| Beleza e talento andam juntos, sim!
Live in Paris capta Diana Krall em um momento autêntico de desenvoltura musical e intensa carga emocional, baseando quase todo o repertório do show nos dois últimos CDs When I Look In Your Eyes e The Look Of Love, que não são os melhores de sua carreira, já que exploram mais o seu lado romântico como crooner do que como pianista de raízes jazzísticas, mas estão acima da média. Diana é acompanhada por uma banda simplesmente perfeita e por uma orquestra que não se destaca mais do que o necessário, tornando a apresentação puro deleite, com um imagem fantástica e um som envolvente, com bastante destaque para os graves. Algumas músicas receberam arranjos levemente diferenciados das gravações de estúdio - o que é natural. Devil May Care, por exemplo, está com um andamento mais acelerado e, da mesma forma que outras canções, ficou recheada de solos e improvisações, onde os músicos, inclusive Diana, têm espaço para esbanjar intimidade com seu instrumento. De quebra, ela nos brinda ainda com versões caprichadas e personalíssimas de standards como Under My Skin e I Get Along. Diferente de outras divas, em especial as que o mundo pop constantemente nos tem "presenteado", Diana Krall continua sendo o melhor exemplo de que beleza e talento podem andar harmoniosamente juntos. |
29 de out. de 2002
22 de out. de 2002
Está saindo este mês o DVD Classic Albums: The Joshua Tree, do U2. Na verdade é um documentário antigo, mas só agora foi lançado com legendas em português.
Neste DVD estão reunidos comentários dos integrantes do U2 com os produtores Brian Eno, Daniel Lanois e Steve Lillywhite, em volta da mesa de mixagem, ou em entrevistas isoladas, contando como foi o processo de criação e gravação do melhor album da banda. Tem momentos bastante interessantes até, como The Edge ensinando o solo de With Or Without You, ou a explicação para o misterioso cactus que deu nome ao disco, mas não há clipes das músicas, apenas pequenos trechos dos mesmos. As exceções são Running To Stand Still, ao vivo em Sidney na turnê ZooTV, e de Sweetest Thing, que não faz parte do disco, mas foi escrita na mesma época. Ambas aparecem integralmente.
Obrigatório para os fãs!
As informações abaixo foram tiradas do site da AllDVD.
Sinopse:
Lançado em março de 1987, The Joshua Tree, do U2, tornou-se rapidamente o álbum com mais cópias vendidas em menos tempo na história da Inglaterra - 250 mil discos na primeira semana de lançamento. Nos EUA, teve o mesmo sucesso, ficando no topo da parada de álbuns mais vendidos da Billboard durante 9 semanas.
The Joshua Tree continuou entre os 40 mais vendidos durante 58 semanas, e também ganhou o Grammy de melhor álbum do ano. Além disso, teve singles de grande sucesso como `With or Without You´ e `I Still Haven´t Found What I´m Looking For´ (que chegaram ao 1o lugar no Top 100 da Billboard nos Estados Unidos), e `Where the Streets Have No Name´.
Neste DVD, você vai conhecer a história da produção desse álbum, em entrevistas com os membros da banda Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen, complementadas por imagens de arquivo. Paul McGuinness, que foi por muito tempo empresário do U2, revela como o álbum catapultou o grupo para o superestrelato. Elvis Costello colabora no papel de grande fã do U2. Você também vai ver entrevistas com Steve Lillywhite, que remixou o álbum e, é claro, com os
co-produtores Brian Eno e Daniel Lanois. Brian Eno conta a verdadeira história de como os originais de `Where the Streets Have No Name´ quase foram destruídos, e de como uma das melhores músicas do U2 foi o resultado de um aniversário esquecido.
Lembranças e grandes performances fazem a história de um dos mais famosos e melhores álbuns dos anos 80, um verdadeiro Classic Album.
Músicas do DVD:
01- Início do Programa; Um Disco Irlandês de Verdade
02- "I Still Haven´t Found What I´m Looking For"
03- "With or Without You"
04- The Edge & a Guitarra
05- Flood, o Engenheiro de Som
06- "Mothers of the Disappeared"
07- "Bullet the Blue Sky"
08- "Where the Streets Have No Name"
09- "Exit"
10- "Running to Stand Still"
11- "The Sweetest Thing"
12- Créditos Finais
Informações técnicas:
VIDEO: Standard
AUDIO: Inglês: Dolby Digital 2.0
LEGENDAS: Português, Espanhol e Inglês
GÊNERO: Rock/Pop Internacional
ANO DE PRODUÇÃO: 1987
ESTUDIO: ST2
DURAÇÃO: 60 min
DATA LANÇAMENTO: 16/10/2002
Neste DVD estão reunidos comentários dos integrantes do U2 com os produtores Brian Eno, Daniel Lanois e Steve Lillywhite, em volta da mesa de mixagem, ou em entrevistas isoladas, contando como foi o processo de criação e gravação do melhor album da banda. Tem momentos bastante interessantes até, como The Edge ensinando o solo de With Or Without You, ou a explicação para o misterioso cactus que deu nome ao disco, mas não há clipes das músicas, apenas pequenos trechos dos mesmos. As exceções são Running To Stand Still, ao vivo em Sidney na turnê ZooTV, e de Sweetest Thing, que não faz parte do disco, mas foi escrita na mesma época. Ambas aparecem integralmente.
