) para prensar os discos. Nascia em 24/11/1898 a "&lt;i&gt;Grammophon Gesellschaft mbH&lt;/i&gt;". Em 1916, com a Segunda Guerra Mundial, a companhia, como é inglesa, é considerada "propriedade do inimigo" e os dois ramos são obrigados a separar-se. O ramo inglês viria a tornar-se a "&lt;i&gt;EMI Records&lt;/i&gt;" e o alemão é a "&lt;i&gt;Deutsche Grammophon&lt;/i&gt;". Da &lt;i&gt;EMI Music UK&lt;/i&gt;, saiu um braço denominado "&lt;i&gt;Parlophone&lt;/i&gt;" (http://www.parlophone.co.uk/newsite/) que viria a ser a gravadora dos &lt;i&gt;Beatles&lt;/i&gt; (os quais, mais tarde, viriam a criar a sua gravadora "&lt;i&gt;Apple Records&lt;/i&gt;").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;i&gt;Beatles&lt;/i&gt; [1960-70] invadiram a América em 1964 (a famosa "&lt;i&gt;Invasão Britânica&lt;/i&gt;"), revolucionando o mundo musical da época e ajudando a colocar meio de lado o já claudicante cenário do Jazz. O &lt;i&gt;rock and roll&lt;/i&gt; veio para valer e alguns &lt;i&gt;jazzmen&lt;/i&gt; temeram por seu futuro. Entretanto, muitos enxergaram em John Lennon e Paul McCartney, compositores sérios, com harmonias tão amplas como as encontradas no Bebop. E assim, confirmando o que diz o ditado: "&lt;i&gt;Se você não pode com eles, una-se a eles&lt;/i&gt;", muitos músicos de jazz passaram a incluir canções dos Beatles em seus repertórios. Não é para menos que, em 1965, &lt;i&gt;Gerry Mulligan&lt;/i&gt; gravou várias músicas dos Beatles num álbum cujo título era "&lt;i&gt;If You Can't Beat 'Em, Join 'Em&lt;/i&gt;". Desde então, a "&lt;i&gt;Beatlemania&lt;/i&gt;" espalhou-se pelo jazz e muitas das músicas dos "Fab Four" tornaram-se &lt;i&gt;standards&lt;/i&gt; do jazz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum de hoje:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vários artistas / Blue Note Plays the Beatles&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;2004 Blue Note/EMI 7243-5-78626-2-2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músicas (todas as músicas compostas por &lt;i&gt;John Lennon&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Paul McCartney&lt;/i&gt;):&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;table border="1" width="100%" align="center"&gt;&lt;tr align="middle"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;Faixa&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;&lt;b&gt;Música&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;&lt;b&gt;Intérprete(s)&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;&lt;b&gt;Instrumento&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;&lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;&lt;b&gt;Álbum original dos Beatles&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;&lt;b&gt;Ano&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;&lt;b&gt;AMG&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;1&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;Can't Buy Me Love&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;Stanley Turrentine [1934-2000]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;Sax tenor&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;6:47&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;A Hard Day's Night&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;1964&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face=Arial size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;2&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Yesterday&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Lee Morgan [1938-72]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;trompete&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5:48&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Help!&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;1965&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;3&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Norwegian Wood&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Buddy Rich [1917-87]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;bateria&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;3:10&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Rubber Soul&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;1965&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;4&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Hello Goodbye&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Bud Shank [1926- ]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;sax alto&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;3:15&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Magical Mystery Tour&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;1967&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Chet Baker [1929-88]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;flugelhorn&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;A Day in the Life&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Grant Green [1931-79]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;guitarra&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;9:01&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;1967&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;6&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Eleanor Rigby&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Stanley Jordan  [1959- ]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;guitarra&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;7:01&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Revolver&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;1966&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;7&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Blackbird&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Tony Williams [1945-97]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;bateria&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5:34&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;The Beatles (Álbum Branco)&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;1968&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;8&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;I've Just Seen a Face&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Holly Cole [1963- ]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Vocal&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;3:54&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Help!&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;1965&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;9&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;And I Love Her&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Kevin Hays [1968- ]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Piano&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;6:19&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;A Hard Day's Night&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;1964&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;10&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Come Together&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Dianne Reeves [1956- ]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Vocal&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;4:39&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Abbey Road&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;1969&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Cassandra Wilson [1955- ]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Vocal&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Bob Belden [1956- ]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;sintetizador,&lt;br&gt;tímpanos&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;- - -&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;11&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;*&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Drive My Car&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Bobby McFerrin [1950- ]&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Vocal&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;2:41&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;Rubber Soul&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;1965&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;font face="Arial" size="1"&gt;5 stars&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;br /&gt;(*) destaques&lt;br /&gt;AMG = Cotação no All Music Guide (máximo = 5 stars)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu já disse aqui antes, eu sou fã de carteirinha dos &lt;i&gt;Beatles&lt;/i&gt;. Na minha juventude, sabia as suas músicas de cor (e ainda me lembro de várias). O que sempre marcou os Beatles foi o seu som distintivo, a musicalidade contagiante e a ingenuidade de suas letras (OK, algumas nem tanto). Mas a sua marca está nas suas vozes, o "som" dos Beatles era único e inconfundível. Você sabia dizer instantaneamente quando se tratava de uma música deles. Hoje, sinto dificuldade em distinguir alguns conjuntos de outros (alguém pode dizer que a minha capacidade auditiva também diminuiu com o tempo, vá lá, pode ser...). E por ser assim, eu sempre fico com "um pé atrás", como se diz, quando me deparo com estes "tributos", pois sempre me vem à memória as vozes originais dos "4 de Liverpool". Mas no final, "a carne é fraca" e acabo caindo na tentação e incluo mais um na minha CDteca. Além disso, o álbum une dois interesses - Beatles + Jazz e não dá para resistir (foi a mesma coisa com o CD do John Pizzarelli / Meet The Beatles).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum de hoje traz 11 composições da dupla Lennon/McCartney, abrangendo um período que vai de 1964 a 1996, com grandes jazzistas prestando o seu tributo àquela que, sem sombra de dúvida, foi e sempre será a maior banda de todos os tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado final é agradável, variando do bom (é o mínimo, por ser Beatles) ao muito bom. Algumas interpretações mantém-se dentro da linha melódica original e acrescentam o "swing" jazzístico, com bons resultados, como o sax de Stanley Turrentine [1934-2000] em "&lt;i&gt;Can't Buy Me Love&lt;/i&gt;". Outras não acrescentam muita coisa, tais como "&lt;i&gt;Yesterday&lt;/i&gt;". Destaques mesmo vão para "&lt;i&gt;A Day in the Life&lt;/i&gt;" onde o violão de Grant Green [1931-79] substitui magistralmente a muralha de cordas e a cacofonia psicodélica da original em "Sgt. Peppers...", a guitarra de Stanley Jordan [1959- ] dando um belo tratamento poético a "&lt;i&gt;Eleonor Rigby&lt;/i&gt;", as "vozes" do malabarista da voz, Bobby McFerrin [1950- ], criando (com "overdubing") uma interpretação &lt;i&gt;a capella&lt;/i&gt; de "&lt;i&gt;Drive My Car&lt;/i&gt;". E "&lt;i&gt;Come Together&lt;/i&gt;", embora mantenha o ritmo original e não seja das mais inventivas, é a minha preferida do álbum, nas belas vozes de Dianne Reeves [1956- ] e Cassandra Wilson [1955- ], acompanhadas pelo competente arranjador e produtor Bob Belden [1956- ] no sintetizador e tímpanos (Belden também toca sax tenor, mas não neste álbum).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum faz parte de uma série "&lt;i&gt;Blue Note Plays...&lt;/i&gt;", dedicada a vários artistas, além dos Beatles: Duke Ellington, Jobim, Sinatra, Gershwing, Burt Bacharach e Stevie Wonder. Acho que vale a pena ouvir os outros. Acompanha o álbum um livreto de 8 páginas, com &lt;i&gt;liner notes&lt;/i&gt; de James Gavin e créditos detalhados para cada música, inclusive informando qual o álbum original [do intérprete] que foi lançada a versão. Eu preferi indicar qual o álbum dos Beatles onde foi lançada a música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James Gavin, nas &lt;i&gt;liner notes&lt;/i&gt;, conta que em 1966, numa conferência para a imprensa, perguntaram aos Beatles como eles se sentiam com relação a artistas como &lt;i&gt;Ella Fitzgerald&lt;/i&gt; "usando suas músicas e alterando-as para adapta-las ao seu estilo em particular". Paul respondeu: "Uma vez que tenhamos publicado uma música, qualquer um pode faze-lo. Se nós gostamos ou não, depende o quanto eles o fizeram de acordo com o nosso gosto.". Perguntados sobre quem faria as suas músicas melhor, John respondeu no ato: "Nós!". Pois é John, você tinha razão. &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 15/11/2004.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-110057756672445469?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/110057756672445469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=110057756672445469' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110057756672445469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/110057756672445469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/11/blue-note-plays-beatles.html' title='Blue Note Plays the Beatles'/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-109993622198429633</id><published>2004-11-08T18:00:00.000-03:00</published><updated>2004-12-05T10:42:18.296-03:00</updated><title type='text'>Desmontando a bomba atômica, faixa a faixa.</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;b&gt;Desmontando a bomba at&amp;ocirc;mica, faixa a faixa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0006399FS.01.LZZZZZZZ.jpg" width="200" height="200" align="right" border="1" hspace="10" vspace="10"&gt;Em 2005, o U2 completar&amp;aacute; 25 anos de carreira (considerando o &lt;i&gt;deb&amp;uacute;t&lt;/i&gt; oficial com o disco &lt;b&gt;Boy&lt;/b&gt; em 1980), mas quem recebe o presente, antecipadamente, s&amp;atilde;o os seus f&amp;atilde;s, e ele se chama &lt;b&gt;How To Dismantle An Atomic Bomb&lt;/b&gt; (Universal, 2004). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco abre com os &lt;i&gt;riffs&lt;/i&gt; furiosos de guitarra de &lt;i&gt;Vertigo&lt;/i&gt;. Rock 'n'roll puro, como o U2 nunca havia feito antes. O refr&amp;atilde;o, &lt;i&gt;"I’m at a place called Vertigo"&lt;/i&gt;, nos convida a conhecer este lugar, ati&amp;ccedil;ando a nossa curiosidade, o que talvez seja mesmo o mote da m&amp;uacute;sica em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao resto do CD. Como que celebrando seu quarto de s&amp;eacute;culo, h&amp;aacute; um pouco da fase inicial da banda na can&amp;ccedil;&amp;atilde;o: uma linha de baixo envolvente escorando os arpejos econ&amp;ocirc;micos de Edge, enquanto Bono sussurra: &lt;I&gt;"All of this can be yours"&lt;/I&gt;. &amp;Eacute; a faixa mais pop do disco, feita sob medida para atacar nas r&amp;aacute;dios FMs e que a princ&amp;iacute;pio causa a impress&amp;atilde;o de que o CD inteiro ser&amp;aacute; repleto de refr&amp;otilde;es grudentos. Ledo engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com &lt;i&gt;Miracle Drug&lt;/i&gt; j&amp;aacute; d&amp;aacute; para perceber ao que a banda veio desta vez. Passada a euforia inicial, o arranjo da segunda faixa acompanha o tom quase sem espenran&amp;ccedil;a desta can&amp;ccedil;&amp;atilde;o de amor (a certa altura Bono capitula: &lt;i&gt;"God I need your help tonight"&lt;/i&gt;). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo clima, segue &lt;i&gt;Sometimes You Can't Make It On Your Own&lt;/i&gt;. Aqui ouvimos pela primeira vez a volta da &lt;i&gt;infinite guitar&lt;/i&gt;, esquecida desde o tempo do &lt;b&gt;Joshua Tree&lt;/b&gt; (1987). Bono ensaia alguns de seus falsetes caracter&amp;iacute;sticos e a can&amp;ccedil;&amp;atilde;o segue num arranjo &lt;i&gt;crescendo&lt;/i&gt; – outra marca registrada dos velhos tempos da banda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Love And Peace Or Else&lt;/i&gt;. A essa altura pode n&amp;atilde;o parecer &amp;oacute;bvio, mas HTDAAB n&amp;atilde;o &amp;eacute; um disco feito para as paradas pop. A estrutura das can&amp;ccedil;&amp;otilde;es come&amp;ccedil;a a se libertar da tradicional linearidade "estrofe/refr&amp;atilde;o/ponte/refr&amp;atilde;o", para al&amp;ccedil;ar v&amp;ocirc;os mais alternativos. E os instrumentos acompanham testando muitas id&amp;eacute;ias... teclados, efeitos, distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es &lt;i&gt;fuzz&lt;/i&gt;, e dedilhados que soam como sinos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;i&gt;infinite guitar&lt;/i&gt; do Edge (evocando &lt;i&gt;Wire&lt;/i&gt; de &lt;b&gt;The Unforgettable Fire&lt;/b&gt;, de 1985) d&amp;aacute; in&amp;iacute;cio a uma das melhores m&amp;uacute;sicas do CD, na minha opini&amp;atilde;o. Com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;i&gt;Vertigo&lt;/i&gt;, nenhuma das melodias de HTDAAB &amp;eacute; facilmente assimilada na sua primeira audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Com &lt;i&gt;City Of Blinding Lights&lt;/i&gt; ocorre o mesmo, mas no entanto logo se entra no clima do arranjo e da forma como ele torna essa melodia especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como havia sido amplamente anunciado, The Edge tomou as r&amp;eacute;deas dos arranjos deste disco e deixa isso bem claro em &lt;i&gt;All Because Of You&lt;/i&gt;. Sem desmerecer os demais instrumentistas do grupo, que est&amp;atilde;o igualmente inspirados (em especial Adam Clayton), Edge quase consegue elevar o U2 a categoria de &lt;i&gt;guitar band&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na singela e ac&amp;uacute;stica &lt;i&gt;A Man And A Woman&lt;/i&gt;, Bono faz uma declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de amor a sua esposa e nos brinda com outra can&amp;ccedil;&amp;atilde;o que parece mais uma vez ser diferente de tudo que o quarteto irland&amp;ecirc;s fez at&amp;eacute; hoje.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.apple.com/ipod/u2/images/indextopse10262004.jpg" align="left" border="1" hspace="10" vspace="10"&gt;Em &lt;i&gt;Crumbs From Your Table&lt;/i&gt;, nova prova da versatilidade do guitarrista. J&amp;aacute; d&amp;aacute; para concluir que The Edge &amp;eacute; o grande destaque desse disco. Solos "matadores", sem precisarem ser virtuosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arranjos mais soturnos retornam com &lt;i&gt;One Step Closer&lt;/i&gt;, juntamente com o tom quase confessional com que Bono conduz a can&amp;ccedil;&amp;atilde;o – que inclui agradecimentos especiais ao amigo Noel Gallagher, do Oasis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os strings s&amp;atilde;o o destaque da pen&amp;uacute;ltima faixa, &lt;i&gt;Original Of The Species&lt;/i&gt;, juntamente com a guitarra e o belo refr&amp;atilde;o que se encaixam com perfeita harmonia. Num trabalho t&amp;atilde;o equilibrado como este, &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil eleger as melhores can&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas esta com certeza est&amp;aacute; entre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Yahweh&lt;/i&gt;, que &amp;eacute; nome hebreu para Deus (Jeov&amp;aacute;) em ingl&amp;ecirc;s, fecha o CD trazendo mais camadas de piano e guitarras com &lt;i&gt;delay&lt;/i&gt; e uma letra que surge tal qual uma ora&amp;ccedil;&amp;atilde;o emblem&amp;aacute;tica: &lt;i&gt;"Take these hands/Teach them what to carry/Take these hands/Don’t make a fist/Take this mouth/So quick to criticise/Take this mouth/Give it a kiss"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente o U2 se sobressai por n&amp;atilde;o ser repetitivo. &lt;b&gt;How To Dismantle An Atomic Bomb&lt;/b&gt; pode lembrar a sonoridade da banda em fases distintas, mas o conjunto ainda preserva o ar de novidade. Em primeiro lugar, por soar mais alternativo que o anterior, &lt;b&gt;All That You Can't Leave Behind&lt;/b&gt;, de 2001. Segundo, porque The Edge n&amp;atilde;o se sobressa&amp;iacute;a de maneira espetacular assim desde &lt;b&gt;Achtung Baby&lt;/b&gt;, de 1992. E, por &amp;uacute;ltimo: uma banda com tanto tempo de estrada, mantendo o n&amp;iacute;vel de inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus trabalhos a cada nova etapa, &amp;eacute; algo rar&amp;iacute;ssimo no rock atualmente. E merece ser celebrado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-109993622198429633?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/109993622198429633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=109993622198429633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109993622198429633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109993622198429633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/11/desmontando-bomba-atmica-faixa-faixa.html' title='Desmontando a bomba atômica, faixa a faixa.'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-109867116035144239</id><published>2004-10-24T23:23:00.000-03:00</published><updated>2004-10-24T23:34:41.686-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://images.amazon.com/images/P/B000005GWE.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080" &gt;&lt;b&gt;John Scofield e Pat Metheny / I Can See Your House From Here&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (1994 Blue Note / Capitol CDP-7243-8-27765-2-9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;John Scofield&lt;/i&gt; nasceu em 26/12/1951, em Dayton/OH (EUA).  Junto com &lt;i&gt;Pat Metheny&lt;/i&gt; [1954- ] e &lt;i&gt;Bill Frisell&lt;/i&gt; [1951- ] é um dos grandes guitarristas de Jazz da atualidade. Eu incluiria nesta lista o meu favorito, &lt;i&gt;George Benson&lt;/i&gt; [1943- ], mas este já abandonou a trilha jazzística há mais tempo, para fazer fama e dinheiro no mundo pop. Dono de um estilo meio funk-rock, Scofield é um grande improvisador no jazz, cuja música se situa entre o post-bop, fusion e soul jazz. Scofield iniciou cedo os seus estudos de guitarra, ainda no colegial (high school) e, entre 1970-73, enquanto estudava, tocava pelos arredores de Boston. Ele já tocou com grandes nomes do jazz: Gerry Mulligan e Chet Baker (no Carnegie Hall), a banda de Billy Cobham-George Duke, Charles Mingus, o quarteto de Gary Burton, o quinteto de Dave Liebman e também Miles Davis (entre 1982-85). Seus primeiros trabalhos solo foram meio orientados ao funk. Gravou álbuns com Charlie Haden, Jack DeJohnette, Joe Lovano, e Eddie Harris. Entre funk (tocou com &lt;i&gt;Medeski, Martin &amp; Wood&lt;/i&gt;) e jazz tradicional, ultimamente tem-se dedicado ao fusion ("&lt;i&gt;Up All Night&lt;/i&gt;", 2003; "&lt;i&gt;Uberjam&lt;/i&gt;", 2002), em trabalhos mais "cerebrais" como o álbum "&lt;i&gt;EnRoute&lt;/i&gt;" [2004].