The Good, The Bad and The Queen, banda encabeçada pelo prolífico Damon Albarn (Blur, Gorillaz) e que ainda inclui o baixista Paul Simonon (Clash), o guitarrista Simon Tong (Verve) e o baterista Tony Allen (Fela Kuti) – nada mal, nada mal – lança o primeiro single, "Herculean", no dia 30 de outubro.
A capa do single foi criada por Simonon e representa o cenário industrial do oeste de Londres. O primeiro álbum da banda será lançado em janeiro de 2007 e tem produção de Danger Mouse.A influência de Albarn na música, e em especial no Reino Unido, é digna de nota. Em apenas meia hora foram vendidos todos os ingressos para o show do Good, The Bad and the Queen no festival Electric Proms, da BBC, que vai rolar no dia 26 de outubro, na Roundhouse, batendo todos os recordes da casa.
Isso sem álbum, sem single, sem nada!
Fonte: Omelete
Charlie Hunter (1968- ) se inscreve, com louvor, na lista dos instrumentistas inovadores. Compositor prolífico, seu estilo é inconfundível e tem lhe trazido muitos fãs. A sua principal peculiaridade é a forma de tocar a sua guitarra especial. Charlie toca as notas do baixo (com o polegar direito) ao mesmo tempo que toca a melodia normal da música (com os restantes 4 dedos da mão direita), de forma que parece que são dois músicos tocando simultaneamente. Joe Pass, Tuck Andress e Stanley Jordan também tocam assim. Ele chegou a construir uma guitarra especial de 8 cordas, projetada especialmente para ele por Ralph Novak (da Novax Guitars), para poder demonstrar plenamente toda a sua capacidade de soar como dois músicos (apareceu com ela na primeira vez no álbum Bing! Bing! Bing!).
Vou começar falando do
Semana passada, durante a minha visita mensal à sessão de CDs da Livraria Cultura, fui "fisgado" pela música ambiente que tocava naquele momento. Dediquei-me então a testar meus conhecimentos musicais e tentar descobrir que banda era. Ouvindo aquele som pungente, que lembrava os primeiros expoentes do movimento pós-punk – arranjos crus, guitarras sujas, baterias simples e diretas e vocais cantados com bastante energia, no melhor estilo "do-it-yourself" da época –, pensei comigo mesmo: "deve ser algum disco obscuro do PiL". Fiquei de tal modo atraído pela música que não arredei o pé do lugar sem antes ouvir mais uma ou duas canções. Finalmente me rendi e fui perguntar ao atendente o que estava tocando ali na loja. O rapaz me entregou um CD com oito músicas apenas intitulado Signals, Calls, and Marches da banda 