Obrigatório para os fãs!
As informações abaixo foram tiradas do site da AllDVD.
Sinopse:
The Joshua Tree continuou entre os 40 mais vendidos durante 58 semanas, e também ganhou o Grammy de melhor álbum do ano. Além disso, teve singles de grande sucesso como `With or Without You´ e `I Still Haven´t Found What I´m Looking For´ (que chegaram ao 1o lugar no Top 100 da Billboard nos Estados Unidos), e `Where the Streets Have No Name´.
Neste DVD, você vai conhecer a história da produção desse álbum, em entrevistas com os membros da banda Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen, complementadas por imagens de arquivo. Paul McGuinness, que foi por muito tempo empresário do U2, revela como o álbum catapultou o grupo para o superestrelato. Elvis Costello colabora no papel de grande fã do U2. Você também vai ver entrevistas com Steve Lillywhite, que remixou o álbum e, é claro, com os
co-produtores Brian Eno e Daniel Lanois. Brian Eno conta a verdadeira história de como os originais de `Where the Streets Have No Name´ quase foram destruídos, e de como uma das melhores músicas do U2 foi o resultado de um aniversário esquecido.
Lembranças e grandes performances fazem a história de um dos mais famosos e melhores álbuns dos anos 80, um verdadeiro Classic Album.
Músicas do DVD:
01- Início do Programa; Um Disco Irlandês de Verdade
02- "I Still Haven´t Found What I´m Looking For"
03- "With or Without You"
04- The Edge & a Guitarra
05- Flood, o Engenheiro de Som
06- "Mothers of the Disappeared"
07- "Bullet the Blue Sky"
08- "Where the Streets Have No Name"
09- "Exit"
10- "Running to Stand Still"
11- "The Sweetest Thing"
12- Créditos Finais
Informações técnicas:
VIDEO: Standard
AUDIO: Inglês: Dolby Digital 2.0
LEGENDAS: Português, Espanhol e Inglês
GÊNERO: Rock/Pop Internacional
ANO DE PRODUÇÃO: 1987
ESTUDIO: ST2
DURAÇÃO: 60 min
DATA LANÇAMENTO: 16/10/2002
16 de out. de 2002
Aqui está um livro que eu gostaria que saísse no Brasil: A Love Supreme: The Story of John Coltrane's Signature Album.
Conhecer um pouco mais sobre a história da concepção daquele que considero o melhor disco de jazz já gravado seria muito interessante. Mas tendo em vista o público que o jazz clássico tem no país, fico imaginando se será possível encontrá-lo algum dia na livraria....
Conhecer um pouco mais sobre a história da concepção daquele que considero o melhor disco de jazz já gravado seria muito interessante. Mas tendo em vista o público que o jazz clássico tem no país, fico imaginando se será possível encontrá-lo algum dia na livraria....
15 de out. de 2002
| Counting Crows - Hard Candy
Não sou só eu quem está dizendo: Hard Candy é o melhor disco dos Crows desde August And Everything After, se não for o melhor da carreira da banda. Confiram o All Music Guide, por exemplo. O disco impressiona também por algumas mudanças na sonoridade do Counting Crows: o passeio por estilos levemente diferenciados com o uso de arranjos novos ou pouco explorados anteriormente (como os vários backing vocals que compõem as harmonizações) refletem uma nítida preocupação em deixar a música tão marcante quanto as letras. Com certeza, a mão de Steve Lillywhite (U2, Morrissey, Dave Matthews Band) na produção se fez notar, visto que invariavelmente ele costuma dar mais brilho aos trabalhos de que participa. As melhores do CD são: American Girls (uma elegia "ensolarada" às... american girls, lógico! e com participação de Sheryl Crow), Miami (só Duritz consegue fazer uma canção de amor como esta) e Up All Night, cuja letra não podia ser mais desencanada (I've been up all night/I might sleep all day/Get your dreams just right/Then let 'em slip away/I might sleep all day.../It's too late to get high now). Recomendação: alta rotação no seu CD player... |
| Before anyone did anything ELVIS did everything Esta frase, colocada no interior do CD 30 #1 Hits, resume e explica todo o fascínio em torno do mito Elvis Presley. Mas falar sobre o Rei é chover no molhado, portanto vou dizer apenas que esta coletânea lançada para comemorar o 25º aniversário da sua morte, está um luxo só. O encarte é outro destaque. Igualmente luxuoso, com uma qualidade surpreendente para um CD de fabricação nacional, está à altura do conjunto e da homengem. Para quem não tem ainda uma coletânea do Elvis, 30 #1 Hits é fundamental. Para quem já possui alguma discografia dele, vale a pena pela qualidade sonora. Posso garantir que você jamais ouviu o Rei assim! |
10 de out. de 2002
A pergunta que não quer calar é: The Verve soava como Richard Ashcroft ou Richard Ashcroft soa como The Verve?