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pat Metheny&lt;/i&gt; nasceu em 12/08/1954, em Lee's Summit, MO (EUA). É certamente um dos mais consagrados e originais guitarristas de jazz da atualidade, dono de um estilo imediatamente reconhecível. Suas gravações com o &lt;i&gt;Pat Metheny Group&lt;/i&gt; são meio difíceis de classificar (folk-jazz? mood music?), mas a sua música soa original e acessível. &lt;i&gt;Metheny&lt;/i&gt; fica no limite entre Jazz e Pop, de tal forma que mantém uma grande base de fãs sem ganhar o repúdio da crítica especializada (ao contrário de George Benson que é astigmatizado pela crítica por tocar - e, pior, cantar bem - música pop). &lt;i&gt;Pat Metheny&lt;/i&gt; inicou cedo na guiatarra - aos 13 anos - desenvolvendo rapidamente os seus estudos nas Universidades de Miami e Berklee (Scofield também estudou em Berklee). A sua gravação de estréia  foi com &lt;i&gt;Paul Bley&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Jaco Pastorius&lt;/i&gt;, em 1974. Segue-se um período importante, no qual toca com o grupo de Gary Burton. Em 1978 forma o seu próprio grupo, junto com &lt;i&gt;Lyle Mays&lt;/i&gt; nos teclados, o baixista &lt;i&gt;Mark Egan&lt;/i&gt;, e &lt;i&gt;Dan Gottlieb&lt;/i&gt; na bateria. Em seus vários projetos, Metheny contracenou com ilustres nomes do jazz, tais como Dewey Redman e Mike Brecker ("80/81", 1980), Charlie Haden e Billy Higgins (1983), Ornette Coleman ("Song X", 1985), Sonny Rollins, Herbie Hancock (tour em 1990), Dave Holland e Roy Haynes, e Joshua Redman (álbum e tour).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste álbum, de 1994, é a primeira vez que estes dois gigantes se encontram, e, como não podia deixar de ser, o resultado é excelente. Embora sejam artistas com estilos diferentes (dizem que Scofield teve que comprar um violão [acustic guitar] para este ábum, pois ele não tocava nada acústico) a música e as interpretações são irrepreensíveis. No entanto, parece que em alguns momentos falta a energia de um esperado "duelo" entre as duas feras da guitarra. Embora Scofied esteja num degrau abaixo de Metheny, ele não faz feio, mas não existe dúvida que os melhores solos são de Metheny, e, por ele não se sentir desafiado, entrega algumas músicas com uma competência protocolar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum inicia meio morno, com a faixa título "&lt;i&gt;I Can See Your House from Here&lt;/i&gt;", mas logo em seguida a coisa esquenta com "&lt;i&gt;The Red One&lt;/i&gt;", uma das melhores faixas do álbum, onde Metheny dá um show à parte (pena que o álbum não mantenha este ritmo sempre). Destaques para "&lt;i&gt;Everybody's Party&lt;/i&gt;" onde as guitarras soam em uníssono e parecem um único instrumento e você só percebe que são duas quando, vez por outra, uma delas toca alguma nota diferente. Baixo e bateria completam uma brilhante interpretação. Segue-se a bela e acústica "&lt;i&gt;Message to my Friend&lt;/i&gt;" e, "&lt;i&gt;Say the Brother's Name&lt;/i&gt;", onde as guiatarras soam como almas gêmeas. O ritmo aumenta mais para o final, com Scofield dando o recado em "&lt;i&gt;One Way to Be&lt;/i&gt;" e, logo em seguida, o álbum encerra magnificamente com "&lt;i&gt;You Speak My Language&lt;/i&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos dois grandes músicos, o ritmo é sustentado de maneira brilhante por &lt;i&gt;Steve Swallow&lt;/i&gt; (baixo elétrico &amp; acústico/ eletric &amp; acoustic bass guitar) e &lt;i&gt;Bill Stewart&lt;/i&gt; (bateria/drums). Uma dica fornecida no próprio disco: a guiatarra de &lt;i&gt;Scofield&lt;/i&gt; é mais destacada no canal esquerdo enquanto a de &lt;i&gt;Metheny&lt;/i&gt; fica mais no canal direito. Acompanha um livreto com 3 páginas de fotos, créditos das músicas e os agradecimentos usuais. Muito pouco para o padrão da dupla. O resultado final é extremamente agradável e o álbum merece repetidas audições para percebermos todas as nuances das interpretações destes dois magníficos artistas. Altamente recomendado! &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 25/07/04.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-109867116035144239?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/109867116035144239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=109867116035144239' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109867116035144239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109867116035144239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/10/all-that-jazz-john-scofield-e-pat.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-109646738642546380</id><published>2004-09-29T11:20:00.000-03:00</published><updated>2004-09-29T11:19:26.183-03:00</updated><title type='text'>Mais melancolia</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0002W4UVG.01.LZZZZZZZ.jpg" width="200" height="200" align="right" border="1" hspace="10" vspace="10"&gt;&lt;b&gt;Mais melancolia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;B&gt;Automatic For The People&lt;/B&gt; (Warner, 1992) se caracateriza por ser um dos discos mais melancólicos que o R.E.M. lançou até hoje. Aparentemente eles conseguiram repetir a dose neste novo &lt;B&gt;Around The Sun&lt;/B&gt; (Warner, 2004), seu 13º álbum, embora não com o mesmo apelo pop das melodias do primeiro e praticamente sem nenhuma música &lt;i&gt;up-tempo&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez as letras de &lt;B&gt;Around The Sun&lt;/B&gt; também estejam menos rebuscadas para o padrão "Michael Stipe" de anos atrás, o qual considero um dos mais inspirados poetas do rock. Mas continuam transmitindo esse sentimento de tristeza com muita beleza, como nos versos de &lt;i&gt;Leaving New York&lt;/i&gt;, canção que (in)conscientemente nos remete aos atentados de 11 de Setembro: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;now life is sweet&lt;br /&gt;and what it brings&lt;br /&gt;I try to take&lt;br /&gt;but loneliness&lt;br /&gt;it wears me out&lt;br /&gt;it lies in wait&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;and all not lost&lt;br /&gt;still in my eye&lt;br /&gt;the shadow of necklace&lt;br /&gt;across your thigh&lt;br /&gt;I might've lived my life in a dream but I swear it&lt;br /&gt;this is real&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;memory fuses&lt;br /&gt;and shatters like glass&lt;br /&gt;mercurial future, forget the past&lt;br /&gt;it's you&lt;br /&gt;it's what I feel&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A certa altura da carreira, é igualmente comum uma banda buscar alguma inspiração no seu próprio passado, principalmente em estilos que a sempre identificam de imediato. &lt;i&gt;I Wanted to Be Wrong&lt;/i&gt;, por exemplo, está presente para nos lembrar como o trio de Athens (GA) nunca abandonou suas raízes folk; assim como a experimentação com o rap em &lt;i&gt;The Outsiders&lt;/i&gt;, com a participação de Q. Tip, recorda um encontro similar ocorrido no disco &lt;b&gt;Out Of Time&lt;/b&gt; (Warner, 1991). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o CD em si está longe de ser um &lt;i&gt;comeback&lt;/i&gt;, situando-se bem próximo ainda dos trabalhos mais recentes do R.E.M. E se não fizeram um disco melhor que o anterior, &lt;b&gt;Reveal&lt;/b&gt; (Warner, 2001), Stipe, Buck e Mills ao menos mantiveram o mesmo nível. É possível encontrar pequenas pérolas muito próximas da perfeição, como a já mencionada &lt;i&gt;Leaving New York&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Electron Blue&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Make it All OK&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-109646738642546380?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/109646738642546380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=109646738642546380' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109646738642546380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109646738642546380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/09/mais-melancolia.html' title='Mais melancolia'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-109517267277932114</id><published>2004-09-14T11:23:00.000-03:00</published><updated>2004-12-05T10:40:05.410-03:00</updated><title type='text'>Bomba Atômica</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.u2.com/music/albumcovers/md_69.jpg" width="220" height="200" align="left" border="1" hspace="10" vspace="10"&gt;No último dia 9, foi confirmado oficialmente o lançamento do mais novo trabalho da melhor banda de rock do planeta, o U2. Prometido para o dia 22 de novembro, o CD irá se chamar &lt;b&gt;How To Dismantle An Atomic Bomb&lt;/b&gt; e tem a produção de Steve Lillywhite, antigo colaborador da banda, desde os primeiros discos (&lt;b&gt;Boy&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;October&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;War&lt;/b&gt;), além da participação de outros, como Flood (&lt;b&gt;Zooropa&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Pop&lt;/b&gt;), Jacknife Lee, Nellee Hooper e Chris Thomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Bono, será ‘nosso primeiro álbum de rock-n-roll’,ou seja, nada de rap, coros gospel ou experimentos em música tecno. ‘The Edge tem tocado uma guitarra fantástica’, afirmou Lillywhite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro single, &lt;i&gt;Vertigo&lt;/i&gt;, sai no dia 8 de novembro em 3 formatos: 2 CDs e 1 DVD. No DVD podem ser conferidas as novas fotografias da banda feitas recentemente em Lisboa por Anton Corbijn, bem como uma performance ao vivo de &lt;i&gt;Vertigo&lt;/i&gt; no estúdio e dirigida por Richie Smyth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maiores detalhes, no site oficial da banda: &lt;a href="http://www.u2.com"&gt;U2.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-109517267277932114?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/109517267277932114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=109517267277932114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109517267277932114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109517267277932114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/09/bomba-atmica.html' title='Bomba Atômica'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-109459618106931044</id><published>2004-09-07T19:26:00.000-03:00</published><updated>2004-09-07T19:52:56.786-03:00</updated><title type='text'>Aerosmith / Honkin' On Bobo</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=FFCCCC&gt;&lt;font face="Courier New" size="4"&gt;&lt;b&gt;Música de fundo&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://images.amazon.com/images/P/B0001FT2F8.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Aerosmith / Honkin' On Bobo&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (2004 Columbia 2-515447)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;i&gt;Aerosmith&lt;/i&gt; nasceu em 1970, em Boston/MA e a sua formação permanece praticamente a mesma desde o seu surgimento. O Aerosmith é &lt;i&gt;Brad Whitford&lt;/i&gt; [1952- ] (guitarra), &lt;i&gt;Joe Perry&lt;/i&gt; [1950- ] (guitarra), &lt;i&gt;Joey Kramer&lt;/i&gt; [1950- ] (bateria), &lt;i&gt;Steven Tyler&lt;/i&gt; [1948- ] (vocal, background vocal, harmônica), &lt;i&gt;Tom Hamilton&lt;/i&gt; [1951- ] (baixo). Foi uma das mais populares bandas de "hard rock" dos anos 70, estabelecendo o estilo e o som do hard rock e heavy metal por cerca de duas décadas. Sua habilidade em produzir tanto baladas como rock &amp; roll garantiu-lhe uma boa popularidade nos anos 70, quando ganharam vários Discos de Ouro e de Platina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um início razoável com dois álbuns que mal chegaram a constar nas paradas de sucesso (&lt;i&gt;Aerosmith&lt;/i&gt; [1973] e &lt;i&gt;Get Your Wings&lt;/i&gt; [1974]), o Aerosmith lança em 1975 aquele que seria o melhor álbum de sua carreira, tanto comercial como artisticamente - "&lt;i&gt;Toys in the Attic&lt;/i&gt;". Depois de vários sucessos, em 1979, Joey Perry deixa banda para formar o "&lt;i&gt;Joe Perry Project&lt;/i&gt;". Brad Whitford deixou o grupo no início de 1980, formando a "&lt;i&gt;Whitford-St. Holmes Band&lt;/i&gt;". O Aerosmith, agora com novos guitarristas, &lt;i&gt;Jimmy Crespo&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Rick Dufay&lt;/i&gt;, lança em 1980 o álbum "&lt;i&gt;Greatest Hits&lt;/i&gt;", que chega a vender mais de 6 milhões de cópias só nos Estados Unidos.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problema com drogas pesadas começam a afetar o grupo. Em 1984, Perry e Whitford retornam para a banda e o grupo inicia uma turnê denominada "&lt;i&gt;Back in the Saddle&lt;/i&gt;", onde Tyler tem um colapso no palco, mostrando que os problemas com as drogas e álcool continuavam rondando a banda. Em 1987, com Tyler e Perry recuperados das drogas, e em parceria com escritores de  hard rock profissionais, como &lt;i&gt;Holly Knight&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Desmond Child&lt;/i&gt;, lançam o álbum "&lt;i&gt;Permanent Vacation&lt;/i&gt;", que resulta nos hits "&lt;i&gt;Dude (Looks Like a Lady)&lt;/i&gt;", "&lt;i&gt;Rag Doll&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Angel&lt;/i&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com altos ("Toys in the Attic" [1975], "Rocks" [1976], "Done with Mirros"[1985], "Pump" [1989]) e baixos ("Night in the Ruts" [1979], "Rock In A Hard Place" [1982], "Get a Grip" [1993] ) ao longo uma carreira irregular, o Aerosmith conseguiu emplacar bons álbuns o que lhe assegura uma base sólida de fãs e um lugar consagrado na história do rock. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum de hoje rompe uma tradição. Normalmente eu faço comentários sobre artistas e álbuns da minha coleção particular e, quase sempre, eu escolho para a "&lt;i&gt;Música de Fundo&lt;/i&gt;" um álbum que considero representativo e superior na carreira do artista. Neste caso particular, o meu estimado colega  Ricardo Scotta, pediu-me para ouvir e comentar sobre este CD (Aerosmith / Honkin' On Bobo) que ele comprara recentemente. Isto me coloca numa situação singular, pois tenho que ser imparcial, sem dar a impressão que o meu amigo jogou o seu dinheiro fora e que o seu  investimento valeu a pena. Brincadeirinha...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eu já conhecia o Aerosmith. Tenho deles o "&lt;i&gt;Big Ones&lt;/i&gt;" [1994] e o "&lt;i&gt;Nine Lives&lt;/i&gt;" [1997]. Entretanto, fazia muito tempo que não ouvia nada deles e a música que mais me marcou, é "&lt;i&gt;Rag Doll&lt;/i&gt;". Comprei mais por curiosidade, em promoções, pois não sou muito chegado em rock pesado. Tenho mais em conta o Steven Tyler como sendo o pai da &lt;i&gt;Liv Tyler&lt;/i&gt;,  do interessante filme "&lt;i&gt;Beleza Roubada&lt;/i&gt;" e, mais recentemente, a princesa élfica da trilogia "&lt;i&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/i&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um disco de blues, o álbum soa meio estranho e surpreendente. É claro que temos que nos lembra que é o velho e bom Aerosmith de "&lt;i&gt;Rag Doll&lt;/i&gt;" (minha preferida do álbum "The Big Ones"). Depois de um início meio barulhento, com o puro rock "&lt;i&gt;Road Runner&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Shame, Shame, Shame&lt;/i&gt;", lá pela 3ª faixa, com a ótima "&lt;i&gt;Eyesight To The Blind&lt;/i&gt;", finalmente  consegui perceber algo de blues. É claro que os gritos e afetações do roqueiro fogem um pouco do estilo, mas as guitarras e harmônicas dão conta do recado e transmitem a mensagem com a competência de muitos anos de estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue-se um explosivo blues em "&lt;i&gt;Baby Please Dont Go&lt;/i&gt;" (&lt;i&gt;Tyler&lt;/i&gt; lembrou-me o &lt;i&gt;Alvin Lee&lt;/i&gt; do &lt;i&gt;Ten Years After&lt;/i&gt; [1967-74], em Woodstock, cantando "&lt;i&gt;I'm Going Home&lt;/i&gt;") e a lenta "&lt;i&gt;Never Loved A Girl&lt;/i&gt;", com vocais e guitarras distorcidas que me lembraram o bom e velho &lt;i&gt;Robert Plant&lt;/i&gt; [1948- ], do &lt;i&gt;Ledd Zpeppelin&lt;/i&gt; [1968-80]. A harmônica em "&lt;i&gt;Back Back Train&lt;/i&gt;" nos leva numa bela viagem de trem, num dos temas recorrentes do blues tradicional, com direito a lamentos e tudo. Destaque especial para "&lt;i&gt;You Gotta Move&lt;/i&gt;", iniciando com uma bela introdução da harmônica de &lt;i&gt;Tyler&lt;/i&gt;, segue-se &lt;i&gt;Kramer&lt;/i&gt; na bateria e depois entram as guitarras (&lt;i&gt;Perry&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Whitford&lt;/i&gt;) e baixo (&lt;i&gt;Hamilton&lt;/i&gt;) com tudo o que tem direito. Uma das melhores faixas do álbum, de fazer inveja ao lendário Led Zeppelin. Passe rápido por "&lt;i&gt;The Grind&lt;/i&gt;" (a única música do Tyler no disco, dispensável) e vá para "&lt;i&gt;I'm Ready&lt;/i&gt;", de Wille Dixon [1915-92], um homem cuja vida foi sinônimo da história do blues na América. O álbum termina com "&lt;i&gt;Jesus Is On The Main Line&lt;/i&gt;", um belo gospell tradicional, relembrando onde tudo começou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanha o álbum um livreto de 16 páginas, com algumas informações sobre as músicas. Sem "liner notes" e com muitas fotos, poderiam ter economizado nas fotos e deixado espaço para mais comentários ou as letras das músicas, por exemplo, já que se trata de um álbum temático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá para dizer que o Aerosmith, na sua mistura de blues rock, hard rock e heavy metal, inaugura um novo gênero, seria um "&lt;i&gt;Heavy Blues&lt;/i&gt;" ou "&lt;i&gt;Hard Blues&lt;/i&gt;". Embora possa ser excomungado por puristas do blues, não há dúvida que "&lt;i&gt;Honkin' On Bobo&lt;/i&gt;" está entre um dos melhores álbuns de rock (e não "blues") que eles já fizeram. Talvez pela expectativa gerada em torno do blues, o álbum desaponta por não trilhar os caminhos mais tradicionais. Mas tradição não é algo a  se esperar de uma banda com o espírito irreverente como o Aerosmith, que soa como rock &amp; roll não importa o que toque. Compre só se for fã. &lt;i&gt;J. T. Cevallos&lt;/i&gt;, 18/07/2004.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Não consegui descobrir o que significa o título "&lt;i&gt;Honkin' On Bobo&lt;/i&gt;" (olhei no dicionário: "&lt;i&gt;honk&lt;/i&gt;" = grasnar; buzinar), no entanto, a crítica e cometários de usuários na Amazon.com, dizem que é um título "bobo", ou até uma "atrocidade" (no All Music Guide). Se alguém souber o seu significado, &lt;A href="mailto:jorge-cevallos@procergs.rs.gov.br" class="txt_obs_left"&gt;me informe&lt;/A&gt;, por favor.&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-109459618106931044?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/109459618106931044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=109459618106931044' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109459618106931044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109459618106931044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/09/aerosmith-honkin-on-bobo.html' title='Aerosmith / Honkin&apos; On Bobo'/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-109278827256656613</id><published>2004-08-17T21:16:00.000-03:00</published><updated>2004-08-17T21:17:52.566-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=AFEEEE&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="4"&gt;Play the Blues...&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0001HAHXW.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Eric Clapton / Me and Mr. Johnson&lt;/b&gt; &lt;br&gt;(2004 Reprise 936248730-2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a crítica especializada, depois de alguns anos sem lançar um disco somente de "blues", &lt;i&gt;Eric Clapton&lt;/i&gt; [1945- ] o faz em grande estilo (o último &lt;i&gt;all-blues&lt;/i&gt; foi o "&lt;i&gt;From The Craddle&lt;/i&gt;", em 1994). Eu estava meio reticente em gastar meu suado dinheirinho com mais um CD do mestre do blues, pois não havia achado um bom negócio o "&lt;i&gt;Reptile&lt;/i&gt;" [2001]. Pensei cá comigo: puxa, lá vem mais uma  daquelas "homenagens", das quais o artista lança mão quando está numa entressafra criativa e não encontra muita inspiração para dizer algo próprio. Normalmente os resultados são duvidosos. No entanto, várias coisas contribuíram para sair a compra, primeiro foi a crítica favorável do Daniel Olsson, em seu "Blog" (&lt;A href="http://omniblog.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://omniblog.blogspot.com/&lt;/A&gt;). Ele conhece de música, tem bom gosto e é exigente para gastar seu dinheiro, são qualidades que eu considero e respeito. Depois, a crítica favorável do "All Music Guide" (&lt;A href="http://www.allmusic.com" target="_blank"&gt;http://www.allmusic.com&lt;/A&gt;). E, por último, eu estaria ajudando o colega Scotta na compra de seu "box" dos Simpsons (DVD), elevando o valor final da compra acima de R$ 100,00 e aproveitando assim o cupom de desconto da Gol. Pois é, eu nem estava muito a fim, mas os "astros" assim o quiseram (não que eu precise de muito incentivo para comprar um CD...he! he! he!