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Estreante premiada Levando para casa nada mais nada menos do que cinco prêmios, Record Of The Year, Album Of The Year, Best New Artist, Best Female Pop Vocal Performance e Best Pop Vocal Album, Norah Jones foi a grande vencedora do Grammy Awards 2003 - logo na sua primeira participação! A canção Don't Know Why, interpretada por ela, ainda premiou o seu compositor como Song Of The Year. Outros vencedores que eu gostaria de destacar (já que também "acertei" eles): Best Rock Performance By A Duo Or Group With Vocal: In My Place (Coldplay) Best Alternative Music Album: A Rush Of Blood To The Head (Coldplay) Best Rock Album & Best Male Rock Vocal Performance: The Rising (Bruce Springsteen) Best Contemporary Jazz Album: Speaking Of Now (Pat Metheny Group) Best Jazz Vocal Album: Live In Paris (Diana Krall) Best Rock Gospel Album: Come Together (Third Day) Todos imperdíveis ou, ao menos, dignos de uma audição! Confira a matéria no site do Grammy. |
24 de fev. de 2003
11 de fev. de 2003
O Pearl Jam está pegando pesado contra a pirataria. Atualmente em turnê pela Austrália e Japão, a banda já está colocando a venda os "bootlegs oficiais" dos shows - a maioria ainda por ocorrer, mas que os fãs já podem reservar com antecedência. É possível escolher ainda o formato em que se deseja receber o show: MP3 ou CD.
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5 de fev. de 2003
Um dos melhores DVDs de 2001 e lançados por aqui no ano passado, quase me passou desapercebido. Portanto, aqui vai a dica: Sting - ...all this time. O DVD contém um concerto intimista de Sting oferecido a um grupo seleto de amigos próximo à sua casa em Toscana, Itália. Além da voz segura e inconfundível dele, temos uma banda de apoio fantástica, com participações internacionais (entre elas, as dos brasileiros Marcos Suzano, na percusão e Jacques Morelenbaum no violoncelo*).
No documentário encontramos um pouco da história do concerto e de como as músicas selecionadas para o show ganharam uma roupagem nova. A seleção constitui um apanhado de sua carreira solo e inclui alguns sucessos do Police. Os arranjos invariavelmente são calcados no jazz - que Sting nunca negou flertar em seus trabalhos - e chegam a causar alguma estranheza inicial para ouvidos desavisados, como o caso de All This Time que está praticamente irreconhecível. Mas basta sentir a pugência do arranjo de Fragile ou de Don't Stand So Close To Me para chegar-se a conclusão que foi tudo conduzido com muito talento. Fragile reflete também o clima em que a banda foi apanhado, pois o show ocorreu no fatídico dia 11 de setembro de 2001 e por pouco foi cancelado. A surpresa final fica por conta do ritmo up-tempo de Every Breathe You Take, encerrando a apresentação.
Existem algumas faixas bônus que podem ser acessadas separadamente ou durante o documentário. Tudo isso "embrulhado" com uma imagem wide cristalina e um som Dolby Digital 5.1 simplesmente perfeito que justifica até a falta de uma trilha DTS, além de menus animados de muito bom gosto.
*Obrigado pela correção, Marcus!
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