Depois de uma brilhante estréia solo com Alone With Everybody, em 2000, o ex-líder de uma das bandas inglesas mais bacanas da última década (e pouco lembrada!) está lançando seu novo trabalho: Human Conditions. Com uma produção mais amadurecida e pronta para superar aquela sombra da eterna comparação com seu extinto grupo, Ashcroft comove com as melodias de Buy It In Bottles e Lord I've Been Trying, ao mesmo tempo que mostra seu talento como arranjador em Check The Meaning ou Paradise. Enfim, são canções que acabam lembrando The Verve, é claro, mas nem por isso deixam de acrescentar um pouco mais de brilho às paradas britânicas.
Human Conditions está imperdível! Ou, como recomendaria aquela revista: ouça sem parar!
Site Oficial: www.richardashcroft.com
Depois de uma brilhante estréia solo com Alone With Everybody, em 2000, o ex-líder de uma das bandas inglesas mais bacanas da última década (e pouco lembrada!) está lançando seu novo trabalho: Human Conditions. Com uma produção mais amadurecida e pronta para superar aquela sombra da eterna comparação com seu extinto grupo, Ashcroft comove com as melodias de Buy It In Bottles e Lord I've Been Trying, ao mesmo tempo que mostra seu talento como arranjador em Check The Meaning ou Paradise. Enfim, são canções que acabam lembrando The Verve, é claro, mas nem por isso deixam de acrescentar um pouco mais de brilho às paradas britânicas.
Human Conditions está imperdível! Ou, como recomendaria aquela revista: ouça sem parar!
Site Oficial: www.richardashcroft.com
4 de out. de 2002
Os 100 melhores
Saiu o resultado do The Reader's 100 da Rolling Stone, no qual os leitores e internautas da revista escolheram os 100 melhores ou mais significativos discos já lançados sendo que cada um podia indicar até 10. Apesar da presença de muita coisa recente e, convenhamos, inexpressiva (mas até justificável, se levarmos em conta os atuais leitores) e da "goleada" dos Beatles, já dá para ter uma idéia o quanto nossa "discoteca básica" está ou não atualizada (das minhas indicações, 7 estão presentes).
Os dez primeiros foram:
The Beatles - Revolver (1965)
Nirvana - Nevermind (1991)
The Beatles - Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967)
U2 - The Joshua Tree (1987)
The Beatles - The Beatles (The White Album) (1968)
The Beatles - Abbey Road (1969)
Guns n' Roses - Appetite for Destruction (1987)
Radiohead - OK Computer (1997)
Led Zeppelin - Led Zeppelin IV (1971)
U2 - Achtung Baby (1991)
Confira a lista completa no site da Rolling Stone.
Saiu o resultado do The Reader's 100 da Rolling Stone, no qual os leitores e internautas da revista escolheram os 100 melhores ou mais significativos discos já lançados sendo que cada um podia indicar até 10. Apesar da presença de muita coisa recente e, convenhamos, inexpressiva (mas até justificável, se levarmos em conta os atuais leitores) e da "goleada" dos Beatles, já dá para ter uma idéia o quanto nossa "discoteca básica" está ou não atualizada (das minhas indicações, 7 estão presentes).
Os dez primeiros foram:
The Beatles - Revolver (1965)
Nirvana - Nevermind (1991)
The Beatles - Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967)
U2 - The Joshua Tree (1987)
The Beatles - The Beatles (The White Album) (1968)
The Beatles - Abbey Road (1969)
Guns n' Roses - Appetite for Destruction (1987)
Radiohead - OK Computer (1997)
Led Zeppelin - Led Zeppelin IV (1971)
U2 - Achtung Baby (1991)
Confira a lista completa no site da Rolling Stone.
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