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo um tributo a &lt;i&gt;Roberto Johnson&lt;/i&gt; [1911-38], eu esperava um álbum cheio de lamentos, meio sombrio, pois afinal, falamos do homem que vendeu a alma ao Diabo para se tornar uma lenda e um mito do blues (falo de Johnson, não Eric). Eu já comentei em outra oportunidade ("&lt;i&gt;The Cream of Clapton&lt;/i&gt;" - Diário do AME de 30/01/2004) que acho o Sr. Clapton muito sério, muito "sisudo" no palco e, pensei: vai ser um horror com estas músicas do R. Johnson. No entanto, o álbum é uma grata surpresa. Em vez daquela marcação lenta e sincopada do velho blues do Mississipi, Eric dá um tom mais rápido, vivo e festivo ao interpretar as músicas do compositor maldito. Ele está mais calmo, mais "solto" e com isso, larga a voz e por momentos esquecemos que ele é branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todas as músicas percebemos a técnica impecável do guitarrista que era chamado de "Deus" pelos seus fãs britânicos (&lt;i&gt;Eric is God&lt;/i&gt;). A sua voz não é impressionante, mas logo esquecemos as pequenas falhas quando ele faz os seus solos de guitarra. Acompanhado por um conjunto competente de músicos, faz de cada faixa uma experiência musical interessante, seja pela sua interpretação ou simplesmente pela boa música acompanhada pela guitarra, harmônica, órgão e piano. Alguns destaques:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em "&lt;i&gt;Little Queen of Spades&lt;/i&gt;" o destaque vai para o órgão de &lt;i&gt;Billy Preston&lt;/i&gt; [1946- ]. Em "&lt;i&gt;Traveling Riverside Blues&lt;/i&gt;" e na sombria "&lt;i&gt;Me and the Devil Blues&lt;/i&gt;" temos a bela harmônica de &lt;i&gt;Jerry Portnoy&lt;/i&gt; [1943- ]. Em "&lt;i&gt;They're Red Hot&lt;/i&gt;" ou mesmo naquelas com títulos meio sinistros, como "&lt;i&gt;If I Had Possession Over Judgement Day&lt;/i&gt;" Eric Clapton nunca esteve tão alegre e solto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanha o álbum um livreto de 7 páginas, com liner notes do próprio &lt;i&gt;Eric Clapton&lt;/i&gt;, onde ele rende a sua homenagem a &lt;i&gt;Robert Johnson&lt;/i&gt; e fala da primeira vez que teve contato com a sua música ("&lt;i&gt;... inicialmente ela me assustou pela sua intensidade, e eu só podia tê-la em pequenas doses....&lt;/i&gt;"). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A musicalidade contagiante, a disposição e energia nunca vistas que emanam do álbum, fazem com que, ao final da audição, tenha-se a sensação de que finalmente Eric Clapton tenha conseguido o que almejava com "&lt;i&gt;Reptile&lt;/i&gt;" e tenha feito com "&lt;i&gt;Me and Mr. Johnson&lt;/i&gt;" um dos melhores álbuns de sua carreira. &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 11/07/2004. &lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-109278827256656613?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/109278827256656613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=109278827256656613' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109278827256656613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109278827256656613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/08/play-blues.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-109216436184480608</id><published>2004-08-10T16:00:00.000-03:00</published><updated>2004-08-10T16:02:54.126-03:00</updated><title type='text'>Desplugados de novo...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;b&gt;Desplugados de novo...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="200" hspace="10" src="http://images.amazon.com/images/P/B0002F9BL2.01.LZZZZZZZ.jpg" width="200" align="right" border="1" /&gt; Um dos acústicos mais aclamados da MTV, ainda nos primórdios do formato "Unplugged" da rede americana, foi o da promissora banda de Seattle e um dos ícones do movimento &lt;i&gt;grunge&lt;/i&gt;, Pearl Jam. Entretanto a apresentação nunca ganhou uma edição em CD, talvez por causa do repertório, baseado unicamente no seu disco de estréia, &lt;b&gt;Ten&lt;/b&gt;. Na minha opinião, nem foi um acústico que merecesse tanto destaque assim, pois as músicas não receberam um arranjo acústico propriamente dito. A banda simplesmente trocou as guitarras por violões, sem se preocupar com os ajustes que a nova roupagem exigia. Porém, os fãs não perderam tempo em obter a versão "alternativa" do show a todo custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que em &lt;b&gt;Live At Benaroya Hall October 22, 2003&lt;/b&gt;, a história é bem diferente: arranjos bem trabalhados, clima intimista (para uma audiência de apenas 2500 pessoas na cidade natal da banda) e um &lt;i&gt;set list&lt;/i&gt; selecionado para aproveitar melhor o estilo desplugado. A maioria das músicas são baladas, hits ou não, que normalmente ficavam de fora dos shows, mas que aqui chamam a atenção pelos detalhes nos solos ou acompanhamentos, agora mais destacados. O repertório de 26 músicas e duas horas conta ainda com a música mais recente do quinteto, &lt;i&gt;Man Of The Hour&lt;/i&gt;, que esteve presente na trilha sonora do filme "Peixe Grande" (Big Fish), de Tim Burton, além de versões para "Masters Of War", de Bob Dylan, "I Believe In Miracles", dos Ramones, e "25 Minutes To Go", de Johnny Cash.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com produção do TenClub, fã-clube oficial do Pearl Jam, e parte dos lucros destinados para o &lt;a href="http://www.youthcare.org"&gt;YouthCare&lt;/a&gt;, entidade de Seattle que cuida dos jovens sem teto ou em outras situações de risco, &lt;b&gt;Live At Benaroya Hall&lt;/b&gt; é um trabalho muito interessante, que mostra bem a versatilidade dos integrantes do Pearl Jam. Boa música por uma boa causa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-109216436184480608?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/109216436184480608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=109216436184480608' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109216436184480608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109216436184480608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/08/desplugados-de-novo.html' title='Desplugados de novo...'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-109098769983295193</id><published>2004-07-28T01:03:00.000-03:00</published><updated>2004-07-28T01:21:54.766-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://images.amazon.com/images/P/B00000HZOU.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080" &gt;&lt;b&gt;John Pizzarelli / Meets The Beatles&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (1998 RCA/BMG 74321-61432-2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;John Pizzarelli&lt;/i&gt; nasceu em 06/04/1960, na cidade de Paterson/NJ, EUA. Guitarrista (violão elétrico) de jazz e cantor, tem uma voz suave e faz boa presença no palco (já esteve aqui no Brasil). Apresenta-se normalmente em trios, sem baterista, interpretando &lt;i&gt;standards&lt;/i&gt; do jazz e do cancioneiro pop americano, no seu estilo "crooner". Suas grandes influências foram &lt;i&gt;Nat King Cole&lt;/i&gt; [1917-65] e seu pai &lt;i&gt;Bucky Pizzarelli&lt;/i&gt; [1926- ], um excelente violonista, mestre no violão de 7 cordas.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pizzarelli iniciou a apresentar-se com seu pai quando tinha 20 anos e lançou seu primeiro disco em 1983, com "&lt;i&gt;I'm Hip - Please Don't Tell My Father&lt;/i&gt;". Suas grandes influência foram os gênios da guitarra &lt;i&gt;Les Paul&lt;/i&gt; [1915- ] e &lt;i&gt;Django Reinhardt&lt;/i&gt; [1910-1953]. Pizzarelli já toca há mais de 10 anos com seu trio, lançando em 2003 o álbum comemorativo "&lt;i&gt;Live at Birdland&lt;/i&gt;". Dando uma pausa no swing, Pizzarelli lançou em 2004 um álbum de bossa-nova, com foco nas composições de &lt;i&gt;Antonio Carlos Jobim&lt;/i&gt; [1927-94], onde o trio toca clássicos como "&lt;i&gt;Garota de Ipanema&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Águas de Março&lt;/i&gt;" (ou "The Girl from Ipanema" e "Waters of March", para os americanos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou fã dos &lt;i&gt;Beatles&lt;/i&gt; [1960-70] desde 1960, e confesso que não sou muito fanático por reinterpretações por outros artistas (diz-se "&lt;i&gt;covers&lt;/i&gt;") das músicas do meu quarteto preferido. Eu diria até que, de uma maneira geral, não falando só dos Beatles, também não sou muito chegado a "tributos". Gosto dos originais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, este álbum junta duas coisas de meu interesse: &lt;i&gt;Beatles&lt;/i&gt; + &lt;i&gt;Jazz&lt;/i&gt;. Não deu para resistir (comprei na Multisom/POA, Dezembro/1999). O resultado vai do muito bom ao ... "interessante". Em nenhuma faz feio, mas algumas ficam quase iguais ao original, não despertando muito interesse. É nas músicas mais rápidas, que Pizzarelli surpreende e revela o quanto as melodias dos Beatles são suscetíveis aos arranjos jazzisticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescentando um "swing", "scat singing" e metais &lt;i&gt;à la big bands&lt;/i&gt; nas músicas mais rápidas (o lado John Lennon, da dupla), Pizzarelli consegue excelentes resultados, destacando "&lt;i&gt;Can't Buy Me Love&lt;/i&gt;" (para mim a melhor do álbum) e "&lt;i&gt;I've Just Seen A Face&lt;/i&gt;". A voz e os arranjos suaves em "&lt;i&gt;Here Comes The Sun&lt;/i&gt;" lembram os melhores momentos da bossa-nova (poderia ser confundido com o João Gilberto, cantando um pouco mais alto do que seus sussurros  habituais; ou melhor ainda: João Bosco ou Tom Jobim!). Dá até vontade de dançar! Destaque o excelente piano de &lt;i&gt;Ray Kennedy&lt;/i&gt;  em "&lt;i&gt;I've Just Seen A Face&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Eleonor Rigby&lt;/i&gt;" (nesta, o violão de Pizzarelli tem um excelente destaque). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os momentos mais fracos são as músicas lentas (o lado "baladeiro" de McCartney). "&lt;i&gt;And I Love Her&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;You've Got To Hide Your Love Away&lt;/i&gt;" ficam melhor no ritmo original do quarteto de Liverpool. [The] "&lt;i&gt;Long and Widing Road&lt;/i&gt;"  permanece com o arranjo melódico que, na época de seu lançamento (álbum "&lt;i&gt;Let It Be&lt;/i&gt;", de 1970)  causou furor na crítica especializada, que dizia que &lt;i&gt;Phil Spector&lt;/i&gt; (o produtor) havia arruinado a música com seu arranjo orquestral. Pelo jeito Pizzarelli não liga e fica na mesma linha. Como os Beatles já haviam feito assim mesmo, não surpreende e segue a mesma linha. Perfeitamente descartável. "&lt;i&gt;Oh Darling&lt;/i&gt;" tem até uma boa interpretação, mas em certos momentos, é perturbada pelos metais estridentes que ele escolheu para acompanhamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta abordagem jazzística para os Beatles surpreende pela beleza e qualidade de seus arranjos. Não obstante os momentos mais fracos, a voz firme e suave de Pizzarelli, sua guitarra, e o piano de Kennedy, são uma experiência fascinante, ao permitir ver com outros "olhos" musicais os bons e velhos tempos dos Beatles. Em resumo, uma experiência reconfortante em todos os sentidos. Uma boa música que deve agradar tanto os que não são tão fãs de jazz como aqueles que nunca ouviram falar dos Beatles. Com este álbum as novas gerações tem uma excelente oportunidade de ter contato com a música dos rapazes de Liverpool. Para os mais antigos, a certeza de que, já naquele tempo, gostávamos de boa música! &lt;i&gt;J. T. Cevallos&lt;/i&gt;, 04/07/2004.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-109098769983295193?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/109098769983295193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=109098769983295193' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109098769983295193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/109098769983295193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/07/all-that-jazzjohn-pizzarelli-meets.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108958987144211705</id><published>2004-07-11T20:31:00.000-03:00</published><updated>2004-08-17T21:31:57.243-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=AFEEEE&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="4"&gt;Play the Blues...&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src="http://sc.groups.msn.com/tn/FA/C1/BlueNoteCafe/2/29.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;John Lee Hooker / House of the Blues&lt;/b&gt; &lt;br&gt;(1993 Charly / Chess CD-RED-5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem vários tipos de Blues. Da cantilena lenta e triste da região do Mississipi, conhecido como o "Delta Blues", passando pelo mais relaxante e &lt;i&gt;swingado&lt;/i&gt; "Texas-Blues" e chegando ao outro extremo, do blues rápido e dançante conhecido como "Blues-Rock". O estilo de John Lee Hooker [1917-2001] remete às origens do blues. É o canto triste, sincopado, marcado pelas batidas de pé que o caracterizaram e o tornaram famoso. Seu estilo minimalista, rústico é fiel às origens do blues, originado nas tradicionais "&lt;i&gt;work songs&lt;/i&gt;" entoadas pelos  escravos negros nas plantações de algodão do passado norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;John Lee Hooker&lt;/i&gt; nasceu em Clarksdale, no Mississipi, em 22/08/1917, onde, ainda jovem adolescente, recebeu de seu padrasto, Will Moore [1893-1951], as primeiras lições que marcaram o seu estilo de tocar e cantar. Também cantou música "spiritual", mas foi no blues que firmou a sua formação. O seu padrasto conhecia vários outros cantores de blues, lendas da época, que deixaram também as suas impressões no jovem Hooker: &lt;i&gt;Blind Lemon Jefferson&lt;/i&gt; [1893-1929], &lt;i&gt;Charley Patton&lt;/i&gt; [1887-1934] e &lt;i&gt;Blind Blake&lt;/i&gt; [1895-1937]. São os "pais" do Delta Blues / Country Blues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1943 ele já andava por Detroit, tocando onde podia e ganhando popularidade. Em 1948,  num encontro com o produtor &lt;i&gt;Bernie Besman&lt;/i&gt;, grava o que seria o mais espetacular sucesso de sua carreira, "&lt;i&gt;Boogie Chillen&lt;/i&gt;". Um blues primitivo, na voz murmurante de Hooker, acompanhado somente pelo seu violão elétrico e as batidas de pé, que seriam a sua marca registrada. A gravadora Modern Records lança "&lt;i&gt;Boogie Chillen&lt;/i&gt;" (junto com "&lt;i&gt;Sally Mae&lt;/i&gt;") e Hooker inicia sua caminhada pelo sucesso do R&amp;B.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hooker tem uma vasta discografia. Gravou muito durante toda a sua vida e, curiosamente, tem muitas gravações feitas sob pseudônimos, o que complica a vida de seus biógrafos. Foi uma referência sagrada para as bandas britânicas, influenciadas pelo blues americano, tais como "&lt;i&gt;The Animals&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Yardbird&lt;/i&gt;". Nos últimos tempos, depois de uma fase de esquecimento, o blues voltou a interessar às gravadoras e estas lançaram álbuns com o velho bluesman rodeado de "amigos". "&lt;i&gt;The Healer&lt;/i&gt;" (1989) é o primeiro deles, onde Hooker aparece entre luminares tais como Carlos Santana, Bonnie Raitt e Robert Cray. "&lt;i&gt;Mr. Lucky&lt;/i&gt;" (1991) é outro exemplo, onde Hooker participa de uma miscelânea que vai de Albert Collins e John Hammond até Van Morrison e  Keith Richards.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hooker passou uma vida tranqüila durante seus últimos anos, passando a maior parte do tempo dividindo-se entre várias casas que tinha na costa da Califórnia. Quando surgia uma oportunidade ele continuava gravando. "&lt;i&gt;Chill Out&lt;/i&gt;" (1995) e  "&lt;i&gt;Don't Look Back&lt;/i&gt;" (1997) são outros casos daqueles álbuns repletos de estrelas. Saudado como uma lenda viva, estes álbuns menores não diminuíram em nada a sua estatura, mantendo-o como um ícone da música Americana, mesmo após a sua morte por causas naturais, em 21/06/2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum de hoje, "&lt;i&gt;House of the Blues&lt;/i&gt;" [Charly Brasil] é a combinação de dois álbuns. O original "&lt;i&gt;House of the Blues&lt;/i&gt;" (1960 Chess) [trilhas 1 a 12] e mais o álbum da série "&lt;i&gt;Real Folk Blues&lt;/i&gt;" (1966 Chess) [trilhas 13 a 21]. É um blues à moda antiga, rústico, melancólico, por vezes alegre, falando de mulheres, bebidas e trens, temas reincidentes quando se fala de blues. Tudo isto acompanhado pelo som monocórdio da guitarra, tocado num só acorde e acompanhado da batida de pé. Paradoxalmente, algo que poderia ser monótono, soa cheio de inflexões e tons, graças à voz rouca, vibrante, gritos e gemidos de Hooker.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaques para  as duas primeiras músicas, "&lt;i&gt;Louise&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;High Priced Woman&lt;/i&gt;" onde Hooker é acompanhado no 2º violão [elétrico] pelo jamaicano (!) &lt;i&gt;Eddie Kirkland&lt;/i&gt; [1928- ]. Detalhe curioso: ao ouvir  música "&lt;i&gt;Leave My Wife Alone&lt;/i&gt;" lembrei-me imediatamente de &lt;i&gt;Alvin Lee&lt;/i&gt; [1944- ], guitarrista do "&lt;i&gt;Ten Years After&lt;/i&gt;" [1967-74], tocando "&lt;i&gt;I'm Going Home&lt;/i&gt;" no festival de Woodstock (1970). A música, lançada no segundo álbum deles "&lt;i&gt;Undead&lt;/i&gt;" (1968), tem momentos (riffs) que são uma cópia deslavada de "&lt;i&gt;Leave My Wife Alone&lt;/i&gt;". Como dizem, a imitação é a melhor forma de lisonja... Em "&lt;i&gt;Walking The Boogie&lt;/i&gt;" a voz de Hooker é duplicada (&lt;i&gt;overdubbed&lt;/i&gt;), parecendo estar fazendo um dueto consigo mesmo. Interessante, mas desnecessário. Segue-se "&lt;i&gt;Sugar Mama&lt;/i&gt;", no velho estilo, recuperando a razão de Hooker.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na 2ª parte do álbum (o "&lt;i&gt;Real Folk Blues&lt;/i&gt;") destaque para a rápida e dançante "&lt;i&gt;Let's Go Out Tonight&lt;/i&gt;" e a cadência, um pouco mais lenta, de "&lt;i&gt;Stella Mae&lt;/i&gt;". Tem também clássicos como "&lt;i&gt;I'm in the Mood&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;One Bourbon, One Scotch, One Beer&lt;/i&gt;" (uma das favoritas de Hooker). Esta última, também vale a pena ouvir na versão muito bacana do &lt;i&gt;George Thorogood &amp; The Destroyers&lt;/i&gt;. Acompanha o álbum um livreto de 8 páginas, com bastante informações (liner notes de &lt;i&gt;Leslie Fancourt&lt;/i&gt;) sobre o disco e as músicas. Uma discografia mostra os álbuns da Charly Records onde saíram as músicas. Se você deseja conhecer o velho blues, nas suas origens, não pode deixar de ouvir uma das suas vozes mais expressivas. &lt;i&gt;John Lee Hooker&lt;/i&gt;, "&lt;i&gt;The Man&lt;/i&gt;" &lt;i&gt;(O Homem)&lt;/i&gt; já se foi, mas, nesta tarde nublada e chuvosa, pareceu-me ouvir as batidas do seu pé, lá em cima... Farewell, John!  &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 27/06/2004.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108958987144211705?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108958987144211705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108958987144211705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108958987144211705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108958987144211705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/07/play-blues.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108912457605759020</id><published>2004-07-06T11:33:00.000-03:00</published><updated>2004-07-06T11:43:41.953-03:00</updated><title type='text'>Ecos dos 80s</title><content type='html'>&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0001WB696.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;Coincidência ou não, uma série de lançamentos deste ano trazem consigo "ecos" dos resistentes anos 80 - uma das décadas mais significativas e inspiradas para o gênero pop/rock: The Pixies, que após se reunirem para algumas apresentações já anunciaram uma música nova; New Order e U2 prometendo discos novos até o final do ano; e por fim os trabalhos mais recentes de Morrissey (ex-The Smiths) e The Cure.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma pausa de sete anos, um dos maiores poetas do rock inglês retorna em boa forma, sem muitas novidades musicais, mas com um trabalho atestando que o velho Mozz ainda não esqueceu a fórmula para criar pequenas pérolas pop, cheias de melancolia e ironia, apesar do tempo. As três primeiras faixas de &lt;B&gt;You Are The Quarry&lt;/B&gt; (Attack, 2004) são as melhores do CD: &lt;EM&gt;America Is Not the World&lt;/EM&gt;, &lt;EM&gt;Irish Blood, English Heart&lt;/EM&gt; e &lt;EM&gt;I Have Forgiven Jesus&lt;/EM&gt;, mas o conjunto de canções é equilibrado, com bons arranjos e a banda de apoio - já de longa data - demonstra coesão com a sonoridade de Morrissey. Para os órfãos dos Smiths é um lançamento imperdível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00029PBYE.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=left hspace=10 border=1&gt;Por outro lado, Robert Smith &amp; Cia., em o seu álbum homônimo &lt;B&gt;The Cure&lt;/B&gt; (Geffen, 2004), apresenta um desgaste sintomático já percebido no anterior &lt;b&gt;Bloodflowers&lt;/b&gt; (2000). À primeira audição, o conjunto de faixas dão a impressão de frescor, novidade, mas com o tempo essa impressão se vai e restam os mesmos equívocos de seu predecessor, salvo raras exceções (&lt;EM&gt;Before Three&lt;/EM&gt; e &lt;EM&gt;The End of the World&lt;/EM&gt;), que realmente se destacam do CD. A explicação pode ser o curto espaço de tempo em que foi gravado - ainda na primavera européia deste ano e lançado semanas depois. É um trabalho acima da média para o fraco cenário musical do momento, mas assim mesmo aquém de qualquer um dos lançamentos da banda nas décadas anteriores.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108912457605759020?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108912457605759020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108912457605759020' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108912457605759020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108912457605759020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/07/ecos-dos-80s.html' title='Ecos dos 80s'/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108791528799271880</id><published>2004-06-22T11:35:00.000-03:00</published><updated>2004-06-22T11:41:27.993-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00020HBZA.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;b&gt;Celebrando a vida na morte&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui está mais um CD que me interessou exclusivamente pelo seu repertório. Até então, eu só havia ouvido falar da The Dirty Dozen Brass Band, mas nunca havia escutado seu trabalho. Formada basicamente por uma seção de metais (dois trumpetes, um trombone e dois saxofones), acompanhados por uma bateria, sousaphone (um instrumento similar em sonoridade à tuba e&amp;nbsp;adaptado para bandas de desfile) e uma guitarra discreta, essa banda de New Orleans é reponsável por manter a tradição jazz característica dessa cidade, adicionando à sua música doses generosas de Rythm &amp; Blues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dando continuidade a uma carreira de notável qualidade,&amp;nbsp;é com &lt;b&gt;Funeral For A Friend&lt;/b&gt; (Ropeadope, 2004), seu décimo trabalho, que a&amp;nbsp;DDBB recebeu um destaque especial do site &lt;A href="http://www.allmusic.com"&gt;AllMusic&lt;/A&gt;. O disco é dedicado  à Anthony "Tuba Fats" Lacen, um dos fundadores da banda e falecido algumas semanas após a conclusão das gravações. No repertório, desfilam músicas tradicionais de funeral mesmo, a maioria oriundas do cancioneiro religioso, como &lt;i&gt;What a Friend We Have in Jesus&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Amazing Grace&lt;/i&gt;, agrupadas em 3 temas de modo a reatratar toda a cerimônia (o desfile, a chegada ao cemitério e o retorno prá casa). A escolha do repertório tem muito da&amp;nbsp;influência&amp;nbsp;espiritual&amp;nbsp;que "Tuba" recebeu de seus pais ainda&amp;nbsp;na infância.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.ropeadope.com/ddbb/images/exported/interface/01/photos/photo_main_group2.jpg" align=left hspace=10&gt;Mas o CD não é depressivo ou excessivamente melancólico. Há um clima de reverência, óbvio, mas entre as músicas com andamento mais pesaroso (&lt;i&gt;Just a Closer Walk With Thee&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Is There Anybody Here That Loves My Jesus?&lt;/i&gt;), aparecem também ritmos mais alegres, várias improvisações e alguns vocais (&lt;i&gt;Jesus on the Mainline&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;I'll Fly Away&lt;/i&gt;), que empregam ao trabalho um clima contagiante de festa e, acima de tudo, de uma &lt;i&gt;jazz band&lt;/i&gt; interessada em celebrar a vida, através da tristeza e reflexão sobre a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A página especial da banda no site da Ropeadope, traz maiores informações, &lt;A href="http://www.ropeadope.com/ddbb"&gt;confiram&lt;/A&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108791528799271880?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108791528799271880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108791528799271880' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108791528799271880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108791528799271880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/06/celebrando-vida-na-morte-aqui-est-mais.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108730752030442924</id><published>2004-06-15T10:45:00.000-03:00</published><updated>2004-06-15T10:55:26.376-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Em nome de uma causa nobre&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00016MCCC.01.LZZZZZZZ.jpg" width="200" height="200" align="left" hspace="10" border="1"&gt;Como já falei anteriormente, gravar um disco-tributo é uma tarefa muito arriscada. Se a intenção é homenagear um artista ou banda, em geral o resultado se torna frustrante e, na pior das hipóteses, nos leva ao velho chavão "fique com o original". Três motivos me levaram a "experimentar" o &lt;b&gt;In The Name Of Love: Artists United For Africa&lt;/b&gt;, lançamento desse ano da Sparrow Records: 1º) ainda não saiu nenhum tributo decente ao U2; 2º) as bandas/artistas chamados para esse projeto são do mercado CCM, o qual sempre me atraiu; e 3º) parte da renda do CD está sendo revertida para uma causa social urgente: a luta contra a AIDS no continente africano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por estarem menos preocupados em homenagear o U2, quanto em ajudar a causa defendida pelo vocalista da banda, Bono, o trabalho desses artistas tenha ficado acima da média em relação a outros tributos. Existem momentos de destaque, mas outros sem brilho algum. O Pillar, por exemplo, fez uma versão totalmente descartável para &lt;i&gt;Sunday Bloody Sunday&lt;/i&gt;, carregando no peso das guitarras, mas esquecendo-se da emoção presente na letra da canção. Outros tiveram o mesmo resultado medíocre em suas tentativas de reinventarem as músicas do quarteto irlandês: Delirious?, com &lt;i&gt;Pride&lt;/i&gt;; GRITS &amp; Jadyn Maria com &lt;i&gt;With Or Without You&lt;/i&gt; e ainda a inexplicável &lt;i&gt;Where The Streets Have No Name&lt;/i&gt;, de Chris Tomlin, que ficou exatamente igual à versão do álbum &lt;b&gt;The Joshua Tree&lt;/b&gt;, mas falha justamente por... não ser a a voz de Bono, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No grupo daqueles que "quase" chegaram lá estão: Santus Real (&lt;i&gt;Beautiful Day&lt;/i&gt;), Starfield (&lt;i&gt;40&lt;/i&gt;), Michael Tait, do dc Talk (&lt;i&gt;One&lt;/i&gt;) e Todd Agnew (&lt;i&gt;When Love Comes To Town&lt;/i&gt;). São versões "bacaninhas", que podiam ter sido melhor trabalhadas, com mais personalidade, e não resistem a uma crítica mais severa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os louros vão para a versão de &lt;i&gt;Gloria&lt;/i&gt; do Audio Adrenaline, de longe a melhor coisa nesse CD, por ter capturado tão bem a energia dessa canção da fase inicial do U2. &lt;i&gt;Grace&lt;/i&gt;, com a voz quase sussurada de Nichole Nordeman também é uma grata surpresa, assim como &lt;i&gt;Love Is Blidness&lt;/i&gt;, pelo Sixpence None The Richer, e seus arranjos etéros. Finalmente, o Jars Of Clay contribui com uma versão &lt;i&gt;bluesy&lt;/i&gt; e inspirada para &lt;i&gt;All I Want Is You&lt;/i&gt;, enquanto Toby Mac comparece com uma &lt;i&gt;Mysterious Ways&lt;/i&gt; correta, abusando da batida hip-hop. Por essas cinco canções, o álbum já merecia estar na CDteca de qualquer um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maiores informações sobre o CD e o projeto, clique &lt;a href="http://www.inthenameoflovecd.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108730752030442924?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108730752030442924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108730752030442924' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108730752030442924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108730752030442924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/06/em-nome-de-uma-causa-nobre-como-j.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108726883203213282</id><published>2004-06-14T23:39:00.000-03:00</published><updated>2004-06-25T00:25:14.240-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=FFCCCC&gt;&lt;font face="Courier New" size="4"&gt;&lt;b&gt;Música de fundo&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://sc.groups.msn.com/tn/FA/C1/BlueNoteCafe/2/23.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Ray Charles / Greatest Country and Western Hits&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (1992 Movieplay  PRS-23002)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava preparando esta semana alguns comentários sobre o álbum "&lt;i&gt;Latin Jazz&lt;/i&gt;", uma coletânea de jazzistas sul americanos (&lt;i&gt;Mongo Santamaría&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Charlie Palmieri&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Pepe Castillo&lt;/i&gt; e outros) quando fui surpreendido pela notícia da morte deste artista (no dia 10 - Corpus Christi) que foi um dos expoentes máximos da música americana e internacional. Refiro-me ao Sr. &lt;i&gt;Ray Charles Robinson&lt;/i&gt;, mais conhecido como &lt;i&gt;Ray Charles&lt;/i&gt; [1930-2004]. Quem não se lembra de "&lt;i&gt;Georgia On My Mind&lt;/i&gt;" (Georgia, my sweet Georgia...)? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ray Charles era natural de Albany/GA (Georgia), e foi o maior responsável pela divulgação e desenvolvimento do que se chama "&lt;i&gt;soul music&lt;/i&gt;". A "soul music" foi o resultado da urbanização e comercialização do R&amp;B (Rhythm and Blues) nos anos 60. O termo "soul" veio a descrever uma série de estilos musicais baseados no R&amp;B. Durante a primeira parte dos anos 60 o "soul" permaneceu aderente às suas origens no R&amp;B. Entretanto, diversos músicos em diferentes regiões da América, produziram diferentes tipos de "soul". Em regiões como Nova Yorque, a música se concentrou em vocais e uma produção suave. Em Detroit, a Motown criou um som mais orientado ao Pop, formado por uma mescla de gospel, R&amp;B e rock &amp; roll. Ao sul dos EUA a música se tornou mais vigorosa, baseando-se em ritmos mais sincopados, vocais mais ásperos e metais estridentes. Todos estes estilos formaram o "soul", que dominou a musica negra dos anos 60. Depois dele veio o "funk", mas aí já é outra história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ray Charles&lt;/i&gt; foi um pouco mais além. Misturando R&amp;B dos anos 50 com canto gospel, mais umas pitadas de jazz contemporâneo e blues, criou uma nova forma de música pop negra. Em inglês, o termo "soul" significa alma; sentimento; e é este o espírito da música. Dono de um estilo único e imediatamente reconhecido, Ray Charles conseguia passar uma emoção e  sentimentos profundos nas suas canções. Ele também era um exímio tecladista, arranjador e dirigente de orquestra (&lt;i&gt;bandleader&lt;/i&gt;). A sua fase mais brilhante e produtiva vai de 1950 a 1960. Depois disso, gravou muitos álbuns, com poucos ou relativos sucessos. Trabalhou até os últimos instantes de sua morte ("Mess Around", uma coletânea dupla, foi lançado pelo selo Proper Pairs em Maio/2004).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua infância é trágica. Cego aos 6 anos (glaucoma), Ray Charles estudou na St. Augustine School For The Blinds onde estudou composição e aprendeu a tocar piano e  clarinete. Ainda jovem perdeu seus pais e foi para Seattle onde fez as suas primeiras gravações num suave estilo pop/R&amp;B, derivado de &lt;i&gt;Nat "King" Cole&lt;/i&gt; [1917-65] e &lt;i&gt;Charles Brown&lt;/i&gt; [1922-99]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os anos 50 Ray Charles gravou uma série de sucessos em R&amp;B, que embora não fossem classificados como "soul", pavimentaram o caminho para o "soul" por apresentar uma forma de R&amp;B que era sofisticada sem sacrificar seu caráter emocional. Eclético, Ray Charles trilhou o soul, blues, jazz e o pop. Conseguiu atingir a grande audiência pop a partir da famosa música "&lt;i&gt;What d I Say&lt;/i&gt;" onde combinava o rock &amp; roll com o fervor do seu canto de estilo religioso (o gospel). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1962 ele surpreendeu seus fãs do pop, lançando um álbum com músicas &lt;i&gt;country&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;western&lt;/i&gt; (este último estilo - &lt;i&gt;western&lt;/i&gt; [swing] - é uma forma mais eclética de country, incorporando melodias pop tradicionais, improvisação do jazz, blues e folk, originando uma música muitíssimo alegre, e que estabeleceu as bases para o rock &amp; roll). O álbum, era o "&lt;i&gt;Modern Sounds in Country and Western Music&lt;/i&gt;", lançado pelo selo ABC-Paramount. Este álbum foi um sucesso estrondoso, permanecendo nas paradas de sucesso por cerca de 3 meses e trazendo a fama internacional para Ray Charles. Considere-se que naquela época álbuns de R&amp;B/Soul raramente alcançavam o topo das paradas de sucesso. Lançado em abril/62, logo depois (outubro/62) Ray Charles lança o volume 2, com igual sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim chegamos ao nosso álbum de hoje: "&lt;i&gt;Greatest Country and Western Hits&lt;/i&gt;". Lançado originalmente em 1988 (nos EUA), é uma excelente seleção feita a partir dos dois volumes do seminal "&lt;i&gt;Modern Sounds in Country and Western Music&lt;/i&gt;", representando o essencial do essencial na música coutry-soul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fitas originais, de 25 anos atrás, sofreram um bom trabalho de remasterização (ADD). É muito difícil dizer quais são as melhores faixas, mas podemos destacar pelo menos as nossas mais conhecidas (pelo menos dos seus fãs): "&lt;i&gt;Your Cheatin' Heart&lt;/i&gt;", "&lt;i&gt;Hey, Good Lookin'&lt;/i&gt;",  "&lt;i&gt;I Can't Stop Loving You&lt;/i&gt;", "&lt;i&gt;I Love You So Much It Hurts&lt;/i&gt;" (esta era a favorita de Ray), "&lt;i&gt;Oh, Lonesome Me&lt;/i&gt;", "&lt;i&gt;No Letter Today&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Don't Let Her Now&lt;/i&gt;". São belíssimas melodias e, pelos títulos vocês já podem ver o que significa a música "soul". Mas, calma, não chega a ser só músicas de "dor de cotovelo" (de dar inveja ao &lt;i&gt;Lupicínio Rodrigues&lt;/i&gt;), algumas são bastante animadas (eu adoro "&lt;i&gt;Hey, Good Lookin'&lt;/i&gt;"). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os créditos originais colocam &lt;i&gt;Ray Charles&lt;/i&gt; (vocal, teclados e piano) e &lt;i&gt;Hank Crawford&lt;/i&gt; [1934- ] (Sax  Alto). A edição nacional (1992 Movieplay), por incrível que pareça tem 3 músicas a mais do que a edição americana (1988 DCC). Enquanto a americana tem 17 músicas, a "nossa" tem 3 músicas a mais, que não existiam nos dois volumes do "&lt;i&gt;Modern Sounds in Country and Western Music&lt;/i&gt;", a saber: "&lt;i&gt;Crying Time&lt;/i&gt;" [do álbum "Sweet &amp; Sour Tears", de 1964], "&lt;i&gt;Together Again&lt;/i&gt;" [do álbum "Genius 20 Greatest Hits", de 1988] e "&lt;i&gt;Don't Let Her Now&lt;/i&gt;" [do álbum "Complete Country &amp; Western Recordings 1959-1986", de 1998] são as nossas "faixas bônus". Alguém se passou nessa, pois a regra  é que nós sempre recebemos "menos" e nunca "mais". Notas biográficas e créditos das músicas completam este excelente álbum (comprei - fev/2000 - de barbada na loja "Musimundo", que nem existe mais - era no centro de Porto Alegre, na rua José Montaury, 155).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver grana pode comprar o box importado com 4 CDs do "&lt;i&gt;Complete Country &amp; Western Recordings 1959-86&lt;/i&gt;", a mais ou menos R$ 250,00 na CDPoint ou 50 dólares + impostos, na Amazon.com. Se ainda encontrar este "&lt;i&gt;Greatest&lt;/i&gt; ..." por aí, compre sem pestanejar! Ray Charles se foi, mas graças à tecnologia a sua música está preservada para todos os tempos. Descanse em Paz, Ray! &lt;i&gt;&lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;, 13/06/2004.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108726883203213282?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108726883203213282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108726883203213282' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108726883203213282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108726883203213282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/06/msica-de-fundoray-charles-greatest.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108544850526820007</id><published>2004-05-24T22:20:00.000-03:00</published><updated>2004-08-17T21:55:50.273-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=FFCCCC&gt;&lt;font face="Courier New" size="4"&gt;&lt;b&gt;Música de fundo&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://sc.groups.msn.com/tn/FA/C1/BlueNoteCafe/2/2c.jpg" height=281 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Vários / British Rock - A Primeira Onda&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (2003[?] NBO Editora s/nº)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta 5ª feira (07/05/04) estava doente (gripe, resfriado) e não fui trabalhar. Aproveitei o tempo para ver o DVD "&lt;i&gt;British Rock&lt;/i&gt;" que eu havia comprado nas Americanas na semana passada, junto com mais outros nas ofertas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DVD foi uma grata surpresa. Fiquei tão entusiasmado (e tinha tempo...) que resolvi escrever alguma coisa sobre ele na nossa seção "&lt;i&gt;Música de Fundo&lt;/i&gt;" do Diário do AME (embora, não tenha assistido durante a elaboração do Diário propriamente dito...). O filme é um documentário sobre um dos momentos mais importantes e influentes do rock britânico e internacional, com trechos dos principais representantes da época, a iniciar pelos &lt;i&gt;Beatles&lt;/i&gt; [1960-70].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na zona de Liverpool (Mersey) a influência do rock americano (Bill Haley &amp; His Comets) [1925-81] levou à criação de inúmeras bandas. De todas, um grupo de quatro rapazes se destacou, eram os Beatles. O DVD mostra imagens raras (de arquivo) onde podemos ver um trecho dos Beatles no hoje famoso Tavern Club, onde tudo começou. Seguem-se apresentações de &lt;i&gt;Gerry &amp; the Pacemakers&lt;/i&gt; [1959-66], &lt;i&gt;The Tremeloes&lt;/i&gt; [1958- ], &lt;i&gt;The Hollies&lt;/i&gt; [1962- ] e muitos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os rapazes de Mersey/Liverpool curtiam seu rock, a turma de Londres, mais intelectualizada (composta por universitários), curtia mais o blues americano. O documentário mostra seqüências no clube de &lt;i&gt;Alexis Korner&lt;/i&gt; [1928-1984], onde tocaram e cantaram nomes com &lt;i&gt;Howling Wolf&lt;/i&gt; [1910-76], &lt;i&gt;Willie Dixon&lt;/i&gt; [1915-92] e &lt;i&gt;Muddy Waters&lt;/i&gt; [1915-1983]. Sob influência do blues americano, os jovens londrinos começaram a formar suas bandas. É nessa época (anos 60) que surgem os &lt;i&gt;Rolling Stones&lt;/i&gt; [1963-], com uma atitude mais agressiva e radical do que os Beatles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme mostra o jovem &lt;i&gt;Mick Jagger&lt;/i&gt; [1943- ], nos primórdios de sua carreira. A curiosidade é ver ele cantando um cover dos Beatles, "&lt;i&gt;I Wanna Be Your Man&lt;/i&gt;" e, é claro, de uma forma bem mais insinuante e maliciosa do que poderiam imaginar &lt;i&gt;Paul McCartney&lt;/i&gt; [1942- ] e &lt;i&gt;John Lennon&lt;/i&gt; [1940-80] (autores da música), que faziam, segundo Mick Jagger, uma música muito "sentimentalista". O sucesso dos Rolling Stones abriu caminho para outros conjuntos, como o &lt;i&gt;The Animals&lt;/i&gt; [1964-68] (lembram de Eric Burdon cantando "&lt;i&gt;The House of the Rising Sun&lt;/i&gt;" ?), &lt;i&gt;The Raven&lt;/i&gt; [1963-64] que depois trocaram o nome para &lt;i&gt;The Kinks&lt;/i&gt; [1964- ].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, na América, a última mania era iniciada com um jovem da Filadélfia, &lt;i&gt;Chubby Checker&lt;/i&gt; [1941- ], com o "&lt;i&gt;Twist&lt;/i&gt;". Era 1963, e as músicas que chegavam ao topo do "hit parade" já não causavam nenhuma surpresa. A coisa andava monótona, até que ... Os Beatles chegam à América!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos ver a sua chegada triunfal na Rádio WEA e apoteose em suas apresentações (ao som de "&lt;i&gt;I Saw Her Standing There&lt;/i&gt;"). Os Beatles invadiam as rádios americanas! Era o início da "&lt;i&gt;&lt;b&gt;Invasão Britânica&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;" do rock. Vemos imagens das entrevistas dos quatro jovens cantores com os jornalistas da época. As imagens mostram o quanto John Lennon [JL] era debochado e o seu senso de humor, quando o repórter [R] lhe pergunta o nome:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[R] Qual deles você é?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[JL] Eric.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[R] Eric?!&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[JL] Não querem falar comigo. Querem falar com Paul. Mas vou responder.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;(&lt;i&gt;diz olhando para o que parece ser um outro grupo de repórteres. Aqui já aparece uma certa dose da rivalidade entre os dois&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[R] Eric, esses são seus fãs americanos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[JL] Meu nome é John!&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[R] John? Bem, John, aqui estão os seus fãs. Quarenta milhões de telespectadores.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[JL] Parece que tem somente um aqui...&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[R] Você está sendo filmado...&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[JL] Ah! É o câmera man" (&lt;i&gt;sorrindo&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[R] O que acha do público americano?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[JL] São loucos mesmo!&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[R] Por quê?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[JL] Bem, não sei direito. Hoje foi maravilhoso, mas também ridículo. Havia 8 mil pessoas gritando juntas... Tivemos que gritar mais que elas nos microfones e ainda assim não conseguimos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;[fim da entrevista]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguem-se apresentações de Gerry &amp; the Pacemakers ("&lt;i&gt;Ferry Cross the Mersey&lt;/i&gt;"), Freddie &amp; the Dreamers [1961-68] [que hoje seriam caricatos com a sua coreografia], Manfred Mann [1962-71] ("&lt;i&gt;Do Wah Diddy Diddy&lt;/i&gt;"). A chegada dos Rolling Stones no aeroporto (voando na já falecida PanAm), ao som de "&lt;i&gt;Around, Around&lt;/i&gt;", para três semanas de turnê pelos EUA. São tão jovens ainda, tímidos ao responder ao repórter. Nem sonhavam que seriam uma dia um megasucesso e ter milhões de fãs em todo o mundo até os dias de hoje (são 40 anos de estrada...). Mick Jagger já era magérrimo e, com seus trejeitos no palco empolgava a platéia, cheia de mocinhas gritando enlouquecidas (as "tietes"). Ele nem imaginava que  um dia teria um filho com uma brasileira... Na seqüência, vem os The Animals com "&lt;i&gt;We've Gotta Get Out of This Place&lt;/i&gt;" e os Beatles com "&lt;i&gt;Can't Buy Me Love&lt;/i&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consolidava-se a &lt;i&gt;Invasão Britânica&lt;/i&gt;, e, em 1964, a música inglesa tornou-se conhecida internacionalmente. Além de seus próprios méritos, temos de reconhecer é claro, a ajuda do "trampolim" americano, com o "show bizz" e a sua máquina de fazer dinheiro. A reação americana também é mostrada no documentário, com os Herman's Hermits [1964-70] ("&lt;i&gt;Mrs. Brown You've Got a Lovely Daughter&lt;/i&gt;").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a volta à Inglaterra, Londres era o reino da nova aristocracia Pop. São da época o Spencer Davis Group [1963-86] ("&lt;i&gt;I'm A Man&lt;/i&gt;"), The Who [1964-83] ("&lt;i&gt;Can't Explain&lt;/i&gt;"), com um cuidado especial nas roupas e nas músicas, Yardbirds [1963-68] ("&lt;i&gt;Heart Full of Soul&lt;/i&gt;"). De novo os Beatles na sua 2ª tournê pela América ("&lt;i&gt;She's a Woman&lt;/i&gt;"). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A América gestou um novo grupo: &lt;i&gt;The Monkees&lt;/i&gt; [1965-69], feitos sob medida para competir com os Beatles e, acima de tudo, ganhar dinheiro, muito dinheiro, com a &lt;i&gt;Invasão Britânica&lt;/i&gt; do rock, que se espalhara pelo mundo todo (o pessoal um pouco mais ... "antigo" ... talvez se lembre que os Monkees tinham  até um desenho na TV brasileira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Inglaterra, outra onda iniciava (não dão trégua...). Álbuns conceituais, solos extensos e instrumentos exóticos revolucionam o mercado. O álbum "&lt;i&gt;Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band&lt;/i&gt;" dos Beatles, Pink Floyd [1965-] com "&lt;i&gt;The Piper At the Gates of Dawn&lt;/i&gt;", Cream [1966-69] com "&lt;i&gt;Disraeli Gears&lt;/i&gt;", "&lt;i&gt;Mr. Fantasy&lt;/i&gt;" do Traffic [1967-75], são grandes exemplos. Desta época aparece o Cream ("&lt;i&gt;Tales of Brave Ulysses&lt;/i&gt;"), onde brilha um jovem &lt;i&gt;Eric Clapton&lt;/i&gt; [1945- ], de bigodinho, e já mestre da guitarra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Who [1964-83] ("&lt;i&gt;My Generation&lt;/i&gt;") encerra o DVD e, durante os títulos finais ouvimos The Zombies [1962-67], com "&lt;i&gt;She's Not There&lt;/i&gt;". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo final de 1967 a dominação inglesa do cenário americano e no britânico tinha chegado ao fim. Mas a contribuição da "&lt;i&gt;Invasão Britânica&lt;/i&gt;" tornou o rock and roll uma onda de dimensões universais que jamais será esquecida. Novas tendências podem ir e vir, mas não haverá nenhuma que se compare, em inocência e vitalidade, com a original "&lt;i&gt;Invasão Britânica&lt;/i&gt;". Este DVD é uma pérola abandonada nos cestos das promoções. Se você gosta de música e quer conhecer um pouco da sua história, este DVD é obrigatório. Pelo preço que paguei, R$ 9,99 (Lojas Americanas, de tijolo, centro de Porto Alegre) é uma verdadeira pechincha. Corra e compre o seu antes que acabe! &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 09/05/04.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;FICHA TÉCNICA DO DVD&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;Título: British Rock.&lt;br /&gt;Gravadora: NBO Editora.&lt;br /&gt;Escrito e dirigido por: Patrick Montgomery e Pámela Page.&lt;br /&gt;Narrado por: Michael York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formato de tela: standard (tela cheia).&lt;br /&gt;Áudio: stereo 2.0 e Dolby 5.1 (não testei).&lt;br /&gt;Legendas: inglês (músicas de comentários); português/espanhol (comentários).&lt;br /&gt;Duração: 60 minutos.&lt;br /&gt;Extras (só texto): A Invasão Britânica. Discografia dos Beatles, Rolling Stones, Animals e The Who (não é a discografia completa; aparecem somente a imagem da capa dos principais álbuns da época).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem: como se trata de imagens de 40 anos atrás, sem nenhuma nova transferência ou melhoria, a qualidade não é das melhores. Entretanto, não são imagens ruins. Algumas aparecem com um certo desgaste ou [poucos] riscos, pontos brancos, outras são boas. Existem trechos em P&amp;B e colorido. Não percebi nenhuma imagem nublada, difusa; no geral, as imagens são nítidas e podemos ver bem os artistas. Eu diria que existe uma boa qualidade. Não sou perito no assunto, mas já comprei muitos DVDs de banca, com imagem muitíssimo pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÚSICAS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;She Loves You / The Beatles.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;(*) Rock Around The Clock / Bill Haley &amp; His Comets.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;(*) Rit It Up / Ready Teddy.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;(*) Rock Island Line / Lonnie Donegan.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Twist and Shout / The Beatles.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;It's Gonna Be All Right / Gerry and The Pacemakers.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Do You Love Me / Brian Poole &amp; The Tremeloes.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Just One Look / The Hollies.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;I Just Wanna Make Love To You / Rolling Stones.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;I Wanna Be Your Man / Rolling Stones.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;House of the Rising Sun / The Animals.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;All Day and All The Night / The Kinks.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;I Saw Her Standing There / The Beatles.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ferry Cross The Mersey / Gerry and The Pacemakers.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;I1m Telling You Now / Freddie &amp; The Dreamers.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Do Wah Diddy Diddy / Manfred Man.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Around and Around / Rolling Stones.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;We've Gotta Get Out of This Place / The Animals.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Can't Buy Me Love / The Beatles.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Mrs. Brown You've Got a Lovely Daughter / Herman's Hermits.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;I'm A Man / Spencer Davis Group.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Can't Explain / The Who.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Heart Full of Soul / Yardbirds.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;She's A Woman / The Beatles.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;(*) Theme From The Monkees / The Monkees.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Tales of Brave Ulysses / Cream.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;My Generation / The Who.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;She's Not There / The Zombies&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) só trechos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 09/05/04.&lt;br /&gt;= JTC/jtc = &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108544850526820007?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108544850526820007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108544850526820007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108544850526820007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108544850526820007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/05/msica-de-fundovrios-british-rock.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108523930570249651</id><published>2004-05-22T12:17:00.000-03:00</published><updated>2004-05-22T12:22:25.060-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;font size=2&gt;&lt;b&gt;Mais &lt;i&gt;rocker&lt;/i&gt; e menos &lt;i&gt;gospel&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0001Z36VO.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=left hspace=10 border=1&gt;O Third Day chega ao seu quinto trabalho de estúdio após uma investida muito bem sucedida em projetos de &lt;i&gt;worship albums&lt;/i&gt; (&lt;b&gt;Offerings&lt;/b&gt;, 2000 &amp; &lt;b&gt;Offerings II&lt;/b&gt;, 2003) &amp;ndash; mercado que eles ajudaram a  recuperar, pois vários artistas de CCM fizeram o mesmo na seqüência &amp;ndash;, e de um disco orientado mais para o pop (&lt;b&gt;Come Together&lt;/b&gt;, 2001). Pois em &lt;b&gt;Wire&lt;/b&gt; (Essencial Records, 2004), eles voltam com força ao &lt;i&gt;southern rock&lt;/i&gt;, estilo que os consagrou nos primeiros discos, e cuja a influência de bandas como Lyrnyrd Skynyrd, The Black Crowes e Hootie &amp; The Blowfish é inegável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste "retorno às origens" (desculpem-me pelo clichê), o quinteto de Atlanta, Georgia, chamou um novo produtor (Paul Ebersold) e Brendan O'Brien (que tem no currículo, entre outros, Pearl Jam e Aerosmith) para mixar o álbum. E sente-se a diferença logo aos primeiros acordes de &lt;i&gt;'Til The Day I Die&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Come On Back To Me&lt;/i&gt;, pois os dois souberam explorar bem a sonoridade da banda através dos ótimos arranjos das músicas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As letras também refletem um pouco do "novo capítulo em sua carreira", segundo o próprio Third Day. Apesar do vocalista e principal compositor, Mac Powell, manter as tradicionais canções que enaltecem a fé e a redenção, outros questionamentos tomam espaço no disco, como o próprio status de celebridade alcançado pela banda (&lt;i&gt;Rockstar&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Billy Brown&lt;/i&gt;) e as dúvidas em relação a se depositar a confiança em Deus, como na faixa-título e em &lt;i&gt;I Will Hold My Head High&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, alternando rocks consistentes com baladas melódicas, o Third Day reassegura com &lt;b&gt;Wire&lt;/b&gt; o seu lugar entre as melhores bandas de Contemporary Christian Music da atualidade, ao lado de Jars Of Clay e dcTalk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108523930570249651?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108523930570249651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108523930570249651' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108523930570249651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108523930570249651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/05/mais-rocker-e-menos-gospel-o-third-day.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108442018665319943</id><published>2004-05-13T00:43:00.000-03:00</published><updated>2004-05-13T00:49:46.653-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=AFEEEE&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="4"&gt;Play the Blues...&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00000ICN9.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Stevie Ray Vaughan &amp; Double Trouble / In Step&lt;/b&gt; &lt;br&gt;(1989 Epic 700.345/2-463395)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em Dallas, Texas, &lt;i&gt;Stevie Ray Vaughan&lt;/i&gt; [1954-90] foi, sem sombra de dúvida, um dos maiores guitarristas de blues de todos os tempos. Um virtuoso no seu instrumento, SRV bebeu na fonte de "bluesmen" como &lt;i&gt;Albert King&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Otis Rush&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Muddy Waters&lt;/i&gt;, rockeiros como &lt;i&gt;Jimi Hendrix&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Lonnie Mack&lt;/i&gt;, bem como guitarristas de jazz como &lt;i&gt;Kenny Burrell&lt;/i&gt;. Aprendeu a tocar a guitarra ainda criança, influenciado pelo seu irmão mais velho, &lt;i&gt;Jimie Vaughan&lt;/i&gt; [1951-]. SRV rompeu, como nenhum outro, a barreira entre o blues e o rock.  Dono de um estilo único e peculiar, foi uma das grandes influências no blues e no rock and roll. Dez entre dez "bluesmen" brasileiros, são adeptos do "&lt;i&gt;Texas blues&lt;/i&gt;" e querem tocar como ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo "&lt;i&gt;Double Trouble&lt;/i&gt;" (nome de uma música de &lt;i&gt;Ottis Rush&lt;/i&gt;) foi formado em 1978 e, além de &lt;i&gt;Steve Ray Vaughan&lt;/i&gt; (guitarra e vocal), é composto por &lt;i&gt;Reese Wynans&lt;/i&gt; (piano e teclados), &lt;i&gt;Chris Layton&lt;/i&gt; (bateria) e &lt;i&gt;Tommy Shannon&lt;/i&gt; (baixo). &lt;i&gt;Lou Ann Barton&lt;/i&gt; (vocal) fazia parte do grupo original &lt;i&gt;Triple Threat&lt;/i&gt; in de onde foi derivado o &lt;i&gt;Double Trouble&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 26/08/1990, encerrado um show (em East Troy, WI),  depois de uma "jam session" que contou com grandes guitarristas do blues - &lt;i&gt;Eric Clapton, Buddy Guy, Jimmie Vaughan&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Robert Cray&lt;/i&gt;, SRV embarcou num helicóptero com destino a Chicago. Minutos depois de sua decolagem às 12:30, o helicóptero caiu, matando SRV e os outros quatro passageiros. Vaughan tinha somente 35 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;i&gt;In Step&lt;/i&gt;" (1989 Epic/Legacy) é o álbum de maior sucesso de sua carreira e, segundo &lt;i&gt;Ted Drozdowski&lt;/i&gt;, da Amazon, o primeiro que ele gravou sóbrio... (SRV havia recém saído de uma clínica de rehabilitação, onde havia se internado para curar-se do vício do álcool e das drogas). Com ele SRV ganhou um prêmio "&lt;i&gt;Grammy&lt;/i&gt;" por "&lt;i&gt;Melhor Gravação de Blues Contemporâneo&lt;/i&gt;" (Best Contemporary Blues Recording) e ganhou um &lt;i&gt;Disco de Ouro&lt;/i&gt; após somente 6 meses de seu lançamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum é uma mistura de blues e rock, tocados com a energia e sentimento que lhe eram tão peculiares. A minha edição é a de 1989, mas este álbum já foi relançado em março/1999 (nos EUA) com som remasterizado e trilhas adicionais (bônus tracks). No Brasil, para variar, lançaram sem as trilhas adicionais... A saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. The House Is Rockin'&lt;br /&gt;2. Crossfire&lt;br /&gt;3. Tightrope&lt;br /&gt;4. Let Me Love You Baby&lt;br /&gt;5. Leave My Girl Alone&lt;br /&gt;6. Travis Walk        &lt;br /&gt;7. Wall Of Denial&lt;br /&gt;8. Scratch `N' Sniff&lt;br /&gt;9. Love Me Darlin'&lt;br /&gt;10. Riviera Paradise        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as "bônus tracks":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. SRV Speaks - (previously unreleased)        &lt;br /&gt;12. The House Is Rockin' (previously unreleased, live)&lt;br /&gt;13. Let Me Love You Baby - (previously unreleased, live)&lt;br /&gt;14. Texas Flood - (previously unreleased, live)&lt;br /&gt;15. Life Without You - (previously unreleased, live)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum inicia de forma estrondosa, com o boogie "&lt;i&gt;The House Is Rockin&lt;/i&gt;", seguido de blues-rock, com "&lt;i&gt;Crossfire&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Tightrope&lt;/i&gt;". O bom e velho blues aparece em "&lt;i&gt;Leave My Girl Alone&lt;/i&gt;" e na energia instrumental de "&lt;i&gt;Travis Walk&lt;/i&gt;". Destaque também para o blues "&lt;i&gt;Scratch-N-Sniff&lt;/i&gt;". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum encerra com chave de ouro (na minha edição, nacional). A instrumental "&lt;i&gt;Riviera Paradise&lt;/i&gt;" está entre as mais belas músicas que ele compôs. Uma mistura de blues e jazz, de  um lirismo e delicadeza que contrasta com a energia emenada em todo o resto do álbum. A melodia flui de seus dedos sem interrupção, num fluxo constante onde demonstra a sua virtuosidade no instrumento e a intimidade com aqueles momentos mais tristes do coração dos "&lt;i&gt;bluesmen&lt;/i&gt;". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "Rei do Blues", &lt;i&gt;B.B. King&lt;/i&gt;, disse numa entrevista que, enquanto os guitarristas de blues (ele inclusive) sempre ficam pensando no que vão fazer nas próximas notas, com SRV a melodia parecia  fluir de seus dedos com uma facilidade incrível, sem pausas e sem esta necessidade de "pensar adiante". Ele era extremamente natural, construindo seus "fraseados" na guitarra sem um esforço aparente. Tal era a sua genialidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Stevie Ray Vaughan&lt;/i&gt; morreu jovem, e só Deus sabe até onde chegaria no mundo do show business com a sua guitarra. Cada vez que ouço um de seus discos, os sentimentos são contraditórios e meio confusos, a alegria de ouvi-lo bate contra tristeza de não te-lo mais entre nós. Já disseram que a gente deve sentir saudade, mas não tristeza. Assim seja. Não nos resta mais nada a não ser consumir cada minuto de seu legado. R.I.P. [&lt;i&gt;requiescat in pace&lt;/i&gt;], descansa em paz, Stevie! &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 02/05/2004.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108442018665319943?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108442018665319943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108442018665319943' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108442018665319943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108442018665319943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/05/play-blues.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108312655228245875</id><published>2004-04-28T01:27:00.000-03:00</published><updated>2004-04-28T12:32:07.780-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font face="Comic Sans MS" size=4&gt;Discoteca Básica&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://images.amazon.com/images/P/B00004I9VE.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Michael Jackson / Thriller&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (1982 Epic 700029)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma piada perguntava: "O que é branco por fora, negro por dentro e adora criancinhas?". A resposta, hoje, entristece aqueles que como eu, foram (e ainda são) fãs dele. Entretanto, houve uma época que &lt;i&gt;Michel Jackson&lt;/i&gt; [1958- ], nascido &lt;i&gt;Michael Joseph Jackson&lt;/i&gt;, não era devorador de criancinhas e se firmou como o maior astro "pop" do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É desta época o lançamento deste álbum. Lançado depois do admirável trabalho de "&lt;i&gt;Off The Wall&lt;/i&gt;" (1979 Epic 746.029/2-450086), "&lt;i&gt;Thriller&lt;/i&gt;" (1982 Epic) se tornou o disco mais vendido da história da música. São mais de 40 milhões (sim, 40.000.000!!!) de discos vendidos ao redor do planeta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco tem um pouco de tudo - funk, hard rock, baladas leves e soul music, o que serviu para que atingisse uma   ampla audiência. Além disso, colaborou para o seu sucesso, o fato de ser lançado na época que a MTV estava em ascenção. MJ ajudou a rede não só sendo o seu primeiro "superstar", mas também por ser o primeiro astro negro a estreiar na rede MTV. Da mesma forma, a rede ajudou a divulgação do astro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São ao todo nove músicas excepcionais, sendo difícil selecionar algumas sem ser injusto com outras. A mão mágica de &lt;i&gt;Quincy Jones&lt;/i&gt; e arranjos do não menos competente &lt;i&gt;Rod Temperton&lt;/i&gt;, que o acompanha desde "Off The Wall", fizeram do álbum um sucesso sem precedentes, tal que no seu lançamento colocou sete das nove músicas no rol das "Dez Mais" (nos EUA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil ouvir e avaliar &lt;i&gt;Michael&lt;/i&gt; só pela voz e a música, pois ele é também um exímio dançarino. A sua voz se completa com a imagem (daí o enorme sucesso do clip de "&lt;i&gt;Thriller&lt;/i&gt;", continuamente aclamado como o melhor vídeo de todos os tempos). Isto explica porque, para mim, "&lt;i&gt;Billie Jean&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Thriller&lt;/i&gt;" sejam duas das minhas preferidas e, provavelmente, das melhores coisas que ele já fez na vida (outra é "&lt;i&gt;Smooth Criminal&lt;/i&gt;", do álbum "&lt;i&gt;Bad&lt;/i&gt;" [1987 Epic 700.765/2-450290]). A apresentação de "&lt;i&gt;Billie Jean&lt;/i&gt;" [16/05/1983, no especial  da TV sobre o 25º aniversário da Motown], onde usa e abusa do "&lt;i&gt;moonwalking&lt;/i&gt;" (que, na verdade é um "&lt;i&gt;sliding&lt;/i&gt;") e o clip de "&lt;i&gt;Thriller&lt;/i&gt;" são uma evidência da sua habilidade como dançarino e de quanto a música e a dança estão entrelaçadas em Michael.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaques também para "&lt;i&gt;P.Y.T. (Pretty Young Thing)&lt;/i&gt;", o dueto com &lt;i&gt;Paul McCartney&lt;/i&gt; [1942- ] em "&lt;i&gt;The Girl Is Mine&lt;/i&gt;" e a participação do virtuoso do "metal", &lt;i&gt;Eddie Van Halen&lt;/i&gt; [1955- ] em "&lt;i&gt;Beat It&lt;/i&gt;". Completa o álbum um belo encarte de 12 folhas, com as letras de todas as músicas e dois desenhos feitos por MJ, de qualidade duvidosa e que deveriam ter sido mandadados analisar por um psiquiatra há muito mais tempo. Talvez ele não chegasse a ficar tão encrencado como está hoje em dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este álbum foi relançado em 1999 em SACD (esta é imagem da capa que aparece neste texto) e em 2001, em som remasterizado e com duas "bônus tracks". A saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thriller [Bonus Tracks] [ORIGINAL RECORDING REMASTERED] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Wanna Be Startin' Somethin'&lt;br&gt;&lt;br /&gt;2. Baby Be Mine&lt;br&gt;&lt;br /&gt;3. Girl Is Mine&lt;br&gt;&lt;br /&gt;4. Thriller&lt;br&gt;&lt;br /&gt;5. Beat It&lt;br&gt;&lt;br /&gt;6. Billie Jean&lt;br&gt;&lt;br /&gt;7. Human Nature&lt;br&gt;&lt;br /&gt;8. P.Y.T. (Pretty Young Thing)&lt;br&gt;&lt;br /&gt;9. Lady in My Life&lt;br&gt;&lt;br /&gt;10. Interview with Quincy Jones [*]&lt;br&gt;&lt;br /&gt;11. Someone in the Dark [*]&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[*] Bônus tracks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu digo: você sabe que está ficando velho quando os seus CDs começam a ser relançados como "edições comemorativas dos 20 anos", :-) ... &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 18/04/2004.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108312655228245875?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108312655228245875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108312655228245875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108312655228245875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108312655228245875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/04/discoteca-bsicamichael-jackson.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108256397408019776</id><published>2004-04-21T13:12:00.000-03:00</published><updated>2004-04-21T13:21:24.653-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;b&gt;Em busca de paz?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0001NBMTE.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=left hspace=10 border=1&gt;Honestamente, conheço muito pouco de Johnny Cash: &lt;i&gt;The Million Dollar Quartet&lt;/i&gt; (ao lado de Elvis Presley), &lt;i&gt;Folsom Prison Blues&lt;/i&gt; e a participação na canção &lt;i&gt;The Wanderer&lt;/i&gt; no disco Zooropa do U2, são alguns dos &lt;br /&gt;momentos de sua carreira com os quais tive contato... o que é muito pouco, se considerarmos a sua extensa discografia. Mas não pude deixar de notar este CD, &lt;b&gt;My Mother's Hymn Book&lt;/b&gt;, e falar um pouco dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse lançamento póstumo fazia parte inicialmente do &lt;b&gt;Unearthed&lt;/b&gt;, uma caixa contendo 5 CDs com material raro ou inédito do cantor, lançado após a sua morte em 2003. Felizmente, ele foi acondicionado em um CD à parte e recebeu um nome bem apropriado: "o livro de hinos da minha mãe", pois de outra forma eu provavelmente nunca teria conhecimento dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir a voz grave e poderosa de Cash nessas 15 canções, acompanhada apenas pelo dedilhado de um violão, a identificação foi imediata. Hinos tradicionais evangélicos, muitos dos quais ouvi também na igreja durante a minha infância - assim como ele, ao explicar a inspiração destas gravações -, ganham interpretações carregadas de emoção, nostalgia, espiritualidade e devoção. Assim como Elvis, ele costumava gravar discos de música Gospel, ou incluir uma canção cristã nos seus trabalhos, mas com &lt;b&gt;My Mother's Hymn Book&lt;/b&gt;, Cash parece pressentir o fim de sua carreira e a necessidade premente de rever momentos tão significativos de seu passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protagonista de uma vida marcada pelo uso de drogas e casamentos desfeitos, talvez Cash estivesse procurando por uma paz que ele sabia estar no coração de canções como &lt;i&gt;When the Roll Is Called Up Yonder&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;In the Garden&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Softly and Tenderly&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Just as I Am&lt;/i&gt;. Teria ele reencontrado essa paz novamente, antes de deixar este mundo? Somente Deus poderá responder... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108256397408019776?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108256397408019776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108256397408019776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108256397408019776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108256397408019776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/04/em-busca-de-paz-honestamente-conheo.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108173879917565389</id><published>2004-04-11T23:59:00.000-03:00</published><updated>2004-04-12T00:05:11.216-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=AFEEEE&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="4"&gt;Play the Blues...&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://images.amazon.com/images/P/B00000IQLR.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Lonnie Brooks, Phillip Walker &amp; Long John Hunter / Lone Star Shootout&lt;/b&gt; &lt;br&gt;(1999 Alligator / Caravelas  270.062)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São mais de 200 anos de idade e mais de 100 anos de carreira, reunidos neste CD; o mais jovem (Walker) tem hoje 67 anos de idade. Lonnie Brooks [1933- ] (guitarra e vocal), Long John Hunter [1931- ] (guitarra e vocal) e Phillip Walker [1937- ] (guitarra e vocal), apesar da idade, ou melhor dizendo, graças à idade, exibem o seu talento numa série de músicas que mostram porque foram, nos seus melhores momentos, grandes nomes do &lt;i&gt;blues&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Lonnie Brooks&lt;/i&gt; (nascido &lt;i&gt;Lee Baker Jr&lt;/i&gt;., em Louisiana), é um dos grandes representantes do "Chicago Blues". Você já deve ter ouvido alguma coisa dele, talvez com o nome de "&lt;i&gt;Guitar Junior&lt;/i&gt;", como ele se apresentava. &lt;i&gt;Long John Hunter&lt;/i&gt;, também de Louisiana, foi uma lenda local por muito tempo. Ainda na ativa (como os demais) é um grande representante do "Texas Blues". Seu contrato com a Alligator (1997 - &lt;i&gt;Border Town Legend&lt;/i&gt;) e a Doc Blues (2003 - &lt;i&gt;One Foot in Texas&lt;/i&gt;) podem ampliar a sua fama. Com uma carreira menos abundante que os demais, mas igualmente consistente, &lt;i&gt;Phillip Walker&lt;/i&gt; também é considerado um dos grandes representantes do "Texas Blues" e "Louisiana Blues". Nascido ... adivinhe aonde?... em Louisiana, juntou-se às duas outras lendas vivas (Brooks e Hunter) para gravar, em 1999, este álbum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum inicia com "&lt;i&gt;Roll, Roll, Roll&lt;/i&gt;" um rock clássico, escrito nos anos 50 por Brooks, quando ele era "&lt;i&gt;Guitar Junior&lt;/i&gt;". Ele mesmo continua com um boogie-woogie "&lt;i&gt;Boogie Rambler&lt;/i&gt;". Existe um pouco de tudo, para agradar a qualquer um. Tem baladas ("&lt;i&gt;A Little More Time&lt;/i&gt;"), rock ("&lt;i&gt;Bon Ton Roulet&lt;/i&gt;", "&lt;i&gt;You're Playing Hooky&lt;/i&gt;"),  puro "Texas blues" como em "&lt;i&gt;Feel Good Doin' Bad&lt;/i&gt;" (onde brilha a harmônica de &lt;i&gt;Mark "Kaz" Kazanoff&lt;/i&gt;), "&lt;i&gt;Alligators Around My Door&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Street Walking Woman&lt;/i&gt;", "swamp pop" em "&lt;i&gt;This Should Go On Forever&lt;/i&gt;", R&amp;B ("&lt;i&gt;I Can't Stand It No More&lt;/i&gt;"). Mais blues ("&lt;i&gt;I Met The Blues In Person&lt;/i&gt;", "&lt;i&gt;It's Mighty Crazy&lt;/i&gt;").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum conta ainda com a participação especial de &lt;i&gt;Ervin Charles&lt;/i&gt; (guitarra e vocal), em "&lt;i&gt;Born In Louisiana&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Two Trains Running&lt;/i&gt;", lamentos à la &lt;i&gt;Muddy Waters&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanha o CD um belo livreto de 12 páginas, com anotações biográficas (por &lt;i&gt;Michael Point&lt;/i&gt;) dos três músicos, créditos e informações sobre cada uma das músicas do CD (por &lt;i&gt;Bruce Iglauer&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um encontro histórico de três lendas do blues. Só isto já seria suficiente. Acrescente o livreto com fotos e recheado de informações e você tem a desculpa perfeita para gastar mais uns trocados numa bela aquisição para a sua coleção de blues. Aproveite! &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 05/04/2004. &lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108173879917565389?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108173879917565389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108173879917565389' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108173879917565389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108173879917565389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/04/play-blues.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108136570028843723</id><published>2004-04-07T16:21:00.000-03:00</published><updated>2004-04-07T16:37:41.826-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img border="0" src="http://images.amazon.com/images/P/B000148KK2.01.LZZZZZZZ.jpg" width="200" height="200" align="right" hspace="10" border="1"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Diana Krall &amp;ndash; The Girl in the Other Room&lt;/b&gt;&lt;br&gt;(2004  Verve Music Group)&lt;br&gt;&lt;br&gt;Diana Krall fez vários acertos em seu mais recente CD, &lt;b&gt;The Girl in the Other Room&lt;/b&gt;. Primeiramente, chamou seu marido, o cantor e compositor Elvis Costello, para co-escrever seis das doze canções do álbum. Depois, cercou-se de músicos extremamente talentosos &amp;ndash; entre eles, Anthony Wilson (guitarra), John Clayton (baixo), e Jeff Hamilton (bateria), que já a acompanhavam na última turnê &amp;ndash;, além do co-produtor Tommy LiPuma, vencedor de três prêmios Grammy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cantora e pianista canadense, discípula de Fats Waller, selecionou ainda alguns &lt;i&gt;standards&lt;/i&gt; modernos para compor o disco e que ficaram especialmente agradáveis de se ouvir na sua interpretação, como no caso da sensual &lt;i&gt;Temptation&lt;/i&gt;, de Tom Waits, &lt;i&gt;Black Crow&lt;/i&gt; (Joni Mitchell) e &lt;i&gt;Almost Blue&lt;/i&gt; (do próprio Costello). Por fim, eliminou os arranjos orquestrais que estavam &amp;quot;empapuçando&amp;quot; os seus dois álbuns de estúdio anteriores, retornando ao jazz &amp;quot;básico&amp;quot;, acústico. Essa decisão deu novamente destaque à sua voz aveludada, e ao seu toque gentil ao piano, que nos remete ao estilo de Bill Evans, além de afastá-la da imagem que começava a se formar de "intérprete de luxo" do cancioneiro norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Stop This World!", canta ela, abrindo o CD com muita personalidade, extrapolando sua versatilidade neste blues de Mose Allison. Há ainda espaço para relembrar outras divas através de canções popularizadas por elas: Billie Holiday (&lt;i&gt;I'm Pulling Through&lt;/i&gt;) e Bonnie Raitt (&lt;i&gt;Love Me Like a Man&lt;/i&gt;). Entre suas composições, &lt;i&gt;Departure Bay&lt;/i&gt;, uma homenagem à sua cidade natal, Nanaimo, é tocante ao descrever momentos marcantes de sua vida. Porém, o tema mais recorrente é o amor e o relacionamento entre duas pessoas, (como na intimista faixa-título ou em &lt;i&gt;Narrow Daylight&lt;/i&gt;, a mais bonita das seis), resultado de sua inspirada parceria com Costello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditem, só encontro um "defeito" no novo trabalho de Diana Krall: há uma música instrumental, &lt;i&gt;Sometimes I Just Freak Out&lt;/i&gt;, lançada como bônus no final do CD, e que nos deixa ainda mais maravilhados com o talento da Diana pianista e sua banda, mas decididamente frustrados por ter sido reservado somente uma para este ótimo &lt;b&gt;The Girl in the Other Room&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108136570028843723?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108136570028843723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108136570028843723' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108136570028843723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108136570028843723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/04/all-that-jazzdiana-krall-acstico.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108067737231261243</id><published>2004-03-30T17:09:00.000-03:00</published><updated>2004-03-30T17:31:06.186-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Mr. Johnson &lt;i&gt;revisited&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B0001HAHXW.01.LZZZZZZZ.jpg" width="200" height="178" align="left"&gt;Em 1994, o &lt;i&gt;slow hand&lt;/i&gt; Eric Clapton lançou &lt;b&gt;From the Cradle&lt;/b&gt;, um tributo ao estilo que o consagrou mundialmente antes de unir-se ao rock e, eventualmente, enveredar nos caminhos mais atraentes e fáceis do pop. As releituras de clássicos de Muddy Waters e Howlin' Wolf, entre outros, regados com guitarras elétricas ao melhor estilo do blues de Chicago, foi um sucesso imediato: venceu o prêmio Grammy, conquistou o disco de platina três vezes. Em 2000, ele retornou às raízes acompanhado por outra lenda do blues, B.B. King, no aclamado &lt;b&gt;Riding With The King&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma década se passou até que Clapton desse à luz a um trabalho à altura do &lt;b&gt;Cradle&lt;/b&gt;. Dessa vez, o homenageado é um só: o mestre dos mestres, Robert Johnson - que curiosamente havia ficado de fora na seleção anterior. Em &lt;b&gt;Me and Mr. Johnson&lt;/b&gt; ele interpreta magistralmente 14 das famosas 29 únicas canções da figura mítica de Johnson, calcando seus arranjos no blues rural do Mississippi, mas sem abrir mão de sua Stratocaster para imprimir um pouco de sujeira das cordas eletrificadas à coleção de clássicos que desfilam: &lt;i&gt;Traveling Riverside Blues&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;If I Had Possession Over Judgement Day&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Love in Vain&lt;/i&gt;, ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a segurança de um aluno que aprendeu muito bem a lição de casa, e a humildade suficiente para deixar de lado a sua orientação para a fusão blues/rock, o músico inglês acerta novamente. É claro que &lt;i&gt;Me and the Devil Blues&lt;/i&gt;, por exemplo, só pode cantar a profunda aflição de "caminhar lado a lado" com o diabo, quem a conheceu e Clapton chega bem próximo disso. Particularmente, senti a falta de &lt;i&gt;Crossroads&lt;/i&gt;, mas ainda há muito com o que se deleitar: é quase impossível não se comover pela tristeza destilada no mais puro grau de canções como &lt;i&gt;Little Queen of Spades&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Kind Hearted Woman Blues.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num estilo que praticamente esgotou suas possibilidades de renovação, a alternativa de revisitar o passado tem se tornado freqüente (vide o último lançamento do Aerosmith, &lt;i&gt;Honkin' on Bobo&lt;/i&gt;). Com &lt;b&gt;Me and Mr. Johnson&lt;/b&gt;, Clapton o faz com reverência e talento inegável, nos transportando às estradas empoeiradas, cruzamentos desertos, tragédias de amor e todas essas imagens comuns aos &lt;i&gt;bluesmen&lt;/i&gt; do início do século passado. Uma lembrança mais do que bem-vinda!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108067737231261243?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108067737231261243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108067737231261243' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108067737231261243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108067737231261243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/03/mr.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108052533394839029</id><published>2004-03-28T22:55:00.000-03:00</published><updated>2004-03-29T19:08:09.186-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://images.amazon.com/images/P/B000005HFJ.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080" &gt;&lt;b&gt;Eliane Elias / Eliane Elias Plays Jobim&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (1990  Blue Note/Somethin' Else Records  CDP-7-93089-2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eliane Elias&lt;/i&gt; [1960- ] é brasileira, nascida na cidade de São Paulo, mas vocês não vão encontrar os seus álbuns tão facilmente por aqui. Este eu descobri por acaso, numa promoção das Americanas.com. Estabelecida em Nova York, tem uma formação clássica que logo enveredou para o jazz. Dotada de uma técnica impecável, amparada em estudos no &lt;i&gt;Centro Livre de Aprendizado Musical&lt;/i&gt;, em São Paulo, técnica clássica com &lt;i&gt;Amilton Godoy&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Amaral Vieria&lt;/i&gt; e aulas particulares com &lt;i&gt;Olegna Fuschi&lt;/i&gt; na famosa &lt;i&gt;Juilliard School of Music&lt;/i&gt;, sua carreira artística, como solista, data de 1986, com o seu primeiro álbum "&lt;i&gt;Illusions&lt;/i&gt;".&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eliane Elias&lt;/i&gt; é muito parecida, no estilo e na aparência, com outra grande estrela do jazz contemporâneo, a pianista e cantora, &lt;i&gt;Diana Krall&lt;/i&gt;. Fiz uma pesquisa no &lt;A href="http://www.allmusic.com" class="link_obs" target="_blank"&gt;All Music Guide&lt;/A&gt; para ver quem segue a quem. Curiosamente, o site não informa a data de nascimento de Diana Krall. No entanto, registra-se que o primeiro álbum de &lt;i&gt;Eliana Elias&lt;/i&gt; é de 1986 ("&lt;i&gt;Illusions&lt;/i&gt;"), enquanto &lt;i&gt;Diana Krall&lt;/i&gt; debuta com o álbum "&lt;i&gt;Steppin' Out&lt;/i&gt;" em 1993. Além disso, &lt;i&gt;Eliana Elias&lt;/i&gt;, antes de lançar seu primeiro album, fez parte do conjunto de jazz (Fusion, Post-Bop) &lt;i&gt;Steps Ahead&lt;/i&gt; [1979- ]. Ou seja, &lt;i&gt;Eliane Elias&lt;/i&gt; tem mais anos de "carreira". Mera curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste álbum, &lt;i&gt;Eliane Elias&lt;/i&gt; dá um tratamento jazzístico para grandes obras da bossa-nova,  do repertório do grande pianista, cantor e compositor brasileiro, &lt;i&gt;Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim&lt;/i&gt;, mais conhecido por &lt;i&gt;Tom Jobim&lt;/i&gt; [1927-1994]. Acompanhada por &lt;i&gt;Eddie Gomez&lt;/i&gt; [1944- ] (baixo), &lt;i&gt;Jack DeJohnette&lt;/i&gt; [1942- ] (bateria) e &lt;i&gt;Naná Vasconcelos&lt;/i&gt; [1944- ] (percussão), o resultado é surpreendentemente bom, a iniciar pela  interpretação de "&lt;i&gt;Águas de Março&lt;/i&gt;", na qual sustenta um ritmo intenso e ao mesmo tempo fluido, com o acompanhamento do percussionista &lt;i&gt;Naná Vasconcelos&lt;/i&gt;. Outro destaque é para a sua reinvenção de "&lt;i&gt;Samba de Uma Nota Só&lt;/i&gt;", num tratamento quase irreconhecível, mas de excelente ritmo, deixando entrever, de vez em quando, o tão conhecido refrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o álbum é instrumental (ótimo) e me lembra muito o antigo e famoso conjunto &lt;i&gt;Zimbo Trio&lt;/i&gt; [1964- ]. Na última música, &lt;i&gt;Eliana Elias&lt;/i&gt; nos brinda com sua voz  interpretando "&lt;i&gt;Por Causa de Você&lt;/i&gt;". Um canto suave e aveludado, que combina bem com a melodia triste e intimista de Jobim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afinidade natural entre a &lt;i&gt;bossa-nova&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;jazz&lt;/i&gt; é muito bem ilustrada nas interpretações deste álbum. Como dizem, "&lt;i&gt;a must have&lt;/i&gt;"! &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 14/03/04.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108052533394839029?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108052533394839029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108052533394839029' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108052533394839029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108052533394839029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/03/all-that-jazzeliane-elias-eliane-elias.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108032851099270179</id><published>2004-03-26T16:14:00.000-03:00</published><updated>2004-03-26T16:24:20.763-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="EEFFFF"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;font face="Trebuchet MS" SIZE="4"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;ALL THAT JAZZ&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://images.amazon.com/images/P/B00000IWVW.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080" &gt;&lt;b&gt;Donald Byrd / A New Perspective&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (1963, 1999 Blue Note / Capitol Records 7243-4-99006-2-2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Donald Byrd&lt;/i&gt; [1932- ] (nascido &lt;i&gt;Donaldson Toussaint L'Ouverture II&lt;/i&gt;), nasceu em 09/12/1932, na cidade de Detroit (MI). A sua vocação musical surgiu na infância, influência de seu pai, um pastor metodista que também era um músico amador. Ao completar o segundo grau ("high school") já era um trompetista completo. Tocou ao lado de quase todos os grandes nomes do jazz da sua época (anos 50, 60): &lt;i&gt;Lionel Hampton&lt;/i&gt; [1909-2002], &lt;i&gt;Grupo George Wallington&lt;/i&gt; [1924-1933], &lt;i&gt;Art Blakey's Jazz Messengers&lt;/i&gt; [1955-], &lt;i&gt;Max Roach&lt;/i&gt; [1924- ], e mais &lt;i&gt;John Coltrane&lt;/i&gt; [1926-1967], &lt;i&gt;Sonny Rollins&lt;/i&gt; [1930- ] e &lt;i&gt;Red Garland&lt;/i&gt; [1923-1984]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma grande bagagem teórica musical (bacharelado em música pela Wayne State University, em 1954; mestrado na Manhattan School of Music, em 1955), estudou também na Europa com a lendária educadora musical francesa &lt;i&gt;Nadia Boulanger&lt;/i&gt; [1887-1979]. Além de tocar e gravar, usou grande parte de seu talento e energia para transmitir a sua arte através do ensino, trabalhando diligentemente para colocar o jazz e sua história nos currículos escolares. &lt;i&gt;Donald Byrd&lt;/i&gt; lecionou música nas faculdades de Hampton, New York University, e  Howard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprei este CD meio no "impulso". Recebi do colega Daniel Olsson um e-mail da promoção das Lojas Americanas, com CDs importados à R$ 25,00 (uma barbada, se pensarmos que lançamentos nacionais já estão passando da casa dos R$ 30,00). Também não estou ganhando nada para fazer propaganda das Americanas. He!he!he! Pesquisando os títulos (de &lt;i&gt;jazz&lt;/i&gt;), o que me chamou a atenção para o "&lt;i&gt;A New Perspective&lt;/i&gt;", foi o sub-título "&lt;i&gt;band e voices&lt;/i&gt;". Uma pesquisa no &lt;A href="http://www.allmusic.com" target="_blank"&gt;All Music Guide&lt;/A&gt; mostrou que o álbum era inusitado por unir jazz + gospel. Pronto! Foram criadas as condições para mais um compra! E assim foi feito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este álbum ("&lt;i&gt;A New Perspective&lt;/i&gt;") foi gravado logo após o seu retorno da Europa, em 1963. Hoje, é considerado um clássico, por ter estabelecido novos rumos ao incorporar  um coral gospel nos seus arranjos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum inicia com "&lt;i&gt;Elijah&lt;/i&gt;", uma bela e longa composição de nove minutos, que mais parece uma "jam session", onde cada um dos componentes do grupo pode exibir a maestria no seu instrumento. &lt;i&gt;Kenny Burrell&lt;/i&gt; [1931- ] inicia com um belo solo de guitarra, em seguida, entra &lt;i&gt;Donald Best&lt;/i&gt; [?] no vibrafone (vibes), preparando o terreno para um grande solo de &lt;i&gt;Hank Mobley&lt;/i&gt; [1930-1986] (sax tenor), segue-se o próprio &lt;i&gt;Donald Byrd&lt;/i&gt; no trompete. Depois é a vez de &lt;i&gt;Herbie Hancock&lt;/i&gt; [1940- ] mostrar sua virtuosidade no piano. Durante todo este tempo, são acompanhados pela bateria incansável de &lt;i&gt;Lex Humphries&lt;/i&gt; [?], o baixo de &lt;i&gt;Butch Warren&lt;/i&gt; [1939- ] e as vozes do coral dirigido por &lt;i&gt;Coleridge Perkinson&lt;/i&gt; [1932- ]. O nome "&lt;i&gt;Elijah&lt;/i&gt;" é uma homenagem ao seu pai, um ministro metodista, de onde ele obteve a inspiração para fazer um álbum de músicas do tipo "&lt;i&gt;spirituals&lt;/i&gt;" (um dos estilos do gênero "&lt;i&gt;gospel&lt;/i&gt;"). Esta é a "nova perspectiva" que ele deseja transmitir nas suas composições e arranjos. Uma abordagem jazzística para transmitir a herança religiosa afro-americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se em "&lt;i&gt;Elijah&lt;/i&gt;" as vozes soam como intrusas na música, em "&lt;i&gt;Beast of Burden&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Cristo Redentor&lt;/i&gt;" o efeito é mais suave e parece mais harmonioso. Vozes e instrumentos se entrelaçam e trocam de papel ao longo da música. Inicialmente as vozes comandam o espetáculo e os instrumentos dão exclusivamente o suporte necessário. A seguir, os instrumentos prevalecem e as vozes ficam ao fundo. Depois seguem juntos, vozes e instrumentos, quase num "&lt;i&gt;acapella&lt;/i&gt;". E assim, vão alternando-se. O resultado é uma música que não é gospel nem é totalmente jazz, mas transmite  uma sensação de serenidade religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;i&gt;Cristo Redentor&lt;/i&gt;" foi escrita por &lt;i&gt;Duke Pearson&lt;/i&gt; [1932-1980] (o arranjador) como resultado de uma experiência pessoal que teve numa visita a cidade do Rio de Janeiro (RJ/Brasil), em 1961. Conta &lt;i&gt;Natt Hentoff&lt;/i&gt; [1925- ] (nas "&lt;i&gt;liner notes&lt;/i&gt;") que Pearson ficou muito impressionado ao ver a famosa estátua do &lt;i&gt;Cristo Redentor&lt;/i&gt;, no morro do Corcovado. Ele foi acometido de um sentimento religioso muito intenso, que o levou a compor a música em seguida. Na época de seu lançamento, "&lt;i&gt;Cristo Redentor&lt;/i&gt;", tornou-se bastante popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ritmo mais nervoso e intenso de "&lt;i&gt;The Black Discipline&lt;/i&gt;" é fruto de suas pesquisas e é inspirada em ritmos Africanos, especialmente sons de uma tribo do Congo. O nome da música refere-se ao Rei Negro, dos três Reis [Magos] que foram a Belém na noite em que Jesus nasceu. Fugiu um pouco ao meu estilo, mas as coisas melhoram a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;i&gt;Chant&lt;/i&gt;" traz de novo vozes e instrumentos tocando juntos. Belos solos de piano trazem de volta o clima relaxante do disco.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Jazz instrumental e vozes se combinam com sentimentos religiosos, para criar, como disse o próprio &lt;i&gt;Donald Byrd&lt;/i&gt;, um livro de hinos religiosos. O resultado final da audição é agradável, um música refinada e introspectiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente um gênio, &lt;i&gt;Donald Byrd&lt;/i&gt; tinha o seguinte credo "&lt;i&gt;Eu vou tão longe quanto as minhas emoções, intelecto e experiências me permitam&lt;/i&gt;". Este álbum é um exemplo de onde a sua criatividade musical pode nos levar. Aproveitemos para fazer esta viagem junto com ele! &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 27/02/2004.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108032851099270179?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108032851099270179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108032851099270179' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108032851099270179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108032851099270179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/03/all-that-jazzdonald-byrd-new.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-108030436318801001</id><published>2004-03-26T09:32:00.000-03:00</published><updated>2004-03-26T09:40:13.716-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;b&gt;Jesus VIVE!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem fui assistir a "A Paixão do Cristo" e saí do cinema emocionado, sem dúvida, mas também um pouquinho decepcionado. Não pela qualidade da produção, que é excelente - uma fotografia primorosa, com cenários e iluminação bastante verossímeis e interpretações convincentes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Também não foi o exagero nas cenas de violência que me incomodou. Mel Gibson buscou, ao seu modo, retratar o realismo de uma crucificação e isso siginifca aceitar que, se hoje vivemos num mundo violento, há dois mil anos atrás, quando nem se quer ouvia-se falar em direitos humanos, a coisa devia ser bem pior! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.thepassionofthechrist.com/images/officialposter.jpg" height=300 width=200 align=left hspace=10 border=1&gt;Igualmente não foi o suposto anti-semitismo. Ao meu ver, essa polêmica toda partiu dos judeus numa atitude do tipo - na falta de melhor expressão - "o chapéu deve ter servido".&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A única reclamação em relação ao filme foi sua visão nitidamente católica desse acontecimento - o mais importante na história da humanidade: o Cristo padecendo e morto foram mais valorizados que a Sua ressureição e vitória sobre a morte. Duas horas são dedicadas ao martírio de Jesus, e um minuto apenas para "dar o recado" que ele voltou do túmulo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Gibson, sendo católico ortodoxo, não conseguiu escapar dessa "tradição" de darem mais importância à morte que a ressureição. Basta olhar nas igrejas católicas o quanto há de crucifixos e comparar com as igrejas protestantes, em que o símbolo da cruz, quando há, aparece vazio... Porque Jesus está VIVO! Ora, de nada adiantaria todo o sofrimento, toda a humilhação, se ao final ele não vencesse a morte! Seria apenas mais um mártir que se sacrificou por ideais nobres.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Portanto, fica aqui o meu único protesto em relação ao filme: a morte de Cristo era necessária e foi muito bem retratada, mas a Sua ressureição é o fato mais maravilhoso de toda essa história e um minuto foi muito pouco prá mostrar ao público o significado disso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-108030436318801001?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/108030436318801001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=108030436318801001' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108030436318801001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/108030436318801001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/03/jesus-vive-ontem-fui-assistir-a-paixo.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-107981750206281149</id><published>2004-03-20T18:18:00.000-03:00</published><updated>2004-03-20T18:24:48.013-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" bgcolor="#FFFFCC" bordercolor="#000000" bordercolordark="#000000" summary=""&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;font size=4&gt;&lt;b&gt;"Here we are now, entertain us"&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;i&gt;Smells Like Teen Spirit&lt;/i&gt;, Nirvana&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;i&gt;Esta veio de algo que eu costumava dizer toda vez que eu saia prá uma festa, a fim de "quebrar o gelo". Normalmente quando você está parado com as pessoas ao redor numa sala, isto é realmente chato e incômodo. Então, era: "Bem, aqui estamos nós, distraia-nos. Você nos convidou aqui."&lt;/i&gt; – Kurt Cobain&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-107981750206281149?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/107981750206281149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=107981750206281149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107981750206281149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107981750206281149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/03/here-we-are-now-entertain-ussmells.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-107875125641696786</id><published>2004-03-08T10:07:00.000-03:00</published><updated>2004-03-10T09:52:21.356-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=FFFFFF&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;img src="http://warnerreprise.com/artist_newsletters/rem/PS_COVER.jpg" width="249" height="360" align="right" hspace="10" border="0"&gt;&lt;b&gt;Vem aí...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto trabalha em seu novo álbum, em um estúdio em Nassau, o R.E.M. anuncia o lançamento de mais um DVD ao vivo. Chega ao mercado internacional agora em março, &lt;b&gt;Perfect Square&lt;/b&gt;, com o show realizado em Wiesbaden, na Alemanha, em 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o site DVD Reviewer, o DVD será widescreen anamórfico, com som DD 5.1 e DTS e terá um documentário, &lt;i&gt;A Stirling Performance&lt;/i&gt;, produzido durante a turnê do álbum &lt;b&gt;Up&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As músicas são: Begin the Begin, What's the Frequency Kenneth?, Maps and Legends, Drive, Animal, Daysleeper, Great Beyond, Bad Day, The One I Love, All the Way to Reno (You're Gonna be a Star), Orange Crush, Losing My Religion, At My Most Beautiful, Electrolite, She Just Wants to Be, Walk Unafraid, Man on the Moon, Everybody Hurts, So Fast So Numb, Country Feedback, Permanent Vacation, Imitation of Life, It's The End of the World As We Know It (And I Feel Fine).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo CD da banda está prometido para o outono (americano) deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://echo.bandfarm.com/cimages/0d1b8ec684079797e9d95890a99425/wire.jpg" align="left" hspace="10" border="0"&gt;Quem também está com um novo trabalho "saindo do forno" já no próximo mês de maio é a banda Third Day. &lt;b&gt;Wire&lt;/b&gt; é o quinto álbum de estúdio da banda de Gospel Rock de Atlanta &amp;ndash; que possui fortes raízes no estilo de música "sulista" dos EUA &amp;ndash;, e que se tornou um fenômeno na música cristã contemporânea, recebendo vários prêmios Dove pelo seu projeto &lt;b&gt;Offerings&lt;/b&gt;, dedicados a &lt;i&gt;worship music&lt;/i&gt;, e um Grammy pelo disco anterior, &lt;b&gt;Come Together&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Wire&lt;/b&gt; já se encontra em pré-venda. Maiores informações em &lt;a href="http://www.thirdday.com/special/preorder.htm"&gt;ThidDay.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-107875125641696786?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/107875125641696786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=107875125641696786' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107875125641696786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107875125641696786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/03/vem.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-107816907241972031</id><published>2004-03-01T16:24:00.000-03:00</published><updated>2004-03-03T10:38:30.013-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Sem novidades&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após assistir aos 90 minutos deste bem executado show do DVD &lt;b&gt;Live 2003&lt;/b&gt;, do Coldplay, no Sydney's Horden Pavilion, em julho de 2003, chego a conclusão que ele é.... basicamente isso: bem executado! Não chega a ser um elogio mas também não é uma crítica. A verdade é que o quarteto londrino não acrescenta nenhuma novidade ao apresentar os seus hits – e são vários para um discografia de apenas dois álbuns – tocando cada música exatamente da mesma maneira que as ouvimos nas gravações de estúdio. De qualquer forma, o faz de maneira competente, interagindo com a platéia e transmitindo a força que cada música trás dentro de si – que é um dos motivos do seu sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.coldplay.com/ms/imagerepository/galleryimagespublic/1017209-2" align=left hspace=10 border=0&gt; Algumas canções, como &lt;i&gt;Shiver&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Everything's Not Lost&lt;/i&gt;, até que não passam tão desapercebidas quanto na audição do disco original, &lt;b&gt;Parachutes&lt;/b&gt;, mas é pouco para quem almeja seguir os passos das suas principais influências (U2 e Pink Floyd, só para fica nas mais óbvias), ou pelo menos criar alguma identidade "ao vivo". Também há uma ênfase exagerada no vocalista Chris Martin que, ao piano, protagoniza seu papel de centro das atenções. Isso não o incomoda em absoluto, tocando sozinho ao violão a bela &lt;i&gt;See You Soon&lt;/i&gt; (do EP &lt;b&gt;The Blue Room&lt;/b&gt;). É uma pena que haja tão pouco espaço para o guitarrista, Jon Buckland, responsável por uma coleção de riffs geniais, sem apelar prá chatice do virtuosismo; ou para o baixista e baterista, que estão perfeitos, mas quase que meros coadjuvantes na apresentação. Por outro lado, a banda dá provas de sua inspiração nas faixas novas, &lt;i&gt;One I Love&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Moses&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O show foi filmado em câmeras Super-16mm, alternando tomadas coloridas e em preto &amp; branco e tendo uma iluminação condizente com o clima das músicas. Apesar de escuro, a qualidade da transferência é razoável. Destaque para o jogo de sobreposição de imagens das lâmpadas desfocadas utilizado na edição, e que produziu um efeito bem bonito. Em geral a imagem é escura, e a qualidade da transferência, razoável. Já o som poderia ter um tratamento melhor. Mesmo a faixa DTS é irregular e carece de uma melhor distribuição dos instrumentos nas caixas traseiras. O efeito &lt;i&gt;surround&lt;/i&gt; praticamente só é percebido quando a platéia se manifesta ao final de cada música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns bons momentos estão reservados no documentário que acompanha o DVD. São mostrados depoimentos e cenas de bastidores da extensa turnê que a banda realizou em 2003, capazes de cativar mesmo quem não é fã. O Coldplay é sincero naquilo que faz, e mesmo o apoio à campanha do &lt;a href="http://www.maketradefair.com"&gt;Make Trade Fair&lt;/a&gt; não soa falso ou oportunista. Há inclusive um momento bem interessante: quando eles vão tocar em Red Rocks, no Colorado, Chirs Martin lembra, com reverência, que naquele dia faziam exatos 20 anos que o U2 havia se apresentado no mesmo lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se isso é algum tipo de presságio, só o tempo dirá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-107816907241972031?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/107816907241972031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=107816907241972031' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107816907241972031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107816907241972031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/03/sem-novidades-aps-assistir-aos-90.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-107755116291441241</id><published>2004-02-23T12:45:00.000-03:00</published><updated>2004-02-23T12:59:44.733-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=FFCCCC&gt;&lt;font face="Courier New" size="4"&gt;&lt;b&gt;Música de fundo&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://images.amazon.com/images/P/B00004VWA7.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;Jaco Pastorius / Jaco Pastorius&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (1976 Epic / CBS  EK-33949)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem &lt;i&gt;John Francis Pastorius&lt;/i&gt;, mais conhecido como &lt;i&gt;&lt;b&gt;Jaco Pastorius&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; [1951-1987] foi um gênio no seu instrumento, com uma passagem efêmera pelo mundo da música. Iniciando sua carreira nos anos 70, morreu tragicamente na década de 80. Possuidor de uma técnica excepcional, aliada a uma grande inspiração melódica, tocava solos extremamente rápidos e consistentes, chamando a atenção para o seu instrumento. Além de músico, era um talentoso compositor, arranjador e produtor. Ele e &lt;i&gt;Stanley Clarke&lt;/i&gt; [1951-] foram as maiores referências no seu instrumento nos anos 70.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em 01/12/1951, na cidade de Norristown (Pensylvania), Jaco criou-se na cidade de Fort Lauderdale, onde aprendeu a tocar e acompanhava os artistas de R&amp;B e Pop que visitavam a cidade. Cedo tornou-se uma lenda local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua carreira começou a deslanchar quando uniu-se a um então iniciante no "fusion", &lt;i&gt;Pat Metheny&lt;/i&gt; [1954-], por volta de 1974. Dois anos depois (1976) ele foi convidado a unir-se ao conjunto &lt;i&gt;Weather Report&lt;/i&gt; [1970-1985], onde ficou até 1981. Depois de sair do WR participou de vários álbuns, como  instrumentista ou produtor (Joni Mitchell, Blood Sweat and Tears, Paul Bley, Bireli Lagrene and Ira Sullivan). Entre 1980 a 1984, ele passou gravando e excursionando com a sua banda "&lt;i&gt;Word Of Mouth&lt;/i&gt;"  [1980-1984]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este álbum ("&lt;i&gt;Jaco Pastorius&lt;/i&gt;") é o seu primeiro grande esforço como artista individual. Foi muito aclamado na época de seu lançamento e até hoje é considerado uma obra-mestra (uma das melhores obras do gênero). O álbum tem que ser escutado com o ouvido especialmente atento para o baixo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum inicia com &lt;i&gt;Jaco Pastorius&lt;/i&gt; mostrando a sua virtuosidade no instrumento, ao solar magnificamente em "&lt;i&gt;Donna Lee&lt;/i&gt;", um "standard" de &lt;i&gt;Charlie Parker&lt;/i&gt; [1920-1955], somente com acompanhamento de &lt;i&gt;Don Alias&lt;/i&gt; nas congas. Segue-se um "funk-soul" em "&lt;i&gt;Come On, Come Over&lt;/i&gt;", onde JP mostra todo o seu "swing" no baixo. O álbum tem estilos variados,   "&lt;i&gt;Continuum&lt;/i&gt;", no melhor estilo "fusion", seria sucesso em qualquer "Free Jazz Festival".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em "&lt;i&gt;Speak Like a Child&lt;/i&gt;" composta em parceria com o pianista &lt;i&gt;Herbie Hancock&lt;/i&gt; [1940-], alem de mostrar a rapidez e fluência no baixo, JP mostra a sua versatilidade, compondo e introduzindo um arranjo de cordas, composto por violinos, violas e violoncelos. Destaque também para a originalidade (ousadia, na época) de "&lt;i&gt;Okonkole Y Trompa&lt;/i&gt;", uma obra composta para baixo elétrico, trompa Francesa e percussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com exceção de "&lt;i&gt;Dona Lee&lt;/i&gt;" todas as músicas são de sua autoria. Este álbum foi considerado uma das mais extraordinárias estréias na história do Jazz, pela qualidade das suas músicas, originalidade nos arranjos, arrojo (como em "&lt;i&gt;Okonkole Y Trompa&lt;/i&gt;") e, particularmente, por se tratar do primeiro álbum  de um jovem de somente 24 anos. A presença de pesos-pesados, tais como &lt;i&gt;Herbie Hancock&lt;/i&gt; (Piano, Teclados, Clavinet,  Fender Rhodes), &lt;i&gt;Hubert Laws&lt;/i&gt; [1939-] (Flauta, Piccolo), &lt;i&gt;Lenny White&lt;/i&gt; [1949-] (bateria), &lt;i&gt;Wayne Shorter&lt;/i&gt; [1933-] (sax soprano), &lt;i&gt;Don Alias&lt;/i&gt; (percussão) não inibe nem um pouco a &lt;i&gt;Jaco Pastorius&lt;/i&gt;, senhor de seu instrumento e dominante em todas as músicas.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um cuidado especial com relação ao volume do som. Para ouvir bem o baixo na primeira faixa ("&lt;i&gt;Donna Lee&lt;/i&gt;"), eu tive que aumentar bastante o volume. No entanto, da 2ª música em diante ("&lt;i&gt;Come On, Come Over&lt;/i&gt;") a gravação está num volume mais alto e pode estourar seus ouvidos se você levantou muito o volume na 1ª faixa. Este é o único defeito do disco. Pelo menos na versão que eu tenho (1976, com 9 músicas). Este CD já foi relançado (1990/1991/2000 Epic), numa versão remasterizada, com mais duas faixas bônus (alternate takes de "&lt;i&gt;(Used to Be a) Cha Cha&lt;/i&gt;" and "&lt;i&gt;6/4 Jam&lt;/i&gt;"), onde, talvez, este problema não seja percebido. Acompanha um livreto de 8 páginas, com uma introdução de &lt;i&gt;Herbie Hancock&lt;/i&gt; e os devidos créditos sobre cada uma das 9 músicas que compõe esta edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao morrer, Pastorius foi imediatamente "canonizado", sendo homenageado, entre outros,  por ninguém menos que &lt;i&gt;Miles Davis&lt;/i&gt; [1926-1991], que interpreta a música "&lt;i&gt;Mr. Pastorius&lt;/i&gt;" (álbum &lt;i&gt;Amandla&lt;/i&gt; - 1989 Warner 9-25873-2) em sua homenagem. É inimaginável até onde teria ido a genialidade de &lt;i&gt;Jaco Pastorius&lt;/i&gt;, extraindo sons e nuances surpreendentes de um instrumento normalmente relegado a um  papel de suporte, mais secundário, trazendo-o com todo brilhantismo para a frente do palco. &lt;i&gt;R.I.P.&lt;/i&gt;, Jaco! &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 19/02/2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: "&lt;i&gt;Okonkolo&lt;/i&gt;" é um instrumento de percussão, constituído por uma caixa de madeira  de formato trapezoidal (tipo uma urna) com uma abertura circular numa das faces. Tipo uma caixa de som sem o alto falante... Só mesmo vendo a figura. Para quem desejar  conhecer um pouco mais sobre os instrumentos, segue o link onde eu encontrei o okonkolo, afuche, piccolo (pequeno piston de 4 válvulas), etc: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;A href="http://musical-instruments.realemall.com/Fat-Congas/Batajon-Okonkolo.asp" target="_blank"  &gt;http://musical-instruments.realemall.com/Fat-Congas/Batajon-Okonkolo.asp&lt;/A&gt;&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-107755116291441241?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/107755116291441241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=107755116291441241' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107755116291441241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107755116291441241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/02/msica-de-fundojaco-pastorius-jaco.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-107679587090542487</id><published>2004-02-14T18:21:00.000-03:00</published><updated>2004-02-23T12:38:05.733-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=AFEEEE&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="4"&gt;Play the Blues...&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00005YUOB.01.LZZZZZZZ.jpg" height=281 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;B.B. King / Live At Nick's (DVD)&lt;/b&gt; &lt;br&gt;(1983 Uptown Productions / Van BLAD. Em: Revista "DVD Collection", nº 07)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sr. &lt;i&gt;Riley B. King&lt;/i&gt;, nasceu em 16/09/1925, na cidade de Indianola [MS]. As sementes do  tão duradouro talento de BBK foram plantadas na zona do Delta do Mississipi, rica em blues. A música country e gospel foram grandes influências durante a sua juventude, assim como grandes nomes do blues, tais como &lt;i&gt;T-Bone Walker&lt;/i&gt; [1910-1975] e &lt;i&gt;Lonnie Johnson&lt;/i&gt; [1899-1970], e gênios do jazz como &lt;i&gt;Charlie Christian&lt;/i&gt; [1916-1942] e &lt;i&gt;Django Reinhardt&lt;/i&gt; [1910-1953]. Mas o seu primeiro mestre do blues, foi mesmo o seu primo, &lt;i&gt;Bukka White&lt;/i&gt; [1906-1977], guitarrista de country blues. Em 1946, King foi visitar o seu primo em Memphis e ficou por lá uns dez meses, durante os quais este lhe ensinou os segredos da guitarra no blues.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua carreira data dos anos 50, construindo sucesso após sucesso. A sua biografia (no &lt;A href="http://www.allmusic.com" target="_blank" &gt;All Music Guide&lt;/A&gt;) não explica quando ele iniciou a ser chamado o "&lt;i&gt;Rei do Blues&lt;/i&gt;", nem a razão de tão grande e duradouro sucesso. Afinal, seria só ele que tocava e cantava blues tão bem? Quem eram seus contemporâneos? A resposta para isto demanda uma pesquisa mais a fundo, que eu, por enquanto, não me animei a fazer. Certamente já existem biografias dele [nos EUA] que seguem esta linha. Eu, por enquanto, acredito que é algo assim como o "&lt;i&gt;Pelé&lt;/i&gt;", o nosso "&lt;i&gt;Rei do Futebol&lt;/i&gt;" e "&lt;i&gt;Atleta do Século&lt;/i&gt;". De tempos em tempos, talento, genialidade, sorte, economia, política, negócios e, por que não, providência divina, se juntam numa série de circunstâncias e culminam num ser especial, que consegue representar o conceito (&lt;i&gt;blues&lt;/i&gt;, no caso de BBK, &lt;i&gt;futebol&lt;/i&gt;, no caso de Pelé, &lt;i&gt;música clássica&lt;/i&gt;, com Mozart) de uma forma honesta, carismática, irrefutável e universal. Como diz o Professor &lt;i&gt;Charles Xavier&lt;/i&gt;, "&lt;i&gt;a natureza, de tempos em tempos, dá um salto à frente&lt;/i&gt;" ("&lt;i&gt;X-Men 2&lt;/i&gt;"). Esses são os nossos "Reis".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Back to earth. Voltando ao DVD. O DVD apresenta um show ao vivo, gravado no clube "&lt;i&gt;Nick's Uptown&lt;/i&gt;", em Dallas, Texas, no ano de 1983. Eu dei este DVD de presente para o meu cunhado (o João) que, assim como eu, também gosta muito de &lt;i&gt;blues&lt;/i&gt;. Comprei "&lt;i&gt;às cegas&lt;/i&gt;", pois como o meu cunhado não tem nenhum DVD do BBK, qualquer coisa dele já seria um acréscimo à sua DVDteca. É claro que eu já tinha as minhas "&lt;i&gt;segundas intenções&lt;/i&gt;" (algo assim, como direi..., quando eu compro um DVD para a minha esposa...). Esperei passar o tempo regulamentar, para que ele tivesse oportunidade de ver o DVD algumas vezes e, chegado fevereiro, minhas férias, pedi emprestado. Meus caros amigos, eu lhes digo, modéstia a parte, eu dei um presente muito legal! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DVD traz alguns de seus maiores sucessos. As músicas do show são as seguintes:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li&gt;Every Day I Have the Blues (Memphis Slim) &lt;br /&gt;	&lt;li&gt;Night Life (Breeland/Buskirk/Nelson) &lt;br /&gt;	&lt;li&gt;Better Not Look Down (Jennings/Sample) &lt;br /&gt;	&lt;li&gt;Never Make a Move Too Soon (Hooper/Jennings) &lt;br /&gt;	&lt;li&gt;Sell My Monkey (King) &lt;br /&gt;	&lt;li&gt;Love Me Tender (Matson/Presley) &lt;br /&gt;	&lt;li&gt;Inflation Blues (Alexander/Jordan/Southern) &lt;br /&gt;	&lt;li&gt;The Thrill Is Gone (Darnell/Hawkins) &lt;br /&gt;	&lt;li&gt;There Must Be a Better World Somewhere (Pomus/Rebennack)&lt;br /&gt;&lt;/ol&gt; &lt;br /&gt;A imagem está muito boa. Não consegui testar o áudio 5.1 porque não tenho um home theater. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaque para a sua interpretação de "&lt;i&gt;Love Me Tender&lt;/i&gt;", onde o velho mestre mostra como pode impregnar com nuances de blues uma velha e conhecida canção, num resultado surpreendente, mostrando a sua versatilidade de interpretação ("&lt;i&gt;Love Me Tender&lt;/i&gt;" foi imortalizada por &lt;i&gt;Elvis Presley&lt;/i&gt;. Se vocês não se lembram, a mãe de vocês certamente deve se lembrar :-)). E não poderia faltar "&lt;i&gt;The Thrill Is Gone&lt;/i&gt;" um dos mais estrondosos sucessos de sua carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Origem da Lucille&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; - Outra curiosidade (além do "&lt;i&gt;Love Me Tender&lt;/i&gt;") é quando ele fala sobre o nome da sua guitarra. Este DVD é entremeado por trechos de uma entrevista com o &lt;i&gt;Rei do Blues&lt;/i&gt;, e, numa destas passagens ele conta porque batizou a sua guitarra de "&lt;i&gt;Lucille&lt;/i&gt;". Conta ele que o nome &lt;i&gt;Lucille&lt;/i&gt; vem de um local chamado "&lt;i&gt;Twist&lt;/i&gt;", no Arkansas (na pequena cidade de "Twist"). &lt;i&gt;B.B. King&lt;/i&gt; costumava tocar lá, às 6ª e Sábados, quando não tocasse em outro local (o que era bem freqüente, segundo ele...). No inverno o "&lt;i&gt;Twist&lt;/i&gt;" ficava bem frio e eles colocavam um grande latão no meio do bar, com querosene, acendiam, e isso era o "aquecimento" dos clientes e dos músicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente as pessoas dançavam ao redor dele, mas, numa noite, dois homens brigaram e um deles foi empurrado para o latão. O latão caiu e derramou no chão o querosene que estava queimando. O chão pegou fogo. Houve um princípio de pânico e todos correram para fora, gritando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando lá fora, continua na entrevista, ele lembrou que havia esquecido a sua guitarra lá dentro. O bar era de madeira e estava queimando rápido. Ainda assim, ele voltou lá dentro e o bar começou a desabar à sua volta. Ele quase morreu mas, conseguiu salvar a sua guitarra! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;B.B King&lt;/i&gt; soube depois que a briga havia começado por causa de uma mulher, chamada &lt;i&gt;Lucille&lt;/i&gt;. Então ele deu este nome à guitarra, "&lt;i&gt;para me lembra de não fazer mais isto&lt;/i&gt;", conta ele sorridente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela qualidade do DVD, pelo registro histórico, pelas interpretações e pelos trechos da  entrevista, o DVD é altamente recomendável. Vou ver se ainda o encontro nas Americanas. &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;, 12/02/2004.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-107679587090542487?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/107679587090542487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=107679587090542487' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107679587090542487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107679587090542487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/02/play-blues.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-107635869673967624</id><published>2004-02-09T18:21:00.000-03:00</published><updated>2004-02-13T17:06:14.390-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=FFCCCC&gt;&lt;font face="Courier New" size="4"&gt;&lt;b&gt;Música de fundo&lt;hr align=left size=1&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;img  src="http://images.amazon.com/images/P/B000002AGW.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=right hspace=10 border=1&gt;&lt;font size="2" color="#000080"&gt;&lt;b&gt;George Benson / Beyond the Blue Horizon&lt;/b&gt; &lt;br&gt; (1972 CTI 6009 &amp; 1997 Sony 65130)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;George Benson&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; é, simplesmente, um dos melhores guitarristas da história do jazz. Ponto. Extremamente versátil, ele é capaz de tocar praticamente em qualquer estilo, &lt;i&gt;jazz&lt;/i&gt; tradicional, do &lt;i&gt;swing&lt;/i&gt; ao &lt;i&gt;bop&lt;/i&gt;,  do &lt;i&gt;R&amp;B&lt;/i&gt; ao &lt;i&gt;pop&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas inspirações foram &lt;i&gt;Charlie Christian&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Wes Montgomery&lt;/i&gt;, mas ele tem um estilo completamente próprio. Além de tocar brilhantemente como guitarrista principal, ele também é um excelente guitarrista rítmico, como suporte a outros solistas. Para completar,  &lt;i&gt;George Benson&lt;/i&gt; também canta muito bem, seja “&lt;i&gt;Pop&lt;/i&gt;” ou “&lt;i&gt;Soul&lt;/i&gt;” romântico, e é sua voz que o tornou mais popular para o público do que a sua guitarra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em razão disso, os críticos mais puristas torcem o nariz quando falam dele, rotulando-o como um simples "cantor pop que também toca guitarra muito bem".  Esta aversão data de 1985, quando, &lt;i&gt;George Benson&lt;/i&gt;, numa então predestinada brilhante carreira no jazz, deu uma guinada na carreira com o estrondoso sucesso "&lt;i&gt;This Masquerade&lt;/i&gt;" (do álbum "&lt;i&gt;Breezin&lt;/i&gt;"). O guiatarrista de jazz tornou-se um eterno "&lt;i&gt;show-man&lt;/i&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este álbum é da sua fase “jazzística”. Junto com outros músicos igualmente talentosos - &lt;b&gt;&lt;i&gt;Ron Carter&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (baixo), &lt;b&gt;&lt;i&gt;Jack DeJohnette&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (bateria), &lt;b&gt;&lt;i&gt;Clarence Palmer&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (órgão), &lt;b&gt;&lt;i&gt;Michael Cameron&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;&lt;i&gt;Albert Nicholson&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (percussão) - apresenta uma soberba sessão de jazz. A inclusão de um órgão e percussão podem parecer meio estranhos numa sessão de jazz, mas não comprometem o resultado final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum inicia com “&lt;i&gt;So What&lt;/i&gt;”, que foi a também a abertura do consagrado álbum “&lt;i&gt;Kind Of Blue&lt;/i&gt;”, de &lt;i&gt;Miles Davis&lt;/i&gt;. Benson demonstra toda sua técnica e melodia em solos brilhantes,  seguido pelos não menos inspirados &lt;i&gt;Carter&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;DeJohnette&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grata surpresa é “&lt;i&gt;The Gentle Rain&lt;/i&gt;”, do brasileiro &lt;i&gt;Luiz Bonfá&lt;/i&gt;. Mais conhecido pelo “&lt;i&gt;Tema de Orfeu Negro&lt;/i&gt;” ou “&lt;i&gt;Manhã de Carnaval&lt;/i&gt;”. Aqui inspira belos solos de &lt;i&gt;George Benson&lt;/i&gt; e do organista &lt;i&gt;Clarence Palmer&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bela balada “&lt;i&gt;Ode To A Kudo&lt;/i&gt;” mostra o toque delicado de &lt;i&gt;George Benson&lt;/i&gt; e a bateria de &lt;i&gt;DeJohnette&lt;/i&gt;, perfeitamente entrosados. Estes são os destaques. Temos também “&lt;i&gt;All Clear&lt;/i&gt;” e “&lt;i&gt;Somewhere In The East&lt;/i&gt;”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três “&lt;i&gt;alternate takes&lt;/i&gt;” (&lt;i&gt;All Clear&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Ode To A Kudo&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Somewhere In The East&lt;/i&gt;) completam o álbum, mas só interessam aos realmente &lt;i&gt;Benson-fanáticos&lt;/i&gt;. Considerando-se que cada vez mais a carreira de Benson se afasta da trilha do jazz e que seus belos solos de guitarra vão se tornar mercadoria rara, este álbum é obrigatório para todos os fãs da sua guitarra. &lt;i&gt;J.T. Cevallos&lt;/i&gt;,  25/01/2004.&lt;br /&gt;= JTC/jtc =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-107635869673967624?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/107635869673967624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=107635869673967624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107635869673967624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107635869673967624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/02/msica-de-fundo-george-benson-beyond.html' title=''/><author><name>Cevallos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03390357368430912688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-107548332042557166</id><published>2004-01-30T14:22:00.000-03:00</published><updated>2004-01-30T14:24:11.746-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;b&gt;O teste do Lado B&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu costumo dizer que se pode avaliar a qualidade de uma banda pela qualidade do seus &lt;i&gt;B-Sides&lt;/i&gt;. Isso torna-se mais fácil de verificar quando são compilados CDs que reúnem raridades, sobras de estúdios, &lt;i&gt;covers&lt;/i&gt; ou qualquer outro material que inicialmente tenha sido lançado (ou não) como acompanhamento à música de trabalho de um &lt;i&gt;single&lt;/i&gt; e que no tempo do disco de vinil, ficava no Lado B.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns exemplos que justificam a minha teoria: U2 (com as duas edições especiais das coletâneas &lt;b&gt;The Best Of 1980-1990&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;The Best Of 1990-2000&lt;/b&gt;), Pixies (&lt;b&gt;Complete 'B' Sides&lt;/b&gt;), Hootie &amp; The Blowfish (&lt;b&gt;Scattered, Smothered And Covered&lt;/b&gt;) e Morphine (&lt;b&gt;B-Sides And Otherwise&lt;/b&gt;). Sem falar nos que ainda não lançaram nada mas que já possuem uma respeitável coleção de b-sides, como Radiohead e Coldplay. Na maioria das vezes, a impressão que se tem desses trabalhos é que poderiam perfeitamente terem sido incluidos nos álbuns oficiais, dada a qualidade das faixas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a chegada dos últimos lançamentos, mais duas coletâneas se juntam a este seleto grupo: &lt;b&gt;Lost Dogs&lt;/b&gt;, do Pearl Jam, e &lt;b&gt;In Time: The Best Of R.E.M. 1988-2003&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.pearljam.com/tourstills/4tourBIG.gif" align=left hspace=10 border=0&gt;O farto material do Pearl Jam (30 músicas), abrange toda a carreira da banda, e é, em sua maioria, de uma qualidade excepcional. Uma das coisas que não entendo, por exemplo, é como &lt;i&gt;Yellow Ledbetter&lt;/i&gt; nunca entrou nos álbums oficiais da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra característica que se nota é que essas faixas tem uma certa unidade, encaixando-se perfeitamente na proposta de reuní-las num único trabalho. Algo que não se encontra na própria discografia do quinteto, sempre alternando o estilo de seus discos. Talvez por isso mesmo tenham sido classificadas como "sobra". Basta observar canções como &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Alone&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Black, Red, Yellow&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Hold On&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Fatal&lt;/i&gt;, ou &lt;i&gt;Footsteps&lt;/i&gt;, todas oriundas de fases distintas, como elas parecem resultado de uma mesma sessão de gravação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menos representativo (por não ser tão completo), mas igualmente proveitoso, &lt;b&gt;In Time&lt;/b&gt;, do R.E.M., traz no segundo disco da edição americana, algums &lt;i&gt;demos&lt;/i&gt;, versões alternativas e b-sides da banda de Athens, desde 1988, quando eles assinaram com a Warner. Prá começar, a embalagem é luxuosa, com uma luva em material plástico transparente, livreto de 40 páginas com explicações da banda para cada música da coletânea e ainda um poster. Vendo-a, entende-se por que essa edição não foi lançada por aqui... uma lástima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.remhq.com/shared_assets/viewphoto.php?id=1360&amp;key=f489ed82d761d577a21914b5fc509f8c" width=288 height=200 align=right hspace=10 border=1&gt;Raridades do R.E.M. já tinham sido reunidas em outras coletâneas – &lt;b&gt;Dead Letter Office&lt;/b&gt;, de 1987, ainda da fase I.R.S., e &lt;b&gt;The Automatic Box&lt;/b&gt;, de 1993, com 4 CDs) – portanto não é nenhuma novidade conferir o talento da banda nas versões acústicas de &lt;i&gt;Pop Song '89&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Why Not Smile&lt;/i&gt;, por exemplo, ou nos arranjos mais intimistas para &lt;i&gt;Leave&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Beat A Drum&lt;/i&gt;. Apesar de repetir alguma coisa do antigo box, como W.S. Burroughs "declamando" &lt;i&gt;Star Me Kitten&lt;/i&gt;, o material inédito inclui &lt;i&gt;Turn You Inside-Out&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;The One I Love&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Country Feedback&lt;/i&gt; (todas ao vivo) e a instrumental &lt;i&gt;2JN&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerro os exemplos da minha "teoria" por aqui, mas sei que existem muitos outros por aí. O Cure já está com o seu box de b-sides à venda, infelizmente não tive a oportunidade de conferir, embora conheça grande parte do material do disco 1, que já tinha saído no lado B da edição em cassete da primeira coletânea da banda, de 1986, e que se chamou &lt;b&gt;Standing On The Beach&lt;/b&gt;. Até hoje me arrependo de ter negociado – nem me lembro pelo quê – essa verdadeira "raridade". :-(&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3774591-107548332042557166?l=omniblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omniblog.blogspot.com/feeds/107548332042557166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3774591&amp;postID=107548332042557166' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107548332042557166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3774591/posts/default/107548332042557166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omniblog.blogspot.com/2004/01/o-teste-do-lado-b-eu-costumo-dizer-que.html' title=''/><author><name>Ømni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09982244995731134802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zHSrjxsAxdc/S0ZLseTo10I/AAAAAAAABEw/ej7lFe_BX1o/S220/avatar150.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3774591.post-107514341376293832</id><published>2004-01-26T15:56:00.000-03:00</published><updated>2004-01-26T16:00:39.233-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table cellpadding=10&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=E0E0E0&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00018D44U.01.LZZZZZZZ.jpg" height=200 width=200 align=left hspace=10 border=1&gt;&lt;b&gt;Norah Jones - Feels Like Home&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fim de passar pela "prova de fogo" do segundo disco, a cantora, compositora e pianista Norah Jones, resolveu não arriscar. Apostou na mesma fórmula do premiado &lt;b&gt;Come Away With Me&lt;/b&gt;, no mesmo produtor
